← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Belo Horizonte · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Narrador em 1ª pessoa, que alterna com 3ª pessoa, e que interage com o leitor. O narrador usa a 1ª pessoa ('Escrevo', 'Concordo') e fala de outras pessoas em 3ª (Amyr Klink, Niemeyer), com linguagem instrutiva e reflexiva. Ele também dirige sugestões diretas ao leitor ('Imagine a casa...'). A criança não é a narradora, e o texto não é distante do leitor. A) Marca como falso o item que interage com o leitor. B) O texto não é todo em 2ª pessoa, e o narrador não é uma criança. D) Mesmos erros de B. E) O texto interage diretamente com o leitor, então o segundo item é falso. Referência: Foco narrativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A mensagem central é que a imaginação é o começo de qualquer realização. O autor afirma que 'tudo começa na imaginação' e dá exemplos: quadro, avião, viagem, livro e casa. Por isso a ideia central é que a imaginação é fundamental para qualquer projeto. A) Não há comparação de dificuldade entre navegar e construir. B) Fala da construção como exemplo de aprendizado, mas o foco é a imaginação. D) O texto não hierarquiza o navegar. E) O vento é só exemplo introdutório. Referência: Interpretação de texto: ideia central. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Aí' introduz uma nova etapa/consequência após a situação anterior. No trecho, 'aí' tem valor temporal e de sequência: depois de ser preciso remar, um antepassado descobriu o uso do vento. Ele introduz a etapa seguinte a partir da situação anterior, e a oposição fica por conta do 'Mas' que o acompanha. A) A oposição é marcada por 'Mas', não por 'aí'. B) Não indica lugar. C) Não expressa dúvida. E) Não introduz explicação sobre o vento. Referência: Coesão textual: conectivos e advérbios com valor sequencial. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Reticências e interrogação dão tom reflexivo e convidam o leitor a pensar. As reticências deixam a enumeração em aberto, sugerindo que há outros exemplos e levando o leitor a completá-la. A pergunta feita a Amyr Klink provoca reflexão sobre a escola ideal. Os dois recursos estimulam o leitor a pensar e imaginar, tema central do texto. A) O texto é informal e próximo do leitor. B) Os recursos não tornam o texto técnico. D) O texto não compara imaginação e realidade nesse sentido. E) As reticências não expressam dúvida, e a pergunta foi respondida por Klink. Referência: Pontuação: reticências e ponto de interrogação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No trecho I as aspas marcam citação direta; no II, destacam a palavra 'construindo'. No trecho I, as aspas reproduzem a fala de Amyr Klink, ou seja, uma citação direta. No trecho II, as aspas realçam a palavra 'construindo', retomada da fala dele, para dar ênfase ao verbo que sustenta a ideia do texto. A) No trecho II não há citação de frase, só destaque de um termo. B) Ignora que o primeiro trecho é citação. C) As aspas do trecho I marcam a fala inteira, não só 'casa viking'. D) Não há ironia no primeiro trecho. Referência: Pontuação: uso das aspas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível 'Jocoso' significa engraçado, divertido. Jocoso é o que provoca riso, brincalhão. No verso ele aparece ao lado de 'leve' e em contraste com 'sério', o que reforça o sentido de alegre e divertido. A) 'Sério e formal' é o oposto, e o próprio verso já traz 'sério' à parte. C) Místico e misterioso não tem relação com o contexto. D) Triste e melancólico contraria 'leve'. E) 'Educativo' remete ao paradidático, não a jocoso. Referência: Semântica: sentido das palavras no contexto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Julgamento das afirmações sobre o cordel segundo o poema: V, V, F, V, F. O texto diz que se chamou Folheto e também Romance (V) e que nasceu do Trovadorismo, com origem na Ibéria, sendo poesia popular (V). Diz que o cordel dispensa status e pompa do academicismo, então a terceira é F. É 'lúdico paradidático' (V). É leve, jocoso e sério, logo não é exclusivamente sério (F). A) marca a última como V, mas o texto diz que o cordel também é leve e jocoso. B) Inverte quase todos os itens. D) Inverte os dois primeiros e marca a terceira como V. E) Marca a segunda como F e a última como V, ambas contrárias ao texto. Referência: Interpretação de texto (Texto II). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O humor está na mistura de tons jocoso e sério na descrição do cordel. O poema descreve o cordel como 'leve, jocoso, sério', combinando descontração e seriedade. Esse contraste é o recurso de humor que o texto apresenta, sem ironia contra o gênero. A) O texto não nega o valor literário do cordel; afirma que ele é 'literatura séria'. B) 'Dispensa status' é afirmação sobre o gênero, não humor nem desvalorização. C) Folheto e romance são apenas nomes anteriores do gênero, sem brincadeira. E) O poema valoriza o cordel; não o trata como inferior. Referência: Interpretação de texto: humor e ironia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Classificação de lúdico (proparoxítona) e eficaz (oxítona). Em lú-di-co, a tônica é a antepenúltima sílaba, então é proparoxítona. Em e-fi-caz, a tônica é a última sílaba (caz), então é oxítona. Só a alternativa A acerta as duas palavras. B) lúdico não é paroxítona, e a tônica de eficaz é 'caz', não 'fi'. C) origem é paroxítona (o-ri-gem, tônica 'ri'), e paradidático é proparoxítona. D) Ibéria é paroxítona (tônica 'bé'), mas o trecho a chama de oxítona; além disso paradidático é proparoxítona, e não paroxítona como a alternativa afirma na outra metade. E) Trovadorismo é paroxítona (tônica 'ris'), e educar é oxítona com tônica 'car', mas a primeira afirmação já torna a alternativa errada. Referência: Tonicidade das palavras: oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelCMBH — Processo Seletivo de Admissão 2024/2025 — 6º ano do Ensino Fundamental — Prova de Matemática e Língua Portuguesa
TEXTO I
A casa que educa
1 Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é um navegador. Navega num barco a
2 vela. Vela é uma armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam
3 movidos pela força do vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. Mas, o que fazer
4 quando o navegador quer ir para o sul e o vento sopra para o norte? Peça a um professor para
5 lhe explicar isto. Antes das velas era preciso remar para o barco navegar. Dava muita canseira.
6 Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos remos e o
7 homem poderia fazer outras coisas…
8 Toda a nossa história passada, desde os tempos das cavernas, é a história dos homens
9 aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por eles. Os moinhos de vento, os moinhos de
10 água, o arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo…
11 O Amyr Klink não é só navegador. Ele pensa sobre as escolas. Perguntaram ao Amyr
12 Klink: “Qual é a escola que você desejaria para os seus filhos?”. Ele respondeu: “Uma escola
13 que há na Ilha Faroe, entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que
14 devem aprender construindo uma casa viking…” Quem eram os vikings? Eram navegantes
15 ousados. Há uma aventura do Asterix e do Obelix, heróis gauleses, entre os vikings. Muito
16 divertida!
17 O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. Concordo.
18 Para aprender uma coisa é preciso fazê-la. As crianças da ilha Faroe aprendiam o que
19 precisavam saber para viver construindo uma casa! Mas não será muito difícil construir uma
20 casa? É difícil. Mas há um truque: a gente pode “imaginar” a casa que a gente quer construir.
21 Tudo o que a gente faz começa na imaginação: um quadro, um avião. Santos Dummont
22 imaginou o 14-Bis antes de construí-lo. Uma viagem, uma técnica cirúrgica, um foguete, uma
23 música, um livro… – tudo começa na imaginação.
24 Quando vou fazer um papagaio, a primeira coisa é imaginá-lo na minha cabeça: o seu
25 tipo (há papagaios do tamanho de uma casa!), as suas cores, as ferramentas de que vou
26 precisar e os materiais que vou usar: tesoura, canivete, serra, linha, cola, papel… O mesmo
27 vale para uma casa. A primeira coisa é imaginar a casa, como se estivesse pronta. O Oscar
28 Niemeyer, que planejou os edifícios fantásticos de Brasília, a primeira coisa que faz é
29 “desenhar” no papel o edifício que ele vê com os olhos da imaginação.
30 Imagine a casa que você gostaria de construir. Terá um ou dois andares? As telhas
31 serão vermelhas? E as paredes? De que cor serão? Terá uma chaminé para um fogão de lenha
32 ou uma lareira? Terá um jardim na frente? Para que lado estará virada? Na sua cidade, qual é a
33 direção do sul? E do norte? Onde nasce o sol? Onde se põe? Mas o sol se põe? Esses são os
34 pontos cardeais. É importante saber onde estão os pontos cardeais por causa da luz do sol. Aí
35 é preciso desenhar essa casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros saibam como a
36 imaginei. O desenho torna a imaginação visível. Quem faz esse desenho é o arquiteto. Aí será
37 preciso fazer uma lista dos materiais que você terá de usar para construir sua casa.
38 Começando com tijolo, cimento, areia, e sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do
39 dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
ALVES, Rubem. A casa que educa. 2011. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2021/10/12/rubem-alves-criancas-almyr/. Acesso em: 25 ago. 2024. Modificado.
Leia as afirmações abaixo sobre o foco narrativo do Texto I. Na sequência, marque “V” para (verdadeiro) ou “F” para (falso).
( ) O texto é narrado em segunda pessoa, a fim de que o leitor siga suas instruções de maneira direta.
