← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Manaus (CMM) — Exército Brasileiro, DECEx/DEPA · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Atitude exclusiva do técnico Michael. 'Estava de cara feia' refere-se a Michael (l. 18). Os demais trechos referem-se às atletas ou aos pais. A) É de Kathy. C) É de Gemma. D) É da mãe de Gemma. E) É de Gemma. Referência: Personagens Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Trecho com opinião do narrador. 'Se saiu muito bem' traz uma avaliação do narrador sobre o desempenho de Gemma, ou seja, um juízo de valor. Os demais trechos descrevem ações ou fatos. A) Descreve o cabelo das meninas. B) Relata o que Gemma via. D) Descreve o estado de Gemma. E) Expressa a percepção da personagem, não a do narrador. Referência: Fato e opinião Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Valor do diminutivo 'tapinha'. Segundo o gabarito oficial, o diminutivo em 'tapinha' expressa a intensidade com que a ação foi praticada. Trata-se de um gesto leve, amistoso, de apoio. B) Não há desprezo, pois Gemma foi bem. C) O resultado não foi abaixo do esperado. D) O diminutivo qualifica o gesto, não a postura das atletas. E) Não há infantilização nem brincadeira indevida. Referência: Grau do substantivo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Compreensão e gênero do texto. O texto é jornalístico e informa um fato histórico: como a terapia esportiva para soldados feridos se transformou nos Jogos Paralímpicos. A) O texto vai além da primeira participação dos soldados. B) Não é prescritivo, e os Jogos de 1960 não decorrem diretamente da abordagem de Guttmann com 'pacientes inativos'. C) Não é opinativo, e o trecho citado não é uma tese. D) Não há ficção. Referência: Gêneros textuais, notícia Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Foco temático do texto II. O texto trata da origem dos Jogos Paralímpicos, em 1948, e de sua evolução e consolidação até Paris 2024. A alternativa A descreve esse percurso. B) O tratamento de Guttmann foi eficaz. C) O foco não são os soldados na Segunda Guerra nem nos Jogos Olímpicos. D) Paris 2024 é só o final do texto. E) O cuidado era ativo, não inativo. Referência: Tema e ideia central Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Vírgulas isolando aposto explicativo. 'Uma das primeiras medalhistas paralímpicas' é um aposto explicativo, isolado por vírgulas, que esclarece quem é Caz Walton. A) Não há enumeração de feitos. B) Não há retificação. D) O termo isolado não resume o fato. E) O texto diz 'uma das primeiras', e não 'a única'. Referência: Emprego da vírgula, aposto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Classificação dos pronomes no trecho. 'Naquele' é a contração da preposição 'em' com o demonstrativo 'aquele'. 'Os', em 'que os deixaram', é pronome pessoal oblíquo, retomando 'militares'. O 'que' é pronome relativo, que não consta entre as alternativas. B) Não há pronome possessivo no trecho. C) Há apenas um demonstrativo. D) Só há um pronome pessoal. E) Não há possessivo. Referência: Pronomes Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sinônimo de 'promissores'. 'Promissores' significa que prometem bons resultados, ou seja, favoráveis e de bom augúrio. 'Auspiciosos' tem sentido equivalente. A) Desvantajosos tem sentido negativo. B) Adversos significa contrários. D) Perniciosos significa nocivos. E) Danosos significa prejudiciais. Referência: Semântica, sinonímia Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sentido figurado de 'porta de entrada'. 'Porta de entrada' é metáfora: a Olimpíada da Juventude é o início, a primeira oportunidade para atletas promissores chegarem aos eventos olímpicos. Não se trata de uma porta física. A) Não é sentido literal, pois não se refere a um local. C) Não suaviza a ideia de 'inspiração'. D) Não há exagero, e sim metáfora. E) Não designa equipamento esportivo. Referência: Denotação e conotação Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Finalidade do texto sobre os Jogos Olímpicos da Juventude. O texto mostra que a Olimpíada da Juventude busca inspirar os jovens à prática esportiva, combater o sedentarismo e difundir os valores olímpicos. A alternativa E resume essa finalidade. A) Contraria o texto, que incentiva a prática de esportes. B) O texto valoriza as equipes mistas, não as banaliza. C) O público-alvo são os jovens, não os veteranos. D) O texto não menciona as Olimpíadas de 2028. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Manaus — Concurso de Admissão 2024/2025 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Matemática e Língua Portuguesa
TEXTO I
A PIOR ATLETA
1 Havia chegado o dia das finais estaduais. Todos estavam nervosos. Kathy ficava franzindo a
2 testa e pulando no lugar. Anika e Fiona ficaram alongando-se no chão como se tentassem esconder a
3 ansiedade. Até Naomi parecia mais quieta do que o normal.
4 Mas, para quem não as conhecia, a equipe estava ótima. Todas as meninas estavam de cabelo
5 preso, com laços das cores das equipes, e usavam o uniforme roxo com duas tiras brancas na lateral.
6 Elas pareciam uma verdadeira equipe de ginástica se aquecendo para as finais estaduais.
7 O ginásio estadual era enorme. Estava cheio de outras equipes de vários níveis. Algumas
8 meninas pareciam bem nervosas. Outras riam, girando perto das barras ou fazendo piruetas no chão.
9 Era um dia muito importante.
10 Através do colorido e do movimento do lugar, Gemma conseguia ver seus pais sentados nas
11 arquibancadas. Eles estavam imóveis. Pareciam que nem estavam conversando. A impressão era de
12 que estavam muito longes dali.
13 Por dentro, Gemma se sentia estranha. Estava nervosa e empolgada ao mesmo tempo. Hoje ela
14 tinha que dar um salto-mortal na trave na frente dos juízes! Será que ela conseguiria?
15 Para piorar as coisas, a equipe era a última nos exercícios de trave. E Gemma era a última
16 ginasta da equipe. Portanto, teria que segurar sua ansiedade até o último minuto.
17 Michael, o técnico, convocou uma reunião de equipe.
18 – Certo, garotas – disse Michael. Ele estava de cara feia, mas Gemma percebeu um brilho nos
19 olhos dele, embaixo das enormes sobrancelhas. – Vocês já fizeram esses movimentos centenas de
20 vezes. Todas sabem o que fazer.
21 Michael parou. As cinco garotas estavam de pé, paradas no início da pista de corrida. O barulho
22 e o movimento pareciam ter desaparecido.
23 – Eu sei que vocês vão conseguir e que vão me deixar bem orgulhoso, garotas – falou Michael
24 tranquilo.
25 A equipe ficou em silêncio, mas as meninas relaxaram um pouquinho. Kathy parou de franzir a
26 testa. Fiona parecia quase sorrir novamente. A conversa com Michael havia ajudado a relaxar.
27 O nervosismo, a ansiedade e o medo foram acalmados. Agora Gemma se sentia tranquila. Ela
28 tinha se esforçado muito e sabia o que fazer.
29 Agora era hora de colocar tudo em prática.
30 Quando chegou a vez de Gemma saltar sobre o cavalo¹, ela se sentia forte e preparada. A garota
31 secou as mãos nas pernas e esperou. Então um dos juízes fez o sinal com a cabeça.
32 Gemma correu. Suas pernas pisaram firmes na pista de corrida. Ela só enxergava o cavalo à sua
33 frente. Corrida, corrida, pernas juntas, traseiro encaixado...
34 Quando ela saltou sobre o cavalo, seu corpo subiu com facilidade. Por um segundo, ela sentiu
35 que estava voando. E depois sentiu o chão debaixo dos pés.
36 O pouso foi bom.
37 Foi um bom salto.
38 Quando a nota apareceu, Gemma se sentiu ainda melhor. A nota dela foi a segunda melhor da
39 equipe, apenas abaixo da Naomi.
40 Kathy deu um tapinha nas costas de Gemma.
41 Gemma suspirou. Isso era muito bom.
42 Ela não precisava mais se preocupar por ser a pior atleta.
43 Ela se saiu muito bem tanto nas barras quanto no solo. Balançou entre as barras assimétricas
44 como se tivesse feito isso a vida inteira. Deu uma cambalhota alta e dançou graciosamente no chão.
45 Depois de todo o trabalho, hoje tudo parecia muito fácil.
46 Quando chegou a hora do exercício de trave, Gemma esperou calmamente sua vez.
47 Finalmente havia chegado sua hora. As outras equipes já tinham terminado e estavam sentadas
48 em silêncio, só assistindo.
49 Pareciam que todos no ginásio estavam observando.
50 Quando Gemma começou sua apresentação, pensou na ginasta do vídeo das Olimpíadas. Ela
51 tinha se apresentado para o mundo inteiro! Gemma sabia que era capaz de se apresentar para o
52 ginásio estadual.
53 Era muito gostoso estar na trave. Quando chegou a hora do salto-mortal, Gemma fez bonito.
54 Nenhum problema. Ela pousou com firmeza e segurança.
55 Ela ouviu o treinador da outra equipe engasgar atrás dela.
56 Quando a nota de Gemma apareceu, todos no ginásio bateram palma. Era uma nota bem alta!
57 Gemma ficou orgulhosa, mas também estava confusa. Ela não entendia o que aquela nota
58 realmente significava.
59 Michael sorriu e disse:
60 – É isso aí, Gemma!
61 Kathy e Anika abraçaram Gemma e depois se abraçaram.
62 Houve um momento em que Naomi disse baixinho:
63 – Onde foi que eu errei?
64 Até a hora da premiação, Gemma não estava entendendo nada. Quando chegou o momento de
65 anunciar a nota mais alta, os juízes chamaram o nome de Gemma.
66 Ela havia conseguido a maior nota geral entre todas as equipes do Estado!
67 Gemma ficou em pé sobre uma plataforma e um juiz lhe deu o troféu. Ela não conseguia parar
68 de sorrir. Toda a sua equipe batia palmas. Até Naomi estava sorrindo.
