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Colégio Militar de Campo Grande — Processo Seletivo 2024/2025 — 6º ano do Ensino Fundamental — Prova de Matemática e Língua Portuguesa

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA)2024Fundamental

40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2024 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.

TEXTO III

ERA DIA DE CAÇADA

01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.

Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.

Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.

Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.

Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.

Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.

Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.

Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.

Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.

Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.

Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.

30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.

Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.

Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.

40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.

COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.

Sobre o texto III, analise as assertivas abaixo.

I. A corça-mulher, embora não falasse a língua do palácio, sentia-se bem na companhia do príncipe e desejava viver ali com ele.
II. No trecho “Foi assim que o príncipe a viu” (l.11), o vocábulo destacado refere-se à tropa que acompanhava os caçadores.
III. Em “Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.” (l.36), a autora quis dizer que a corça-mulher, além de não saber falar a língua do palácio, também não tinha vontade de ser mulher.
IV. É possível afirmar que a corça-mulher, ao sair do palácio, cruzou a floresta com o desejo de encontrar sua Rainha, que desfez o feitiço, transformando-a apenas em corça.
V. A corça-mulher também se apaixonou pelo príncipe, mas depois de se transformar em apenas corça, afastou-se completamente do seu amado, passando a viver na floresta.

Estão corretas as afirmativas:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Estão corretas III e IV.

III: a corça-mulher não tinha a palavra nem o desejo de ser mulher. IV: ela cruzou a floresta à procura da Rainha, que desfez o feitiço e a deixou só corça.

Análise das alternativas

I está errada: ela não desejava viver ali, pois estava presa. II está errada: 'a' refere-se à moça/corça, não à tropa. V está errada: o texto não diz que ela se apaixonou nem que se afastou por completo, pois ela volta a pastar sob as janelas do palácio.

Referência: Interpretação de texto

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica — Sinonímia

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2024 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.

TEXTO III

ERA DIA DE CAÇADA

01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.

Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.

Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.

Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.

Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.

Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.

Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.

Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.

Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.

Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.

Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.

30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.

Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.

Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.

40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.

COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.

Analise os trechos abaixo, transcritos do texto III.

Trecho 1: “Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido.” (l.07), com “o alarido” em negrito. Trecho 2: “Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou [...]” (l.14), com “retesou a corda” em negrito. Trecho 3: “Metade mulher, metade corça, bebendo no regato.” (l.11), com “no regato” em negrito.

As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, sem prejuízo de sentido, por:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Elementos da Narrativa — Tempo, Espaço, Narrador e Discurso

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2024 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.

TEXTO III

ERA DIA DE CAÇADA

01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.

Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.

Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.

Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.

Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.

Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.

Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.

Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.

Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.

Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.

Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.

30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.

Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.

Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.

40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.

COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.

Analise as proposições abaixo e julgue-as como verdadeiras ou falsas.

I. No texto III, é possível observar a inexistência do elemento “tempo” da narrativa, pois não é possível especificar, com exatidão, a data em que os fatos aconteceram.
II. O espaço é um importante elemento que compõe os textos narrativos, sendo definido pelo local onde ocorrem os principais acontecimentos da história. Sendo assim, no conto de Marina Colassanti, o espaço da narrativa é o palácio onde o príncipe vivia, pois foram lá que aconteceram todos os fatos narrados no enredo.
III. O texto III apresenta narrador observador e, apesar de ser contado predominantemente em terceira pessoa, é possível observar que, nesse conto, o príncipe está compartilhando uma de suas aventuras vividas durante suas inúmeras caçadas.
IV. A obra apresenta, em sua composição, passagens com discurso direto, como comprovado pelo trecho: “Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo” (l.23-24).

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As quatro proposições são falsas.

I: o tempo existe, mesmo sem data exata (manhã, sete dias, oitavo dia). II: os fatos ocorrem também na floresta, não apenas no palácio. III: o narrador é de 3ª pessoa, não o príncipe. IV: o trecho citado é discurso indireto.

Análise das alternativas

Todas as alternativas que apontam alguma proposição como verdadeira estão erradas. Só 'F, F, F, F' está correta.

Referência: Elementos da narrativa; tipos de discurso

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Classes de Palavras — Artigo, Conjunção, Pronome

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2024 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.

TEXTO III

ERA DIA DE CAÇADA

01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.

Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.

Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.

Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.

Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.

Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.

Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.

Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.

Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.

Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.

Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.

30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.

Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.

Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.

40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.

COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.

Analise as assertivas abaixo sobre o papel das classes de palavras na composição do texto III.

Assertivas I a V sobre o texto III, com palavras em negrito: I – “E” em “E cada vez se apaixonava mais” (l.19-20) e “e” em “e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio” (l.20-21); II – as três ocorrências de “que” em “Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias [...]” (l.23-24); III – “A” e “A” em “A mulher tão linda. A corça tão frágil” (l.11-12) e “as” e “a” em “Vieram as costureiras e a cobriram de roupas.” (l.34-35); IV – “o” em “Foi assim que o príncipe a viu” (l.11); V – “Se” em “Se chegasse perto será que ela fugia?” (l.13) e “se” em “E se pôs a pastar sob as janelas do palácio” (l.41). Transcrição integral das assertivas na proveniência da questão.

Estão corretas somente as afirmativas:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Foco Narrativo — Reescrita

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Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

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Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.

TEXTO III

ERA DIA DE CAÇADA

01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.

Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.

Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.

Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.

Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.

Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.

Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.

Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.

Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.

Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.

Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.

30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.

Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.

Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.

40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.

COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.

Em relação ao trecho “O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta” (l.40), pode-se afirmar que não houve mudança do foco narrativo nem do sentido original do texto em:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Só D mantém o narrador em 3ª pessoa e o sentido original.

Em D, 'a corça' é retomada por 'ela', mantendo a 3ª pessoa. A ordem muda, mas a ideia (o sol ainda brilhava quando ela saiu da floresta) permanece.

Análise das alternativas

A muda o sentido (bosque, 'chegou'). B troca 'corça' por 'mulher', e ela voltou a ser só corça. C usa 'ele', referindo-se a outra pessoa. E passa para a 1ª pessoa, mudando o foco narrativo.

Referência: Foco narrativo; reescrita

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjugação Verbal — Presente do Indicativo

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Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.

TEXTO III

ERA DIA DE CAÇADA

01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.

Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.

Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.

Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.

Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.

Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.

Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.

Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.

Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.

Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.

Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.

30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.

Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.

Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.

40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.

COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.

Assinale a alternativa em que os verbos presentes no trecho “vieram os joalheiros e a cobriram de joias” (l.35) foram corretamente conjugados após a mudança do tempo verbal para o presente do modo indicativo.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

No presente: 'Vêm os joalheiros e a cobrem de joias'.

'Vieram' (sujeito plural 'os joalheiros') passa a 'vêm', com acento circunflexo para o plural de 'vir'. 'Cobriram' passa a 'cobrem', presente do indicativo de 'cobrir'.

Análise das alternativas

A: 'veem' é forma de 'ver'. B e D: 'cubram' é presente do subjuntivo. C: 'vem' é singular e não concorda com 'os joalheiros'.

Referência: Conjugação de 'vir' e 'cobrir'

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Classificação das Palavras quanto à Sílaba Tônica

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Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 21 a 27.

TEXTO III

ERA DIA DE CAÇADA

01 O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo.
Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela.
Apanhou as luvas e desceu.

Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.
05 Brilhavam os dentes abertos em risadas, os arcos e flechas, as trompas que deram o sinal de
partida.

Na floresta, também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E
cada um se escondeu como pôde.

Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa e estava debruçada no regato
10 quando os caçadores chegaram.

Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A
mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria atingir com
uma de suas flechas. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a
cabeça ouvindo. Então, o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na
15 pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele
correu e a segurou, chamando homens e cães.

Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça
num quarto de porta trancada.

Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava
20 mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua
do palácio.

Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.

Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no
castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-
25 la virar toda mulher.

Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta,
que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores, que pediria à Rainha das corças para
dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.

Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.

30 Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a
primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o
feiticeiro.

Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só e compridas, um corpo
branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a
35 cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança
para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.

Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando
acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu
a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.

40 O sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta. Dessa vez, só corça, não mais
mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.

COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 1999. p.35-40. Adaptado.

O segundo substantivo presente no trecho “[...] que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino [...]” (l.24) tem a mesma classificação, quanto à posição de sua sílaba tônica, que a palavra:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Joias' é paroxítona, como 'ferimento'.