( ) O foco narrativo é em terceira pessoa, distanciado dos personagens e sem interação com o leitor.
( ) A narração alterna entre primeira e terceira pessoas, com uma linguagem instrutiva e reflexiva.
( ) O narrador introduz considerações e sugestões, interagindo diretamente com os leitores.
( ) O narrador é uma criança relatando suas experiências de aprendizado.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A casa que educa
1 Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é um navegador. Navega num barco a
2 vela. Vela é uma armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam
3 movidos pela força do vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. Mas, o que fazer
4 quando o navegador quer ir para o sul e o vento sopra para o norte? Peça a um professor para
5 lhe explicar isto. Antes das velas era preciso remar para o barco navegar. Dava muita canseira.
6 Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos remos e o
7 homem poderia fazer outras coisas…
8 Toda a nossa história passada, desde os tempos das cavernas, é a história dos homens
9 aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por eles. Os moinhos de vento, os moinhos de
10 água, o arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo…
11 O Amyr Klink não é só navegador. Ele pensa sobre as escolas. Perguntaram ao Amyr
12 Klink: “Qual é a escola que você desejaria para os seus filhos?”. Ele respondeu: “Uma escola
13 que há na Ilha Faroe, entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que
14 devem aprender construindo uma casa viking…” Quem eram os vikings? Eram navegantes
15 ousados. Há uma aventura do Asterix e do Obelix, heróis gauleses, entre os vikings. Muito
16 divertida!
17 O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. Concordo.
18 Para aprender uma coisa é preciso fazê-la. As crianças da ilha Faroe aprendiam o que
19 precisavam saber para viver construindo uma casa! Mas não será muito difícil construir uma
20 casa? É difícil. Mas há um truque: a gente pode “imaginar” a casa que a gente quer construir.
21 Tudo o que a gente faz começa na imaginação: um quadro, um avião. Santos Dummont
22 imaginou o 14-Bis antes de construí-lo. Uma viagem, uma técnica cirúrgica, um foguete, uma
23 música, um livro… – tudo começa na imaginação.
24 Quando vou fazer um papagaio, a primeira coisa é imaginá-lo na minha cabeça: o seu
25 tipo (há papagaios do tamanho de uma casa!), as suas cores, as ferramentas de que vou
26 precisar e os materiais que vou usar: tesoura, canivete, serra, linha, cola, papel… O mesmo
27 vale para uma casa. A primeira coisa é imaginar a casa, como se estivesse pronta. O Oscar
28 Niemeyer, que planejou os edifícios fantásticos de Brasília, a primeira coisa que faz é
29 “desenhar” no papel o edifício que ele vê com os olhos da imaginação.
30 Imagine a casa que você gostaria de construir. Terá um ou dois andares? As telhas
31 serão vermelhas? E as paredes? De que cor serão? Terá uma chaminé para um fogão de lenha
32 ou uma lareira? Terá um jardim na frente? Para que lado estará virada? Na sua cidade, qual é a
33 direção do sul? E do norte? Onde nasce o sol? Onde se põe? Mas o sol se põe? Esses são os
34 pontos cardeais. É importante saber onde estão os pontos cardeais por causa da luz do sol. Aí
35 é preciso desenhar essa casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros saibam como a
36 imaginei. O desenho torna a imaginação visível. Quem faz esse desenho é o arquiteto. Aí será
37 preciso fazer uma lista dos materiais que você terá de usar para construir sua casa.
38 Começando com tijolo, cimento, areia, e sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do
39 dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
ALVES, Rubem. A casa que educa. 2011. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2021/10/12/rubem-alves-criancas-almyr/. Acesso em: 25 ago. 2024. Modificado.
Das alternativas a seguir, qual apresenta a mensagem central transmitida pelo Texto I?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A casa que educa
1 Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é um navegador. Navega num barco a
2 vela. Vela é uma armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam
3 movidos pela força do vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. Mas, o que fazer
4 quando o navegador quer ir para o sul e o vento sopra para o norte? Peça a um professor para
5 lhe explicar isto. Antes das velas era preciso remar para o barco navegar. Dava muita canseira.
6 Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos remos e o
7 homem poderia fazer outras coisas…
8 Toda a nossa história passada, desde os tempos das cavernas, é a história dos homens
9 aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por eles. Os moinhos de vento, os moinhos de
10 água, o arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo…
11 O Amyr Klink não é só navegador. Ele pensa sobre as escolas. Perguntaram ao Amyr
12 Klink: “Qual é a escola que você desejaria para os seus filhos?”. Ele respondeu: “Uma escola
13 que há na Ilha Faroe, entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que
14 devem aprender construindo uma casa viking…” Quem eram os vikings? Eram navegantes
15 ousados. Há uma aventura do Asterix e do Obelix, heróis gauleses, entre os vikings. Muito
16 divertida!