69 Gemma procurou os pais no meio da multidão, mas eles não estavam mais sentados no lugar de
70 antes. Tinham descido para perto da grade e estavam inclinados sobre ela, batendo palmas. A sua
71 mãe sorria e chorava ao mesmo tempo. Seu pai estava muito alegre.
72 Ficar ali na plataforma, observando tudo aquilo, era uma sensação maravilhosa.
73 Somente no carro, a caminho de casa, foi que Gemma teve a chance de olhar bem para o troféu.
74 Ela o girou nas mãos e tocou o ouro gelado, que brilhava na luz do entardecer.
75 O troféu mostrava uma ginasta em um movimento de parada de mãos perfeito. Ela estava de
76 cabeça para baixo, com as pernas retas e os dedos dos pés apontando para o céu. Mas, para Gemma,
77 o troféu mostrava muito mais que isso.
78 Gemma passou os dedos pelas pernas retas da ginasta.
79 Para ela, aquela menina estava dando um salto sobre o cavalo. Seu traseiro estava encaixado, e
80 as pernas, muito juntas. Ela estava prestes a saltar do cavalo e a se elevar no ar para pousar.
81 O troféu era o melhor presente que Gemma já tinha recebido. Ele representava todo o seu
82 esforço.
83 Para Gemma, o troféu mostrava uma ginasta executando o melhor salto do mundo.
¹ Aparelho usado na ginástica artística para a execução dos saltos
(KALKIPSAKIS, Thalia. Go Girl!: a pior atleta. [Versão brasileira: Editora Fundamento]. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010). Adaptado.
Com base na leitura do Texto I, marque a opção correta em relação ao sentido da palavra destacada nos trechos em análise.
TEXTO I
A PIOR ATLETA
1 Havia chegado o dia das finais estaduais. Todos estavam nervosos. Kathy ficava franzindo a
2 testa e pulando no lugar. Anika e Fiona ficaram alongando-se no chão como se tentassem esconder a
3 ansiedade. Até Naomi parecia mais quieta do que o normal.
4 Mas, para quem não as conhecia, a equipe estava ótima. Todas as meninas estavam de cabelo
5 preso, com laços das cores das equipes, e usavam o uniforme roxo com duas tiras brancas na lateral.
6 Elas pareciam uma verdadeira equipe de ginástica se aquecendo para as finais estaduais.
7 O ginásio estadual era enorme. Estava cheio de outras equipes de vários níveis. Algumas
8 meninas pareciam bem nervosas. Outras riam, girando perto das barras ou fazendo piruetas no chão.
9 Era um dia muito importante.
10 Através do colorido e do movimento do lugar, Gemma conseguia ver seus pais sentados nas
11 arquibancadas. Eles estavam imóveis. Pareciam que nem estavam conversando. A impressão era de
12 que estavam muito longes dali.
13 Por dentro, Gemma se sentia estranha. Estava nervosa e empolgada ao mesmo tempo. Hoje ela
14 tinha que dar um salto-mortal na trave na frente dos juízes! Será que ela conseguiria?
15 Para piorar as coisas, a equipe era a última nos exercícios de trave. E Gemma era a última
16 ginasta da equipe. Portanto, teria que segurar sua ansiedade até o último minuto.
17 Michael, o técnico, convocou uma reunião de equipe.
18 – Certo, garotas – disse Michael. Ele estava de cara feia, mas Gemma percebeu um brilho nos
19 olhos dele, embaixo das enormes sobrancelhas. – Vocês já fizeram esses movimentos centenas de
20 vezes. Todas sabem o que fazer.
21 Michael parou. As cinco garotas estavam de pé, paradas no início da pista de corrida. O barulho
22 e o movimento pareciam ter desaparecido.
23 – Eu sei que vocês vão conseguir e que vão me deixar bem orgulhoso, garotas – falou Michael
24 tranquilo.
25 A equipe ficou em silêncio, mas as meninas relaxaram um pouquinho. Kathy parou de franzir a
26 testa. Fiona parecia quase sorrir novamente. A conversa com Michael havia ajudado a relaxar.
27 O nervosismo, a ansiedade e o medo foram acalmados. Agora Gemma se sentia tranquila. Ela
28 tinha se esforçado muito e sabia o que fazer.
29 Agora era hora de colocar tudo em prática.
30 Quando chegou a vez de Gemma saltar sobre o cavalo¹, ela se sentia forte e preparada. A garota
31 secou as mãos nas pernas e esperou. Então um dos juízes fez o sinal com a cabeça.
32 Gemma correu. Suas pernas pisaram firmes na pista de corrida. Ela só enxergava o cavalo à sua
33 frente. Corrida, corrida, pernas juntas, traseiro encaixado...
34 Quando ela saltou sobre o cavalo, seu corpo subiu com facilidade. Por um segundo, ela sentiu
35 que estava voando. E depois sentiu o chão debaixo dos pés.
36 O pouso foi bom.
37 Foi um bom salto.
38 Quando a nota apareceu, Gemma se sentiu ainda melhor. A nota dela foi a segunda melhor da
39 equipe, apenas abaixo da Naomi.
40 Kathy deu um tapinha nas costas de Gemma.
41 Gemma suspirou. Isso era muito bom.
42 Ela não precisava mais se preocupar por ser a pior atleta.
43 Ela se saiu muito bem tanto nas barras quanto no solo. Balançou entre as barras assimétricas
44 como se tivesse feito isso a vida inteira. Deu uma cambalhota alta e dançou graciosamente no chão.
45 Depois de todo o trabalho, hoje tudo parecia muito fácil.
46 Quando chegou a hora do exercício de trave, Gemma esperou calmamente sua vez.
47 Finalmente havia chegado sua hora. As outras equipes já tinham terminado e estavam sentadas
48 em silêncio, só assistindo.
49 Pareciam que todos no ginásio estavam observando.
50 Quando Gemma começou sua apresentação, pensou na ginasta do vídeo das Olimpíadas. Ela
51 tinha se apresentado para o mundo inteiro! Gemma sabia que era capaz de se apresentar para o
52 ginásio estadual.
53 Era muito gostoso estar na trave. Quando chegou a hora do salto-mortal, Gemma fez bonito.
54 Nenhum problema. Ela pousou com firmeza e segurança.
55 Ela ouviu o treinador da outra equipe engasgar atrás dela.
56 Quando a nota de Gemma apareceu, todos no ginásio bateram palma. Era uma nota bem alta!
57 Gemma ficou orgulhosa, mas também estava confusa. Ela não entendia o que aquela nota
58 realmente significava.
59 Michael sorriu e disse:
60 – É isso aí, Gemma!
61 Kathy e Anika abraçaram Gemma e depois se abraçaram.
62 Houve um momento em que Naomi disse baixinho:
63 – Onde foi que eu errei?
64 Até a hora da premiação, Gemma não estava entendendo nada. Quando chegou o momento de
65 anunciar a nota mais alta, os juízes chamaram o nome de Gemma.
66 Ela havia conseguido a maior nota geral entre todas as equipes do Estado!
67 Gemma ficou em pé sobre uma plataforma e um juiz lhe deu o troféu. Ela não conseguia parar
68 de sorrir. Toda a sua equipe batia palmas. Até Naomi estava sorrindo.
69 Gemma procurou os pais no meio da multidão, mas eles não estavam mais sentados no lugar de
70 antes. Tinham descido para perto da grade e estavam inclinados sobre ela, batendo palmas. A sua
71 mãe sorria e chorava ao mesmo tempo. Seu pai estava muito alegre.
72 Ficar ali na plataforma, observando tudo aquilo, era uma sensação maravilhosa.
73 Somente no carro, a caminho de casa, foi que Gemma teve a chance de olhar bem para o troféu.
74 Ela o girou nas mãos e tocou o ouro gelado, que brilhava na luz do entardecer.
75 O troféu mostrava uma ginasta em um movimento de parada de mãos perfeito. Ela estava de
76 cabeça para baixo, com as pernas retas e os dedos dos pés apontando para o céu. Mas, para Gemma,
77 o troféu mostrava muito mais que isso.
78 Gemma passou os dedos pelas pernas retas da ginasta.
79 Para ela, aquela menina estava dando um salto sobre o cavalo. Seu traseiro estava encaixado, e
80 as pernas, muito juntas. Ela estava prestes a saltar do cavalo e a se elevar no ar para pousar.
81 O troféu era o melhor presente que Gemma já tinha recebido. Ele representava todo o seu
82 esforço.
83 Para Gemma, o troféu mostrava uma ginasta executando o melhor salto do mundo.
¹ Aparelho usado na ginástica artística para a execução dos saltos
(KALKIPSAKIS, Thalia. Go Girl!: a pior atleta. [Versão brasileira: Editora Fundamento]. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010). Adaptado.
Marque a alternativa cujo termo em destaque NÃO apresenta sentido de tempo:
TEXTO I
A PIOR ATLETA
1 Havia chegado o dia das finais estaduais. Todos estavam nervosos. Kathy ficava franzindo a
2 testa e pulando no lugar. Anika e Fiona ficaram alongando-se no chão como se tentassem esconder a
3 ansiedade. Até Naomi parecia mais quieta do que o normal.
4 Mas, para quem não as conhecia, a equipe estava ótima. Todas as meninas estavam de cabelo
5 preso, com laços das cores das equipes, e usavam o uniforme roxo com duas tiras brancas na lateral.
6 Elas pareciam uma verdadeira equipe de ginástica se aquecendo para as finais estaduais.
7 O ginásio estadual era enorme. Estava cheio de outras equipes de vários níveis. Algumas
8 meninas pareciam bem nervosas. Outras riam, girando perto das barras ou fazendo piruetas no chão.
