← Voltar para a lista de provas Colégio Militar do Recife (Exército Brasileiro — DECEx/DEPA) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível A linha 1 apresenta tempo e espaço. 'Na era da informação' indica o tempo, e 'Colégio Militar do Recife' indica o espaço. Essas informações aparecem na situação inicial da narrativa. B, D e E) Clímax e desfecho só aparecem mais adiante. C) A primeira linha traz tempo e espaço, e não apresenta personagem (Nicodemus surge nas linhas seguintes). Referência: Elementos da narrativa Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Juanito se atormentou por não ter desfeito a brincadeira. O texto diz que ele não devolveu o sapato, negou ter escondido e viu Fabito chorar. Decidiu ocultar a falta, e isso o atormentou. O tormento vem de não ter desfeito a brincadeira e de ter prejudicado o colega. A) Foi o sapato de Fabito que sumiu, não o dele. B) O texto não fala em medo de que os colegas descobrissem. C) A conversa com Nicodemus não o atormentou. D) O conselho veio depois do tormento. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sombra = angústia; luz = verdade. Em linguagem figurada, a 'sombra' representa a angústia e o peso da culpa, e a 'luz' representa a verdade. Esconder a verdade faz a angústia crescer, e revelá-la a dissolve, como o carneirinho diz em seguida. A e D) Tomam a frase em sentido literal, referindo-se à mangueira. B) Inverte o sentido: esconder não torna a verdade mais evidente. E) Contraria o conselho de Nicodemus, que é contar a verdade. Referência: Linguagem figurada: metáfora Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A fábula busca provocar reflexão por meio de uma moral. A fábula é uma narrativa curta, em geral com animais personificados, que transmite uma lição de conduta ou moral. Seu objetivo é fazer o leitor refletir, como no texto, que mostra o valor da verdade e da honestidade. A) A fábula não tem finalidade informativa sobre regras. B) Ela não é um manual de regras de convivência. D) Noticiar é função da notícia. E) Defender um ponto de vista sobre as regras é função de texto argumentativo. Referência: Gêneros textuais: fábula Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Narração em 3ª pessoa com narrador observador. O narrador conta os fatos usando 'ele', 'eles', 'Nicodemus', 'Juanito'. Ele não participa da ação e apenas relata o que acontece, portanto é narrador observador em terceira pessoa. A) Narrador-personagem participa da história, o que não ocorre aqui. B, C e E) O texto não está em primeira pessoa; os verbos e pronomes estão na terceira. Referência: Foco narrativo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pretérito imperfeito de 'dourar': 'dourava'. O verbo 'doura' está no presente do indicativo. O pretérito imperfeito do indicativo da 1ª conjugação termina em -ava, o que dá 'dourava'. A) 'dourou' é pretérito perfeito. C) 'dourara' é pretérito mais-que-perfeito. D) 'douraria' é futuro do pretérito. E) 'doure' é presente do subjuntivo. Referência: Tempos e modos verbais Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Paroxítona 'sabia' (verbo saber) e oxítona 'sabiá' (ave). 'Sabia' (verbo saber, sa-BI-a) tem a sílaba tônica na penúltima, logo é paroxítona. 'Sabiá' (sa-BI-Á) tem a tônica na última sílaba, logo é oxítona. A ordem pedida (paroxítona e depois oxítona) corresponde a 'sabia – sabiá'. A) 'sabiá' é oxítona e 'sábia' é paroxítona, ordem invertida. B) 'sábia' e 'sabia' são ambas paroxítonas. D) ambas são paroxítonas. E) as duas formas são iguais e paroxítonas. Referência: Classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A vírgula isola "Pequeno amigo", que é um vocativo (chamamento). "Pequeno amigo" é o termo com que Nicodemus chama Juanito, ou seja, um vocativo. O vocativo é isolado por vírgula, o que corresponde a um chamamento. B) errada: não há ideia de dúvida. C) errada: não há reciprocidade. D) errada: não há definição, pois o termo não é aposto explicativo. E) errada: não há restrição, e o termo não é adjunto restritivo. Referência: Pontuação: uso da vírgula com vocativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A repetição de "água" reforça o tom reflexivo. Ao repetir "água" em todas as estrofes, o texto convida o leitor a refletir sobre o ciclo e a importância da água, reforçando o caráter contemplativo e reflexivo da canção. A) errada: o texto não expressa dúvida. B) errada: não há sarcasmo. C) errada: não é um texto instrucional. E) errada: não há carga pejorativa, pois a água é valorizada. Referência: Recursos expressivos: repetição. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível "E sempre voltam humildes" atribui às águas a humildade, uma característica humana. A humildade é qualidade humana. Atribuí-la às águas é personificação (prosopopeia). A) errada: movimentar moinhos é ação física da água. B) errada: encharcar o chão é ação física da água. D) errada: indica só lugar. E) errada: é apenas o título, sem traço humano. Referência: Figuras de linguagem: personificação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Encharcam" é forma flexionada do verbo encharcar. "Encharcam" é o verbo encharcar na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo, concordando com "águas". Ele reforça a ideia de que a água alaga o chão. Vem de "charco" por derivação parassintética (en- + charc- + -ar), mas aqui o que se pede é a flexão verbal. A) errada: a ideia é de intensidade (muito molhado), não de pouco molhado, e a derivação é parassintética, não só sufixal. C) errada: não é adjetivo, e o chão é molhado, não seco. D) errada: não é substantivo. E) errada: não está no infinitivo. Referência: Flexão verbal e formação de palavras. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo, "eu hei de vencer" vira "ele há de vencer". "Eu hei de vencer" está no presente do indicativo (haver de + infinitivo). A 3ª pessoa do singular no mesmo tempo e modo é "ele há de vencer". A) errada: "haverá" é futuro do presente. B) errada: está na 2ª pessoa. C) errada: está na 2ª pessoa, no futuro, e sem a preposição "de". E) errada: mantém a 1ª pessoa e está no futuro. Referência: Conjugação do verbo haver (presente do indicativo). Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Militar do Recife — Processo Seletivo de Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 2024/2025 — Matemática e Língua Portuguesa
Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
Na linha 1 do texto “Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos”, o narrador apresentaResolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
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Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
De acordo com o texto, o que atormentou Juanito?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
Que mensagem Nicodemus transmitiu a Juanito quando disse a seguinte frase: “a sombra cresce quando escondemos a luz”?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
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Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
O texto “Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos” é um exemplo de fábula. Assinale a alternativa que contém uma finalidade dos textos desse gênero textual.Resolução comentada
Análise das alternativas
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Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
Sobre o foco narrativo e o tipo de narrador do texto “Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos”, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
Observe este trecho: “enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife.”, considerando a forma verbal, assinale a alternativa em que a reescrita do trecho modifica o tempo verbal para o pretérito imperfeito do modo indicativo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
Assinale a alternativa que contém uma paroxítona e uma oxítona, nessa mesma ordem.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1 para responder às questões de 21 a 29.
Texto 1
Nicodemus e a Confraria dos Bichinhos
Na era da informação, enquanto o Sol doura os campos e prédios do Colégio Militar do Recife, e a
brisa sussurra segredos entre os jardins da instituição, um carneirinho de alvura imaculada, batizado como
Nicodemus, convive feliz com as crianças. Sempre pastando nos verdes do interior do colégio, onde os sons
marciais dos brados de guerra, dos coturnos e da corneta do soldado entrelaçam-se com o canto dos sabiás,
Nicodemus é o mascote querido deste colégio. No entanto, ele não está sozinho. Ao seu lado, há uma
turminha de amiguinhos, cada qual com sua peculiaridade: um coelhinho astuto, uma coruja sábia e um
calanguinho travesso. Sempre que julgavam necessário, unidos pela amizade e pela busca da justiça, eles
formavam a Confraria dos Bichinhos.
Certa manhã, quando o orvalho ainda beijava a relva, Nicodemus testemunhou algo que abalou sua
serenidade: Juanito, um jovem aluno do colégio, de semblante tímido e coração compassivo, cometeu um
erro. Por brincadeira, escondeu o sapato de Fabito, um coleguinha que fazia atividade física. Uma brincadeira
que parecia insignificante aos olhos dos adultos, mas pesava como chumbo na alma de Juanito, porque ele
não devolveu o sapato do coleguinha e negou que tivesse escondido. Juanito ficou constrangido ao ver Fabito
chorando pela perda dos sapatos, assim, decidiu ocultar sua falta, e isso o atormentou por dias. Ele voltou
várias vezes ao local para pegar os sapatos, mas não os encontrou, haviam sumido e seu amiguinho estava
sem essa peça do uniforme.
Nicodemus, com sua intuição aguçada, percebeu a angústia da criança. Os outros bichinhos também
notaram e reuniram-se protegidos do Sol, à sombra de uma mangueira que ficava entre um anfiteatro e a
casinha de Nicodemus. A coruja, sempre sábia, iniciou a conversa:
– Amigos, o segredo é como uma pedra no sapato: por mais que a criança tente continuar sua
caminhada, a dor persistirá. Devemos ajudá-lo!