17 O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. Concordo.
18 Para aprender uma coisa é preciso fazê-la. As crianças da ilha Faroe aprendiam o que
19 precisavam saber para viver construindo uma casa! Mas não será muito difícil construir uma
20 casa? É difícil. Mas há um truque: a gente pode “imaginar” a casa que a gente quer construir.
21 Tudo o que a gente faz começa na imaginação: um quadro, um avião. Santos Dummont
22 imaginou o 14-Bis antes de construí-lo. Uma viagem, uma técnica cirúrgica, um foguete, uma
23 música, um livro… – tudo começa na imaginação.
24 Quando vou fazer um papagaio, a primeira coisa é imaginá-lo na minha cabeça: o seu
25 tipo (há papagaios do tamanho de uma casa!), as suas cores, as ferramentas de que vou
26 precisar e os materiais que vou usar: tesoura, canivete, serra, linha, cola, papel… O mesmo
27 vale para uma casa. A primeira coisa é imaginar a casa, como se estivesse pronta. O Oscar
28 Niemeyer, que planejou os edifícios fantásticos de Brasília, a primeira coisa que faz é
29 “desenhar” no papel o edifício que ele vê com os olhos da imaginação.
30 Imagine a casa que você gostaria de construir. Terá um ou dois andares? As telhas
31 serão vermelhas? E as paredes? De que cor serão? Terá uma chaminé para um fogão de lenha
32 ou uma lareira? Terá um jardim na frente? Para que lado estará virada? Na sua cidade, qual é a
33 direção do sul? E do norte? Onde nasce o sol? Onde se põe? Mas o sol se põe? Esses são os
34 pontos cardeais. É importante saber onde estão os pontos cardeais por causa da luz do sol. Aí
35 é preciso desenhar essa casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros saibam como a
36 imaginei. O desenho torna a imaginação visível. Quem faz esse desenho é o arquiteto. Aí será
37 preciso fazer uma lista dos materiais que você terá de usar para construir sua casa.
38 Começando com tijolo, cimento, areia, e sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do
39 dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
ALVES, Rubem. A casa que educa. 2011. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2021/10/12/rubem-alves-criancas-almyr/. Acesso em: 25 ago. 2024. Modificado.
Releia o trecho:
"Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos remos e o homem poderia fazer outras coisas..."
Qual é a função da expressão "aí" no trecho acima?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A casa que educa
1 Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é um navegador. Navega num barco a
2 vela. Vela é uma armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam
3 movidos pela força do vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. Mas, o que fazer
4 quando o navegador quer ir para o sul e o vento sopra para o norte? Peça a um professor para
5 lhe explicar isto. Antes das velas era preciso remar para o barco navegar. Dava muita canseira.
6 Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos remos e o
7 homem poderia fazer outras coisas…
8 Toda a nossa história passada, desde os tempos das cavernas, é a história dos homens
9 aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por eles. Os moinhos de vento, os moinhos de
10 água, o arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo…
11 O Amyr Klink não é só navegador. Ele pensa sobre as escolas. Perguntaram ao Amyr
12 Klink: “Qual é a escola que você desejaria para os seus filhos?”. Ele respondeu: “Uma escola
13 que há na Ilha Faroe, entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que
14 devem aprender construindo uma casa viking…” Quem eram os vikings? Eram navegantes
15 ousados. Há uma aventura do Asterix e do Obelix, heróis gauleses, entre os vikings. Muito
16 divertida!
17 O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. Concordo.
18 Para aprender uma coisa é preciso fazê-la. As crianças da ilha Faroe aprendiam o que
19 precisavam saber para viver construindo uma casa! Mas não será muito difícil construir uma
20 casa? É difícil. Mas há um truque: a gente pode “imaginar” a casa que a gente quer construir.
21 Tudo o que a gente faz começa na imaginação: um quadro, um avião. Santos Dummont
22 imaginou o 14-Bis antes de construí-lo. Uma viagem, uma técnica cirúrgica, um foguete, uma
23 música, um livro… – tudo começa na imaginação.
24 Quando vou fazer um papagaio, a primeira coisa é imaginá-lo na minha cabeça: o seu
25 tipo (há papagaios do tamanho de uma casa!), as suas cores, as ferramentas de que vou
26 precisar e os materiais que vou usar: tesoura, canivete, serra, linha, cola, papel… O mesmo
27 vale para uma casa. A primeira coisa é imaginar a casa, como se estivesse pronta. O Oscar
28 Niemeyer, que planejou os edifícios fantásticos de Brasília, a primeira coisa que faz é
29 “desenhar” no papel o edifício que ele vê com os olhos da imaginação.