Os substantivos do trecho são 'roupas' e 'joias'. O segundo, 'joias' (joi-as), é paroxítona. 'Ferimento' (fe-ri-MEN-to) também é paroxítona.

Análise das alternativas

'Lá' e 'mulher' são oxítonas. 'Retesou' é oxítona. 'Príncipe' é proparoxítona.

Referência: Acentuação tônica

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Ponto de Vista do Autor

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2024 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto IV para responder aos itens 28 a 30.

TEXTO IV

BRASIL E BÉLGICA FAZEM INTERCÂMBIO DE PARAQUEDISMO

Fotografia aérea em preto e branco de vários paraquedistas em queda livre, de braços e pernas abertos, formando um grupo sobre uma paisagem vista do alto.

01 Piracicaba (SP) – Um intercâmbio entre a Seleção
Militar de Paraquedismo do Brasil e a Seleção da Bélgica
foi realizado de 21 de abril a 3 maio em Piracicaba. A
Seleção Militar de Paraquedismo da Bélgica, a
05 Hayabusa, é uma das maiores referências mundiais na
modalidade de Formação em Queda Livre, detentora de
mais de dez títulos mundiais. Os treinamentos são parte
da preparação para o Campeonato Mundial Militar de
Paraquedismo, que ocorre em julho, na Hungria.

10 O time brasileiro foi selecionado após o
Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças
Armadas 2023. A equipe de salto livre da Brigada de
Infantaria Paraquedista, Os Cometas, sagrou-se campeã
pela 27ª vez e representará o Brasil no Campeonato Mundial em julho, na Hungria.

15 O Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo contempla todas as modalidades do
paraquedismo clássico: Formação em Queda Livre, Estilo e Precisão. A modalidade mais
popular é a Formação em Queda Livre, que valoriza o raciocínio rápido e o trabalho em
equipe.

Durante o intercâmbio, as equipes brasileira e belga realizaram 113 lançamentos de
20 paraquedistas, além de estudos sobre métodos de treinamento e uma clínica com as mais
avançadas técnicas de salto de Formação em Queda Livre. Os treinamentos tiveram como
foco o aperfeiçoamento das habilidades que poderão levar as seleções à disputa pelo lugar
mais alto do pódio.

Os treinamentos atraíram a atenção dos veículos de imprensa, contando com cobertura
25 em jornais nacionais e regionais.

Responsável pela organização do Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo, o
Conselho Internacional de Esportes Militares (CISM) é uma das maiores organizações
multiesportivas do mundo, com 140 países membros e 27 esportes principais. Atletas
militares de diferentes continentes se reúnem para competir nos eventos organizados pelo
30 Conselho e, certamente, a troca de experiências entre as equipes é o que há de mais
importante nesse tipo de evento.

Pela primeira vez, o Presidente do CISM é um militar brasileiro, o Coronel Nilton Gomes
Rolim Filho, do Exército Brasileiro, que esteve em Piracicaba e acompanhou de perto os
treinamentos das equipes. O Presidente também aproveitou a oportunidade para
35 cumprimentar as delegações e promover o esporte, que tanto tem contribuído para a união
dos paraquedistas militares pelo mundo.

“Amizade através do esporte” é o lema do CISM.

Brasil e Bélgica fazem intercâmbio de paraquedismo. Exército Brasileiro, 7 mai. 24. Disponível em: <https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/equipe-brasileira-de- paraquedismo-realiza-intercambio-1?p_l_back_url=%2Fnoticiario-do-exercito%3Fsort%3DdisplayDate->. Acesso em: 5 jun. 24. Adaptado.

Acerca do texto IV, pode-se afirmar que, no ponto de vista do autor:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação, Semântica e Emprego do Hífen

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Texto-base:
Leia o texto IV para responder aos itens 28 a 30.

TEXTO IV

BRASIL E BÉLGICA FAZEM INTERCÂMBIO DE PARAQUEDISMO

Fotografia aérea em preto e branco de vários paraquedistas em queda livre, de braços e pernas abertos, formando um grupo sobre uma paisagem vista do alto.

