← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Estão corretas III e IV. III: a corça-mulher não tinha a palavra nem o desejo de ser mulher. IV: ela cruzou a floresta à procura da Rainha, que desfez o feitiço e a deixou só corça. I está errada: ela não desejava viver ali, pois estava presa. II está errada: 'a' refere-se à moça/corça, não à tropa. V está errada: o texto não diz que ela se apaixonou nem que se afastou por completo, pois ela volta a pastar sob as janelas do palácio. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível As quatro proposições são falsas. I: o tempo existe, mesmo sem data exata (manhã, sete dias, oitavo dia). II: os fatos ocorrem também na floresta, não apenas no palácio. III: o narrador é de 3ª pessoa, não o príncipe. IV: o trecho citado é discurso indireto. Todas as alternativas que apontam alguma proposição como verdadeira estão erradas. Só 'F, F, F, F' está correta. Referência: Elementos da narrativa; tipos de discurso Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Só D mantém o narrador em 3ª pessoa e o sentido original. Em D, 'a corça' é retomada por 'ela', mantendo a 3ª pessoa. A ordem muda, mas a ideia (o sol ainda brilhava quando ela saiu da floresta) permanece. A muda o sentido (bosque, 'chegou'). B troca 'corça' por 'mulher', e ela voltou a ser só corça. C usa 'ele', referindo-se a outra pessoa. E passa para a 1ª pessoa, mudando o foco narrativo. Referência: Foco narrativo; reescrita Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No presente: 'Vêm os joalheiros e a cobrem de joias'. 'Vieram' (sujeito plural 'os joalheiros') passa a 'vêm', com acento circunflexo para o plural de 'vir'. 'Cobriram' passa a 'cobrem', presente do indicativo de 'cobrir'. A: 'veem' é forma de 'ver'. B e D: 'cubram' é presente do subjuntivo. C: 'vem' é singular e não concorda com 'os joalheiros'. Referência: Conjugação de 'vir' e 'cobrir' Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Joias' é paroxítona, como 'ferimento'. Os substantivos do trecho são 'roupas' e 'joias'. O segundo, 'joias' (joi-as), é paroxítona. 'Ferimento' (fe-ri-MEN-to) também é paroxítona. 'Lá' e 'mulher' são oxítonas. 'Retesou' é oxítona. 'Príncipe' é proparoxítona. Referência: Acentuação tônica Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível 'Têm' e 'alimentam-se' estão no presente do indicativo, 3ª pessoa do plural. 'Eles não têm pouso nem porto' traz 'têm', presente do indicativo, 3ª pessoa do plural. 'Alimentam-se' está no mesmo tempo, modo, número e pessoa. A: 'lês' é 2ª pessoa do singular, e 'alçam' é 3ª do plural. B: 'olhas' é presente; 'estava' é pretérito imperfeito. D: 'sabe' e 'pousam' são presente do indicativo, mas 'saberes' é infinitivo pessoal. E: 'lês' é 2ª do singular; 'sabe' e 'pousam' são 3ª pessoa. Referência: Flexão verbal: tempo, modo, número e pessoa Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Atividade' retoma o ato de pentear as plumas com o bico. A Pavoa 'estava concentrada em sua atividade', e a atividade em curso era pentear as plumas com o bico. O termo 'atividade' resume essa ação por coesão referencial. O banho (D) já havia terminado. Olhar o reflexo (A) e sacudir-se (C) são ações acessórias ou anteriores. O susto (B) interrompeu a atividade, não é a atividade. Referência: Coesão referencial Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Apenas D é coerente com a narrativa e está ortograficamente correta. D dá continuidade lógica (a Pavoa se acalma e vai investigar o grito) e não tem erros de grafia. A usa 'paralisado' no masculino, mas a personagem é a Pavoa (feminino). B tem 'paralizou', grafia errada (o correto é 'paralisou'), e a Pavoa já havia saído da água. C tem 'seje', forma errada de 'seja'. E contradiz o texto: ela já saiu da água, e correr para contar a todos não é sequência coerente com o susto e a concentração descritos. Referência: Ortografia; coerência textual Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Enxuta' é sinônimo de 'seca'. Enxuto significa seco, sem umidade. A Pavoa se sacudiu para secar-se e, depois de enxuta (seca), foi pentear as plumas. 'Depois de seca' mantém o sentido. 'Sair' e 'sacudida' indicam ações, não o estado de estar seca. 'Molhada' é o oposto. 