30 Imagine a casa que você gostaria de construir. Terá um ou dois andares? As telhas
31 serão vermelhas? E as paredes? De que cor serão? Terá uma chaminé para um fogão de lenha
32 ou uma lareira? Terá um jardim na frente? Para que lado estará virada? Na sua cidade, qual é a
33 direção do sul? E do norte? Onde nasce o sol? Onde se põe? Mas o sol se põe? Esses são os
34 pontos cardeais. É importante saber onde estão os pontos cardeais por causa da luz do sol. Aí
35 é preciso desenhar essa casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros saibam como a
36 imaginei. O desenho torna a imaginação visível. Quem faz esse desenho é o arquiteto. Aí será
37 preciso fazer uma lista dos materiais que você terá de usar para construir sua casa.
38 Começando com tijolo, cimento, areia, e sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do
39 dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
ALVES, Rubem. A casa que educa. 2011. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2021/10/12/rubem-alves-criancas-almyr/. Acesso em: 25 ago. 2024. Modificado.
Qual é o efeito de sentido produzido pelo uso das reticências e do ponto de interrogação nos trechos I e II do Texto I?
I. Toda a nossa história passada, desde os tempos das cavernas, é a história dos homens aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por eles. Os moinhos de vento, os moinhos de água, o arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo… (linhas 8, 9 e 10).
II. “Qual é a escola que você desejaria para os seus filhos?” (linha 12).Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A casa que educa
1 Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é um navegador. Navega num barco a
2 vela. Vela é uma armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam
3 movidos pela força do vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. Mas, o que fazer
4 quando o navegador quer ir para o sul e o vento sopra para o norte? Peça a um professor para
5 lhe explicar isto. Antes das velas era preciso remar para o barco navegar. Dava muita canseira.
6 Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos remos e o
7 homem poderia fazer outras coisas…
8 Toda a nossa história passada, desde os tempos das cavernas, é a história dos homens
9 aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por eles. Os moinhos de vento, os moinhos de
10 água, o arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo…
11 O Amyr Klink não é só navegador. Ele pensa sobre as escolas. Perguntaram ao Amyr
12 Klink: “Qual é a escola que você desejaria para os seus filhos?”. Ele respondeu: “Uma escola
13 que há na Ilha Faroe, entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que
14 devem aprender construindo uma casa viking…” Quem eram os vikings? Eram navegantes
15 ousados. Há uma aventura do Asterix e do Obelix, heróis gauleses, entre os vikings. Muito
16 divertida!
17 O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. Concordo.
18 Para aprender uma coisa é preciso fazê-la. As crianças da ilha Faroe aprendiam o que
19 precisavam saber para viver construindo uma casa! Mas não será muito difícil construir uma
20 casa? É difícil. Mas há um truque: a gente pode “imaginar” a casa que a gente quer construir.
21 Tudo o que a gente faz começa na imaginação: um quadro, um avião. Santos Dummont
22 imaginou o 14-Bis antes de construí-lo. Uma viagem, uma técnica cirúrgica, um foguete, uma
23 música, um livro… – tudo começa na imaginação.
24 Quando vou fazer um papagaio, a primeira coisa é imaginá-lo na minha cabeça: o seu
25 tipo (há papagaios do tamanho de uma casa!), as suas cores, as ferramentas de que vou
26 precisar e os materiais que vou usar: tesoura, canivete, serra, linha, cola, papel… O mesmo
27 vale para uma casa. A primeira coisa é imaginar a casa, como se estivesse pronta. O Oscar
28 Niemeyer, que planejou os edifícios fantásticos de Brasília, a primeira coisa que faz é
29 “desenhar” no papel o edifício que ele vê com os olhos da imaginação.
30 Imagine a casa que você gostaria de construir. Terá um ou dois andares? As telhas
31 serão vermelhas? E as paredes? De que cor serão? Terá uma chaminé para um fogão de lenha
32 ou uma lareira? Terá um jardim na frente? Para que lado estará virada? Na sua cidade, qual é a
33 direção do sul? E do norte? Onde nasce o sol? Onde se põe? Mas o sol se põe? Esses são os
34 pontos cardeais. É importante saber onde estão os pontos cardeais por causa da luz do sol. Aí
35 é preciso desenhar essa casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros saibam como a
36 imaginei. O desenho torna a imaginação visível. Quem faz esse desenho é o arquiteto. Aí será
37 preciso fazer uma lista dos materiais que você terá de usar para construir sua casa.
38 Começando com tijolo, cimento, areia, e sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do
39 dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
ALVES, Rubem. A casa que educa. 2011. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2021/10/12/rubem-alves-criancas-almyr/. Acesso em: 25 ago. 2024. Modificado.