9 Era um dia muito importante.
10 Através do colorido e do movimento do lugar, Gemma conseguia ver seus pais sentados nas
11 arquibancadas. Eles estavam imóveis. Pareciam que nem estavam conversando. A impressão era de
12 que estavam muito longes dali.
13 Por dentro, Gemma se sentia estranha. Estava nervosa e empolgada ao mesmo tempo. Hoje ela
14 tinha que dar um salto-mortal na trave na frente dos juízes! Será que ela conseguiria?
15 Para piorar as coisas, a equipe era a última nos exercícios de trave. E Gemma era a última
16 ginasta da equipe. Portanto, teria que segurar sua ansiedade até o último minuto.
17 Michael, o técnico, convocou uma reunião de equipe.
18 – Certo, garotas – disse Michael. Ele estava de cara feia, mas Gemma percebeu um brilho nos
19 olhos dele, embaixo das enormes sobrancelhas. – Vocês já fizeram esses movimentos centenas de
20 vezes. Todas sabem o que fazer.
21 Michael parou. As cinco garotas estavam de pé, paradas no início da pista de corrida. O barulho
22 e o movimento pareciam ter desaparecido.
23 – Eu sei que vocês vão conseguir e que vão me deixar bem orgulhoso, garotas – falou Michael
24 tranquilo.
25 A equipe ficou em silêncio, mas as meninas relaxaram um pouquinho. Kathy parou de franzir a
26 testa. Fiona parecia quase sorrir novamente. A conversa com Michael havia ajudado a relaxar.
27 O nervosismo, a ansiedade e o medo foram acalmados. Agora Gemma se sentia tranquila. Ela
28 tinha se esforçado muito e sabia o que fazer.
29 Agora era hora de colocar tudo em prática.
30 Quando chegou a vez de Gemma saltar sobre o cavalo¹, ela se sentia forte e preparada. A garota
31 secou as mãos nas pernas e esperou. Então um dos juízes fez o sinal com a cabeça.
32 Gemma correu. Suas pernas pisaram firmes na pista de corrida. Ela só enxergava o cavalo à sua
33 frente. Corrida, corrida, pernas juntas, traseiro encaixado...
34 Quando ela saltou sobre o cavalo, seu corpo subiu com facilidade. Por um segundo, ela sentiu
35 que estava voando. E depois sentiu o chão debaixo dos pés.
36 O pouso foi bom.
37 Foi um bom salto.
38 Quando a nota apareceu, Gemma se sentiu ainda melhor. A nota dela foi a segunda melhor da
39 equipe, apenas abaixo da Naomi.
40 Kathy deu um tapinha nas costas de Gemma.
41 Gemma suspirou. Isso era muito bom.
42 Ela não precisava mais se preocupar por ser a pior atleta.
43 Ela se saiu muito bem tanto nas barras quanto no solo. Balançou entre as barras assimétricas
44 como se tivesse feito isso a vida inteira. Deu uma cambalhota alta e dançou graciosamente no chão.
45 Depois de todo o trabalho, hoje tudo parecia muito fácil.
46 Quando chegou a hora do exercício de trave, Gemma esperou calmamente sua vez.
47 Finalmente havia chegado sua hora. As outras equipes já tinham terminado e estavam sentadas
48 em silêncio, só assistindo.
49 Pareciam que todos no ginásio estavam observando.
50 Quando Gemma começou sua apresentação, pensou na ginasta do vídeo das Olimpíadas. Ela
51 tinha se apresentado para o mundo inteiro! Gemma sabia que era capaz de se apresentar para o
52 ginásio estadual.
53 Era muito gostoso estar na trave. Quando chegou a hora do salto-mortal, Gemma fez bonito.
54 Nenhum problema. Ela pousou com firmeza e segurança.
55 Ela ouviu o treinador da outra equipe engasgar atrás dela.
56 Quando a nota de Gemma apareceu, todos no ginásio bateram palma. Era uma nota bem alta!
57 Gemma ficou orgulhosa, mas também estava confusa. Ela não entendia o que aquela nota
58 realmente significava.
59 Michael sorriu e disse:
60 – É isso aí, Gemma!
61 Kathy e Anika abraçaram Gemma e depois se abraçaram.
62 Houve um momento em que Naomi disse baixinho:
63 – Onde foi que eu errei?
64 Até a hora da premiação, Gemma não estava entendendo nada. Quando chegou o momento de
65 anunciar a nota mais alta, os juízes chamaram o nome de Gemma.
66 Ela havia conseguido a maior nota geral entre todas as equipes do Estado!
67 Gemma ficou em pé sobre uma plataforma e um juiz lhe deu o troféu. Ela não conseguia parar
68 de sorrir. Toda a sua equipe batia palmas. Até Naomi estava sorrindo.
69 Gemma procurou os pais no meio da multidão, mas eles não estavam mais sentados no lugar de
70 antes. Tinham descido para perto da grade e estavam inclinados sobre ela, batendo palmas. A sua
71 mãe sorria e chorava ao mesmo tempo. Seu pai estava muito alegre.
72 Ficar ali na plataforma, observando tudo aquilo, era uma sensação maravilhosa.
73 Somente no carro, a caminho de casa, foi que Gemma teve a chance de olhar bem para o troféu.
74 Ela o girou nas mãos e tocou o ouro gelado, que brilhava na luz do entardecer.
75 O troféu mostrava uma ginasta em um movimento de parada de mãos perfeito. Ela estava de
76 cabeça para baixo, com as pernas retas e os dedos dos pés apontando para o céu. Mas, para Gemma,
77 o troféu mostrava muito mais que isso.
78 Gemma passou os dedos pelas pernas retas da ginasta.
79 Para ela, aquela menina estava dando um salto sobre o cavalo. Seu traseiro estava encaixado, e
80 as pernas, muito juntas. Ela estava prestes a saltar do cavalo e a se elevar no ar para pousar.
81 O troféu era o melhor presente que Gemma já tinha recebido. Ele representava todo o seu
82 esforço.
83 Para Gemma, o troféu mostrava uma ginasta executando o melhor salto do mundo.
¹ Aparelho usado na ginástica artística para a execução dos saltos
(KALKIPSAKIS, Thalia. Go Girl!: a pior atleta. [Versão brasileira: Editora Fundamento]. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010). Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta uma atitude realizada exclusivamente por Michael, o técnico do time:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A PIOR ATLETA
1 Havia chegado o dia das finais estaduais. Todos estavam nervosos. Kathy ficava franzindo a
2 testa e pulando no lugar. Anika e Fiona ficaram alongando-se no chão como se tentassem esconder a
3 ansiedade. Até Naomi parecia mais quieta do que o normal.
4 Mas, para quem não as conhecia, a equipe estava ótima. Todas as meninas estavam de cabelo
5 preso, com laços das cores das equipes, e usavam o uniforme roxo com duas tiras brancas na lateral.
6 Elas pareciam uma verdadeira equipe de ginástica se aquecendo para as finais estaduais.
7 O ginásio estadual era enorme. Estava cheio de outras equipes de vários níveis. Algumas
8 meninas pareciam bem nervosas. Outras riam, girando perto das barras ou fazendo piruetas no chão.
9 Era um dia muito importante.
10 Através do colorido e do movimento do lugar, Gemma conseguia ver seus pais sentados nas
11 arquibancadas. Eles estavam imóveis. Pareciam que nem estavam conversando. A impressão era de
12 que estavam muito longes dali.
13 Por dentro, Gemma se sentia estranha. Estava nervosa e empolgada ao mesmo tempo. Hoje ela
14 tinha que dar um salto-mortal na trave na frente dos juízes! Será que ela conseguiria?
15 Para piorar as coisas, a equipe era a última nos exercícios de trave. E Gemma era a última
16 ginasta da equipe. Portanto, teria que segurar sua ansiedade até o último minuto.
17 Michael, o técnico, convocou uma reunião de equipe.
18 – Certo, garotas – disse Michael. Ele estava de cara feia, mas Gemma percebeu um brilho nos
19 olhos dele, embaixo das enormes sobrancelhas. – Vocês já fizeram esses movimentos centenas de
20 vezes. Todas sabem o que fazer.
21 Michael parou. As cinco garotas estavam de pé, paradas no início da pista de corrida. O barulho
22 e o movimento pareciam ter desaparecido.
23 – Eu sei que vocês vão conseguir e que vão me deixar bem orgulhoso, garotas – falou Michael
24 tranquilo.
25 A equipe ficou em silêncio, mas as meninas relaxaram um pouquinho. Kathy parou de franzir a
26 testa. Fiona parecia quase sorrir novamente. A conversa com Michael havia ajudado a relaxar.
27 O nervosismo, a ansiedade e o medo foram acalmados. Agora Gemma se sentia tranquila. Ela
28 tinha se esforçado muito e sabia o que fazer.
29 Agora era hora de colocar tudo em prática.
30 Quando chegou a vez de Gemma saltar sobre o cavalo¹, ela se sentia forte e preparada. A garota
31 secou as mãos nas pernas e esperou. Então um dos juízes fez o sinal com a cabeça.
32 Gemma correu. Suas pernas pisaram firmes na pista de corrida. Ela só enxergava o cavalo à sua
33 frente. Corrida, corrida, pernas juntas, traseiro encaixado...
34 Quando ela saltou sobre o cavalo, seu corpo subiu com facilidade. Por um segundo, ela sentiu
35 que estava voando. E depois sentiu o chão debaixo dos pés.
36 O pouso foi bom.
37 Foi um bom salto.
38 Quando a nota apareceu, Gemma se sentiu ainda melhor. A nota dela foi a segunda melhor da
39 equipe, apenas abaixo da Naomi.