01 Piracicaba (SP) – Um intercâmbio entre a Seleção
Militar de Paraquedismo do Brasil e a Seleção da Bélgica
foi realizado de 21 de abril a 3 maio em Piracicaba. A
Seleção Militar de Paraquedismo da Bélgica, a
05 Hayabusa, é uma das maiores referências mundiais na
modalidade de Formação em Queda Livre, detentora de
mais de dez títulos mundiais. Os treinamentos são parte
da preparação para o Campeonato Mundial Militar de
Paraquedismo, que ocorre em julho, na Hungria.

10 O time brasileiro foi selecionado após o
Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças
Armadas 2023. A equipe de salto livre da Brigada de
Infantaria Paraquedista, Os Cometas, sagrou-se campeã
pela 27ª vez e representará o Brasil no Campeonato Mundial em julho, na Hungria.

15 O Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo contempla todas as modalidades do
paraquedismo clássico: Formação em Queda Livre, Estilo e Precisão. A modalidade mais
popular é a Formação em Queda Livre, que valoriza o raciocínio rápido e o trabalho em
equipe.

Durante o intercâmbio, as equipes brasileira e belga realizaram 113 lançamentos de
20 paraquedistas, além de estudos sobre métodos de treinamento e uma clínica com as mais
avançadas técnicas de salto de Formação em Queda Livre. Os treinamentos tiveram como
foco o aperfeiçoamento das habilidades que poderão levar as seleções à disputa pelo lugar
mais alto do pódio.

Os treinamentos atraíram a atenção dos veículos de imprensa, contando com cobertura
25 em jornais nacionais e regionais.

Responsável pela organização do Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo, o
Conselho Internacional de Esportes Militares (CISM) é uma das maiores organizações
multiesportivas do mundo, com 140 países membros e 27 esportes principais. Atletas
militares de diferentes continentes se reúnem para competir nos eventos organizados pelo
30 Conselho e, certamente, a troca de experiências entre as equipes é o que há de mais
importante nesse tipo de evento.

Pela primeira vez, o Presidente do CISM é um militar brasileiro, o Coronel Nilton Gomes
Rolim Filho, do Exército Brasileiro, que esteve em Piracicaba e acompanhou de perto os
treinamentos das equipes. O Presidente também aproveitou a oportunidade para
35 cumprimentar as delegações e promover o esporte, que tanto tem contribuído para a união
dos paraquedistas militares pelo mundo.

“Amizade através do esporte” é o lema do CISM.

Brasil e Bélgica fazem intercâmbio de paraquedismo. Exército Brasileiro, 7 mai. 24. Disponível em: <https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/equipe-brasileira-de- paraquedismo-realiza-intercambio-1?p_l_back_url=%2Fnoticiario-do-exercito%3Fsort%3DdisplayDate->. Acesso em: 5 jun. 24. Adaptado.

Sobre o texto IV, analise as informações abaixo.

I. Estilo e Precisão são duas das três modalidades que existem no paraquedismo clássico.
II. No trecho “A equipe [...] sagrou-se campeã [...]” (l.12-13), o verbo “sagrou-se” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, pelo verbo “abdicou-se”.
III. Segundo as regras do Novo Acordo Ortográfico, é opcional o uso do hífen na palavra “multiesportivas” (l.28), da mesma forma que ocorre com “paraquedismo” (l.16).
IV. A frase “Amizade através do esporte” (l.37) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao texto, por “Esporte por meio da amizade”, já que essas duas frases são sinônimas.

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as informações apresentadas acima.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Pronome Relativo — Coesão Referencial

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Texto-base:
Leia o texto IV para responder aos itens 28 a 30.

TEXTO IV

BRASIL E BÉLGICA FAZEM INTERCÂMBIO DE PARAQUEDISMO

Fotografia aérea em preto e branco de vários paraquedistas em queda livre, de braços e pernas abertos, formando um grupo sobre uma paisagem vista do alto.

01 Piracicaba (SP) – Um intercâmbio entre a Seleção
Militar de Paraquedismo do Brasil e a Seleção da Bélgica
foi realizado de 21 de abril a 3 maio em Piracicaba. A
Seleção Militar de Paraquedismo da Bélgica, a
05 Hayabusa, é uma das maiores referências mundiais na
modalidade de Formação em Queda Livre, detentora de
mais de dez títulos mundiais. Os treinamentos são parte
da preparação para o Campeonato Mundial Militar de
Paraquedismo, que ocorre em julho, na Hungria.

