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Colégio Militar Tiradentes (PMDF) — Processo Seletivo 2024/2025 — 1ª Série do Ensino Médio — Língua Portuguesa e Matemática

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC)2024Fundamental

38 questões nesta prova · página 1 de 2 · 37 com gabarito

Língua Portuguesa Gêneros Textuais

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
Disciplina é a chave para a motivação

É comum me perguntarem o que me motiva, principalmente quem conhece um pouco da minha rotina de estudos, leitura e escrita. Normalmente, falo que nada me motiva, querendo apenas afirmar que o meu ponto de partida não é a motivação e sim a disciplina.

Levantar cedo e seguir motivado a cumprir um cronograma de estudos e leitura estabelecidos para o nosso dia nem sempre é algo constante. Eu diria que é uma vontade quase que inexistente. Não quero desanimá-lo com este texto, apenas alertá-lo de que depender da motivação para realizar uma tarefa é sempre algo muito complicado.

Às vezes, acordamos animados, cheios de ideias. Nesses dias, escrevemos muito, colocamos muitos planos no papel ou mesmo conseguimos mergulhar em nossos momentos de estudos. Mas, existem dias em que não temos ânimo para nada. Parece que a motivação secou e a força de vontade nem existe mais. Isso acontece com você? Comigo acontece.

Na teoria, tudo é fácil, e talvez seja este um dos pontos perigosos da motivação: ela transforma tarefas difíceis em práticas simples. Por isso, é fácil se animar com uma tarefa, mas abandonar depois de um período. Alguns planos são difíceis e, por mais que seja legal ler um livro, empreender uma pesquisa acadêmica ou mesmo assistir a uma boa aula ou palestra, por trás dos momentos legais, existem muitos períodos árduos. Nós gostamos muito de ver apenas as coisas que estão prontas, sem termos a consciência de como o processo para que aquilo fique pronto é custoso.

É por isso que ir muito mais além do que a motivação é fundamental. É preciso cultivar a disciplina, montar uma rotina diária e ter a força, que a disciplina nos dá, para executar tais tarefas. Cultivar a disciplina é muito mais vantajoso do que buscar ter motivação todos os dias. A disciplina é a chave, pois ela não depende de outras coisas. Já a motivação precisa ser reconstruída todos os dias. Lembrando que o significado da palavra disciplina é executar algo que precisa ser feito, mesmo sem estarmos com vontade.

Todo o empreendimento, para ter sucesso, precisa muito mais do que motivação. É necessário ter disciplina e consciência de que é preciso batalharmos muito, sendo que, normalmente, é durante o processo que nos motivamos, ou seja, começamos pela disciplina e, no final, estamos mais motivados.

Descubra o poder da disciplina e aprenda a fazer mesmo sem motivação. Você irá se impressionar com o quanto você conseguirá produzir tendo apenas disciplina.

(Guilherme Augusto de Carvalho - bacharel em Teologia, especialista em Filosofia, Ciências da Religião e Ensino Religioso, e professor universitário)
Disponível em: <https://www.uninter.com/noticias/disciplina-e-a-chave-para-a-motivacao>. (Com adaptação)
Acesso: 22 de junho de 2024.

Um texto pode ser classificado de diferentes formas, como, por exemplo, notícia, reportagem, editorial, conto, debate, dissertação, resenha, entre outras.

Assinale a opção que melhor indica o gênero textual a que pertence o texto "Disciplina é a chave para a motivação".
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O gênero do texto é a dissertação, pois defende um ponto de vista.

O autor defende uma tese (a disciplina vale mais que a motivação) e a sustenta com argumentos em linguagem opinativa. Isso caracteriza a dissertação argumentativa.

Análise das alternativas

A) Não relata acontecimentos recentes. B) Não expressa a opinião de uma empresa jornalística; é um texto assinado. C) Não é reportagem, pois não investiga nem expõe fatos detalhadamente. E) Não é narrativa nem conto; não há enredo com personagens.

Referência: Gêneros e tipos textuais: dissertação argumentativa.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Relações Lógico-Semânticas entre Orações

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

A leitura exige que também atribuamos sentido ao que lemos. Assim, muitas vezes, deduzimos a relação lógico-semântica que há entre orações, períodos. Atente ao trecho a seguir, retirado do 3º parágrafo do texto. Em seguida, leia com atenção as opções (foram reescritas) e escolha a que melhor traduz a relação de sentido entre os períodos.