40 Kathy deu um tapinha nas costas de Gemma.
41 Gemma suspirou. Isso era muito bom.
42 Ela não precisava mais se preocupar por ser a pior atleta.
43 Ela se saiu muito bem tanto nas barras quanto no solo. Balançou entre as barras assimétricas
44 como se tivesse feito isso a vida inteira. Deu uma cambalhota alta e dançou graciosamente no chão.
45 Depois de todo o trabalho, hoje tudo parecia muito fácil.
46 Quando chegou a hora do exercício de trave, Gemma esperou calmamente sua vez.
47 Finalmente havia chegado sua hora. As outras equipes já tinham terminado e estavam sentadas
48 em silêncio, só assistindo.
49 Pareciam que todos no ginásio estavam observando.
50 Quando Gemma começou sua apresentação, pensou na ginasta do vídeo das Olimpíadas. Ela
51 tinha se apresentado para o mundo inteiro! Gemma sabia que era capaz de se apresentar para o
52 ginásio estadual.
53 Era muito gostoso estar na trave. Quando chegou a hora do salto-mortal, Gemma fez bonito.
54 Nenhum problema. Ela pousou com firmeza e segurança.
55 Ela ouviu o treinador da outra equipe engasgar atrás dela.
56 Quando a nota de Gemma apareceu, todos no ginásio bateram palma. Era uma nota bem alta!
57 Gemma ficou orgulhosa, mas também estava confusa. Ela não entendia o que aquela nota
58 realmente significava.
59 Michael sorriu e disse:
60 – É isso aí, Gemma!
61 Kathy e Anika abraçaram Gemma e depois se abraçaram.
62 Houve um momento em que Naomi disse baixinho:
63 – Onde foi que eu errei?
64 Até a hora da premiação, Gemma não estava entendendo nada. Quando chegou o momento de
65 anunciar a nota mais alta, os juízes chamaram o nome de Gemma.
66 Ela havia conseguido a maior nota geral entre todas as equipes do Estado!
67 Gemma ficou em pé sobre uma plataforma e um juiz lhe deu o troféu. Ela não conseguia parar
68 de sorrir. Toda a sua equipe batia palmas. Até Naomi estava sorrindo.
69 Gemma procurou os pais no meio da multidão, mas eles não estavam mais sentados no lugar de
70 antes. Tinham descido para perto da grade e estavam inclinados sobre ela, batendo palmas. A sua
71 mãe sorria e chorava ao mesmo tempo. Seu pai estava muito alegre.
72 Ficar ali na plataforma, observando tudo aquilo, era uma sensação maravilhosa.
73 Somente no carro, a caminho de casa, foi que Gemma teve a chance de olhar bem para o troféu.
74 Ela o girou nas mãos e tocou o ouro gelado, que brilhava na luz do entardecer.
75 O troféu mostrava uma ginasta em um movimento de parada de mãos perfeito. Ela estava de
76 cabeça para baixo, com as pernas retas e os dedos dos pés apontando para o céu. Mas, para Gemma,
77 o troféu mostrava muito mais que isso.
78 Gemma passou os dedos pelas pernas retas da ginasta.
79 Para ela, aquela menina estava dando um salto sobre o cavalo. Seu traseiro estava encaixado, e
80 as pernas, muito juntas. Ela estava prestes a saltar do cavalo e a se elevar no ar para pousar.
81 O troféu era o melhor presente que Gemma já tinha recebido. Ele representava todo o seu
82 esforço.
83 Para Gemma, o troféu mostrava uma ginasta executando o melhor salto do mundo.
¹ Aparelho usado na ginástica artística para a execução dos saltos
(KALKIPSAKIS, Thalia. Go Girl!: a pior atleta. [Versão brasileira: Editora Fundamento]. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010). Adaptado.
Assinale a opção em que se observa a opinião do narrador.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A PIOR ATLETA
1 Havia chegado o dia das finais estaduais. Todos estavam nervosos. Kathy ficava franzindo a
2 testa e pulando no lugar. Anika e Fiona ficaram alongando-se no chão como se tentassem esconder a
3 ansiedade. Até Naomi parecia mais quieta do que o normal.
4 Mas, para quem não as conhecia, a equipe estava ótima. Todas as meninas estavam de cabelo
5 preso, com laços das cores das equipes, e usavam o uniforme roxo com duas tiras brancas na lateral.
6 Elas pareciam uma verdadeira equipe de ginástica se aquecendo para as finais estaduais.
7 O ginásio estadual era enorme. Estava cheio de outras equipes de vários níveis. Algumas
8 meninas pareciam bem nervosas. Outras riam, girando perto das barras ou fazendo piruetas no chão.
9 Era um dia muito importante.
10 Através do colorido e do movimento do lugar, Gemma conseguia ver seus pais sentados nas
11 arquibancadas. Eles estavam imóveis. Pareciam que nem estavam conversando. A impressão era de
12 que estavam muito longes dali.
13 Por dentro, Gemma se sentia estranha. Estava nervosa e empolgada ao mesmo tempo. Hoje ela
14 tinha que dar um salto-mortal na trave na frente dos juízes! Será que ela conseguiria?
15 Para piorar as coisas, a equipe era a última nos exercícios de trave. E Gemma era a última
16 ginasta da equipe. Portanto, teria que segurar sua ansiedade até o último minuto.
17 Michael, o técnico, convocou uma reunião de equipe.
18 – Certo, garotas – disse Michael. Ele estava de cara feia, mas Gemma percebeu um brilho nos
19 olhos dele, embaixo das enormes sobrancelhas. – Vocês já fizeram esses movimentos centenas de
20 vezes. Todas sabem o que fazer.
21 Michael parou. As cinco garotas estavam de pé, paradas no início da pista de corrida. O barulho
22 e o movimento pareciam ter desaparecido.
23 – Eu sei que vocês vão conseguir e que vão me deixar bem orgulhoso, garotas – falou Michael
24 tranquilo.
25 A equipe ficou em silêncio, mas as meninas relaxaram um pouquinho. Kathy parou de franzir a
26 testa. Fiona parecia quase sorrir novamente. A conversa com Michael havia ajudado a relaxar.
27 O nervosismo, a ansiedade e o medo foram acalmados. Agora Gemma se sentia tranquila. Ela
28 tinha se esforçado muito e sabia o que fazer.
29 Agora era hora de colocar tudo em prática.
30 Quando chegou a vez de Gemma saltar sobre o cavalo¹, ela se sentia forte e preparada. A garota
31 secou as mãos nas pernas e esperou. Então um dos juízes fez o sinal com a cabeça.
32 Gemma correu. Suas pernas pisaram firmes na pista de corrida. Ela só enxergava o cavalo à sua
33 frente. Corrida, corrida, pernas juntas, traseiro encaixado...
34 Quando ela saltou sobre o cavalo, seu corpo subiu com facilidade. Por um segundo, ela sentiu
35 que estava voando. E depois sentiu o chão debaixo dos pés.
36 O pouso foi bom.
37 Foi um bom salto.
38 Quando a nota apareceu, Gemma se sentiu ainda melhor. A nota dela foi a segunda melhor da
39 equipe, apenas abaixo da Naomi.
40 Kathy deu um tapinha nas costas de Gemma.
41 Gemma suspirou. Isso era muito bom.
42 Ela não precisava mais se preocupar por ser a pior atleta.
43 Ela se saiu muito bem tanto nas barras quanto no solo. Balançou entre as barras assimétricas
44 como se tivesse feito isso a vida inteira. Deu uma cambalhota alta e dançou graciosamente no chão.
45 Depois de todo o trabalho, hoje tudo parecia muito fácil.
46 Quando chegou a hora do exercício de trave, Gemma esperou calmamente sua vez.
47 Finalmente havia chegado sua hora. As outras equipes já tinham terminado e estavam sentadas
48 em silêncio, só assistindo.
49 Pareciam que todos no ginásio estavam observando.
50 Quando Gemma começou sua apresentação, pensou na ginasta do vídeo das Olimpíadas. Ela
51 tinha se apresentado para o mundo inteiro! Gemma sabia que era capaz de se apresentar para o
52 ginásio estadual.
53 Era muito gostoso estar na trave. Quando chegou a hora do salto-mortal, Gemma fez bonito.
54 Nenhum problema. Ela pousou com firmeza e segurança.
55 Ela ouviu o treinador da outra equipe engasgar atrás dela.
56 Quando a nota de Gemma apareceu, todos no ginásio bateram palma. Era uma nota bem alta!
57 Gemma ficou orgulhosa, mas também estava confusa. Ela não entendia o que aquela nota
58 realmente significava.
59 Michael sorriu e disse:
60 – É isso aí, Gemma!
61 Kathy e Anika abraçaram Gemma e depois se abraçaram.
62 Houve um momento em que Naomi disse baixinho:
63 – Onde foi que eu errei?
64 Até a hora da premiação, Gemma não estava entendendo nada. Quando chegou o momento de
65 anunciar a nota mais alta, os juízes chamaram o nome de Gemma.
66 Ela havia conseguido a maior nota geral entre todas as equipes do Estado!
67 Gemma ficou em pé sobre uma plataforma e um juiz lhe deu o troféu. Ela não conseguia parar
68 de sorrir. Toda a sua equipe batia palmas. Até Naomi estava sorrindo.
69 Gemma procurou os pais no meio da multidão, mas eles não estavam mais sentados no lugar de
70 antes. Tinham descido para perto da grade e estavam inclinados sobre ela, batendo palmas. A sua
71 mãe sorria e chorava ao mesmo tempo. Seu pai estava muito alegre.
72 Ficar ali na plataforma, observando tudo aquilo, era uma sensação maravilhosa.
73 Somente no carro, a caminho de casa, foi que Gemma teve a chance de olhar bem para o troféu.
74 Ela o girou nas mãos e tocou o ouro gelado, que brilhava na luz do entardecer.
75 O troféu mostrava uma ginasta em um movimento de parada de mãos perfeito. Ela estava de
76 cabeça para baixo, com as pernas retas e os dedos dos pés apontando para o céu. Mas, para Gemma,
77 o troféu mostrava muito mais que isso.
