← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército 60 questões nesta prova · página 2 de 3 · 60 com gabarito Gabarito disponível Paradigmas da alfabetização em Soares (2004). Soares descreve a passagem do paradigma behaviorista (anos 1960-70) ao cognitivista (anos 1980) e, depois, ao sociocultural (anos 1990), com letramento. Por isso D está correta. A) Teórico, prático e da práxis não são os paradigmas citados. B) Funcional, crítico e pós-crítico são categorias de outra discussão. C) Fonético e social-interacionista não correspondem à sequência. E) Conservador, libertário e crítico-social são categorias de tendências pedagógicas. Referência: Soares (2004), Alfabetização e letramento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Indisciplina como sintoma de escola pensada para um sujeito, ocupada por outro. Para Aquino, com a democratização surgiu um novo aluno, e a escola, idealizada para outro tipo de sujeito, passou a ser ocupada por esses novos alunos. A indisciplina seria sintoma dessa discrepância. A) A exclusão não foi eliminada, e sim reconfigurada. C) Culpa o aluno, o que a abordagem sócio-histórica não faz. D) A indisciplina não indica harmonia. E) Não é fenômeno pontual nem causado só pela família. Referência: Aquino (1996), indisciplina escolar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Boto: civilidade como princípio, com marca de fidalguia ou distinção aristocrática. Segundo o gabarito, o princípio estrutural da socialização escolar é a civilidade, e a marca que aparece no contexto brasileiro e português é a fidalguia ou distinção aristocrática, que se reflete nas hierarquias do trecho. A) Cidadania passiva não é o princípio apontado. B) Cultura personalista e igualdade político-legal não correspondem. C) Heterogeneidade social e miscigenação não são o foco. D) Colonialismo e homem cordial não correspondem à discussão de Boto. Referência: Boto (2014), liturgia escolar e civilidade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Alfabetização responsável em Coll e Monereo (2010). A competência de examinar consequências sociais dos meios de comunicação quanto a segurança e privacidade corresponde, no gabarito, à alfabetização responsável. A) Informacional trata de buscar e avaliar informação. B) Tecnológica refere-se ao uso de ferramentas. D) Midiática trata da análise de mídias e mensagens. E) Global não é a dimensão descrita. Referência: Coll e Monereo (org.), Psicologia da educação virtual (2010). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Perspectiva da cultura escolar ajuda a ir além da simples transposição presencial para remoto. Ao considerar permanências e mudanças na escola, evita-se tanto a visão de que a escola resiste a tudo quanto a ideia de apenas transferir o modelo presencial para o a distância. Por isso A está correta. B) Reforça o antagonismo que a autora critica. C) Defende presencial a qualquer custo, o que a autora não propõe. D) Priorizar atividades síncronas não decorre da análise. E) Defender a cultura tradicional contra a tecnologia também é uma posição antagônica. Referência: Alcântara (2022), cultura escolar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Ropoli refere-se ao saber da experiência. A autora diz que a mudança depende da elaboração que os professores fazem do que lhes acontece na experiência inclusiva. Isso remete ao saber da experiência, subjetivo e pessoal, adquirido ao atribuir sentido ao que se vive. A) Refere-se ao saber teórico, não à experiência. C) Tempo de magistério não é o mesmo que elaborar a experiência. D) Referencial empirista não é o ponto. E) Trata de um enfoque utilitário e instrumental, distinto do que a autora propõe. Referência: Ropoli (2010); Larrosa, saber da experiência. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O excerto descreve o discurso interior de Vygotsky. Fragmentado, abreviado, com predomínio do sentido sobre o significado e compreensível só pelo próprio sujeito: são as características do discurso interior, linguagem internalizada em Vygotsky. A) Enunciado egocêntrico não é descrito assim. B) Pensamento artístico não é o conceito descrito. D) Estado de consciência não corresponde. E) Balbucio é a pré-linguagem do bebê, sem relação com o excerto. Referência: Vygotsky, Pensamento e Linguagem; Oliveira (1992). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Princípio da gestão democrática no art. 14 da LDB. O art. 14 da LDB prevê como princípios a participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. Por isso, E está correta. A) A gestão democrática não implica centralização nacional de normas. B) A LDB não prevê votação entre pais e mestres para composição de quadros de direção. C) O artigo trata da participação de profissionais no projeto pedagógico da escola, não na definição de políticas públicas. D) Fala em autonomia e gestão financeira descentralizada, não centralizada. Referência: Lei nº 9.394/1996 (LDB), art. 14. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O que caracteriza um sistema, segundo o art. 7º, § 2º, da Resolução CNE/CEB 4/2010. Conforme o gabarito, o sistema se caracteriza como atividade intencional e organicamente concebida, que se justifica pela realização de atividades voltadas para as mesmas finalidades ou para a concretização dos mesmos objetivos. A) Trata de padrões mínimos de qualidade, outro tema. B) Refere-se à indissociabilidade entre educar e cuidar (educação infantil). C) Descreve o direito à educação como direito universal. D) Descreve a escola como espaço de cultura e identidades. Referência: Resolução CNE/CEB nº 4/2010, art. 7º, § 2º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Título adequado: crescimento do consumo ligado à posse de mascotes. O texto trata do aumento do número de mascotes e do gasto com elas, da dimensão do mercado e do efeito da pandemia. Por isso, 'La tenencia de mascotas: un caso ascendente de consumo' resume bem o conteúdo geral. A) Adoções são mencionadas só no final. B) Clínicas veterinárias aparecem como detalhe. D) A pandemia é só um aspecto, e o foco é o consumo, não os animais em si. E) Comparar países é só parte do texto. Referência: Ideia central do texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo parágrafo: o gasto reflete a visão do dono sobre o animal como membro da família. O parágrafo diz que o gasto aumenta e que a chave pode estar em os donos olharem as mascotes como um membro a mais da família. Assim, os gastos refletem o tipo de afeto com que os donos tratam seus animais. A) O texto não fala de melhora da saúde animal. C) O mercado é descrito como de crescimento moderado e estável, não flutuante. D) Não compara custos de alimentos e veterinários. E) Não há comparação com o passado nem menção a cuidados especiais novos. Referência: Interpretação de texto em espanhol. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ideia importante: o pós-pandemia não parece tão negativo para o setor de mascotes. O último parágrafo diz que, apesar do fechamento de clínicas e de protetoras, 'parece claro que el impacto del COVID-19 podría resultar positivo para el sector'. Isso corresponde a D: contra o esperado, a situação não parece tão negativa. A) O texto não fala de aumento de orçamentos em saúde nos lares espanhóis. B) Não há menção à classe média francesa. C) O texto não compara a companhia dos animais com a das pessoas. E) Não se afirma que os asiáticos gastam para não ficar atrás dos europeus. Referência: Interpretação de texto em espanhol. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Todavía' = 'aún' e 'pronto' = 'prematuro' no contexto. Em 'todavía puede ser un poco pronto', 'todavía' equivale a 'aún' (ainda) e 'pronto' tem o sentido de cedo demais, ou seja, 'prematuro'. A alternativa A mantém o sentido da frase. B) 'Ahora' e 'listo' mudam o sentido. C) 'Asimismo' (igualmente) e 'luego' (depois) não correspondem. D) 'Entonces' e 'rápido' alteram o sentido. E) 'Desde luego' significa 'claro, certamente', e não equivale a 'todavía'. Referência: Marcadores discursivos e sinonímia em espanhol. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Mirar' como 'considerar' no sentido de enxergar o animal como membro da família. Na frase, 'mirar a sus mascotas como un miembro más de la familia' tem sentido figurado de ver ou considerar. O verbo equivalente é 'considerar'. A) 'Observar' é olhar com atenção, sentido literal. B) 'Objetivar' não corresponde. C) 'Analizar' implica examinar. D) 'Alimentar' não tem relação de sentido. Referência: Vocabulário e sinonímia em espanhol. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O tema central é o efeito positivo da música no corpo e no cérebro. O texto discute estudos científicos sobre como a música afeta a química cerebral, a dopamina, a motricidade e o tratamento de pacientes. O foco geral são, portanto, os efeitos positivos da música em nosso corpo. A) A educação das crianças é apenas um exemplo no último parágrafo. B) A história da humanidade só aparece na introdução. C) Doenças neurodegenerativas são mencionadas como exemplos pontuais. D) O vínculo entre linguagem e música é secundário. Referência: Ideia central do texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Desde tempranas etapas' equivale a 'desde tiempos lejanos'. 