10 O time brasileiro foi selecionado após o
Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças
Armadas 2023. A equipe de salto livre da Brigada de
Infantaria Paraquedista, Os Cometas, sagrou-se campeã
pela 27ª vez e representará o Brasil no Campeonato Mundial em julho, na Hungria.

15 O Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo contempla todas as modalidades do
paraquedismo clássico: Formação em Queda Livre, Estilo e Precisão. A modalidade mais
popular é a Formação em Queda Livre, que valoriza o raciocínio rápido e o trabalho em
equipe.

Durante o intercâmbio, as equipes brasileira e belga realizaram 113 lançamentos de
20 paraquedistas, além de estudos sobre métodos de treinamento e uma clínica com as mais
avançadas técnicas de salto de Formação em Queda Livre. Os treinamentos tiveram como
foco o aperfeiçoamento das habilidades que poderão levar as seleções à disputa pelo lugar
mais alto do pódio.

Os treinamentos atraíram a atenção dos veículos de imprensa, contando com cobertura
25 em jornais nacionais e regionais.

Responsável pela organização do Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo, o
Conselho Internacional de Esportes Militares (CISM) é uma das maiores organizações
multiesportivas do mundo, com 140 países membros e 27 esportes principais. Atletas
militares de diferentes continentes se reúnem para competir nos eventos organizados pelo
30 Conselho e, certamente, a troca de experiências entre as equipes é o que há de mais
importante nesse tipo de evento.

Pela primeira vez, o Presidente do CISM é um militar brasileiro, o Coronel Nilton Gomes
Rolim Filho, do Exército Brasileiro, que esteve em Piracicaba e acompanhou de perto os
treinamentos das equipes. O Presidente também aproveitou a oportunidade para
35 cumprimentar as delegações e promover o esporte, que tanto tem contribuído para a união
dos paraquedistas militares pelo mundo.

“Amizade através do esporte” é o lema do CISM.

Brasil e Bélgica fazem intercâmbio de paraquedismo. Exército Brasileiro, 7 mai. 24. Disponível em: <https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/equipe-brasileira-de- paraquedismo-realiza-intercambio-1?p_l_back_url=%2Fnoticiario-do-exercito%3Fsort%3DdisplayDate->. Acesso em: 5 jun. 24. Adaptado.

Sabe-se que certos elementos colaboram para estabelecer relações entre partes de um texto. Partindo de tal conceito, analise as alternativas abaixo e assinale a que tenha a CORRETA explicação sobre o uso do termo “que” no decorrer do texto IV.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Tirinha — Ironia

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Texto-base:
Leia o texto V para responder aos itens 31 a 33.

TEXTO V

Tirinha em quatro quadrinhos. 1º: menino abre o chuveiro sem entrar debaixo da água e pensa: “SE EU SÓ ABRIR O CHUVEIRO, MINHA MÃE VAI PENSAR QUE EU ESTOU TOMANDO BANHO DE VERDADE!”; onomatopeia “SSHHH”. 2º: menino molha só o rosto: “SE EU ME MOLHAR ELA VAI ACREDITAR MAIS AINDA...”; “SHHHH”. 3º: menino passa espuma: “E SE EU ME ENSABOAR, ESFREGAR E USAR XAMPU ENTÃO...”; “SHHHH”. 4º: a mãe diz ao filho: “CHEIROZINHO, HEIN?” e o menino, sorrindo de lado, pensa: “EH, EH, EH...”. Assinatura do autor Jean Galvão.

(Biblioteca das Tirinhas, 11 jan. 2013. Disponível em: <https://www.facebook.com/bibliotecadastirinhas/photos/a.383217581750071/423851904353305/?type=3.> Acesso em: 5 jun. 24).

A respeito da fala da mãe no último quadrinho, pode-se afirmar que:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Valor Semântico da Conjunção “se” — Condição

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Texto-base:
Leia o texto V para responder aos itens 31 a 33.