78 Gemma passou os dedos pelas pernas retas da ginasta.
79 Para ela, aquela menina estava dando um salto sobre o cavalo. Seu traseiro estava encaixado, e
80 as pernas, muito juntas. Ela estava prestes a saltar do cavalo e a se elevar no ar para pousar.
81 O troféu era o melhor presente que Gemma já tinha recebido. Ele representava todo o seu
82 esforço.
83 Para Gemma, o troféu mostrava uma ginasta executando o melhor salto do mundo.
¹ Aparelho usado na ginástica artística para a execução dos saltos
(KALKIPSAKIS, Thalia. Go Girl!: a pior atleta. [Versão brasileira: Editora Fundamento]. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010). Adaptado.
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TEXTO I
A PIOR ATLETA
1 Havia chegado o dia das finais estaduais. Todos estavam nervosos. Kathy ficava franzindo a
2 testa e pulando no lugar. Anika e Fiona ficaram alongando-se no chão como se tentassem esconder a
3 ansiedade. Até Naomi parecia mais quieta do que o normal.
4 Mas, para quem não as conhecia, a equipe estava ótima. Todas as meninas estavam de cabelo
5 preso, com laços das cores das equipes, e usavam o uniforme roxo com duas tiras brancas na lateral.
6 Elas pareciam uma verdadeira equipe de ginástica se aquecendo para as finais estaduais.
7 O ginásio estadual era enorme. Estava cheio de outras equipes de vários níveis. Algumas
8 meninas pareciam bem nervosas. Outras riam, girando perto das barras ou fazendo piruetas no chão.
9 Era um dia muito importante.
10 Através do colorido e do movimento do lugar, Gemma conseguia ver seus pais sentados nas
11 arquibancadas. Eles estavam imóveis. Pareciam que nem estavam conversando. A impressão era de
12 que estavam muito longes dali.
13 Por dentro, Gemma se sentia estranha. Estava nervosa e empolgada ao mesmo tempo. Hoje ela
14 tinha que dar um salto-mortal na trave na frente dos juízes! Será que ela conseguiria?
15 Para piorar as coisas, a equipe era a última nos exercícios de trave. E Gemma era a última
16 ginasta da equipe. Portanto, teria que segurar sua ansiedade até o último minuto.
17 Michael, o técnico, convocou uma reunião de equipe.
18 – Certo, garotas – disse Michael. Ele estava de cara feia, mas Gemma percebeu um brilho nos
19 olhos dele, embaixo das enormes sobrancelhas. – Vocês já fizeram esses movimentos centenas de
20 vezes. Todas sabem o que fazer.
21 Michael parou. As cinco garotas estavam de pé, paradas no início da pista de corrida. O barulho
22 e o movimento pareciam ter desaparecido.
23 – Eu sei que vocês vão conseguir e que vão me deixar bem orgulhoso, garotas – falou Michael
24 tranquilo.
25 A equipe ficou em silêncio, mas as meninas relaxaram um pouquinho. Kathy parou de franzir a
26 testa. Fiona parecia quase sorrir novamente. A conversa com Michael havia ajudado a relaxar.
27 O nervosismo, a ansiedade e o medo foram acalmados. Agora Gemma se sentia tranquila. Ela
28 tinha se esforçado muito e sabia o que fazer.
29 Agora era hora de colocar tudo em prática.
30 Quando chegou a vez de Gemma saltar sobre o cavalo¹, ela se sentia forte e preparada. A garota
31 secou as mãos nas pernas e esperou. Então um dos juízes fez o sinal com a cabeça.
32 Gemma correu. Suas pernas pisaram firmes na pista de corrida. Ela só enxergava o cavalo à sua
33 frente. Corrida, corrida, pernas juntas, traseiro encaixado...
34 Quando ela saltou sobre o cavalo, seu corpo subiu com facilidade. Por um segundo, ela sentiu
35 que estava voando. E depois sentiu o chão debaixo dos pés.
36 O pouso foi bom.
37 Foi um bom salto.
38 Quando a nota apareceu, Gemma se sentiu ainda melhor. A nota dela foi a segunda melhor da
39 equipe, apenas abaixo da Naomi.
40 Kathy deu um tapinha nas costas de Gemma.
41 Gemma suspirou. Isso era muito bom.
42 Ela não precisava mais se preocupar por ser a pior atleta.
43 Ela se saiu muito bem tanto nas barras quanto no solo. Balançou entre as barras assimétricas
44 como se tivesse feito isso a vida inteira. Deu uma cambalhota alta e dançou graciosamente no chão.
45 Depois de todo o trabalho, hoje tudo parecia muito fácil.
46 Quando chegou a hora do exercício de trave, Gemma esperou calmamente sua vez.
47 Finalmente havia chegado sua hora. As outras equipes já tinham terminado e estavam sentadas
48 em silêncio, só assistindo.
49 Pareciam que todos no ginásio estavam observando.
50 Quando Gemma começou sua apresentação, pensou na ginasta do vídeo das Olimpíadas. Ela
51 tinha se apresentado para o mundo inteiro! Gemma sabia que era capaz de se apresentar para o
52 ginásio estadual.
53 Era muito gostoso estar na trave. Quando chegou a hora do salto-mortal, Gemma fez bonito.
54 Nenhum problema. Ela pousou com firmeza e segurança.
55 Ela ouviu o treinador da outra equipe engasgar atrás dela.
56 Quando a nota de Gemma apareceu, todos no ginásio bateram palma. Era uma nota bem alta!
57 Gemma ficou orgulhosa, mas também estava confusa. Ela não entendia o que aquela nota
58 realmente significava.
59 Michael sorriu e disse:
60 – É isso aí, Gemma!
61 Kathy e Anika abraçaram Gemma e depois se abraçaram.
62 Houve um momento em que Naomi disse baixinho:
63 – Onde foi que eu errei?
64 Até a hora da premiação, Gemma não estava entendendo nada. Quando chegou o momento de
65 anunciar a nota mais alta, os juízes chamaram o nome de Gemma.
66 Ela havia conseguido a maior nota geral entre todas as equipes do Estado!
67 Gemma ficou em pé sobre uma plataforma e um juiz lhe deu o troféu. Ela não conseguia parar
68 de sorrir. Toda a sua equipe batia palmas. Até Naomi estava sorrindo.
69 Gemma procurou os pais no meio da multidão, mas eles não estavam mais sentados no lugar de
70 antes. Tinham descido para perto da grade e estavam inclinados sobre ela, batendo palmas. A sua
71 mãe sorria e chorava ao mesmo tempo. Seu pai estava muito alegre.
72 Ficar ali na plataforma, observando tudo aquilo, era uma sensação maravilhosa.
73 Somente no carro, a caminho de casa, foi que Gemma teve a chance de olhar bem para o troféu.
74 Ela o girou nas mãos e tocou o ouro gelado, que brilhava na luz do entardecer.
75 O troféu mostrava uma ginasta em um movimento de parada de mãos perfeito. Ela estava de
76 cabeça para baixo, com as pernas retas e os dedos dos pés apontando para o céu. Mas, para Gemma,
77 o troféu mostrava muito mais que isso.
78 Gemma passou os dedos pelas pernas retas da ginasta.
79 Para ela, aquela menina estava dando um salto sobre o cavalo. Seu traseiro estava encaixado, e
80 as pernas, muito juntas. Ela estava prestes a saltar do cavalo e a se elevar no ar para pousar.
81 O troféu era o melhor presente que Gemma já tinha recebido. Ele representava todo o seu
82 esforço.
83 Para Gemma, o troféu mostrava uma ginasta executando o melhor salto do mundo.
¹ Aparelho usado na ginástica artística para a execução dos saltos
(KALKIPSAKIS, Thalia. Go Girl!: a pior atleta. [Versão brasileira: Editora Fundamento]. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010). Adaptado.
Considerando o contexto da narrativa, na frase "Kathy deu um tapinha nas costas de Gemma" (l. 40), o uso de uma forma no diminutivo expressaResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Como nasceram os Jogos Paralímpicos?
Por Manuela Mourão
27 ago 2024, 19h00
1 Os Jogos Paralímpicos, como conhecemos hoje, não começaram como uma grande competição
2 mundial de diversos esportes. Na verdade, a trajetória deste evento remonta ao período pós-Segunda
3 Guerra Mundial, em um hospital inglês que recebia e tratava de soldados lesionados pelo confronto. O
4 que começou com uma competição modesta entre alguns pacientes veio a se tornar um dos maiores
5 símbolos de inclusão do mundo.
6 Naquele tempo depois da guerra, os militares feridos – muitos com lesões na coluna que os
7 deixaram paralisados – eram encaminhados ao hospital Stoke Mandeville, no interior da Inglaterra,
8 para tratamento. A perspectiva de vida para essas pessoas era de apenas dois anos, e o tempo de
9 recuperação e terapia era marcado por longos períodos de inatividade. No entanto, essa realidade
10 começou a mudar quando o neurologista Sir Ludwig Guttmann assumiu a responsabilidade pelo
11 cuidado desses pacientes.
12 Médico e diretor do centro nacional britânico de traumatismos, Guttmann não concordava com a
13 inatividade dos pacientes, por isso introduziu uma abordagem revolucionária: o cuidado ativo por meio
14 do artesanato e, principalmente, dos esportes.