'Tempranas etapas' indica fases iniciais, ou seja, épocas muito antigas da humanidade. A expressão que melhor traduz isso é 'tiempos lejanos'. A) 'Épocas distintas' indica diversidade, não antiguidade. B) 'Orígenes variadas' é inadequado (orígenes é masculino) e muda o sentido. D) 'Años recientes' é o oposto. E) 'Edades identificables' não tem relação com o sentido de antiguidade. Referência: Vocabulário e sinonímia em espanhol. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ideia do último parágrafo: a música ativa processos cerebrais pouco evidentes. O parágrafo inicia dizendo que o cérebro entra em processos que 'a simple vista no parecieran tan poderosos', mas são, e exemplifica com crianças com educação musical que melhoram motricidade, audição e linguagem. Portanto, a prática musical favorece atividades cerebrais nem sempre evidentes. A) O texto não diz que se deve aprender música antes de outras línguas. B) Não estabelece relação de condição entre vocabulário e linguagem não verbal. C) Não equipara música e língua materna. E) Os 3 anos referem-se à duração da educação musical, não a uma idade para estimular a motricidade. Referência: Interpretação de texto em espanhol. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Tratamento do interlocutor: tuteo ('Tu cerebro') e pronome átono 'nos'. O autor usa 'Tu cerebro' e formas inclusivas como 'nos es agradable', 'secretemos' e 'conozcamos', o que revela proximidade com o leitor (tuteo, tratamento informal e próximo). A alternativa B se apoia na seleção de pronomes átonos (nos), coerente com o gabarito. A) A repetição do pretérito perfecto não indica cortesia. C) 'Sin embargo' é conector adversativo neutro, não marca informalidade. D) Não há formas de tratamento de hierarquia como 'usted'; ao contrário, usa-se 'tu'. E) A sintaxe do texto é bastante subordinada, e a quantidade de subordinação não define informalidade. Referência: Formas de tratamiento (tú/usted) e pronomes átonos em espanhol. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Presentaron' (indefinido) tem sentido próximo ao perfecto compuesto 'han presentado'. 'Presentaron' é pretérito indefinido, ação passada concluída. A forma de sentido mais próximo é 'han presentado' (pretérito perfecto compuesto), que também expressa fato passado. O gabarito é A. B e D) 'Tiene/tienen presentado' é uma construção com sentido resultativo e não corresponde à forma. C e E) 'Presentasen/presentaran' são subjuntivo imperfecto, que não equivale ao indicativo. Referência: Gramática do espanhol: pretérito indefinido e pretérito perfecto compuesto. Resolução comentada do VaiConcursos.EsFCEx — Concurso de Admissão 2023 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Magistério em Espanhol — 010. Prova Objetiva — Versão A
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os termos do excerto adaptado de Soares (2004).Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
A partir do que discute Boto (2014) a respeito da liturgia na escola, identifique correta e respectivamente o princípio estrutural do processo de socialização escolar e a marca que nele aparece no contexto brasileiro e português.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Considere a tabela para assinalar a alternativa que identifica correta e respectivamente a que se referem as colunas 2 e 3, de acordo com Hernández e Ventura (2017).Resolução comentada
Análise das alternativas
A que conceito de Vygotsky se refere o excerto, adaptado de Oliveira (in: La Taille, Oliveira e Dantas, 1992)?Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 31 a 35.
Una de las grandes tendencias en el consumo global que no ha frenado con la pandemia es el creciente número de mascotas frente al de hijos en los hogares y un aumento del gasto en ellas. En el caso de España, por ejemplo, se estima que hay más animales de compañía que niños menores de 15 años.
El mercado del cuidado de los animales domésticos ofrece previsiones de crecimiento moderado, pero estables, gracias a un constante aumento del número de mascotas y del incremento del gasto en ellas. El gasto aumenta debido al precio de unos alimentos más saludables y al gasto veterinario, aunque la clave podría estar en que cada vez más los propietarios miran a sus mascotas como un miembro más de la familia, en casi todos los aspectos.