– Sim, mas como? Ele teme a repercussão. – disse o coelhinho.
O calanguinho, com um aceno de cabeça, também concordou e, nesse momento, Nicodemus, com
sua voz suave e melodiosa, propôs:
– Devemos guiá-lo à verdade. A honestidade é o antídoto para a angústia de quem está sufocado
pelo silêncio de um erro. Só a verdade dará ao menino a paz que ele precisa.
E, assim, fizeram. Como Juanito estava angustiado, muitas vezes sozinho, isolado, Nicodemus
aproveitou um desses momentos, aproximou-se da criança e sussurrou:
– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz. Compartilhe o acontecimento com seus
pais e verá como esse peso se dissolverá.
O menino ficou surpreso pelo carneirinho falante, mas não se assustou, eles conversaram alguns
minutos, e Juanito seguiu o conselho do novo amiguinho. Em casa, ele confessou sua falta aos pais, que, em
sua infinita bondade, repreenderam-no pela brincadeira que causara problemas a outra criança, mas o
abraçaram com amor e resolveram o problema. Eles compraram um par de sapatos novos e fizeram com que
Juanito os entregasse a Fabito, pedindo-lhe desculpas. Seu amigo aceitou o pedido, os pais das crianças
tornaram-se grandes amigos e a verdade dissipou a angústia.
(Mário Júnior)
No trecho “– Pequeno amigo, a sombra cresce quando escondemos a luz.“, foi usada uma vírgula para dar sentido à frase, isolando um (a)Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2 para responder às questões de 30 a 34.
Texto 2
Planeta Água – Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: https://www.letras.mus.br/guilherme-arante/46315. Acesso em 13 de jul. de 2024.
A repetição do vocábulo água, em todas as estrofes do texto 2, atua atribuindo-lhe progressão, bem como acentuando um(a)Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2 para responder às questões de 30 a 34.
Texto 2
Planeta Água – Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: https://www.letras.mus.br/guilherme-arante/46315. Acesso em 13 de jul. de 2024.
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Texto 2 para responder às questões de 30 a 34.
Texto 2
Planeta Água – Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: https://www.letras.mus.br/guilherme-arante/46315. Acesso em 13 de jul. de 2024.
Assinale a alternativa que contém um verso no qual a água apresenta característica própria do ser humano.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2 para responder às questões de 30 a 34.
Texto 2
Planeta Água – Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: https://www.letras.mus.br/guilherme-arante/46315. Acesso em 13 de jul. de 2024.
Releia estes versos para responder à questão 33.
“Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão”
Considerando os processos de flexão e derivação que afetam a palavra em destaque, qual das alternativas a seguir explica os efeitos de sentido que esses processos produzem no texto?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2 para responder às questões de 30 a 34.
Texto 2
Planeta Água – Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: https://www.letras.mus.br/guilherme-arante/46315. Acesso em 13 de jul. de 2024.
Texto 3 para responder à questão 34.
Texto 3
![]()
Disponível em: https://www.biologianet.com Acesso em: 13 jul. 2024.
Relacionando os textos 2 e 3, é possível concluir que ambos dialogam quanto à temática ambiental, uma vez que sugerem, respectivamente,
Texto 4 para responder à questão 35.
Texto 4
![]()
Disponível em: https://amaridocharge.wordpress.com. Acesso em 13 jul. 2024.
O texto 4, uma charge, destaca um problema ambiental da contemporaneidade, a saber:
Texto 5 para responder às questões 37 a 39
Texto 5
![]()
(Quino. Mafalda 2. São Paulo: Martins Fontes, 1988. P. 14.)
Os dois pontos, no segundo quadrinho, foram utilizados para introduzir
Texto 5 para responder às questões 37 a 39
Texto 5
![]()
(Quino. Mafalda 2. São Paulo: Martins Fontes, 1988. P. 14.)
Marque a opção que identifica, de acordo com o texto, a dificuldade de Filipe para imaginar um presente que sua mãe gostaria de ganhar.
Texto 5 para responder às questões 37 a 39
Texto 5
![]()
(Quino. Mafalda 2. São Paulo: Martins Fontes, 1988. P. 14.)
Com base na tirinha da Mafalda, assinale a opção que contém um pronome demonstrativo.
Texto 6 para responder à questão 40.
Texto 6
“EU HEI DE VENCER!”
(Autoria própria)
Marque a opção que contém a flexão verbal necessária para que, mantendo modo e tempo verbal, a reescrita da frase seja feita em terceira pessoa do singular.Resolução comentada
Análise das alternativas
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Marque a alternativa que contém, entre parênteses, a classificação correta do pronome destacado.
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