Às vezes, acordamos animados, cheios de ideias. Nesses dias, escrevemos muito, colocamos muitos planos no papel ou mesmo conseguimos mergulhar em nossos momentos de estudos.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Relação entre os períodos: adição/sequência, expressa por "e".

O segundo período apenas amplia o primeiro, descrevendo o que acontece nos dias de animação. Não há oposição, alternância, proporção nem causa entre eles. A conjunção aditiva "e" preserva o sentido original.

Análise das alternativas

A) "Contudo" cria oposição inexistente. B) "Ou... ou" cria alternância, o que não há. C) "À medida que" indica proporção. D) "Uma vez que" indica causa, invertendo a lógica do trecho.

Referência: Coesão: conjunções e relações lógico-semânticas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Ideias Principais e Secundárias

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
Disciplina é a chave para a motivação

É comum me perguntarem o que me motiva, principalmente quem conhece um pouco da minha rotina de estudos, leitura e escrita. Normalmente, falo que nada me motiva, querendo apenas afirmar que o meu ponto de partida não é a motivação e sim a disciplina.

Levantar cedo e seguir motivado a cumprir um cronograma de estudos e leitura estabelecidos para o nosso dia nem sempre é algo constante. Eu diria que é uma vontade quase que inexistente. Não quero desanimá-lo com este texto, apenas alertá-lo de que depender da motivação para realizar uma tarefa é sempre algo muito complicado.

Às vezes, acordamos animados, cheios de ideias. Nesses dias, escrevemos muito, colocamos muitos planos no papel ou mesmo conseguimos mergulhar em nossos momentos de estudos. Mas, existem dias em que não temos ânimo para nada. Parece que a motivação secou e a força de vontade nem existe mais. Isso acontece com você? Comigo acontece.

Na teoria, tudo é fácil, e talvez seja este um dos pontos perigosos da motivação: ela transforma tarefas difíceis em práticas simples. Por isso, é fácil se animar com uma tarefa, mas abandonar depois de um período. Alguns planos são difíceis e, por mais que seja legal ler um livro, empreender uma pesquisa acadêmica ou mesmo assistir a uma boa aula ou palestra, por trás dos momentos legais, existem muitos períodos árduos. Nós gostamos muito de ver apenas as coisas que estão prontas, sem termos a consciência de como o processo para que aquilo fique pronto é custoso.

É por isso que ir muito mais além do que a motivação é fundamental. É preciso cultivar a disciplina, montar uma rotina diária e ter a força, que a disciplina nos dá, para executar tais tarefas. Cultivar a disciplina é muito mais vantajoso do que buscar ter motivação todos os dias. A disciplina é a chave, pois ela não depende de outras coisas. Já a motivação precisa ser reconstruída todos os dias. Lembrando que o significado da palavra disciplina é executar algo que precisa ser feito, mesmo sem estarmos com vontade.

Todo o empreendimento, para ter sucesso, precisa muito mais do que motivação. É necessário ter disciplina e consciência de que é preciso batalharmos muito, sendo que, normalmente, é durante o processo que nos motivamos, ou seja, começamos pela disciplina e, no final, estamos mais motivados.

Descubra o poder da disciplina e aprenda a fazer mesmo sem motivação. Você irá se impressionar com o quanto você conseguirá produzir tendo apenas disciplina.

(Guilherme Augusto de Carvalho - bacharel em Teologia, especialista em Filosofia, Ciências da Religião e Ensino Religioso, e professor universitário)
Disponível em: <https://www.uninter.com/noticias/disciplina-e-a-chave-para-a-motivacao>. (Com adaptação)
Acesso: 22 de junho de 2024.

É usual que os textos tenham ideia principal e ideias secundárias e que elas estejam vinculadas entre si para que o texto tenha coerência.

Acerca das ideias do texto, é correto afirmar que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Ideia central: cultivar a disciplina diariamente, sem depender da motivação.

O autor defende que a motivação é instável e que o ponto de partida deve ser a disciplina, cultivada todo dia, mesmo sem vontade. Conclui que é durante o processo que a motivação surge. Isso corresponde à alternativa B.

Análise das alternativas

A) O texto diz que a motivação não é constante. C) Afirma o oposto: a disciplina vem primeiro. D) Considera a disciplina mais vantajosa que a motivação. E) A disciplina é apresentada como essencial para atingir metas.