El mayor mercado mundial es Estados Unidos con un gasto cercano a los 96.000 millones en 2019, un 5,7% más que en el ejercicio precedente (90.500 millones). Otro mercado relevante es el europeo, con Alemania, Gran Bretaña y Francia a la cabeza. En los países asiáticos los mercados son más pequeños, aunque crecen con rapidez. Por ejemplo, se estima que China podría crecer a un 14% entre 2020 y 2025 gracias al aumento de las mascotas entre la creciente clase media.
La crisis generada por la pandemia crea dudas sobre si el gasto en mascotas cambiará. Hasta la fecha, los efectos han sido mixtos. El confinamiento ha mantenido las clínicas veterinarias cerradas durante semanas para todas las prácticas no urgentes y el cierre de las protectoras también habría frenado las adopciones. Aunque todavía puede ser un poco pronto para sacar conclusiones, parece claro que el impacto del COVID-19 podría resultar positivo para el sector.
(https://blog.selfbank.es/. Adaptado)
Un título que resume apropiadamente el contenido general del texto es:Resolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 31 a 35.
Una de las grandes tendencias en el consumo global que no ha frenado con la pandemia es el creciente número de mascotas frente al de hijos en los hogares y un aumento del gasto en ellas. En el caso de España, por ejemplo, se estima que hay más animales de compañía que niños menores de 15 años.
El mercado del cuidado de los animales domésticos ofrece previsiones de crecimiento moderado, pero estables, gracias a un constante aumento del número de mascotas y del incremento del gasto en ellas. El gasto aumenta debido al precio de unos alimentos más saludables y al gasto veterinario, aunque la clave podría estar en que cada vez más los propietarios miran a sus mascotas como un miembro más de la familia, en casi todos los aspectos.
El mayor mercado mundial es Estados Unidos con un gasto cercano a los 96.000 millones en 2019, un 5,7% más que en el ejercicio precedente (90.500 millones). Otro mercado relevante es el europeo, con Alemania, Gran Bretaña y Francia a la cabeza. En los países asiáticos los mercados son más pequeños, aunque crecen con rapidez. Por ejemplo, se estima que China podría crecer a un 14% entre 2020 y 2025 gracias al aumento de las mascotas entre la creciente clase media.
La crisis generada por la pandemia crea dudas sobre si el gasto en mascotas cambiará. Hasta la fecha, los efectos han sido mixtos. El confinamiento ha mantenido las clínicas veterinarias cerradas durante semanas para todas las prácticas no urgentes y el cierre de las protectoras también habría frenado las adopciones. Aunque todavía puede ser un poco pronto para sacar conclusiones, parece claro que el impacto del COVID-19 podría resultar positivo para el sector.
(https://blog.selfbank.es/. Adaptado)
Según lo dicho en el segundo párrafo,Resolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 31 a 35.
Una de las grandes tendencias en el consumo global que no ha frenado con la pandemia es el creciente número de mascotas frente al de hijos en los hogares y un aumento del gasto en ellas. En el caso de España, por ejemplo, se estima que hay más animales de compañía que niños menores de 15 años.
El mercado del cuidado de los animales domésticos ofrece previsiones de crecimiento moderado, pero estables, gracias a un constante aumento del número de mascotas y del incremento del gasto en ellas. El gasto aumenta debido al precio de unos alimentos más saludables y al gasto veterinario, aunque la clave podría estar en que cada vez más los propietarios miran a sus mascotas como un miembro más de la familia, en casi todos los aspectos.
El mayor mercado mundial es Estados Unidos con un gasto cercano a los 96.000 millones en 2019, un 5,7% más que en el ejercicio precedente (90.500 millones). Otro mercado relevante es el europeo, con Alemania, Gran Bretaña y Francia a la cabeza. En los países asiáticos los mercados son más pequeños, aunque crecen con rapidez. Por ejemplo, se estima que China podría crecer a un 14% entre 2020 y 2025 gracias al aumento de las mascotas entre la creciente clase media.