'Satisfeita' não tem relação com o contexto. Referência: Sinonímia; vocabulário em contexto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O trecho traz só situação inicial e conflito; o enredo está incompleto. O banho da Pavoa apresenta a situação inicial. O susto com o forte grito rompe o equilíbrio e é o conflito. Faltam o clímax e o desfecho, então o enredo está incompleto, com apenas esses dois elementos. B está errada porque o conflito já aparece (o grito). C e D estão erradas porque faltam clímax e desfecho, não somente um deles. E está errada porque o susto com o grito já é conflito, não parte da situação inicial. Referência: Estrutura da narrativa: situação inicial, conflito, clímax, desfecho Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O adjetivo 'risonho' está em sentido figurado ao qualificar o céu. 'Risonho' significa que sorri, qualidade própria de seres humanos. Aplicado ao céu, é atribuição figurada (personificação). Assim, o adjetivo foi usado em sentido figurado. 'Amor', 'esperança' e 'Cruzeiro' são substantivos. 'Límpido' é adjetivo em sentido literal (céu claro, sem nuvens). Referência: Hino Nacional Brasileiro; linguagem figurada Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelColégio Militar de Campo Grande — Processo Seletivo 2024/2025 — 6º ano do Ensino Fundamental — Prova de Matemática e Língua Portuguesa
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.
TEXTO III
ERA DIA DE CAÇADA
01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.
Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.
Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.
Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.
Sobre o texto III, analise as assertivas abaixo.
I. A corça-mulher, embora não falasse a língua do palácio, sentia-se bem na companhia do príncipe e desejava viver ali com ele.
II. No trecho “Foi assim que o príncipe a viu” (l.11), o vocábulo destacado refere-se à tropa que acompanhava os caçadores.
III. Em “Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.” (l.36), a autora quis dizer que a corça-mulher, além de não saber falar a língua do palácio, também não tinha vontade de ser mulher.
IV. É possível afirmar que a corça-mulher, ao sair do palácio, cruzou a floresta com o desejo de encontrar sua Rainha, que desfez o feitiço, transformando-a apenas em corça.
V. A corça-mulher também se apaixonou pelo príncipe, mas depois de se transformar em apenas corça, afastou-se completamente do seu amado, passando a viver na floresta.
Estão corretas as afirmativas:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.
TEXTO III
ERA DIA DE CAÇADA
01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.
Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.
Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.
Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.
Analise os trechos abaixo, transcritos do texto III.
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As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, sem prejuízo de sentido, por:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.
TEXTO III
ERA DIA DE CAÇADA
01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.
Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.
Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.
Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.
Analise as proposições abaixo e julgue-as como verdadeiras ou falsas.
I. No texto III, é possível observar a inexistência do elemento “tempo” da narrativa, pois não é possível especificar, com exatidão, a data em que os fatos aconteceram.
II. O espaço é um importante elemento que compõe os textos narrativos, sendo definido pelo local onde ocorrem os principais acontecimentos da história. Sendo assim, no conto de Marina Colassanti, o espaço da narrativa é o palácio onde o príncipe vivia, pois foram lá que aconteceram todos os fatos narrados no enredo.
III. O texto III apresenta narrador observador e, apesar de ser contado predominantemente em terceira pessoa, é possível observar que, nesse conto, o príncipe está compartilhando uma de suas aventuras vividas durante suas inúmeras caçadas.
IV. A obra apresenta, em sua composição, passagens com discurso direto, como comprovado pelo trecho: “Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo” (l.23-24).
A sequência correta, de cima para baixo, é:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.
TEXTO III
ERA DIA DE CAÇADA
01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.
Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.
Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.
Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.
Analise as assertivas abaixo sobre o papel das classes de palavras na composição do texto III.
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Estão corretas somente as afirmativas:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.
TEXTO III
ERA DIA DE CAÇADA
01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.
Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.
Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.
Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.
Em relação ao trecho “O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta” (l.40), pode-se afirmar que não houve mudança do foco narrativo nem do sentido original do texto em:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.
TEXTO III
ERA DIA DE CAÇADA
01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.
Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.
Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.
Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.
Assinale a alternativa em que os verbos presentes no trecho “vieram os joalheiros e a cobriram de joias” (l.35) foram corretamente conjugados após a mudança do tempo verbal para o presente do modo indicativo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.
TEXTO III
ERA DIA DE CAÇADA
01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.
Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.
Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.
Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.
O segundo substantivo presente no trecho “[...] que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino [...]” (l.24) tem a mesma classificação, quanto à posição de sua sílaba tônica, que a palavra:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto IV para responder aos itens 28 a 30.
TEXTO IV
BRASIL E BÉLGICA FAZEM INTERCÂMBIO DE PARAQUEDISMO
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01 Piracicaba (SP) – Um intercâmbio entre a Seleção
Militar de Paraquedismo do Brasil e a Seleção da Bélgica
foi realizado de 21 de abril a 3 maio em Piracicaba. A
Seleção Militar de Paraquedismo da Bélgica, a
05 Hayabusa, é uma das maiores referências mundiais na
modalidade de Formação em Queda Livre, detentora de
mais de dez títulos mundiais. Os treinamentos são parte
da preparação para o Campeonato Mundial Militar de
Paraquedismo, que ocorre em julho, na Hungria.
10 O time brasileiro foi selecionado após o
Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças
Armadas 2023. A equipe de salto livre da Brigada de
Infantaria Paraquedista, Os Cometas, sagrou-se campeã
pela 27ª vez e representará o Brasil no Campeonato Mundial em julho, na Hungria.
15 O Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo contempla todas as modalidades do
paraquedismo clássico: Formação em Queda Livre, Estilo e Precisão. A modalidade mais
popular é a Formação em Queda Livre, que valoriza o raciocínio rápido e o trabalho em
equipe.
Durante o intercâmbio, as equipes brasileira e belga realizaram 113 lançamentos de
20 paraquedistas, além de estudos sobre métodos de treinamento e uma clínica com as mais
avançadas técnicas de salto de Formação em Queda Livre. Os treinamentos tiveram como
foco o aperfeiçoamento das habilidades que poderão levar as seleções à disputa pelo lugar
mais alto do pódio.
Os treinamentos atraíram a atenção dos veículos de imprensa, contando com cobertura
25 em jornais nacionais e regionais.
Responsável pela organização do Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo, o
Conselho Internacional de Esportes Militares (CISM) é uma das maiores organizações
multiesportivas do mundo, com 140 países membros e 27 esportes principais. Atletas
militares de diferentes continentes se reúnem para competir nos eventos organizados pelo
30 Conselho e, certamente, a troca de experiências entre as equipes é o que há de mais
importante nesse tipo de evento.
Pela primeira vez, o Presidente do CISM é um militar brasileiro, o Coronel Nilton Gomes
Rolim Filho, do Exército Brasileiro, que esteve em Piracicaba e acompanhou de perto os
treinamentos das equipes. O Presidente também aproveitou a oportunidade para
35 cumprimentar as delegações e promover o esporte, que tanto tem contribuído para a união
dos paraquedistas militares pelo mundo.
“Amizade através do esporte” é o lema do CISM.
Brasil e Bélgica fazem intercâmbio de paraquedismo. Exército Brasileiro, 7 mai. 24. Disponível em: <https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/equipe-brasileira-de- paraquedismo-realiza-intercambio-1?p_l_back_url=%2Fnoticiario-do-exercito%3Fsort%3DdisplayDate->. Acesso em: 5 jun. 24. Adaptado.
Acerca do texto IV, pode-se afirmar que, no ponto de vista do autor:
Leia o texto IV para responder aos itens 28 a 30.