Referência: Interpretação de texto: ideia principal e ideias secundárias.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pronomes Relativos — Função Sintática

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelecem relação entre duas orações. Esse procedimento evita dividir a ideia em várias orações e haver repetições. O pronome relativo exerce uma função sintática na oração a que pertence. Observe o exemplo a seguir:

✓ O céu é lindo. O céu caminha ao longe.
✓ O céu, que caminha ao longe, é lindo.
Na segunda oração, o "que" é pronome relativo e exerce a função de sujeito.

Leia as orações abaixo:

I. Em São Paulo, conhecemos o arquiteto que venceu o concurso do projeto do Museu do Inconsciente.
II. Vimos alguns filmes espanhóis de que gostei.
III. O artista em cuja casa estivemos é muito conhecido.

Acerca do emprego de pronomes relativos que aparecem nas orações I, II e III, assinale a opção correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Função sintática dos pronomes relativos em três orações.

Em I, "que" retoma "arquiteto" e é sujeito de "venceu" (o arquiteto venceu o concurso). Por isso a alternativa A está correta.

Análise das alternativas

B) Em II, "de que" retoma "filmes", não "espanhóis"; a função é complemento nominal/objeto indireto de "gostar de". C) Em I, "que" é sujeito, não objeto indireto. D) "Cuja" em III é adjunto adnominal (a casa do artista), não adjunto adverbial. E) Em I e III o relativo não complementa o verbo como se afirma; em I é sujeito, e "cuja" é adjunto adnominal.

Referência: Gramática: pronomes relativos e sua função sintática.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Objetivo do Texto

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
A importância do foco

A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. É muito importante saber dizer não para muitas coisas, inclusive para seus melhores amigos quando se é preciso estar alinhado e focado em suas estratégias, sejam estas pessoais ou profissionais.

“Foco é dizer não!” (Steve Jobs)

A possibilidade de estarmos conectados o tempo todo com nossos smartphones e tablets tem nos deixado mais dispersivos. Todos esses recursos reduzem nossa capacidade de concentração. Na grande maioria das vezes, a falta de autocontrole, insensibilidade e falta de força de vontade são causadas pela desatenção.

Goleman* afirma que existem três tipos de foco. O primeiro é o foco interno. Esse tipo de atenção nos permite entender – e controlar – nossos sentimentos e emoções. O segundo é o foco nos outros, que é o que nos faz ouvir o que as outras pessoas dizem e a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o que estão sentindo. E o terceiro tipo de foco é a atenção que devemos dar ao que acontece a nossa volta e como nossas atitudes impactam o resto do mundo.

Cada um de nós tem uma infinidade de razões para perder a concentração. Goleman divide as distrações em dois tipos: a sensorial e a emocional. A primeira diz respeito aos sons, sabores, cheiros e sensações que nos roubam a atenção enquanto fazemos algo. A distração emocional é aquela que vem de dentro de nós, tal como sentimentos.

É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento. Muitos de nós só nos damos conta de que não estamos concentrados no que deveríamos depois de minutos ou horas de distração. Quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito.

O exercício para combater a fuga de atenção é simples: assim que perceber que o foco foi perdido, traga-o de volta, independente de quantas vezes for necessário recomeçar. Faça isso até concluir a atividade. A atenção equivale a um músculo mental que podemos fortalecer por meio de exercícios como esse. Quanto mais se faz, mais forte o músculo fica.

O treinamento é importante para toda e qualquer situação em que precisamos mudar algo. Na verdade, é muito mais fácil ter concentração quando fazemos um trabalho que consideramos estimulante e atrai a nossa atenção.

Um estudo conduzido pelas universidades Harvard, Stanford e Claremont constatou que na maior parte do tempo os profissionais estão estressados ou entediados. Apenas 20% das pessoas analisadas demonstraram momentos de satisfação plena no trabalho. O restante costuma passar tempo demais na internet ou pensando em outras coisas que não estão relacionadas às tarefas que precisam ser feitas. Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.

As pessoas que gostam do que fazem sentem mais facilidade para manter a atenção. O ideal seria aproximar o trabalho de algo que proporcione prazer. Como nem sempre isso é possível, manter a motivação e encontrar um propósito para o que se faz pode ser uma saída para evitar o tédio e a consequente falta de atenção.