15 Ele acreditava que a prática esportiva não apenas ajudaria no condicionamento físico, mas também
16 restauraria a dignidade e a autoestima daquelas pessoas. No dia 29 de julho de 1948, um grupo de 14
17 homens e duas mulheres fizeram uma prova de tiro com arco, dentro do próprio hospital. Assim
18 nasceram as primeiras competições em cadeira de rodas, e os 16 participantes viriam a se tornar os
19 primeiros atletas paralímpicos.
20 O impacto foi imediato e transformador. A britânica Caz Walton, uma das primeiras medalhistas
21 paralímpicas, deu seu depoimento ao Comitê Paralímpico Internacional e, ao recordar de Sir Ludwig,
22 disse: “Ele me deu tanta confiança. Foi quando soube que era igual a qualquer outra pessoa”.
23 Essas competições continuaram a crescer, tornando-se eventos anuais no hospital. Para Guttmann,
24 a importância dessas atividades ia além dos benefícios físicos e psicológicos. “O mais importante é a
25 reintegração social dos paralisados na sociedade”, falou o médico na época.
26 Em 1952, o Stoke realizou seu primeiro evento esportivo internacional: um pequeno time holandês
27 se juntou aos britânicos para competir nos jogos do hospital. A evolução natural desse movimento
28 culminou na realização dos primeiros Jogos Paralímpicos oficiais em 1960, em Roma, logo após as
29 Olimpíadas (que também ocorreram na capital italiana). Naquela ocasião, 400 atletas de 23 países
30 competiram em oito modalidades. Desde então, as Paralimpíadas passaram a ser realizadas seguindo o
31 mesmo ciclo das Olimpíadas, a cada quatro anos.
32 O crescimento do movimento paralímpico foi acompanhado pela inclusão de atletas com diferentes
33 tipos de deficiência. Em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes
34 (ISOD), que ofereceu oportunidades para atletas que não podiam se filiar aos Jogos Stoke Mandeville,
35 como deficientes visuais, amputados e pessoas com paralisia cerebral. Gradualmente, novas
36 organizações esportivas internacionais surgiram, promovendo a coordenação entre as diferentes
37 modalidades e necessidades. Finalmente, em 1989, o Comitê Paralímpico Internacional nasceu em
38 Düsseldorf, na Alemanha, consolidando o movimento paralímpico global.
39 Em 2024, Paris recebe as Paralimpíadas, com a participação de 4.400 atletas de 184 países,
40 competindo em 22 esportes e 549 eventos, destacando-se como uma das edições mais inclusivas e
41 diversificadas da história. Uma das grandes novidades são as medalhas, que terão inscrições em braile.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/como-nasceram-os-jogos-paralimpicos/Adaptado. Acesso em 25 AGO 24).
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TEXTO II
Como nasceram os Jogos Paralímpicos?
Por Manuela Mourão
27 ago 2024, 19h00
1 Os Jogos Paralímpicos, como conhecemos hoje, não começaram como uma grande competição
2 mundial de diversos esportes. Na verdade, a trajetória deste evento remonta ao período pós-Segunda
3 Guerra Mundial, em um hospital inglês que recebia e tratava de soldados lesionados pelo confronto. O
4 que começou com uma competição modesta entre alguns pacientes veio a se tornar um dos maiores
5 símbolos de inclusão do mundo.
6 Naquele tempo depois da guerra, os militares feridos – muitos com lesões na coluna que os
7 deixaram paralisados – eram encaminhados ao hospital Stoke Mandeville, no interior da Inglaterra,
8 para tratamento. A perspectiva de vida para essas pessoas era de apenas dois anos, e o tempo de
9 recuperação e terapia era marcado por longos períodos de inatividade. No entanto, essa realidade
10 começou a mudar quando o neurologista Sir Ludwig Guttmann assumiu a responsabilidade pelo
11 cuidado desses pacientes.
12 Médico e diretor do centro nacional britânico de traumatismos, Guttmann não concordava com a
13 inatividade dos pacientes, por isso introduziu uma abordagem revolucionária: o cuidado ativo por meio
14 do artesanato e, principalmente, dos esportes.
15 Ele acreditava que a prática esportiva não apenas ajudaria no condicionamento físico, mas também
16 restauraria a dignidade e a autoestima daquelas pessoas. No dia 29 de julho de 1948, um grupo de 14
17 homens e duas mulheres fizeram uma prova de tiro com arco, dentro do próprio hospital. Assim
18 nasceram as primeiras competições em cadeira de rodas, e os 16 participantes viriam a se tornar os
19 primeiros atletas paralímpicos.
20 O impacto foi imediato e transformador. A britânica Caz Walton, uma das primeiras medalhistas
21 paralímpicas, deu seu depoimento ao Comitê Paralímpico Internacional e, ao recordar de Sir Ludwig,
22 disse: “Ele me deu tanta confiança. Foi quando soube que era igual a qualquer outra pessoa”.
23 Essas competições continuaram a crescer, tornando-se eventos anuais no hospital. Para Guttmann,
24 a importância dessas atividades ia além dos benefícios físicos e psicológicos. “O mais importante é a
25 reintegração social dos paralisados na sociedade”, falou o médico na época.
26 Em 1952, o Stoke realizou seu primeiro evento esportivo internacional: um pequeno time holandês
27 se juntou aos britânicos para competir nos jogos do hospital. A evolução natural desse movimento
28 culminou na realização dos primeiros Jogos Paralímpicos oficiais em 1960, em Roma, logo após as
29 Olimpíadas (que também ocorreram na capital italiana). Naquela ocasião, 400 atletas de 23 países
30 competiram em oito modalidades. Desde então, as Paralimpíadas passaram a ser realizadas seguindo o
31 mesmo ciclo das Olimpíadas, a cada quatro anos.
32 O crescimento do movimento paralímpico foi acompanhado pela inclusão de atletas com diferentes
33 tipos de deficiência. Em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes
34 (ISOD), que ofereceu oportunidades para atletas que não podiam se filiar aos Jogos Stoke Mandeville,
35 como deficientes visuais, amputados e pessoas com paralisia cerebral. Gradualmente, novas
36 organizações esportivas internacionais surgiram, promovendo a coordenação entre as diferentes
37 modalidades e necessidades. Finalmente, em 1989, o Comitê Paralímpico Internacional nasceu em
38 Düsseldorf, na Alemanha, consolidando o movimento paralímpico global.
39 Em 2024, Paris recebe as Paralimpíadas, com a participação de 4.400 atletas de 184 países,
40 competindo em 22 esportes e 549 eventos, destacando-se como uma das edições mais inclusivas e
41 diversificadas da história. Uma das grandes novidades são as medalhas, que terão inscrições em braile.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/como-nasceram-os-jogos-paralimpicos/Adaptado. Acesso em 25 AGO 24).
A partir da compreensão do texto lido, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Como nasceram os Jogos Paralímpicos?
Por Manuela Mourão
27 ago 2024, 19h00
1 Os Jogos Paralímpicos, como conhecemos hoje, não começaram como uma grande competição
2 mundial de diversos esportes. Na verdade, a trajetória deste evento remonta ao período pós-Segunda
3 Guerra Mundial, em um hospital inglês que recebia e tratava de soldados lesionados pelo confronto. O
4 que começou com uma competição modesta entre alguns pacientes veio a se tornar um dos maiores
5 símbolos de inclusão do mundo.
6 Naquele tempo depois da guerra, os militares feridos – muitos com lesões na coluna que os
7 deixaram paralisados – eram encaminhados ao hospital Stoke Mandeville, no interior da Inglaterra,
8 para tratamento. A perspectiva de vida para essas pessoas era de apenas dois anos, e o tempo de
9 recuperação e terapia era marcado por longos períodos de inatividade. No entanto, essa realidade
10 começou a mudar quando o neurologista Sir Ludwig Guttmann assumiu a responsabilidade pelo
11 cuidado desses pacientes.
12 Médico e diretor do centro nacional britânico de traumatismos, Guttmann não concordava com a
13 inatividade dos pacientes, por isso introduziu uma abordagem revolucionária: o cuidado ativo por meio
14 do artesanato e, principalmente, dos esportes.
15 Ele acreditava que a prática esportiva não apenas ajudaria no condicionamento físico, mas também
16 restauraria a dignidade e a autoestima daquelas pessoas. No dia 29 de julho de 1948, um grupo de 14
17 homens e duas mulheres fizeram uma prova de tiro com arco, dentro do próprio hospital. Assim
18 nasceram as primeiras competições em cadeira de rodas, e os 16 participantes viriam a se tornar os
19 primeiros atletas paralímpicos.
20 O impacto foi imediato e transformador. A britânica Caz Walton, uma das primeiras medalhistas
21 paralímpicas, deu seu depoimento ao Comitê Paralímpico Internacional e, ao recordar de Sir Ludwig,
22 disse: “Ele me deu tanta confiança. Foi quando soube que era igual a qualquer outra pessoa”.
23 Essas competições continuaram a crescer, tornando-se eventos anuais no hospital. Para Guttmann,
24 a importância dessas atividades ia além dos benefícios físicos e psicológicos. “O mais importante é a
25 reintegração social dos paralisados na sociedade”, falou o médico na época.
26 Em 1952, o Stoke realizou seu primeiro evento esportivo internacional: um pequeno time holandês
27 se juntou aos britânicos para competir nos jogos do hospital. A evolução natural desse movimento
28 culminou na realização dos primeiros Jogos Paralímpicos oficiais em 1960, em Roma, logo após as
29 Olimpíadas (que também ocorreram na capital italiana). Naquela ocasião, 400 atletas de 23 países
30 competiram em oito modalidades. Desde então, as Paralimpíadas passaram a ser realizadas seguindo o
31 mesmo ciclo das Olimpíadas, a cada quatro anos.