Qual é a função das aspas nos trechos I e II?
I: “Uma escola que há na Ilha Faroe, entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que devem aprender construindo uma casa viking…” (linhas 12, 13 e 14).
II: O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. (linha 17).Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Cordel: entretenimento e educação
Cordel quer dizer cordão,
Mas esse que eu vou mostrar
É um gênero textual,
Poesia popular,
É lúdico paradidático,
Suporte eficaz e prático
Para o docente educar.
Antes se chamou Folheto,
Hoje chamamos Cordel,
Também se chamou Romance
Por seu leitor mais fiel
Sempre lido nos serões
Por diversas gerações
Vem cumprindo o seu papel.
O cordel dispensa status,
Pompa do academicismo.
É leve, é jocoso, é sério,
Épico que “veste” o lirismo;
É literatura séria,
Tem origem na Ibéria,
Nasceu do Trovadorismo.
(...)
SILVA, Antonio Carlos da. (Rouxinol do Rinaré). Cordel: entretenimento e educação. Disponível em: https://teucordel.com.br/produtos/cordel-entretenimento-e-educacao/. Acesso em: 4 set. 2024.
Com base na leitura do Texto II, assinale a alternativa em que o termo destacado apresenta corretamente um ADJETIVO presente no poema.
TEXTO II
Cordel: entretenimento e educação
Cordel quer dizer cordão,
Mas esse que eu vou mostrar
É um gênero textual,
Poesia popular,
É lúdico paradidático,
Suporte eficaz e prático
Para o docente educar.
Antes se chamou Folheto,
Hoje chamamos Cordel,
Também se chamou Romance
Por seu leitor mais fiel
Sempre lido nos serões
Por diversas gerações
Vem cumprindo o seu papel.
O cordel dispensa status,
Pompa do academicismo.
É leve, é jocoso, é sério,
Épico que “veste” o lirismo;
É literatura séria,
Tem origem na Ibéria,
Nasceu do Trovadorismo.
(...)
SILVA, Antonio Carlos da. (Rouxinol do Rinaré). Cordel: entretenimento e educação. Disponível em: https://teucordel.com.br/produtos/cordel-entretenimento-e-educacao/. Acesso em: 4 set. 2024.
Observe o sentido do termo em destaque no trecho transcrito a seguir:
“É leve, é jocoso, é sério.”
Com base no contexto da 3ª estrofe, assinale a alternativa que apresenta o sentido mais adequado para a palavra "jocoso".Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Cordel: entretenimento e educação
Cordel quer dizer cordão,
Mas esse que eu vou mostrar
É um gênero textual,
Poesia popular,
É lúdico paradidático,
Suporte eficaz e prático
Para o docente educar.
Antes se chamou Folheto,
Hoje chamamos Cordel,
Também se chamou Romance
Por seu leitor mais fiel
Sempre lido nos serões
Por diversas gerações
Vem cumprindo o seu papel.
O cordel dispensa status,
Pompa do academicismo.
É leve, é jocoso, é sério,
Épico que “veste” o lirismo;
É literatura séria,
Tem origem na Ibéria,
Nasceu do Trovadorismo.
(...)
SILVA, Antonio Carlos da. (Rouxinol do Rinaré). Cordel: entretenimento e educação. Disponível em: https://teucordel.com.br/produtos/cordel-entretenimento-e-educacao/. Acesso em: 4 set. 2024.
Com base no conteúdo do poema, leia as afirmações a seguir e marque “V” para (verdadeiro) ou “F” para (falso). De acordo com o Texto II, o Cordel
( ) é chamado de folheto e também foi denominado como romance.
( ) nasceu do Trovadorismo, com origem na Ibéria, e é um gênero textual popular.
( ) sempre foi considerado parte do academicismo, por isso há a valorização da pompa e do status.
( ) é um gênero textual que mistura elementos lúdicos com características paradidáticas.
( ) é um gênero exclusivamente sério, por isso não é comum haver elementos descontraídos em sua narrativa.
Assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Cordel: entretenimento e educação
Cordel quer dizer cordão,
Mas esse que eu vou mostrar
É um gênero textual,
Poesia popular,
É lúdico paradidático,
Suporte eficaz e prático
Para o docente educar.
Antes se chamou Folheto,
Hoje chamamos Cordel,
Também se chamou Romance
Por seu leitor mais fiel
Sempre lido nos serões
Por diversas gerações
Vem cumprindo o seu papel.
O cordel dispensa status,
Pompa do academicismo.
É leve, é jocoso, é sério,
Épico que “veste” o lirismo;
É literatura séria,
Tem origem na Ibéria,
Nasceu do Trovadorismo.