Segundo Goleman, para ter foco, é preciso perdê-lo por algum tempo, de vez em quando. Há uma técnica para o gerenciamento do tempo que se chama técnica “Pomodoro”. Ela sugere que a pessoa utilize um “timer” para que, a cada 40 minutos, largue o que está fazendo e utilize um tempo entre 5 e 10 minutos para fazer algo que “descanse” a sua mente, como por exemplo, tomar um café, contemplar uma paisagem, conversar com alguém, fazer um alongamento, ou algo que tire você do raciocínio anterior. Depois deste período, volte à atividade anterior. Desta maneira, você trabalhará durante 40 minutos e descansará durante 10 minutos. Esta técnica ajuda a manter o foco por muito mais tempo durante o dia.

(Claudio D’Amico)
*Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo e jornalista da ciência.
Disponível em: < https://www.competue.com.br/blog/a-importancia-do-foco>. (Com adaptação).
Acesso em 16 de junho de 2024.

Um texto pode apresentar diversos aspectos importantes, como: coesão, coerência e intencionalidade. A intencionalidade refere-se ao objetivo do texto, que pode estar explícito ou implícito na mensagem transmitida. Esse objetivo pode ser, por exemplo, explicar ou defender algo, divulgar uma ideia ou promover uma campanha.

Com base nisso, qual é o objetivo principal do texto "A importância do foco"?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Objetivo principal do texto: explicar os tipos de foco e sua importância.

O texto define o que é ter foco e apresenta os três tipos segundo Goleman (interno, nos outros e no entorno). Também trata dos tipos de distração e de como treinar a atenção, sempre reforçando a importância do foco. O objetivo central é, portanto, explicar os tipos de foco e sua importância.

Análise das alternativas

A) O autocontrole aparece só como consequência da desatenção, não é o tema central. C) A técnica Pomodoro é apenas um dos exemplos, no final do texto. D) O texto não compara disciplina e motivação. E) A crítica aos smartphones é secundária e aparece em um único parágrafo.

Referência: Interpretação de texto: intencionalidade e objetivo do texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Ideias Principais e Secundárias

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
A importância do foco

A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. É muito importante saber dizer não para muitas coisas, inclusive para seus melhores amigos quando se é preciso estar alinhado e focado em suas estratégias, sejam estas pessoais ou profissionais.

“Foco é dizer não!” (Steve Jobs)

A possibilidade de estarmos conectados o tempo todo com nossos smartphones e tablets tem nos deixado mais dispersivos. Todos esses recursos reduzem nossa capacidade de concentração. Na grande maioria das vezes, a falta de autocontrole, insensibilidade e falta de força de vontade são causadas pela desatenção.

Goleman* afirma que existem três tipos de foco. O primeiro é o foco interno. Esse tipo de atenção nos permite entender – e controlar – nossos sentimentos e emoções. O segundo é o foco nos outros, que é o que nos faz ouvir o que as outras pessoas dizem e a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o que estão sentindo. E o terceiro tipo de foco é a atenção que devemos dar ao que acontece a nossa volta e como nossas atitudes impactam o resto do mundo.

Cada um de nós tem uma infinidade de razões para perder a concentração. Goleman divide as distrações em dois tipos: a sensorial e a emocional. A primeira diz respeito aos sons, sabores, cheiros e sensações que nos roubam a atenção enquanto fazemos algo. A distração emocional é aquela que vem de dentro de nós, tal como sentimentos.

É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento. Muitos de nós só nos damos conta de que não estamos concentrados no que deveríamos depois de minutos ou horas de distração. Quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito.

O exercício para combater a fuga de atenção é simples: assim que perceber que o foco foi perdido, traga-o de volta, independente de quantas vezes for necessário recomeçar. Faça isso até concluir a atividade. A atenção equivale a um músculo mental que podemos fortalecer por meio de exercícios como esse. Quanto mais se faz, mais forte o músculo fica.

O treinamento é importante para toda e qualquer situação em que precisamos mudar algo. Na verdade, é muito mais fácil ter concentração quando fazemos um trabalho que consideramos estimulante e atrai a nossa atenção.

Um estudo conduzido pelas universidades Harvard, Stanford e Claremont constatou que na maior parte do tempo os profissionais estão estressados ou entediados. Apenas 20% das pessoas analisadas demonstraram momentos de satisfação plena no trabalho. O restante costuma passar tempo demais na internet ou pensando em outras coisas que não estão relacionadas às tarefas que precisam ser feitas. Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.

As pessoas que gostam do que fazem sentem mais facilidade para manter a atenção. O ideal seria aproximar o trabalho de algo que proporcione prazer. Como nem sempre isso é possível, manter a motivação e encontrar um propósito para o que se faz pode ser uma saída para evitar o tédio e a consequente falta de atenção.

