← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Capelão Militar (Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Capelães Militares) 60 questões nesta prova · página 2 de 3 · 60 com gabarito Gabarito disponível O único autor gentio do NT, companheiro de Paulo, é Lucas. Lucas, companheiro de viagem de Paulo e autor do Evangelho que leva seu nome e de Atos, é tradicionalmente considerado o único autor gentio do Novo Testamento. Atos é a principal fonte sobre Paulo além de suas cartas. A) Teófilo é o destinatário de Lucas-Atos, não o autor. C) Pedro, Barnabé e E) Filipe: Pedro era judeu e não escreveu Lucas-Atos, Barnabé era levita judeu de Chipre e Filipe era judeu helenista; nenhum é o autor tratado. Referência: F.F. Bruce (2019); Lucas 1.3; Atos 1.1 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Goldingay, a teologia centrada em uma história é teologia histórica (conforme o gabarito). Conforme o gabarito oficial, Goldingay entende que os eventos narrados nos Testamentos apontam para uma teologia que se concentra em uma história, isto é, uma teologia histórica, que toma a narrativa de Deus com seu povo como base. Essa é a alternativa A. B) errada: a teologia sistemática organiza por temas, não pela narrativa. C) errada: 'histórico-dialética' não é a categoria do autor. D) errada: segundo o gabarito, a categoria adotada é teologia histórica, não bíblica. E) errada: 'Teologia da Palavra de Deus' remete a outra tradição (Barth). Referência: John Goldingay, Teologia do Antigo Testamento / Teologia Bíblica (2020), p. 14 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Javé intervém decisivamente: tira, livra, resgata, salva, redime. Em Êxodo 6, os verbos usados por Javé (tirar, livrar, resgatar, tomar, redimir) mostram, segundo Brueggemann, um Deus que age decisivamente em favor do povo contra a opressão. A alternativa D traz essa leitura. A) errada: descreve Deus como passivo e abandonador, o oposto do texto. B) errada: apresenta ação parcial e autolimitação, ausentes do texto. C) errada: fala em ação seletiva e partilha de onisciência, sem base no texto. E) errada: reduz o Êxodo a metáfora, quando é intervenção histórica de Deus. Referência: Walter Brueggemann, Teologia do Antigo Testamento (2014), p. 213; Êxodo 6 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A vida de Jesus só é bem interpretada considerando a situação crítica de seu tempo. Para F.F. Bruce, o ministério de Jesus não ocorreu num vazio histórico: o contexto crítico (domínio romano, expectativas messiânicas, tensões religiosas) é indispensável para interpretá-lo. Por isso B está correta. A) errada: o contexto não foi despreocupado e é relevante. C) errada: restringe os ensinamentos de Jesus à justiça e libertação política ('estritamente'). D) errada: afirma que o contexto é dispensável. E) errada: o contexto não foi próspero e tem impacto na interpretação. Referência: F.F. Bruce, Teologia do Novo Testamento / contexto histórico de Jesus (2019) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Salmos imprecatórios usam linguagem hiperbólica e não contradizem o amor aos inimigos do NT. Osborne explica que as imprecações são linguagem emocional e hiperbólica própria da poesia hebraica, em que o salmista entrega a justiça a Deus em vez de vingar-se pessoalmente. Assim, não contradizem o ensino do Novo Testamento de amar os inimigos. A) errada: não são desejo legítimo de vingança pessoal, e afirmar que Jesus orou muitos desses salmos é exagero. B) errada: não são visão ultrapassada. C) errada: não desrespeitam o perdão, pois transferem o juízo a Deus. D) errada: veem contradição com o NT, quando a leitura correta é que não há contradição. Referência: Grant Osborne, A Espiral Hermenêutica (2009), p. 301-302 Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O credo contra Ário foi formulado no Concílio de Niceia (325 d.C.). O Concílio de Niceia, convocado pelo imperador Constantino em 325 d.C., condenou o arianismo e formulou o Credo Niceno, afirmando que o Filho é da mesma substância (homoousios) do Pai. Os demais concílios tratam de questões posteriores. A) Éfeso (431) tratou de Nestório e do título Theotokos. B) Constantinopla II (553) tratou dos Três Capítulos e de questões cristológicas posteriores. D) Calcedônia (451) definiu as duas naturezas de Cristo em uma pessoa. E) Constantinopla I (381) ampliou o credo, especialmente sobre o Espírito Santo, mas a controvérsia ariana foi resolvida em Niceia. Referência: Alister McGrath; Concílio de Niceia (325 d.C.) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Prolegômenos: estudo introdutório sobre pressupostos e método da teologia. Prolegômenos (do grego, 'o que é dito antes') são a introdução à teologia sistemática, tratando de pressupostos, método, fontes e princípios que orientam a investigação. Por isso a A está correta. B) errada: não são regras impostas por autoridade eclesiástica. C) errada: não se resumem a debates insolúveis. D) errada: conclusões finais pertencem ao fim do estudo, não à introdução. E) errada: narrativas bíblicas são matéria da teologia bíblica, não definem prolegômenos. Referência: Norman Geisler, Teologia Sistemática (vol. 1, prolegômenos) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Graça comum: favor de Deus a toda a humanidade, independentemente da salvação. Na teologia reformada, graça comum é o favor imerecido de Deus estendido a todos, crentes ou não, em bênçãos temporais e capacidades naturais, como no conceito de Grudem. Ela não salva; difere da graça salvadora, que é particular. A alternativa A reproduz exatamente essa definição. B) errada: a graça comum alcança toda a humanidade, não apenas os crentes. C) errada: confunde com salvação por obras, o oposto da doutrina reformada. D) errada: trata-se de favor geral, não especial e restrito a líderes apostólicos. E) errada: a graça comum não afirma que toda pulsão religiosa leva à salvação; isso seria universalismo/inclusivismo. Referência: Wayne Grudem, Teologia Sistemática (cap. sobre graça comum) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A teologia reformada ensina a depravação total: todos estão mortos em pecado e dependem da graça de Deus. Na doutrina reformada, a depravação total significa que o pecado afeta toda a pessoa. O ser humano está espiritualmente morto (Ef 2.1) e não consegue se reconciliar com Deus por méritos próprios, precisando da graça salvadora. A) Afirma que todos são essencialmente bons, contra a doutrina. C) Nega a influência do pecado e diz que o ser humano é inclinado ao bem. D) Nega o pecado original e fala em neutralidade moral. E) Diz que o ser humano se reconcilia por obras, o oposto da graça. Referência: Langston (1977, p. 90); Ef 2.1-5; Rm 3. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os conceitos-chave de Tillich são método correlacional, fé e símbolos, coragem de ser e Deus além de Deus. Tillich é conhecido pelo método da correlação, entre as perguntas da existência e as respostas da revelação. Também são marcas dele a fé como preocupação última expressa em símbolos, a coragem de ser e a expressão Deus acima de Deus. A) Soberania das esferas e graça comum são de Kuyper. B) Capital moral e sociedade civil são termos da teoria social. C) Filosofia reformacional, aspectos modais e motivo-base são de Dooyeweerd. D) Liturgia, formação e contraformação remetem a outros autores da teologia pública. Referência: Paul Tillich, Teologia Sistemática (2009); A coragem de ser. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível McGrath descreve o Espírito como vento, sopro e carisma, com a mesma grandeza do Pai e do Filho. As imagens bíblicas de ruach, como vento e sopro, e o Espírito como dom ou carisma apontam para a dinâmica do Espírito na Escritura. Ele é tratado como Deus, de grandeza igual à do Pai e do Filho, e não como a 'Cinderela' da Trindade. A) Fala em Espírito de Deus e de Cristo, o que é verdadeiro mas não esgota a dinâmica apontada. B) Diz que o Espírito é impessoal, o que é incorreto. C) Reduz o Espírito a poder que opera na obra do Pai e do Filho, sem a igualdade. E) Afirma que o Espírito é criado, heresia. Referência: Alister McGrath, Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica (2005). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A doutrina enfatizada por Lutero no campo da soteriologia foi a justificação pela fé. Como o enunciado trata de salvação e redenção, a doutrina central de Lutero é a justificação pela fé (sola fide), baseada em Romanos 1.17 e 3.28. Ela foi o eixo da Reforma. A) Dois Reinos trata da relação entre autoridade espiritual e temporal, não de soteriologia. B) As 95 teses são um documento, não uma doutrina. C) Sola Scriptura é princípio de autoridade, não soteriologia. E) Eleição é ênfase mais associada a Calvino. Referência: Martinho Lutero; Rm 1.17 e 3.28. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Igreja e Cristo são correlativos porque Cristo se corporifica na Igreja, que é videira, santuário e povo do Reino. A Igreja é o domínio de Cristo na terra e continua sua obra. Há correlação porque Cristo se corporifica na Igreja, descrita por imagens bíblicas como a videira, o santuário dedicado ao Senhor e o povo do Reino. B) Coloca a Igreja acima de Cristo. C) Nega a relação de Cristo com a Igreja. D) Diz que a Igreja é a única manifestação de Cristo, exclusivismo indevido. E) Subordina Cristo à Igreja, invertendo a relação. Referência: Eclesiologia: imagens bíblicas da Igreja (Jo 15; Ef 1.22-23). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Geisler, toda Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça (2Tm 3.16). A alternativa C reproduz a afirmação de 2Timóteo 3.16, base da doutrina da inspiração em Geisler: toda a Escritura, inspirada por Deus, é proveitosa para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça. A) Limita o valor canônico ao Antigo Testamento. B) Exige mediação sacerdotal para a aplicação. D) Diz que toda Escritura é simbólica, o que nega a inspiração verbal. E) Reduz a utilidade ao campo ético-moral, empobrecendo o texto. Referência: Norman Geisler, Teologia Sistemática; 2Tm 3.16. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A Reforma recuperou Cristo como único mediador, com a obra da cruz como único meio de salvação, pela justificação pela fé. Os reformadores afirmaram solus Christus, ou seja, Cristo como único mediador (1Tm 2.5), e a salvação pela graça mediante a fé, não por mediações eclesiásticas nem por obras. A alternativa E expressa isso. A) Admite salvação por outras expressões de fé, contra a Reforma. B) Reduz Cristo a mediador ético-moral. C) Descreve Cristo de forma histórica e popular, sem a ideia de mediação única. D) Enfatiza as obras humanas, contra o sola fide. Referência: Tradição reformada: solus Christus e sola fide; 1Tm 2.5. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O Apocalipse se concentra na glória e no poder de Cristo e no juízo, sem perder de vista a cruz: o cavaleiro do cavalo branco é o Cordeiro que foi morto. Segundo a leitura de Carson, Morris e Moo, o Apocalipse destaca a glória, o poder e o papel de Cristo no juízo, mas sem esquecer a cruz. O cavaleiro poderoso no cavalo branco é o próprio Cordeiro imolado. A) Limita o livro ao contexto sociopolítico do Império. C) Opõe a coroa de Christus Victor à cruz, o que é incorreto. D) Apresenta o cavaleiro como arquétipo do cordeiro e ainda o liga à interpretação popular, formulação imprecisa. E) Diz que o conteúdo é estritamente político, redução indevida. Referência: Carson, Morris e Moo, Introdução ao Novo Testamento (2002). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Moltmann critica a escatologia negativa e pessimista centrada só no fim do mundo e destaca a ressurreição como centro da esperança. Em Teologia da Esperança, Moltmann contrapõe-se a uma escatologia que trata apenas do fim do mundo, vista como pessimista. Ele faz da ressurreição de Cristo o evento central que abre a esperança e a renovação de todas as coisas. A) Diz que Moltmann recupera a escatologia só das últimas coisas, com o céu como horizonte, o oposto da tese. C) Liga a escatologia à utopia e faz da ressurreição um símbolo, o que não é o contraponto pedido. D) Fala em visão indiferente e neutra, qualificação que não corresponde ao alvo da crítica. E) Diz que ele elogia a visão pessimista, o que é incorreto. Referência: Jürgen Moltmann, Teologia da Esperança. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os eixos da antropologia agostiniana são natureza humana, pecado original, queda e graça. Agostinho trata da natureza humana criada boa, da queda de Adão, do pecado original herdado e da graça como único remédio. Essas categorias foram recebidas pelas tradições luterana, calviniana e evangelical. A) Felix culpa e inocência primordial não resumem a antropologia agostiniana. B) Perfeição inata, elevação e condenação não correspondem aos eixos. C) Essência animal, virtude final e sujeito crístico não são categorias dele. D) Sobrenaturalidade humana, pureza original e ascensão são alheias ao pensamento do autor. Referência: Agostinho, A Cidade de Deus; Sobre a natureza e a graça. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gisleno Alves aponta que muitos entendem capelania como simples reprodução das práticas eclesiásticas em um ambiente institucional. A falta de projeto pedagógico adequado nos cursos reflete a ideia equivocada de que fazer capelania é apenas reproduzir, em hospitais, presídios, escolas etc., as práticas da igreja local. A capelania exige formação específica e adaptação ao ambiente. B) Fala em recriar práticas seculares, o que não é o problema. C) Diz que a maioria relativiza as práticas, o contrário da crítica do autor. D) Fala em ignorar as práticas religiosas, o que distorce a ideia. E) Fala em desconsiderar o ambiente institucional e agir por fé, o que também não é a crítica. Referência: Gisleno Alves, Manual do Capelão (2017, p. 9). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Rosa, o contexto importa porque o amor e o cuidado de Deus se concretizam na existência humana concreta. A partir de uma premissa bíblico-teológica, Rosa reconhece que o amor e o cuidado de Deus se concretizam na vida humana real, com seus dramas, alegrias, violências e desigualdades. Por isso a pastoral precisa considerar o contexto. A) Reduz o contexto a uma ponte para pregar a salvação da alma. B) Restringe a questão ao cuidado da alma conforme os problemas aparecem. C) Transforma o contexto em avaliação psicológica, o que foge do enfoque. E) Atribui ao agente papel misto de pastor, assistente social e psicólogo, o que não é a tese do texto. Referência: Ronald Sathler Rosa (2004, p. 16), ação pastoral. Resolução comentada do VaiConcursos.EsFCEx — Concurso de Admissão 2023 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Capelães Militares — Credo: Pastor Evangélico — 002. Prova Objetiva — Versão A
Resolução comentada
Análise das alternativas
Como o autor compreende as implicações dos eventos apresentados nessas narrativas?Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Com base no exposto, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Diante disso, foi convocado um concílio com o objetivo de resolver essa controvérsia e estabelecer uma doutrina unificada sobre a natureza de Cristo (McGrath, 2005, p. 56). Um importante credo foi formulado nesse concílio. Trata-se do ConcílioResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Assinale a alternativa que apresenta conceitos-chave na obra do autor.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Desse modo, é correto afirmar:Resolução comentada
Análise das alternativas
O autor compreende que:Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Embora o gênero “apocalipse” gere um amplo debate nos estudos teológicos, é correto afirmar:Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Assinale a alternativa que apresenta aspectos-chave da compreensão agostiniana sobre a antropologia bíblica.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Com base no exposto, por que o contexto é fundamental no exercício de uma pastoral?Resolução comentada
Análise das alternativas
De acordo com F.F. Bruce (2019): “à parte das próprias cartas paulinas, a maior parcela de informações que temos do apóstolo procede dos escritos de seu amigo e companheiro de jornadas”. Conforme Bruce, este escritor, além de autor de um dos evangelhos sinóticos, trata-se do único gentio dentre os autores dos documentos neotestamentários. Seu nome é:
Para John Goldingay (2020, p.14), no modo de fazer teologia da própria Escritura é possível perceber que ambos os Testamentos possuem em sua composição diversas narrativas, o que aponta para um aspecto-chave: de uma teologia que se concentra em uma história.