(...)
SILVA, Antonio Carlos da. (Rouxinol do Rinaré). Cordel: entretenimento e educação. Disponível em: https://teucordel.com.br/produtos/cordel-entretenimento-e-educacao/. Acesso em: 4 set. 2024.
Considerando as informações presentes no Texto II, assinale a alternativa que melhor identifica o uso de humor ou de ironia no poema.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Cordel: entretenimento e educação
Cordel quer dizer cordão,
Mas esse que eu vou mostrar
É um gênero textual,
Poesia popular,
É lúdico paradidático,
Suporte eficaz e prático
Para o docente educar.
Antes se chamou Folheto,
Hoje chamamos Cordel,
Também se chamou Romance
Por seu leitor mais fiel
Sempre lido nos serões
Por diversas gerações
Vem cumprindo o seu papel.
O cordel dispensa status,
Pompa do academicismo.
É leve, é jocoso, é sério,
Épico que “veste” o lirismo;
É literatura séria,
Tem origem na Ibéria,
Nasceu do Trovadorismo.
(...)
SILVA, Antonio Carlos da. (Rouxinol do Rinaré). Cordel: entretenimento e educação. Disponível em: https://teucordel.com.br/produtos/cordel-entretenimento-e-educacao/. Acesso em: 4 set. 2024.
Em qual das alternativas abaixo todas as palavras têm a sílaba tônica identificada corretamente e estão classificadas conforme sua tonicidade?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/4785143343108735. Acesso em: 04 set. 2024.
A frase presente nos três primeiros quadrinhos (Texto III) é uma conhecida citação de Nelson Mandela, primeiro presidente negro da África do Sul. Mandela viveu em uma época de intensa segregação/separação racial em seu país. As leis separavam as pessoas com base na raça, perpetuando o ódio racial. Essa frase reflete a visão do ex-presidente sobre a natureza do preconceito e do racismo, bem como a esperança na possibilidade de mudança através da educação e da compreensão.
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa que apresenta a principal finalidade da mensagem constante do Texto III.
TEXTO III
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/4785143343108735. Acesso em: 04 set. 2024.
Assinale a alternativa que estabelece corretamente a principal causa sugerida pelo autor para que haja o ódio entre as pessoas. Segundo o Texto III, o ódio
TEXTO IV
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/posts/5863958623649395/. Acesso em: 04 set. 2024.
Considerando o assunto presente na tirinha (Texto IV), é correto afirmar que o texto IV tem como finalidade principal
TEXTO IV
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/posts/5863958623649395/. Acesso em: 04 set. 2024.
De acordo com o sentido do Texto IV, portadoras são pessoas que
TEXTO III
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/4785143343108735. Acesso em: 04 set. 2024.
TEXTO IV
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/posts/5863958623649395/. Acesso em: 04 set. 2024.
Com base na relação entre os textos III e IV, julgue as afirmativas abaixo e marque “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas.
( ) Ambos os textos defendem que o preconceito é algo que pode ser aprendido, mas também superado por meio da educação.
( ) O Texto III afirma que o preconceito é aprendido socialmente, enquanto o Texto IV sugere que ele é uma característica hereditária.
( ) Tanto o Texto III quanto o Texto IV sugerem que a educação pode reverter atitudes preconceituosas, ensinando as pessoas a serem mais tolerantes.
( ) O Texto IV menciona que o preconceito pode ser transmitido por amigos e familiares, enquanto o Texto III sustenta a ideia de que o ódio é aprendido e pode ser desaprendido.
( ) Ambos os textos sugerem que o preconceito nasce com as pessoas, por isso é impossível modificá-lo.
Assinale a opção correta.
TEXTO III
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/4785143343108735. Acesso em: 04 set. 2024.
TEXTO IV
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/posts/5863958623649395/. Acesso em: 04 set. 2024.
Considerando o uso da vírgula nos Textos III e IV, assinale a alternativa em que a vírgula estabelece sentido de enumeração:
TEXTO V
Malala e seu lápis mágico
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"Quando somos novos, achamos que não podemos fazer grandes coisas. Confiamos tudo o que é sério aos adultos. Mas, quando o perigo real ameaçou meu direito de estudar, eu me senti mais forte que nunca e encontrei o poder na minha voz. No passado, desejei ter o lápis mágico de Sanju. Hoje sei que, quando encontramos nossa própria voz, qualquer lápis pode se tornar mágico."
Malala Yousafzai no livro “Malala e seu lápis mágico”
YOUSAFZAI, Malala. Malala e seu lápis mágico. Disponível em: https://www.companhiadasletras.com.br/blogDaLetrinhas/Post/5261/23-frases-da-malala-para-se-inspirar. Acesso em: 25 ago. 2024.