Segundo Goleman, para ter foco, é preciso perdê-lo por algum tempo, de vez em quando. Há uma técnica para o gerenciamento do tempo que se chama técnica “Pomodoro”. Ela sugere que a pessoa utilize um “timer” para que, a cada 40 minutos, largue o que está fazendo e utilize um tempo entre 5 e 10 minutos para fazer algo que “descanse” a sua mente, como por exemplo, tomar um café, contemplar uma paisagem, conversar com alguém, fazer um alongamento, ou algo que tire você do raciocínio anterior. Depois deste período, volte à atividade anterior. Desta maneira, você trabalhará durante 40 minutos e descansará durante 10 minutos. Esta técnica ajuda a manter o foco por muito mais tempo durante o dia.

(Claudio D’Amico)
*Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo e jornalista da ciência.
Disponível em: < https://www.competue.com.br/blog/a-importancia-do-foco>. (Com adaptação).
Acesso em 16 de junho de 2024.

Um texto pode apresentar diversas ideias, como a principal e ideias secundárias. Em tese, todas elas se articulam entre si de forma coesa e coerente, a fim de que o texto tenha um significado compreensível para o leitor.

Acerca das ideias do texto "A importância do foco", é correto afirmar que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A prática regular de exercícios fortalece a concentração.

O texto compara a atenção a um "músculo mental" que se fortalece com exercícios: quanto mais se pratica, mais forte fica. Logo a alternativa C está de acordo com o texto.

Análise das alternativas

A exagera: o texto trata a motivação como uma saída, não como essencial em qualquer atividade. B inverte ou inventa uma comparação que não existe. D está errada porque os intervalos são de 5 a 10 minutos. E está errada porque só 20% demonstraram satisfação plena.

Referência: Parágrafo sobre o exercício para combater a fuga de atenção.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Reescrita de Frases — Manutenção de Sentido

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
A importância do foco

A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. É muito importante saber dizer não para muitas coisas, inclusive para seus melhores amigos quando se é preciso estar alinhado e focado em suas estratégias, sejam estas pessoais ou profissionais.

“Foco é dizer não!” (Steve Jobs)

A possibilidade de estarmos conectados o tempo todo com nossos smartphones e tablets tem nos deixado mais dispersivos. Todos esses recursos reduzem nossa capacidade de concentração. Na grande maioria das vezes, a falta de autocontrole, insensibilidade e falta de força de vontade são causadas pela desatenção.

Goleman* afirma que existem três tipos de foco. O primeiro é o foco interno. Esse tipo de atenção nos permite entender – e controlar – nossos sentimentos e emoções. O segundo é o foco nos outros, que é o que nos faz ouvir o que as outras pessoas dizem e a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o que estão sentindo. E o terceiro tipo de foco é a atenção que devemos dar ao que acontece a nossa volta e como nossas atitudes impactam o resto do mundo.

Cada um de nós tem uma infinidade de razões para perder a concentração. Goleman divide as distrações em dois tipos: a sensorial e a emocional. A primeira diz respeito aos sons, sabores, cheiros e sensações que nos roubam a atenção enquanto fazemos algo. A distração emocional é aquela que vem de dentro de nós, tal como sentimentos.

É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento. Muitos de nós só nos damos conta de que não estamos concentrados no que deveríamos depois de minutos ou horas de distração. Quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito.

O exercício para combater a fuga de atenção é simples: assim que perceber que o foco foi perdido, traga-o de volta, independente de quantas vezes for necessário recomeçar. Faça isso até concluir a atividade. A atenção equivale a um músculo mental que podemos fortalecer por meio de exercícios como esse. Quanto mais se faz, mais forte o músculo fica.

O treinamento é importante para toda e qualquer situação em que precisamos mudar algo. Na verdade, é muito mais fácil ter concentração quando fazemos um trabalho que consideramos estimulante e atrai a nossa atenção.

Um estudo conduzido pelas universidades Harvard, Stanford e Claremont constatou que na maior parte do tempo os profissionais estão estressados ou entediados. Apenas 20% das pessoas analisadas demonstraram momentos de satisfação plena no trabalho. O restante costuma passar tempo demais na internet ou pensando em outras coisas que não estão relacionadas às tarefas que precisam ser feitas. Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.

As pessoas que gostam do que fazem sentem mais facilidade para manter a atenção. O ideal seria aproximar o trabalho de algo que proporcione prazer. Como nem sempre isso é possível, manter a motivação e encontrar um propósito para o que se faz pode ser uma saída para evitar o tédio e a consequente falta de atenção.