TEXTO IV
BRASIL E BÉLGICA FAZEM INTERCÂMBIO DE PARAQUEDISMO
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01 Piracicaba (SP) – Um intercâmbio entre a Seleção
Militar de Paraquedismo do Brasil e a Seleção da Bélgica
foi realizado de 21 de abril a 3 maio em Piracicaba. A
Seleção Militar de Paraquedismo da Bélgica, a
05 Hayabusa, é uma das maiores referências mundiais na
modalidade de Formação em Queda Livre, detentora de
mais de dez títulos mundiais. Os treinamentos são parte
da preparação para o Campeonato Mundial Militar de
Paraquedismo, que ocorre em julho, na Hungria.
10 O time brasileiro foi selecionado após o
Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças
Armadas 2023. A equipe de salto livre da Brigada de
Infantaria Paraquedista, Os Cometas, sagrou-se campeã
pela 27ª vez e representará o Brasil no Campeonato Mundial em julho, na Hungria.
15 O Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo contempla todas as modalidades do
paraquedismo clássico: Formação em Queda Livre, Estilo e Precisão. A modalidade mais
popular é a Formação em Queda Livre, que valoriza o raciocínio rápido e o trabalho em
equipe.
Durante o intercâmbio, as equipes brasileira e belga realizaram 113 lançamentos de
20 paraquedistas, além de estudos sobre métodos de treinamento e uma clínica com as mais
avançadas técnicas de salto de Formação em Queda Livre. Os treinamentos tiveram como
foco o aperfeiçoamento das habilidades que poderão levar as seleções à disputa pelo lugar
mais alto do pódio.
Os treinamentos atraíram a atenção dos veículos de imprensa, contando com cobertura
25 em jornais nacionais e regionais.
Responsável pela organização do Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo, o
Conselho Internacional de Esportes Militares (CISM) é uma das maiores organizações
multiesportivas do mundo, com 140 países membros e 27 esportes principais. Atletas
militares de diferentes continentes se reúnem para competir nos eventos organizados pelo
30 Conselho e, certamente, a troca de experiências entre as equipes é o que há de mais
importante nesse tipo de evento.
Pela primeira vez, o Presidente do CISM é um militar brasileiro, o Coronel Nilton Gomes
Rolim Filho, do Exército Brasileiro, que esteve em Piracicaba e acompanhou de perto os
treinamentos das equipes. O Presidente também aproveitou a oportunidade para
35 cumprimentar as delegações e promover o esporte, que tanto tem contribuído para a união
dos paraquedistas militares pelo mundo.
“Amizade através do esporte” é o lema do CISM.
Brasil e Bélgica fazem intercâmbio de paraquedismo. Exército Brasileiro, 7 mai. 24. Disponível em: <https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/equipe-brasileira-de- paraquedismo-realiza-intercambio-1?p_l_back_url=%2Fnoticiario-do-exercito%3Fsort%3DdisplayDate->. Acesso em: 5 jun. 24. Adaptado.
Sobre o texto IV, analise as informações abaixo.
I. Estilo e Precisão são duas das três modalidades que existem no paraquedismo clássico.
II. No trecho “A equipe [...] sagrou-se campeã [...]” (l.12-13), o verbo “sagrou-se” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, pelo verbo “abdicou-se”.
III. Segundo as regras do Novo Acordo Ortográfico, é opcional o uso do hífen na palavra “multiesportivas” (l.28), da mesma forma que ocorre com “paraquedismo” (l.16).
IV. A frase “Amizade através do esporte” (l.37) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao texto, por “Esporte por meio da amizade”, já que essas duas frases são sinônimas.
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as informações apresentadas acima.
Leia o texto IV para responder aos itens 28 a 30.
TEXTO IV
BRASIL E BÉLGICA FAZEM INTERCÂMBIO DE PARAQUEDISMO
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01 Piracicaba (SP) – Um intercâmbio entre a Seleção
Militar de Paraquedismo do Brasil e a Seleção da Bélgica
foi realizado de 21 de abril a 3 maio em Piracicaba. A
Seleção Militar de Paraquedismo da Bélgica, a
05 Hayabusa, é uma das maiores referências mundiais na
modalidade de Formação em Queda Livre, detentora de
mais de dez títulos mundiais. Os treinamentos são parte
da preparação para o Campeonato Mundial Militar de
Paraquedismo, que ocorre em julho, na Hungria.