TEXTO V

Tirinha em quatro quadrinhos. 1º: menino abre o chuveiro sem entrar debaixo da água e pensa: “SE EU SÓ ABRIR O CHUVEIRO, MINHA MÃE VAI PENSAR QUE EU ESTOU TOMANDO BANHO DE VERDADE!”; onomatopeia “SSHHH”. 2º: menino molha só o rosto: “SE EU ME MOLHAR ELA VAI ACREDITAR MAIS AINDA...”; “SHHHH”. 3º: menino passa espuma: “E SE EU ME ENSABOAR, ESFREGAR E USAR XAMPU ENTÃO...”; “SHHHH”. 4º: a mãe diz ao filho: “CHEIROZINHO, HEIN?” e o menino, sorrindo de lado, pensa: “EH, EH, EH...”. Assinatura do autor Jean Galvão.

(Biblioteca das Tirinhas, 11 jan. 2013. Disponível em: <https://www.facebook.com/bibliotecadastirinhas/photos/a.383217581750071/423851904353305/?type=3.> Acesso em: 5 jun. 24).

Muitas palavras podem, embora tenham a mesma escrita, mudar o sentido de acordo com o contexto em que foram inseridas. A partir de tal afirmativa, assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada com o mesmo sentido em que foi utilizada no texto V.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Pronomes Pessoais

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Texto-base:
Leia o texto V para responder aos itens 31 a 33.

TEXTO V

Tirinha em quatro quadrinhos. 1º: menino abre o chuveiro sem entrar debaixo da água e pensa: “SE EU SÓ ABRIR O CHUVEIRO, MINHA MÃE VAI PENSAR QUE EU ESTOU TOMANDO BANHO DE VERDADE!”; onomatopeia “SSHHH”. 2º: menino molha só o rosto: “SE EU ME MOLHAR ELA VAI ACREDITAR MAIS AINDA...”; “SHHHH”. 3º: menino passa espuma: “E SE EU ME ENSABOAR, ESFREGAR E USAR XAMPU ENTÃO...”; “SHHHH”. 4º: a mãe diz ao filho: “CHEIROZINHO, HEIN?” e o menino, sorrindo de lado, pensa: “EH, EH, EH...”. Assinatura do autor Jean Galvão.

(Biblioteca das Tirinhas, 11 jan. 2013. Disponível em: <https://www.facebook.com/bibliotecadastirinhas/photos/a.383217581750071/423851904353305/?type=3.> Acesso em: 5 jun. 24).

Em relação ao uso dos pronomes pessoais, pode-se afirmar que, na tirinha, foram utilizados, sem considerar as repetições:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Flexão Verbal — Tempo, Modo, Número e Pessoa

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Texto-base:
Leia o texto VI para responder ao item 34.

TEXTO VI

OS POEMAS

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso nem porto,
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...

(QUINTANA, Mario. Poemas para ler na escola. Sextante. Rio de Janeiro, 2018).

VOCABULÁRIO
Alçapão: porta, tampa.

A respeito da conjugação dos verbos presentes no texto VI, pode-se afirmar que:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Têm' e 'alimentam-se' estão no presente do indicativo, 3ª pessoa do plural.

'Eles não têm pouso nem porto' traz 'têm', presente do indicativo, 3ª pessoa do plural. 'Alimentam-se' está no mesmo tempo, modo, número e pessoa.

Análise das alternativas

A: 'lês' é 2ª pessoa do singular, e 'alçam' é 3ª do plural. B: 'olhas' é presente; 'estava' é pretérito imperfeito. D: 'sabe' e 'pousam' são presente do indicativo, mas 'saberes' é infinitivo pessoal. E: 'lês' é 2ª do singular; 'sabe' e 'pousam' são 3ª pessoa.

Referência: Flexão verbal: tempo, modo, número e pessoa

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Referencial

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Texto-base:
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.

TEXTO VII

01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.

(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).

De acordo com o contexto do texto VII, o termo “atividade” (l.04) se refere a:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Atividade' retoma o ato de pentear as plumas com o bico.

A Pavoa 'estava concentrada em sua atividade', e a atividade em curso era pentear as plumas com o bico. O termo 'atividade' resume essa ação por coesão referencial.

Análise das alternativas

O banho (D) já havia terminado. Olhar o reflexo (A) e sacudir-se (C) são ações acessórias ou anteriores. O susto (B) interrompeu a atividade, não é a atividade.

Referência: Coesão referencial

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Ortografia e Coerência Textual

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Texto-base:
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.

TEXTO VII

01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.

(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).