Segundo Goleman, para ter foco, é preciso perdê-lo por algum tempo, de vez em quando. Há uma técnica para o gerenciamento do tempo que se chama técnica “Pomodoro”. Ela sugere que a pessoa utilize um “timer” para que, a cada 40 minutos, largue o que está fazendo e utilize um tempo entre 5 e 10 minutos para fazer algo que “descanse” a sua mente, como por exemplo, tomar um café, contemplar uma paisagem, conversar com alguém, fazer um alongamento, ou algo que tire você do raciocínio anterior. Depois deste período, volte à atividade anterior. Desta maneira, você trabalhará durante 40 minutos e descansará durante 10 minutos. Esta técnica ajuda a manter o foco por muito mais tempo durante o dia.

(Claudio D’Amico)
*Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo e jornalista da ciência.
Disponível em: < https://www.competue.com.br/blog/a-importancia-do-foco>. (Com adaptação).
Acesso em 16 de junho de 2024.

Considerando o texto "A importância do foco", assinale a opção que apresenta a melhor substituição para a expressão "quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito" sem alterar o sentido original.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Quanto mais tempo concentrado, mais fácil continuar: a ideia inversa preserva a relação do texto.

O trecho original diz que, quanto mais tempo a mente se perde, mais difícil é retomar a atividade. A alternativa C expressa a relação inversa, em que quanto mais tempo se mantém a concentração, mais fácil é continuar. Ela mantém a mesma lógica de proporcionalidade, segundo o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A fala de concluir a atividade, e não de retornar a ela. B troca tempo perdido por "perda de tempo mental" e fala em retomar a concentração, o que não é equivalente. D diz que menor distração torna mais difícil manter a concentração, o que é ilógico. E muda o foco para lembrar o que se fazia.

Referência: Correlação proporcional (quanto mais... mais) e equivalência de sentido.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Estrutura e Argumentação

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
A importância do foco

A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. É muito importante saber dizer não para muitas coisas, inclusive para seus melhores amigos quando se é preciso estar alinhado e focado em suas estratégias, sejam estas pessoais ou profissionais.

“Foco é dizer não!” (Steve Jobs)

A possibilidade de estarmos conectados o tempo todo com nossos smartphones e tablets tem nos deixado mais dispersivos. Todos esses recursos reduzem nossa capacidade de concentração. Na grande maioria das vezes, a falta de autocontrole, insensibilidade e falta de força de vontade são causadas pela desatenção.

Goleman* afirma que existem três tipos de foco. O primeiro é o foco interno. Esse tipo de atenção nos permite entender – e controlar – nossos sentimentos e emoções. O segundo é o foco nos outros, que é o que nos faz ouvir o que as outras pessoas dizem e a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o que estão sentindo. E o terceiro tipo de foco é a atenção que devemos dar ao que acontece a nossa volta e como nossas atitudes impactam o resto do mundo.

Cada um de nós tem uma infinidade de razões para perder a concentração. Goleman divide as distrações em dois tipos: a sensorial e a emocional. A primeira diz respeito aos sons, sabores, cheiros e sensações que nos roubam a atenção enquanto fazemos algo. A distração emocional é aquela que vem de dentro de nós, tal como sentimentos.

É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento. Muitos de nós só nos damos conta de que não estamos concentrados no que deveríamos depois de minutos ou horas de distração. Quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito.

O exercício para combater a fuga de atenção é simples: assim que perceber que o foco foi perdido, traga-o de volta, independente de quantas vezes for necessário recomeçar. Faça isso até concluir a atividade. A atenção equivale a um músculo mental que podemos fortalecer por meio de exercícios como esse. Quanto mais se faz, mais forte o músculo fica.

O treinamento é importante para toda e qualquer situação em que precisamos mudar algo. Na verdade, é muito mais fácil ter concentração quando fazemos um trabalho que consideramos estimulante e atrai a nossa atenção.

Um estudo conduzido pelas universidades Harvard, Stanford e Claremont constatou que na maior parte do tempo os profissionais estão estressados ou entediados. Apenas 20% das pessoas analisadas demonstraram momentos de satisfação plena no trabalho. O restante costuma passar tempo demais na internet ou pensando em outras coisas que não estão relacionadas às tarefas que precisam ser feitas. Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.