La crisis generada por la pandemia crea dudas sobre si el gasto en mascotas cambiará. Hasta la fecha, los efectos han sido mixtos. El confinamiento ha mantenido las clínicas veterinarias cerradas durante semanas para todas las prácticas no urgentes y el cierre de las protectoras también habría frenado las adopciones. Aunque todavía puede ser un poco pronto para sacar conclusiones, parece claro que el impacto del COVID-19 podría resultar positivo para el sector.
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Una idea importante destacada en el texto es queResolução comentada
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Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 31 a 35.
Una de las grandes tendencias en el consumo global que no ha frenado con la pandemia es el creciente número de mascotas frente al de hijos en los hogares y un aumento del gasto en ellas. En el caso de España, por ejemplo, se estima que hay más animales de compañía que niños menores de 15 años.
El mercado del cuidado de los animales domésticos ofrece previsiones de crecimiento moderado, pero estables, gracias a un constante aumento del número de mascotas y del incremento del gasto en ellas. El gasto aumenta debido al precio de unos alimentos más saludables y al gasto veterinario, aunque la clave podría estar en que cada vez más los propietarios miran a sus mascotas como un miembro más de la familia, en casi todos los aspectos.
El mayor mercado mundial es Estados Unidos con un gasto cercano a los 96.000 millones en 2019, un 5,7% más que en el ejercicio precedente (90.500 millones). Otro mercado relevante es el europeo, con Alemania, Gran Bretaña y Francia a la cabeza. En los países asiáticos los mercados son más pequeños, aunque crecen con rapidez. Por ejemplo, se estima que China podría crecer a un 14% entre 2020 y 2025 gracias al aumento de las mascotas entre la creciente clase media.
La crisis generada por la pandemia crea dudas sobre si el gasto en mascotas cambiará. Hasta la fecha, los efectos han sido mixtos. El confinamiento ha mantenido las clínicas veterinarias cerradas durante semanas para todas las prácticas no urgentes y el cierre de las protectoras también habría frenado las adopciones. Aunque todavía puede ser un poco pronto para sacar conclusiones, parece claro que el impacto del COVID-19 podría resultar positivo para el sector.
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Los marcadores “todavía” y “pronto” (último párrafo) se pueden sustituir, respectivamente, sin cambio de sentido, porResolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 31 a 35.
Una de las grandes tendencias en el consumo global que no ha frenado con la pandemia es el creciente número de mascotas frente al de hijos en los hogares y un aumento del gasto en ellas. En el caso de España, por ejemplo, se estima que hay más animales de compañía que niños menores de 15 años.
El mercado del cuidado de los animales domésticos ofrece previsiones de crecimiento moderado, pero estables, gracias a un constante aumento del número de mascotas y del incremento del gasto en ellas. El gasto aumenta debido al precio de unos alimentos más saludables y al gasto veterinario, aunque la clave podría estar en que cada vez más los propietarios miran a sus mascotas como un miembro más de la familia, en casi todos los aspectos.
El mayor mercado mundial es Estados Unidos con un gasto cercano a los 96.000 millones en 2019, un 5,7% más que en el ejercicio precedente (90.500 millones). Otro mercado relevante es el europeo, con Alemania, Gran Bretaña y Francia a la cabeza. En los países asiáticos los mercados son más pequeños, aunque crecen con rapidez. Por ejemplo, se estima que China podría crecer a un 14% entre 2020 y 2025 gracias al aumento de las mascotas entre la creciente clase media.
La crisis generada por la pandemia crea dudas sobre si el gasto en mascotas cambiará. Hasta la fecha, los efectos han sido mixtos. El confinamiento ha mantenido las clínicas veterinarias cerradas durante semanas para todas las prácticas no urgentes y el cierre de las protectoras también habría frenado las adopciones. Aunque todavía puede ser un poco pronto para sacar conclusiones, parece claro que el impacto del COVID-19 podría resultar positivo para el sector.
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Cuando el autor afirma que “los propietarios miran a sus mascotas como un miembro más de la familia” el verbo “mirar” es aproximadamente equivalente del verboResolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 36 a 40.
No hay nada como la música. A través de la historia de la humanidad se han encontrado indicios que desde tempranas etapas se hacía música. Sea su efecto social y que fuera el acompañamiento obligado en danzas, ritos y fiestas, la música ha permanecido como algo inherente al desarrollo de la historia de los humanos.