Considerando o contexto do texto VII, assinale a alternativa que apresenta uma sequência coerente e adequada à narrativa, além de ter sido escrita de acordo com as regras de ortografia da língua portuguesa.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Apenas D é coerente com a narrativa e está ortograficamente correta.

D dá continuidade lógica (a Pavoa se acalma e vai investigar o grito) e não tem erros de grafia.

Análise das alternativas

A usa 'paralisado' no masculino, mas a personagem é a Pavoa (feminino). B tem 'paralizou', grafia errada (o correto é 'paralisou'), e a Pavoa já havia saído da água. C tem 'seje', forma errada de 'seja'. E contradiz o texto: ela já saiu da água, e correr para contar a todos não é sequência coerente com o susto e a concentração descritos.

Referência: Ortografia; coerência textual

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica — Sinonímia

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Texto-base:
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.

TEXTO VII

01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.

(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).

Considerando o contexto da história narrada, a frase “depois de enxuta” (l.02) poderia ser substituída, sem alterar o sentido original do texto VII, por:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Enxuta' é sinônimo de 'seca'.

Enxuto significa seco, sem umidade. A Pavoa se sacudiu para secar-se e, depois de enxuta (seca), foi pentear as plumas. 'Depois de seca' mantém o sentido.

Análise das alternativas

'Sair' e 'sacudida' indicam ações, não o estado de estar seca. 'Molhada' é o oposto. 'Satisfeita' não tem relação com o contexto.

Referência: Sinonímia; vocabulário em contexto

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Estrutura da Narrativa — Enredo

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Texto-base:
Leia o texto VII para responder aos itens 35 a 38.

TEXTO VII

01 Na beira do lago, vaidosa como sempre, a Pavoa tomava seu banho matinal. Ao sair da
02 água, sacudiu-se, delicadamente, para secar-se e, depois de enxuta, olhando para o próprio
03 reflexo na água, pôs-se a pentear, com o bico, suas belas plumas coloridas. Estava concentrada
04 em sua atividade, quando se assustou com um forte grito que ecoava por entre as árvores.

(NASCIMENTO, Devison Amorim do. Eu que vi, eu que vi. Biblioteca Digital de Santo André. SCP. Belém, 2008. Adaptado).

Considerando a sua estrutura narrativa, pode-se afirmar que o texto VII narra uma sequência de:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O trecho traz só situação inicial e conflito; o enredo está incompleto.

O banho da Pavoa apresenta a situação inicial. O susto com o forte grito rompe o equilíbrio e é o conflito. Faltam o clímax e o desfecho, então o enredo está incompleto, com apenas esses dois elementos.

Análise das alternativas

B está errada porque o conflito já aparece (o grito). C e D estão erradas porque faltam clímax e desfecho, não somente um deles. E está errada porque o susto com o grito já é conflito, não parte da situação inicial.

Referência: Estrutura da narrativa: situação inicial, conflito, clímax, desfecho

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Adjetivo — Sentido Figurado

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Texto-base:
Leia o texto VIII para responder ao item 39.

TEXTO VIII

[...]
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança, à terra desce
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
[...]

(BRASIL. Hino Nacional Brasileiro. Disponível em: <http:planalto.gov.br/ccivil_03/constituição/hino.htm.> Acesso em 20 ago.2024).

Identifique, no texto VIII, o adjetivo que foi utilizado no sentido figurado.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O adjetivo 'risonho' está em sentido figurado ao qualificar o céu.

'Risonho' significa que sorri, qualidade própria de seres humanos. Aplicado ao céu, é atribuição figurada (personificação). Assim, o adjetivo foi usado em sentido figurado.

Análise das alternativas

'Amor', 'esperança' e 'Cruzeiro' são substantivos. 'Límpido' é adjetivo em sentido literal (céu claro, sem nuvens).

Referência: Hino Nacional Brasileiro; linguagem figurada

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Leitura e Interpretação de Tabelas e Gráficos

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Texto-base:
Leia os textos IX e X para responder ao item 40.

TEXTO IX

ATAQUES E CRIMES VIRTUAIS CRESCERAM 197% NO ÚLTIMO ANO

Tabela: Totais Mensais Classificados por Tipo de Ataque.