As pessoas que gostam do que fazem sentem mais facilidade para manter a atenção. O ideal seria aproximar o trabalho de algo que proporcione prazer. Como nem sempre isso é possível, manter a motivação e encontrar um propósito para o que se faz pode ser uma saída para evitar o tédio e a consequente falta de atenção.

Segundo Goleman, para ter foco, é preciso perdê-lo por algum tempo, de vez em quando. Há uma técnica para o gerenciamento do tempo que se chama técnica “Pomodoro”. Ela sugere que a pessoa utilize um “timer” para que, a cada 40 minutos, largue o que está fazendo e utilize um tempo entre 5 e 10 minutos para fazer algo que “descanse” a sua mente, como por exemplo, tomar um café, contemplar uma paisagem, conversar com alguém, fazer um alongamento, ou algo que tire você do raciocínio anterior. Depois deste período, volte à atividade anterior. Desta maneira, você trabalhará durante 40 minutos e descansará durante 10 minutos. Esta técnica ajuda a manter o foco por muito mais tempo durante o dia.

(Claudio D’Amico)
*Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo e jornalista da ciência.
Disponível em: < https://www.competue.com.br/blog/a-importancia-do-foco>. (Com adaptação).
Acesso em 16 de junho de 2024.

Acerca da estrutura e das ideias presentes no texto "A importância do foco", é correto afirmar que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O exemplo concreto da técnica Pomodoro ajuda a esclarecer conceitos abstratos.

O texto trata de conceitos abstratos, como foco e concentração, e apresenta a técnica Pomodoro como aplicação prática, com tempos definidos. Isso torna a ideia mais clara, como diz a alternativa A.

Análise das alternativas

B está errada porque o texto é dissertativo-expositivo, não narrativo. C está errada porque a citação de Goleman dá embasamento à argumentação. D está errada porque as três formas de foco desenvolvem o tema. E está errada porque os parágrafos se encadeiam sobre foco e concentração.

Referência: Estrutura e argumentação do texto "A importância do foco".

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Clareza, Concisão e Objetividade

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
A importância do foco

A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. É muito importante saber dizer não para muitas coisas, inclusive para seus melhores amigos quando se é preciso estar alinhado e focado em suas estratégias, sejam estas pessoais ou profissionais.

“Foco é dizer não!” (Steve Jobs)

A possibilidade de estarmos conectados o tempo todo com nossos smartphones e tablets tem nos deixado mais dispersivos. Todos esses recursos reduzem nossa capacidade de concentração. Na grande maioria das vezes, a falta de autocontrole, insensibilidade e falta de força de vontade são causadas pela desatenção.

Goleman* afirma que existem três tipos de foco. O primeiro é o foco interno. Esse tipo de atenção nos permite entender – e controlar – nossos sentimentos e emoções. O segundo é o foco nos outros, que é o que nos faz ouvir o que as outras pessoas dizem e a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o que estão sentindo. E o terceiro tipo de foco é a atenção que devemos dar ao que acontece a nossa volta e como nossas atitudes impactam o resto do mundo.

Cada um de nós tem uma infinidade de razões para perder a concentração. Goleman divide as distrações em dois tipos: a sensorial e a emocional. A primeira diz respeito aos sons, sabores, cheiros e sensações que nos roubam a atenção enquanto fazemos algo. A distração emocional é aquela que vem de dentro de nós, tal como sentimentos.

É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento. Muitos de nós só nos damos conta de que não estamos concentrados no que deveríamos depois de minutos ou horas de distração. Quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito.

O exercício para combater a fuga de atenção é simples: assim que perceber que o foco foi perdido, traga-o de volta, independente de quantas vezes for necessário recomeçar. Faça isso até concluir a atividade. A atenção equivale a um músculo mental que podemos fortalecer por meio de exercícios como esse. Quanto mais se faz, mais forte o músculo fica.

O treinamento é importante para toda e qualquer situação em que precisamos mudar algo. Na verdade, é muito mais fácil ter concentração quando fazemos um trabalho que consideramos estimulante e atrai a nossa atenção.

Um estudo conduzido pelas universidades Harvard, Stanford e Claremont constatou que na maior parte do tempo os profissionais estão estressados ou entediados. Apenas 20% das pessoas analisadas demonstraram momentos de satisfação plena no trabalho. O restante costuma passar tempo demais na internet ou pensando em outras coisas que não estão relacionadas às tarefas que precisam ser feitas. Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.