Ha habido múltiples estudios científicos que han abordado los efectos de la música en las personas, incluso en los animales y en las plantas. Lo que se ha encontrado no es poca cosa, conozcamos algo sobre esto.
Como decía, distintos estudios se han realizado con el paso del tiempo, y en ellos se ha encontrado que la música, por ejemplo, afecta la química del cerebro. Y es que la música que nos es agradable hace que secretemos dopamina, una neurohormona liberada por el hipotálamo, y que se le relaciona con el placer; sin embargo, tiene otras benéficas funciones como estar presentes en los procesos de aprendizaje, comportamiento, actividad motora, el sueño, el humor, la atención.
Es por esto que otros estudios han encontrado en la música la relación en la mejora de la actividad motora en el tratamiento de pacientes con Parkinson o el incremento del razonamiento espacial en pacientes autistas y apoyo en terapias de pacientes que sufren convulsiones, atrofias, arritmias.
Tu cerebro entra en procesos que a simple vista no parecieran tan poderosos. Pero lo son. Un estudio demostró que niños que tenían una educación musical de 3 años o más, presentaban un incremento en su motricidad fina, así como en la discriminación auditiva (esto indispensable para el estudio de idiomas distintos a la lengua materna). También esos niños presentaron un mejor vocabulario, mejores habilidades en su lenguaje no verbal y su entendimiento de la información visual, distinguiendo con mayor facilidad las similitudes, las diferencias de formas y los patrones.
(https://hipertextual.com. Adaptado)
El contenido general del texto se concentra fundamentalmente enResolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 36 a 40.
No hay nada como la música. A través de la historia de la humanidad se han encontrado indicios que desde tempranas etapas se hacía música. Sea su efecto social y que fuera el acompañamiento obligado en danzas, ritos y fiestas, la música ha permanecido como algo inherente al desarrollo de la historia de los humanos.
Ha habido múltiples estudios científicos que han abordado los efectos de la música en las personas, incluso en los animales y en las plantas. Lo que se ha encontrado no es poca cosa, conozcamos algo sobre esto.
Como decía, distintos estudios se han realizado con el paso del tiempo, y en ellos se ha encontrado que la música, por ejemplo, afecta la química del cerebro. Y es que la música que nos es agradable hace que secretemos dopamina, una neurohormona liberada por el hipotálamo, y que se le relaciona con el placer; sin embargo, tiene otras benéficas funciones como estar presentes en los procesos de aprendizaje, comportamiento, actividad motora, el sueño, el humor, la atención.
Es por esto que otros estudios han encontrado en la música la relación en la mejora de la actividad motora en el tratamiento de pacientes con Parkinson o el incremento del razonamiento espacial en pacientes autistas y apoyo en terapias de pacientes que sufren convulsiones, atrofias, arritmias.
Tu cerebro entra en procesos que a simple vista no parecieran tan poderosos. Pero lo son. Un estudio demostró que niños que tenían una educación musical de 3 años o más, presentaban un incremento en su motricidad fina, así como en la discriminación auditiva (esto indispensable para el estudio de idiomas distintos a la lengua materna). También esos niños presentaron un mejor vocabulario, mejores habilidades en su lenguaje no verbal y su entendimiento de la información visual, distinguiendo con mayor facilidad las similitudes, las diferencias de formas y los patrones.
(https://hipertextual.com. Adaptado)
Al afirmar que “se han encontrado indicios que desde tempranas etapas se hacía música” (primer párrafo), el autor señala que esto se ha realizado desdeResolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 36 a 40.
No hay nada como la música. A través de la historia de la humanidad se han encontrado indicios que desde tempranas etapas se hacía música. Sea su efecto social y que fuera el acompañamiento obligado en danzas, ritos y fiestas, la música ha permanecido como algo inherente al desarrollo de la historia de los humanos.
Ha habido múltiples estudios científicos que han abordado los efectos de la música en las personas, incluso en los animales y en las plantas. Lo que se ha encontrado no es poca cosa, conozcamos algo sobre esto.
Como decía, distintos estudios se han realizado con el paso del tiempo, y en ellos se ha encontrado que la música, por ejemplo, afecta la química del cerebro. Y es que la música que nos es agradable hace que secretemos dopamina, una neurohormona liberada por el hipotálamo, y que se le relaciona con el placer; sin embargo, tiene otras benéficas funciones como estar presentes en los procesos de aprendizaje, comportamiento, actividad motora, el sueño, el humor, la atención.