Walter Brueggemann (2014, p. 213) ao analisar sentenças verbais a partir do texto de Êxodo 6.12, reconhece que Javé é um Deus que liberta. Nesse sentido, é correto afirmar:
A proclamação do reino de Deus feita por Jesus não aconteceu dentro de um vazio histórico, como lembra F.F Bruce (2019). Nesse sentido, os estudos bíblico-teológicos elucidam a relação entre o Antigo e o Novo Testamento em termos de continuidade e descontinuidade, reconhecendo tanto os elementos que permanecem consistentes quanto as mudanças trazidas pela vinda de Cristo e o estabelecimento da Nova Aliança. Com base no exposto, é correto afirmar que
Os salmos imprecatórios podem ser entendidos como salmos de lamento, em que se observa a predominância da amargura e do desejo de vingança. Grant Osborn (2009, p. 301-302), percebe que tais declarações chocam as sensibilidades atuais e fazem com que muitos questionem os padrões éticos dos escritores bíblicos.
A controvérsia teológica desencadeada por Ário, que questionava a divindade de Jesus Cristo, levou a debates intensos e divisões dentro da Igreja primitiva sobre o tema da natureza de Cristo e sua relação com Deus Pai.
Norman Geisler (2015) afirma que os prolegômenos tratam dos pressupostos necessários para se estudar a teologia sistemática. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
Em sua obra, Grudem (2019) define a graça comum como “o favor de Deus em relação a toda a humanidade, na forma de bênçãos temporais e capacidades naturais, concedidas mesmo àqueles que não são salvos”. Dessa forma,
A doutrina do pecado é entendida como a condição decaída e corrompida da humanidade como resultado da Queda. Essa doutrina enfatiza, conforme Langston (1977, p. 90), que:
A teologia sistemática de Paul Tillich (2009) difere de outras abordagens teológicas em vários aspectos-chave.
McGrath (2005, p. 361), referindo-se à doutrina do Espírito Santo, diz que por muito tempo este assunto tem sido a “Cinderela da Trindade”. As duas irmãs podem ir ao baile de Teologia, mas o tema do Espírito Santo, toda vez, é deixado para trás. A respeito da Ruach, qual a dinâmica identificada pelo autor nas Escrituras?
A soteriologia é o ramo da teologia que trata da salvação e do processo de redenção da humanidade. Martinho Lutero, reformador protestante do século XVI, enfatizou fortemente uma das principais questões teológicas de sua época, a doutrina:
A obra consumada de Cristo é o fundamento da Igreja. Na exaltação e por seu intermédio, a Igreja manifesta-se como continuação da obra de Cristo. Pode-se afirmar, portanto, que a Igreja é o domínio de Cristo na terra e que perdura até a consumação.
Para Geisler, a Bíblia reivindica sua divindade e autoridade como um texto sagrado. Os autores bíblicos afirmam ter sido movidos pelo Espírito Santo para transmitir as palavras de Deus. Eles relatam que receberam a mensagem por meio de revelação divina, de modo que suas palavras foram inspiradas por Deus, como se fossem sopradas por Ele.
A Reforma enfatizou fortemente o papel de Jesus Cristo como mediador entre Deus e a humanidade. Nesse sentido:
Carson, Morris e Moo (2002, p. 534, 540) decodificam que os versículos iniciais de Apocalipse apontam para três identificações de gênero diferentes: “apocalipse” (1.1; “revelação”), “profecia” (1.3) e “epístola” (1.4).
Jürgen Moltmann é conhecido por sua obra “Teologia da Esperança”, na qual argumenta que a ressurreição de Jesus Cristo inaugura a esperança escatológica e a renovação de todas as coisas. Para tanto, tece um contraponto cabal:
Santo Agostinho desenvolveu uma compreensão profunda da antropologia bíblica. Em sua obra, explorou questões sobre a natureza humana, a queda e a redenção. Conteúdo este, amplamente circulado na epistemologia formulada pelas tradições luterana, calviniana e evangelical.
Em “Manual do Capelão” (2017, p.9), Gisleno Alves apresenta uma problemática de extrema importância ao longo da obra. Embora existam muitos cursos de capelania oferecidos no Brasil, muitos deles “não possuem um projeto pedagógico adequado”. O autor aponta que
Segundo Rosa (2004, p.16), agentes pastorais cooperam para o florescimento humano na busca por uma vida plena, enfrentando desafios como dramas, alegrias, violências e desigualdades sociais, enquanto seguem Jesus Cristo.