32 O crescimento do movimento paralímpico foi acompanhado pela inclusão de atletas com diferentes
33 tipos de deficiência. Em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes
34 (ISOD), que ofereceu oportunidades para atletas que não podiam se filiar aos Jogos Stoke Mandeville,
35 como deficientes visuais, amputados e pessoas com paralisia cerebral. Gradualmente, novas
36 organizações esportivas internacionais surgiram, promovendo a coordenação entre as diferentes
37 modalidades e necessidades. Finalmente, em 1989, o Comitê Paralímpico Internacional nasceu em
38 Düsseldorf, na Alemanha, consolidando o movimento paralímpico global.
39 Em 2024, Paris recebe as Paralimpíadas, com a participação de 4.400 atletas de 184 países,
40 competindo em 22 esportes e 549 eventos, destacando-se como uma das edições mais inclusivas e
41 diversificadas da história. Uma das grandes novidades são as medalhas, que terão inscrições em braile.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/como-nasceram-os-jogos-paralimpicos/Adaptado. Acesso em 25 AGO 24).
Verifica-se, sobre o foco temático, que o texto IIResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Como nasceram os Jogos Paralímpicos?
Por Manuela Mourão
27 ago 2024, 19h00
1 Os Jogos Paralímpicos, como conhecemos hoje, não começaram como uma grande competição
2 mundial de diversos esportes. Na verdade, a trajetória deste evento remonta ao período pós-Segunda
3 Guerra Mundial, em um hospital inglês que recebia e tratava de soldados lesionados pelo confronto. O
4 que começou com uma competição modesta entre alguns pacientes veio a se tornar um dos maiores
5 símbolos de inclusão do mundo.
6 Naquele tempo depois da guerra, os militares feridos – muitos com lesões na coluna que os
7 deixaram paralisados – eram encaminhados ao hospital Stoke Mandeville, no interior da Inglaterra,
8 para tratamento. A perspectiva de vida para essas pessoas era de apenas dois anos, e o tempo de
9 recuperação e terapia era marcado por longos períodos de inatividade. No entanto, essa realidade
10 começou a mudar quando o neurologista Sir Ludwig Guttmann assumiu a responsabilidade pelo
11 cuidado desses pacientes.
12 Médico e diretor do centro nacional britânico de traumatismos, Guttmann não concordava com a
13 inatividade dos pacientes, por isso introduziu uma abordagem revolucionária: o cuidado ativo por meio
14 do artesanato e, principalmente, dos esportes.
15 Ele acreditava que a prática esportiva não apenas ajudaria no condicionamento físico, mas também
16 restauraria a dignidade e a autoestima daquelas pessoas. No dia 29 de julho de 1948, um grupo de 14
17 homens e duas mulheres fizeram uma prova de tiro com arco, dentro do próprio hospital. Assim
18 nasceram as primeiras competições em cadeira de rodas, e os 16 participantes viriam a se tornar os
19 primeiros atletas paralímpicos.
20 O impacto foi imediato e transformador. A britânica Caz Walton, uma das primeiras medalhistas
21 paralímpicas, deu seu depoimento ao Comitê Paralímpico Internacional e, ao recordar de Sir Ludwig,
22 disse: “Ele me deu tanta confiança. Foi quando soube que era igual a qualquer outra pessoa”.
23 Essas competições continuaram a crescer, tornando-se eventos anuais no hospital. Para Guttmann,
24 a importância dessas atividades ia além dos benefícios físicos e psicológicos. “O mais importante é a
25 reintegração social dos paralisados na sociedade”, falou o médico na época.
26 Em 1952, o Stoke realizou seu primeiro evento esportivo internacional: um pequeno time holandês
27 se juntou aos britânicos para competir nos jogos do hospital. A evolução natural desse movimento
28 culminou na realização dos primeiros Jogos Paralímpicos oficiais em 1960, em Roma, logo após as
29 Olimpíadas (que também ocorreram na capital italiana). Naquela ocasião, 400 atletas de 23 países
30 competiram em oito modalidades. Desde então, as Paralimpíadas passaram a ser realizadas seguindo o
31 mesmo ciclo das Olimpíadas, a cada quatro anos.
32 O crescimento do movimento paralímpico foi acompanhado pela inclusão de atletas com diferentes
33 tipos de deficiência. Em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes
34 (ISOD), que ofereceu oportunidades para atletas que não podiam se filiar aos Jogos Stoke Mandeville,
35 como deficientes visuais, amputados e pessoas com paralisia cerebral. Gradualmente, novas
36 organizações esportivas internacionais surgiram, promovendo a coordenação entre as diferentes
37 modalidades e necessidades. Finalmente, em 1989, o Comitê Paralímpico Internacional nasceu em
38 Düsseldorf, na Alemanha, consolidando o movimento paralímpico global.
39 Em 2024, Paris recebe as Paralimpíadas, com a participação de 4.400 atletas de 184 países,
40 competindo em 22 esportes e 549 eventos, destacando-se como uma das edições mais inclusivas e
41 diversificadas da história. Uma das grandes novidades são as medalhas, que terão inscrições em braile.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/como-nasceram-os-jogos-paralimpicos/Adaptado. Acesso em 25 AGO 24).
No trecho: “A britânica Caz Walton, uma das primeiras medalhistas paralímpicas, deu seu depoimento ao Comitê Paralímpico Internacional” (l. 20, 21) as vírgulas foram usadas com a finalidade deResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
Como nasceram os Jogos Paralímpicos?
Por Manuela Mourão
27 ago 2024, 19h00
1 Os Jogos Paralímpicos, como conhecemos hoje, não começaram como uma grande competição
2 mundial de diversos esportes. Na verdade, a trajetória deste evento remonta ao período pós-Segunda
3 Guerra Mundial, em um hospital inglês que recebia e tratava de soldados lesionados pelo confronto. O
4 que começou com uma competição modesta entre alguns pacientes veio a se tornar um dos maiores
5 símbolos de inclusão do mundo.
6 Naquele tempo depois da guerra, os militares feridos – muitos com lesões na coluna que os
7 deixaram paralisados – eram encaminhados ao hospital Stoke Mandeville, no interior da Inglaterra,
8 para tratamento. A perspectiva de vida para essas pessoas era de apenas dois anos, e o tempo de
9 recuperação e terapia era marcado por longos períodos de inatividade. No entanto, essa realidade
10 começou a mudar quando o neurologista Sir Ludwig Guttmann assumiu a responsabilidade pelo
11 cuidado desses pacientes.
12 Médico e diretor do centro nacional britânico de traumatismos, Guttmann não concordava com a
13 inatividade dos pacientes, por isso introduziu uma abordagem revolucionária: o cuidado ativo por meio
14 do artesanato e, principalmente, dos esportes.
15 Ele acreditava que a prática esportiva não apenas ajudaria no condicionamento físico, mas também
16 restauraria a dignidade e a autoestima daquelas pessoas. No dia 29 de julho de 1948, um grupo de 14
17 homens e duas mulheres fizeram uma prova de tiro com arco, dentro do próprio hospital. Assim
18 nasceram as primeiras competições em cadeira de rodas, e os 16 participantes viriam a se tornar os
19 primeiros atletas paralímpicos.
20 O impacto foi imediato e transformador. A britânica Caz Walton, uma das primeiras medalhistas
21 paralímpicas, deu seu depoimento ao Comitê Paralímpico Internacional e, ao recordar de Sir Ludwig,
22 disse: “Ele me deu tanta confiança. Foi quando soube que era igual a qualquer outra pessoa”.
23 Essas competições continuaram a crescer, tornando-se eventos anuais no hospital. Para Guttmann,
24 a importância dessas atividades ia além dos benefícios físicos e psicológicos. “O mais importante é a
25 reintegração social dos paralisados na sociedade”, falou o médico na época.
26 Em 1952, o Stoke realizou seu primeiro evento esportivo internacional: um pequeno time holandês
27 se juntou aos britânicos para competir nos jogos do hospital. A evolução natural desse movimento
28 culminou na realização dos primeiros Jogos Paralímpicos oficiais em 1960, em Roma, logo após as
29 Olimpíadas (que também ocorreram na capital italiana). Naquela ocasião, 400 atletas de 23 países
30 competiram em oito modalidades. Desde então, as Paralimpíadas passaram a ser realizadas seguindo o
31 mesmo ciclo das Olimpíadas, a cada quatro anos.
32 O crescimento do movimento paralímpico foi acompanhado pela inclusão de atletas com diferentes
33 tipos de deficiência. Em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes
34 (ISOD), que ofereceu oportunidades para atletas que não podiam se filiar aos Jogos Stoke Mandeville,
35 como deficientes visuais, amputados e pessoas com paralisia cerebral. Gradualmente, novas
36 organizações esportivas internacionais surgiram, promovendo a coordenação entre as diferentes
37 modalidades e necessidades. Finalmente, em 1989, o Comitê Paralímpico Internacional nasceu em
38 Düsseldorf, na Alemanha, consolidando o movimento paralímpico global.
39 Em 2024, Paris recebe as Paralimpíadas, com a participação de 4.400 atletas de 184 países,
40 competindo em 22 esportes e 549 eventos, destacando-se como uma das edições mais inclusivas e
41 diversificadas da história. Uma das grandes novidades são as medalhas, que terão inscrições em braile.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/como-nasceram-os-jogos-paralimpicos/Adaptado. Acesso em 25 AGO 24).
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TEXTO II
Como nasceram os Jogos Paralímpicos?
Por Manuela Mourão
27 ago 2024, 19h00
1 Os Jogos Paralímpicos, como conhecemos hoje, não começaram como uma grande competição
2 mundial de diversos esportes. Na verdade, a trajetória deste evento remonta ao período pós-Segunda
3 Guerra Mundial, em um hospital inglês que recebia e tratava de soldados lesionados pelo confronto. O
4 que começou com uma competição modesta entre alguns pacientes veio a se tornar um dos maiores
5 símbolos de inclusão do mundo.