Es por esto que otros estudios han encontrado en la música la relación en la mejora de la actividad motora en el tratamiento de pacientes con Parkinson o el incremento del razonamiento espacial en pacientes autistas y apoyo en terapias de pacientes que sufren convulsiones, atrofias, arritmias.
Tu cerebro entra en procesos que a simple vista no parecieran tan poderosos. Pero lo son. Un estudio demostró que niños que tenían una educación musical de 3 años o más, presentaban un incremento en su motricidad fina, así como en la discriminación auditiva (esto indispensable para el estudio de idiomas distintos a la lengua materna). También esos niños presentaron un mejor vocabulario, mejores habilidades en su lenguaje no verbal y su entendimiento de la información visual, distinguiendo con mayor facilidad las similitudes, las diferencias de formas y los patrones.
(https://hipertextual.com. Adaptado)
Una idea destacada en el último párrafo es queResolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 36 a 40.
No hay nada como la música. A través de la historia de la humanidad se han encontrado indicios que desde tempranas etapas se hacía música. Sea su efecto social y que fuera el acompañamiento obligado en danzas, ritos y fiestas, la música ha permanecido como algo inherente al desarrollo de la historia de los humanos.
Ha habido múltiples estudios científicos que han abordado los efectos de la música en las personas, incluso en los animales y en las plantas. Lo que se ha encontrado no es poca cosa, conozcamos algo sobre esto.
Como decía, distintos estudios se han realizado con el paso del tiempo, y en ellos se ha encontrado que la música, por ejemplo, afecta la química del cerebro. Y es que la música que nos es agradable hace que secretemos dopamina, una neurohormona liberada por el hipotálamo, y que se le relaciona con el placer; sin embargo, tiene otras benéficas funciones como estar presentes en los procesos de aprendizaje, comportamiento, actividad motora, el sueño, el humor, la atención.
Es por esto que otros estudios han encontrado en la música la relación en la mejora de la actividad motora en el tratamiento de pacientes con Parkinson o el incremento del razonamiento espacial en pacientes autistas y apoyo en terapias de pacientes que sufren convulsiones, atrofias, arritmias.
Tu cerebro entra en procesos que a simple vista no parecieran tan poderosos. Pero lo son. Un estudio demostró que niños que tenían una educación musical de 3 años o más, presentaban un incremento en su motricidad fina, así como en la discriminación auditiva (esto indispensable para el estudio de idiomas distintos a la lengua materna). También esos niños presentaron un mejor vocabulario, mejores habilidades en su lenguaje no verbal y su entendimiento de la información visual, distinguiendo con mayor facilidad las similitudes, las diferencias de formas y los patrones.
(https://hipertextual.com. Adaptado)
El autor del texto se dirige a un auditorio al que trata de maneraResolução comentada
Análise das alternativas
Lea el siguiente texto para responder las cuestiones de 36 a 40.
No hay nada como la música. A través de la historia de la humanidad se han encontrado indicios que desde tempranas etapas se hacía música. Sea su efecto social y que fuera el acompañamiento obligado en danzas, ritos y fiestas, la música ha permanecido como algo inherente al desarrollo de la historia de los humanos.
Ha habido múltiples estudios científicos que han abordado los efectos de la música en las personas, incluso en los animales y en las plantas. Lo que se ha encontrado no es poca cosa, conozcamos algo sobre esto.
Como decía, distintos estudios se han realizado con el paso del tiempo, y en ellos se ha encontrado que la música, por ejemplo, afecta la química del cerebro. Y es que la música que nos es agradable hace que secretemos dopamina, una neurohormona liberada por el hipotálamo, y que se le relaciona con el placer; sin embargo, tiene otras benéficas funciones como estar presentes en los procesos de aprendizaje, comportamiento, actividad motora, el sueño, el humor, la atención.
Es por esto que otros estudios han encontrado en la música la relación en la mejora de la actividad motora en el tratamiento de pacientes con Parkinson o el incremento del razonamiento espacial en pacientes autistas y apoyo en terapias de pacientes que sufren convulsiones, atrofias, arritmias.