10 O time brasileiro foi selecionado após o
Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças
Armadas 2023. A equipe de salto livre da Brigada de
Infantaria Paraquedista, Os Cometas, sagrou-se campeã
pela 27ª vez e representará o Brasil no Campeonato Mundial em julho, na Hungria.
15 O Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo contempla todas as modalidades do
paraquedismo clássico: Formação em Queda Livre, Estilo e Precisão. A modalidade mais
popular é a Formação em Queda Livre, que valoriza o raciocínio rápido e o trabalho em
equipe.
Durante o intercâmbio, as equipes brasileira e belga realizaram 113 lançamentos de
20 paraquedistas, além de estudos sobre métodos de treinamento e uma clínica com as mais
avançadas técnicas de salto de Formação em Queda Livre. Os treinamentos tiveram como
foco o aperfeiçoamento das habilidades que poderão levar as seleções à disputa pelo lugar
mais alto do pódio.
Os treinamentos atraíram a atenção dos veículos de imprensa, contando com cobertura
25 em jornais nacionais e regionais.
Responsável pela organização do Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo, o
Conselho Internacional de Esportes Militares (CISM) é uma das maiores organizações
multiesportivas do mundo, com 140 países membros e 27 esportes principais. Atletas
militares de diferentes continentes se reúnem para competir nos eventos organizados pelo
30 Conselho e, certamente, a troca de experiências entre as equipes é o que há de mais
importante nesse tipo de evento.
Pela primeira vez, o Presidente do CISM é um militar brasileiro, o Coronel Nilton Gomes
Rolim Filho, do Exército Brasileiro, que esteve em Piracicaba e acompanhou de perto os
treinamentos das equipes. O Presidente também aproveitou a oportunidade para
35 cumprimentar as delegações e promover o esporte, que tanto tem contribuído para a união
dos paraquedistas militares pelo mundo.
“Amizade através do esporte” é o lema do CISM.
Brasil e Bélgica fazem intercâmbio de paraquedismo. Exército Brasileiro, 7 mai. 24. Disponível em: <https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/equipe-brasileira-de- paraquedismo-realiza-intercambio-1?p_l_back_url=%2Fnoticiario-do-exercito%3Fsort%3DdisplayDate->. Acesso em: 5 jun. 24. Adaptado.
Sabe-se que certos elementos colaboram para estabelecer relações entre partes de um texto. Partindo de tal conceito, analise as alternativas abaixo e assinale a que tenha a CORRETA explicação sobre o uso do termo “que” no decorrer do texto IV.
Leia o texto V para responder aos itens 31 a 33.
TEXTO V
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(Biblioteca das Tirinhas, 11 jan. 2013. Disponível em: <https://www.facebook.com/bibliotecadastirinhas/photos/a.383217581750071/423851904353305/?type=3.> Acesso em: 5 jun. 24).
A respeito da fala da mãe no último quadrinho, pode-se afirmar que:
Leia o texto V para responder aos itens 31 a 33.
TEXTO V
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(Biblioteca das Tirinhas, 11 jan. 2013. Disponível em: <https://www.facebook.com/bibliotecadastirinhas/photos/a.383217581750071/423851904353305/?type=3.> Acesso em: 5 jun. 24).
Muitas palavras podem, embora tenham a mesma escrita, mudar o sentido de acordo com o contexto em que foram inseridas. A partir de tal afirmativa, assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada com o mesmo sentido em que foi utilizada no texto V.
Leia o texto V para responder aos itens 31 a 33.
TEXTO V
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(Biblioteca das Tirinhas, 11 jan. 2013. Disponível em: <https://www.facebook.com/bibliotecadastirinhas/photos/a.383217581750071/423851904353305/?type=3.> Acesso em: 5 jun. 24).
Em relação ao uso dos pronomes pessoais, pode-se afirmar que, na tirinha, foram utilizados, sem considerar as repetições:
Leia o texto VI para responder ao item 34.
TEXTO VI
OS POEMAS
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso nem porto,
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(QUINTANA, Mario. Poemas para ler na escola. Sextante. Rio de Janeiro, 2018).