Tabela de totais mensais por tipo de ataque (colunas Mês, worm, dos, invasão, web, scan, fraude, outros, Total). jan: 2853, 6539, 590, 1267, 13916, 7248, 1546, 33959. fev: 4163, 6190, 764, 1434, 19862, 9616, 1198, 43227. mar: 9238, 2829, 780, 1253, 22471, 7780, 1457, 45808. abr: 3513, 1505, 1559, 1900, 23320, 8562, 1174, 41533. mai: 2857, 8383, 293, 1997, 20756, 12962, 1317, 48565. jun: 2274, 10345, 612, 2171, 17477, 20149, 1029, 54057. jul: 3294, 10218, 210, 2225, 20292, 21265, 1158, 58662. ago: 3327, 38822, 187, 1828, 21500, 67480, 1012, 134156. set: 3312, 56184, 290, 2347, 21498, 130108, 1215, 214954. out: 2563, 50195, 296, 3029, 23763, 125060, 1242, 206148. nov: 2571, 29566, 201, 3416, 28053, 42420, 992, 107219. dez: 2226, 3159, 727, 5941, 30751, 14971, 968, 58743. Total: 42191, 223935, 6509, 28808, 263659, 467621, 14308, 1047031.

Ataques e crimes virtuais cresceram 197%. 4SEC Consulting, 17 ago. 2015. (Disponível em:< http://www.4sec.com.br/ataques-e-crimes-virtuais-cresceram-197-no-ultimo-ano/>. Acesso em: 2 mai. 24. Adaptado).

LEGENDA
• worm: ataque a computadores utilizando-se “worm”, um tipo de vírus.
• dos (DoS – Denialof Service): tipo de ataque no qual o atacante utiliza um computador ou um conjunto de computadores para tirar de operação um serviço, computador ou rede.
• invasão: um ataque bem sucedido que resulta no acesso não autorizado a um computador ou rede.
• web: um caso particular de ataque visando especificamente ao comprometimento de servidores Web ou desfigurações de páginas na Internet.
• scan: tipo de ataque amplamente utilizado para identificar potenciais alvos, pois permite associar possíveis vulnerabilidades aos serviços habilitados em um computador.
• fraude: esta categoria engloba as notificações de tentativas de fraudes, ou seja, de incidentes em que ocorre uma tentativa de obter vantagem.
• outros: outros tipos de ataques que não se enquadram nas categorias anteriores.

TEXTO X

Gráfico de barras “CERT.br: Incidentes Reportados (por dia da semana)”, eixo vertical Incidentes Reportados de 0 a 300000 e eixo horizontal Dia da Semana. Valores aproximados lidos no gráfico: Domingo cerca de 27 mil; Segunda cerca de 310 mil (maior barra); Terça cerca de 180 mil; Quarta cerca de 175 mil; Quinta cerca de 130 mil; Sexta cerca de 135 mil; Sábado cerca de 22 mil.

(Ataques e crimes virtuais cresceram 197%. 4SEC Consulting, 17 ago. 2015. Disponível em:< http://www.4sec.com.br/ataques-e-crimes-virtuais-cresceram-197-no-ultimo-ano/>. Acesso em: 2 mai. 24. Adaptado).

Analise as assertivas abaixo sobre os textos IX e X.

I. Em janeiro, o número de ataques do tipo “fraude” foi maior que os do tipo “web” em dezembro, enquanto que os ataques tipo “worm” em dezembro foram maiores que os de tipo “dos” em julho.
II. Segunda-feira foi o dia da semana com mais incidentes reportados, se comparado com terça-feira e quarta-feira. E quarta-feira teve um índice menor, se comparado com quinta-feira e sexta-feira.
III. Em setembro, o número total de ataques foi o maior dentre todos os meses, assim como a quantidade de ataques tipo “fraude” em setembro foi menor que os do tipo “scan” em janeiro.
IV. Quinta-feira teve maior quantidade de incidentes que terça-feira, assim como o número de ataques “dos” em dezembro foi maior que os do tipo “worm” em agosto.
V. Terça-feira teve mais incidentes reportados que sexta-feira, e os ataques tipo “worm” tiveram em junho uma quantidade menor do que os ataques tipo “web” em setembro.

Das assertivas acima, qual(is) está(ão) CORRETA(S)?
Selecione uma alternativa