Tu cerebro entra en procesos que a simple vista no parecieran tan poderosos. Pero lo son. Un estudio demostró que niños que tenían una educación musical de 3 años o más, presentaban un incremento en su motricidad fina, así como en la discriminación auditiva (esto indispensable para el estudio de idiomas distintos a la lengua materna). También esos niños presentaron un mejor vocabulario, mejores habilidades en su lenguaje no verbal y su entendimiento de la información visual, distinguiendo con mayor facilidad las similitudes, las diferencias de formas y los patrones.
(https://hipertextual.com. Adaptado)
Una forma verbal con sentido próximo a “presentaron” en el segmento “esos niños presentaron” (cuarto párrafo) esResolução comentada
Análise das alternativas
As últimas três décadas assistiram a mudanças de paradigmas teóricos no campo da alfabetização que podem ser assim resumidas: um paradigma __________, dominante nos anos de 1960 e 1970, é substituído, nos anos de 1980, por um paradigma __________, que avança, nos anos de 1990, para um paradigma __________. Se a transição da teoria I para a teoria II representou realmente uma radical mudança de paradigma, a transição da teoria II para a perspectiva III pode ser interpretada antes como um aprimoramento do paradigma II do que propriamente como uma mudança paradigmática.
Aquino (1996) apresenta o olhar sócio-histórico sobre a indisciplina, destacando alterações geracionais trazidas pela democratização política do Brasil na década de 1980. Nesse contexto, um novo sujeito histórico, ou um novo aluno, emergiu. Dentro dessa perspectiva, a indisciplina
“O discurso veiculado [pelas revistas pedagógicas] proclama a existência de hierarquias e degraus, com pessoas superiores e outras inferiores no tabuleiro social – cada uma devendo ser tratada de acordo com sua posição na hierarquia previamente estabelecida. Evidentemente, a distância entre adultos e crianças é uma das fronteiras que estabelece relações de subordinação e dependência. Essa vem explícita, ao passo que as demais – fronteiras de classe, de raça, de etnia, de gênero, de condição social – não são exatamente mencionadas. E a criança – acreditando na existência de natural subordinação entre homens, mulheres e crianças, entre poderosos e fracos, entre ricos e pobres – será preparada para a sociedade que a espera”.
Dentre as dimensões da alfabetização digital, uma delas é descrita, na obra organizada por Coll e Monero (2010), como “a competência de examinar as consequências sociais dos meios de comunicação do ponto de vista da segurança, da privacidade e outros”. Essa competência é a alfabetização
Para Alcântara (2022), “mais do que um rígido antagonismo entre as propostas de inovação e as acusações de resistência da escola à mudança, é fértil refletir, na perspectiva da cultura escolar, sobre como se operam as permanências e mudanças na escola”. A autora entende que a escola caminha em ambos os sentidos, sendo importante desnaturalizar processos históricos e sociais. No contexto da escola pós-pandemia, essa compreensão ajuda a
Analise a tabela a seguir.
Ao discutir a construção do projeto político-pedagógico (PPP), Ropoli (2010) observa que as “mudanças não ocorrem pela mera adoção de práticas diferentes de ensinar. Elas dependem da elaboração dos professores sobre o que lhes acontece no decorrer da experiência educacional inclusiva que eles se propuseram a viver”. A autora se refere ao
É fragmentado, abreviado, contém quase só núcleos de significação, compreensível apenas pelo próprio sujeito. Nele, predomina o sentido sobre o significado das palavras: no plano intrapsicológico o indivíduo lida com a dimensão do significado que relaciona as palavras às vivências afetivas e contextuais muito mais que ao seu aspecto objetivo e compartilhado. Os sentidos de diferentes palavras fluem um dentro do outro e cada palavra está tão saturada de sentido que seriam necessárias muitas palavras para explicá-la.
Sobre a gestão democrática preconizada pelo artigo 14 da Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), é correto afirmar que ela tem como um de seus princípios a
A Resolução CNE/CEB nº 04/2010 trata do Sistema Nacional de Educação, em seu Título III. De acordo com o § 2º do artigo 7º, o que caracteriza um sistema é
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