VOCABULÁRIO
Alçapão: porta, tampa.
A respeito da conjugação dos verbos presentes no texto VI, pode-se afirmar que:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.
TEXTO VII
01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.
(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).
De acordo com o contexto do texto VII, o termo “atividade” (l.04) se refere a:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.
TEXTO VII
01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.
(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).
Considerando o contexto do texto VII, assinale a alternativa que apresenta uma sequência coerente e adequada à narrativa, além de ter sido escrita de acordo com as regras de ortografia da língua portuguesa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.
TEXTO VII
01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.
(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).
Considerando o contexto da história narrada, a frase “depois de enxuta” (l.02) poderia ser substituída, sem alterar o sentido original do texto VII, por:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.
TEXTO VII
01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.
(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).
Considerando a sua estrutura narrativa, pode-se afirmar que o texto VII narra uma sequência de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto VIII para responder ao item 39.
TEXTO VIII
[...]
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança, à terra desce
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
[...]
(BRASIL. Hino Nacional Brasileiro. Disponível em: <http:planalto.gov.br/ccivil_03/constituição/hino.htm.> Acesso em 20 ago.2024).
Identifique, no texto VIII, o adjetivo que foi utilizado no sentido figurado.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia os textos IX e X para responder ao item 40.
TEXTO IX
ATAQUES E CRIMES VIRTUAIS CRESCERAM 197% NO ÚLTIMO ANO
Tabela: Totais Mensais Classificados por Tipo de Ataque.
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Ataques e crimes virtuais cresceram 197%. 4SEC Consulting, 17 ago. 2015. (Disponível em:< http://www.4sec.com.br/ataques-e-crimes-virtuais-cresceram-197-no-ultimo-ano/>. Acesso em: 2 mai. 24. Adaptado).
LEGENDA
• worm: ataque a computadores utilizando-se “worm”, um tipo de vírus.
• dos (DoS – Denialof Service): tipo de ataque no qual o atacante utiliza um computador ou um conjunto de computadores para tirar de operação um serviço, computador ou rede.
• invasão: um ataque bem sucedido que resulta no acesso não autorizado a um computador ou rede.
• web: um caso particular de ataque visando especificamente ao comprometimento de servidores Web ou desfigurações de páginas na Internet.
• scan: tipo de ataque amplamente utilizado para identificar potenciais alvos, pois permite associar possíveis vulnerabilidades aos serviços habilitados em um computador.
• fraude: esta categoria engloba as notificações de tentativas de fraudes, ou seja, de incidentes em que ocorre uma tentativa de obter vantagem.
• outros: outros tipos de ataques que não se enquadram nas categorias anteriores.
TEXTO X
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(Ataques e crimes virtuais cresceram 197%. 4SEC Consulting, 17 ago. 2015. Disponível em:< http://www.4sec.com.br/ataques-e-crimes-virtuais-cresceram-197-no-ultimo-ano/>. Acesso em: 2 mai. 24. Adaptado).
Analise as assertivas abaixo sobre os textos IX e X.
I. Em janeiro, o número de ataques do tipo “fraude” foi maior que os do tipo “web” em dezembro, enquanto que os ataques tipo “worm” em dezembro foram maiores que os de tipo “dos” em julho.
II. Segunda-feira foi o dia da semana com mais incidentes reportados, se comparado com terça-feira e quarta-feira. E quarta-feira teve um índice menor, se comparado com quinta-feira e sexta-feira.
III. Em setembro, o número total de ataques foi o maior dentre todos os meses, assim como a quantidade de ataques tipo “fraude” em setembro foi menor que os do tipo “scan” em janeiro.
IV. Quinta-feira teve maior quantidade de incidentes que terça-feira, assim como o número de ataques “dos” em dezembro foi maior que os do tipo “worm” em agosto.
V. Terça-feira teve mais incidentes reportados que sexta-feira, e os ataques tipo “worm” tiveram em junho uma quantidade menor do que os ataques tipo “web” em setembro.
Das assertivas acima, qual(is) está(ão) CORRETA(S)?
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