6 Naquele tempo depois da guerra, os militares feridos – muitos com lesões na coluna que os
7 deixaram paralisados – eram encaminhados ao hospital Stoke Mandeville, no interior da Inglaterra,
8 para tratamento. A perspectiva de vida para essas pessoas era de apenas dois anos, e o tempo de
9 recuperação e terapia era marcado por longos períodos de inatividade. No entanto, essa realidade
10 começou a mudar quando o neurologista Sir Ludwig Guttmann assumiu a responsabilidade pelo
11 cuidado desses pacientes.
12 Médico e diretor do centro nacional britânico de traumatismos, Guttmann não concordava com a
13 inatividade dos pacientes, por isso introduziu uma abordagem revolucionária: o cuidado ativo por meio
14 do artesanato e, principalmente, dos esportes.
15 Ele acreditava que a prática esportiva não apenas ajudaria no condicionamento físico, mas também
16 restauraria a dignidade e a autoestima daquelas pessoas. No dia 29 de julho de 1948, um grupo de 14
17 homens e duas mulheres fizeram uma prova de tiro com arco, dentro do próprio hospital. Assim
18 nasceram as primeiras competições em cadeira de rodas, e os 16 participantes viriam a se tornar os
19 primeiros atletas paralímpicos.
20 O impacto foi imediato e transformador. A britânica Caz Walton, uma das primeiras medalhistas
21 paralímpicas, deu seu depoimento ao Comitê Paralímpico Internacional e, ao recordar de Sir Ludwig,
22 disse: “Ele me deu tanta confiança. Foi quando soube que era igual a qualquer outra pessoa”.
23 Essas competições continuaram a crescer, tornando-se eventos anuais no hospital. Para Guttmann,
24 a importância dessas atividades ia além dos benefícios físicos e psicológicos. “O mais importante é a
25 reintegração social dos paralisados na sociedade”, falou o médico na época.
26 Em 1952, o Stoke realizou seu primeiro evento esportivo internacional: um pequeno time holandês
27 se juntou aos britânicos para competir nos jogos do hospital. A evolução natural desse movimento
28 culminou na realização dos primeiros Jogos Paralímpicos oficiais em 1960, em Roma, logo após as
29 Olimpíadas (que também ocorreram na capital italiana). Naquela ocasião, 400 atletas de 23 países
30 competiram em oito modalidades. Desde então, as Paralimpíadas passaram a ser realizadas seguindo o
31 mesmo ciclo das Olimpíadas, a cada quatro anos.
32 O crescimento do movimento paralímpico foi acompanhado pela inclusão de atletas com diferentes
33 tipos de deficiência. Em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes
34 (ISOD), que ofereceu oportunidades para atletas que não podiam se filiar aos Jogos Stoke Mandeville,
35 como deficientes visuais, amputados e pessoas com paralisia cerebral. Gradualmente, novas
36 organizações esportivas internacionais surgiram, promovendo a coordenação entre as diferentes
37 modalidades e necessidades. Finalmente, em 1989, o Comitê Paralímpico Internacional nasceu em
38 Düsseldorf, na Alemanha, consolidando o movimento paralímpico global.
39 Em 2024, Paris recebe as Paralimpíadas, com a participação de 4.400 atletas de 184 países,
40 competindo em 22 esportes e 549 eventos, destacando-se como uma das edições mais inclusivas e
41 diversificadas da história. Uma das grandes novidades são as medalhas, que terão inscrições em braile.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/como-nasceram-os-jogos-paralimpicos/Adaptado. Acesso em 25 AGO 24).
No trecho “Naquele tempo depois da guerra, os militares feridos – muitos com lesões na coluna que os deixaram paralisados – eram encaminhados ao hospital Stoke Mandeville, no interior da Inglaterra, para tratamento” (l. 6 a 8), há:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Jogos Olímpicos da Juventude
1 Além de servir como uma porta de entrada para atletas promissores em eventos olímpicos, a
2 Olimpíada da Juventude tem o objetivo de inspirar jovens de todo o mundo a praticar esportes, numa
3 tentativa de, inclusive, contribuir no combate à obesidade e sedentarismo infantil, além de difundir
4 entre os mais jovens os Valores Olímpicos. Os Jogos Olímpicos da Juventude contam com uma série
5 de ações voltadas para a educação e a cultura, componentes vistos como essenciais para a competição
6 entre os jovens. Uma das características importantes referentes a esse sentido de trocas culturais entre
7 atletas de diferentes nações é a liberação para que competidores de dois diferentes países formem uma
8 equipe. Além disso, a competição aceita ainda que atletas formem equipes mistas entre o sexo
9 masculino e feminino.
(Disponível em: https://www.olimpiadatododia.com.br/jogos-olimpicos-da-juventude/240102-jogoso-olimpicos-da-juventude-entenda/. Acesso em 02 SET 24.) Adaptado.
Releia o trecho “Além de servir como uma porta de entrada para atletas promissores em eventos olímpicos, a Olimpíada da Juventude tem o objetivo de inspirar jovens de todo o mundo a praticar esportes [...]” (l. 1, 2). Dentro do contexto em que está inserido, o vocábulo “promissores” pode ser substituído, sem mudança de sentido por:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Jogos Olímpicos da Juventude
1 Além de servir como uma porta de entrada para atletas promissores em eventos olímpicos, a
2 Olimpíada da Juventude tem o objetivo de inspirar jovens de todo o mundo a praticar esportes, numa
3 tentativa de, inclusive, contribuir no combate à obesidade e sedentarismo infantil, além de difundir
4 entre os mais jovens os Valores Olímpicos. Os Jogos Olímpicos da Juventude contam com uma série
5 de ações voltadas para a educação e a cultura, componentes vistos como essenciais para a competição
6 entre os jovens. Uma das características importantes referentes a esse sentido de trocas culturais entre
7 atletas de diferentes nações é a liberação para que competidores de dois diferentes países formem uma
8 equipe. Além disso, a competição aceita ainda que atletas formem equipes mistas entre o sexo
9 masculino e feminino.
(Disponível em: https://www.olimpiadatododia.com.br/jogos-olimpicos-da-juventude/240102-jogoso-olimpicos-da-juventude-entenda/. Acesso em 02 SET 24.) Adaptado.
No trecho analisado no item anterior, “Além de servir como uma porta de entrada para atletas promissores em eventos olímpicos, a Olimpíada da Juventude tem o objetivo de inspirar jovens de todo o mundo a praticar esportes...” (l. 1, 2), a expressão “porta de entrada”:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Jogos Olímpicos da Juventude
1 Além de servir como uma porta de entrada para atletas promissores em eventos olímpicos, a
2 Olimpíada da Juventude tem o objetivo de inspirar jovens de todo o mundo a praticar esportes, numa
3 tentativa de, inclusive, contribuir no combate à obesidade e sedentarismo infantil, além de difundir
4 entre os mais jovens os Valores Olímpicos. Os Jogos Olímpicos da Juventude contam com uma série
5 de ações voltadas para a educação e a cultura, componentes vistos como essenciais para a competição
6 entre os jovens. Uma das características importantes referentes a esse sentido de trocas culturais entre
7 atletas de diferentes nações é a liberação para que competidores de dois diferentes países formem uma
8 equipe. Além disso, a competição aceita ainda que atletas formem equipes mistas entre o sexo
9 masculino e feminino.
(Disponível em: https://www.olimpiadatododia.com.br/jogos-olimpicos-da-juventude/240102-jogoso-olimpicos-da-juventude-entenda/. Acesso em 02 SET 24.) Adaptado.
O texto III pretendeResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Jogos Olímpicos da Juventude
1 Além de servir como uma porta de entrada para atletas promissores em eventos olímpicos, a
2 Olimpíada da Juventude tem o objetivo de inspirar jovens de todo o mundo a praticar esportes, numa
3 tentativa de, inclusive, contribuir no combate à obesidade e sedentarismo infantil, além de difundir
4 entre os mais jovens os Valores Olímpicos. Os Jogos Olímpicos da Juventude contam com uma série
5 de ações voltadas para a educação e a cultura, componentes vistos como essenciais para a competição
6 entre os jovens. Uma das características importantes referentes a esse sentido de trocas culturais entre
7 atletas de diferentes nações é a liberação para que competidores de dois diferentes países formem uma
8 equipe. Além disso, a competição aceita ainda que atletas formem equipes mistas entre o sexo
9 masculino e feminino.
(Disponível em: https://www.olimpiadatododia.com.br/jogos-olimpicos-da-juventude/240102-jogoso-olimpicos-da-juventude-entenda/. Acesso em 02 SET 24.) Adaptado.
Releia o trecho a seguir e indique a alternativa que substitui o termo destacado, sem alterar seu sentido no contexto.
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TEXTO IV
![]()
(Disponível em: https://blogger.googleusercontent.com. Acesso em 02 SET 24)
A história em quadrinhos constitui-se da linguagem verbal associada a elementos não verbais. No último quadrinho da tira, as expressões faciais mostram:
TEXTO IV
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(Disponível em: https://blogger.googleusercontent.com. Acesso em 02 SET 24)
Assinale o item que justifica o uso da vírgula no excerto do terceiro quadrinho: “Já entendemos, Barão!”.
TEXTO IV
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(Disponível em: https://blogger.googleusercontent.com. Acesso em 02 SET 24)
Ainda sobre o trecho analisado no item anterior, a forma verbal na frase “Já entendemos, Barão!” indica uma ação no pretérito perfeito do modo indicativo. Se quiséssemos colocar tal verbo no futuro do pretérito do mesmo modo, a grafia correta seria:
TEXTO IV
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(Disponível em: https://blogger.googleusercontent.com. Acesso em 02 SET 24)
O uso de aspas no primeiro e segundo quadrinho da historinha indica:
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