O "lápis mágico de Sanju" é uma referência ao livro de Malala Yousafzai, "Malala, a menina que queria ir para a escola". No livro, Malala fala sobre seus desejos e sonhos de infância, como querer ter um lápis mágico para resolver os problemas ao seu redor. Na obra, Malala menciona um programa de TV que assistia quando criança, chamado “Shaka Laka Boom Boom”, no qual havia um personagem chamado Sanju. Esse personagem possuía um lápis mágico que podia transformar qualquer coisa que ele desenhasse em realidade.
Releia o trecho:
"Hoje sei que, quando encontramos nossa própria voz, qualquer lápis pode se tornar mágico."
Considerando essas informações, indique a alternativa que contém o sentido correto para a expressão "lápis mágico", de acordo com o Texto V.
TEXTO V
Malala e seu lápis mágico
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"Quando somos novos, achamos que não podemos fazer grandes coisas. Confiamos tudo o que é sério aos adultos. Mas, quando o perigo real ameaçou meu direito de estudar, eu me senti mais forte que nunca e encontrei o poder na minha voz. No passado, desejei ter o lápis mágico de Sanju. Hoje sei que, quando encontramos nossa própria voz, qualquer lápis pode se tornar mágico."
Malala Yousafzai no livro “Malala e seu lápis mágico”
YOUSAFZAI, Malala. Malala e seu lápis mágico. Disponível em: https://www.companhiadasletras.com.br/blogDaLetrinhas/Post/5261/23-frases-da-malala-para-se-inspirar. Acesso em: 25 ago. 2024.
Analise o trecho transcrito a seguir:
“Quando somos novos, achamos que não podemos fazer grandes coisas. Confiamos tudo o que é sério aos adultos. Mas, quando o perigo real ameaçou meu direito de estudar, eu me senti mais forte que nunca e encontrei o poder na minha voz.”
Considerando o contexto do Texto V, assinale a alternativa que apresenta a função da conjunção "mas" no trecho.
TEXTO V
Malala e seu lápis mágico
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"Quando somos novos, achamos que não podemos fazer grandes coisas. Confiamos tudo o que é sério aos adultos. Mas, quando o perigo real ameaçou meu direito de estudar, eu me senti mais forte que nunca e encontrei o poder na minha voz. No passado, desejei ter o lápis mágico de Sanju. Hoje sei que, quando encontramos nossa própria voz, qualquer lápis pode se tornar mágico."
Malala Yousafzai no livro “Malala e seu lápis mágico”
YOUSAFZAI, Malala. Malala e seu lápis mágico. Disponível em: https://www.companhiadasletras.com.br/blogDaLetrinhas/Post/5261/23-frases-da-malala-para-se-inspirar. Acesso em: 25 ago. 2024.
De acordo com o Texto V, e considerando seus conhecimentos sobre pronomes, assinale a alternativa em que o termo destacado está com a identificação CORRETA.
TEXTO III
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/4785143343108735. Acesso em: 04 set. 2024.
TEXTO IV
Armandinho
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FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/posts/5863958623649395/. Acesso em: 04 set. 2024.
TEXTO V
Malala e seu lápis mágico
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"Quando somos novos, achamos que não podemos fazer grandes coisas. Confiamos tudo o que é sério aos adultos. Mas, quando o perigo real ameaçou meu direito de estudar, eu me senti mais forte que nunca e encontrei o poder na minha voz. No passado, desejei ter o lápis mágico de Sanju. Hoje sei que, quando encontramos nossa própria voz, qualquer lápis pode se tornar mágico."
Malala Yousafzai no livro “Malala e seu lápis mágico”
YOUSAFZAI, Malala. Malala e seu lápis mágico. Disponível em: https://www.companhiadasletras.com.br/blogDaLetrinhas/Post/5261/23-frases-da-malala-para-se-inspirar. Acesso em: 25 ago. 2024.
Considerando as informações transmitidas pelos Textos III, IV e V, analise as afirmativas abaixo.
I. O preconceito é mencionado explicitamente nos três textos como um obstáculo a ser enfrentado.
II. Os Textos IV e V tratam da importância da voz e da educação como ferramentas de transformação pessoal e social.
III. Tanto o Texto III quanto o Texto IV indicam que o preconceito é inevitável, mas pode ser controlado com educação e conscientização.
IV. O Texto IV afirma que o preconceito pode ser tratado com a ajuda de ferramentas tecnológicas e métodos avançados, sem mencionar o papel da educação.
V. Tanto o Texto III quanto o Texto IV concordam que o preconceito e o ódio são comportamentos aprendidos e que podem ser combatidos por meio da educação.
Estão corretas:
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