As pessoas que gostam do que fazem sentem mais facilidade para manter a atenção. O ideal seria aproximar o trabalho de algo que proporcione prazer. Como nem sempre isso é possível, manter a motivação e encontrar um propósito para o que se faz pode ser uma saída para evitar o tédio e a consequente falta de atenção.

Segundo Goleman, para ter foco, é preciso perdê-lo por algum tempo, de vez em quando. Há uma técnica para o gerenciamento do tempo que se chama técnica “Pomodoro”. Ela sugere que a pessoa utilize um “timer” para que, a cada 40 minutos, largue o que está fazendo e utilize um tempo entre 5 e 10 minutos para fazer algo que “descanse” a sua mente, como por exemplo, tomar um café, contemplar uma paisagem, conversar com alguém, fazer um alongamento, ou algo que tire você do raciocínio anterior. Depois deste período, volte à atividade anterior. Desta maneira, você trabalhará durante 40 minutos e descansará durante 10 minutos. Esta técnica ajuda a manter o foco por muito mais tempo durante o dia.

(Claudio D’Amico)
*Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo e jornalista da ciência.
Disponível em: < https://www.competue.com.br/blog/a-importancia-do-foco>. (Com adaptação).
Acesso em 16 de junho de 2024.

Pode-se dizer que algumas das virtudes de um bom texto – por exemplo, notícia, reportagem, artigo de opinião, ensaio, textos acadêmicos em geral – são a clareza, a objetividade, a concisão.

Assinale a opção que apresenta a melhor construção considerando esses aspectos.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A é a construção mais clara, objetiva e concisa.

A alternativa A sintetiza a definição do texto, sem rodeios nem repetições. É clara e precisa.

Análise das alternativas

B usa "modernamente" e "hoje em dia", que são redundantes, e afirma uma causa única que o texto não diz. C atribui a Goleman uma hierarquia dos focos que o texto não apresenta. D traz o pleonasmo "forma, modo" e afirma ser a técnica "única". E repete "razão e motivo" e atribui ao texto uma causa que ele não diz.

Referência: Clareza, concisão e objetividade; pleonasmos e redundâncias.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Poema

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
Fotografia ilustrativa: silhuetas de um adulto e de uma criança sentados lado a lado diante de um pôr do sol alaranjado.
Fonte: <https://www.projetoresgate.org.br/post/poema-se-de-rudyard-kipling>
Acesso em 12 de junho de 2024.

Se
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires,
De sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais – tu serás um homem, ó meu filho!

("If", de Rudyard Kipling, em tradução de Guilherme de Almeida.)
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92310.shtml> (Com adaptação).
Acesso em 29 de junho de 2024.

O poema "Se", de Rudyard Kipling, apresenta várias qualidades e virtudes necessárias para enfrentar os desafios da vida. Com base nas ideias presentes no texto, qual das alternativas a seguir melhor resume a mensagem central do poema?
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Orações Subordinadas — Classificação

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

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Texto-base:
Fotografia ilustrativa: silhuetas de um adulto e de uma criança sentados lado a lado diante de um pôr do sol alaranjado.
Fonte: <https://www.projetoresgate.org.br/post/poema-se-de-rudyard-kipling>
Acesso em 12 de junho de 2024.

Se
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires,
De sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais – tu serás um homem, ó meu filho!

("If", de Rudyard Kipling, em tradução de Guilherme de Almeida.)
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92310.shtml> (Com adaptação).
Acesso em 29 de junho de 2024.

Trecho do enunciado: Nos versos "Se és capaz de manter a tua calma quando / Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa", as orações subordinadas destacadas são classificadas respectivamente em. Estão sublinhados os trechos "de manter a tua calma" e "quando / Todo o mundo ao teu redor já a perdeu".
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Língua Portuguesa Reescrita de Frases — Manutenção de Sentido

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

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Texto-base:
Fotografia ilustrativa: silhuetas de um adulto e de uma criança sentados lado a lado diante de um pôr do sol alaranjado.
Fonte: <https://www.projetoresgate.org.br/post/poema-se-de-rudyard-kipling>
Acesso em 12 de junho de 2024.

Se
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires,
De sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais – tu serás um homem, ó meu filho!

("If", de Rudyard Kipling, em tradução de Guilherme de Almeida.)
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92310.shtml> (Com adaptação).
Acesso em 29 de junho de 2024.

Considere a frase do poema: "Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas / Em armadilhas as verdades que disseste". Qual das seguintes reescrituras mantém o sentido original desse trecho?
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Língua Portuguesa Concordância — Silepse

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

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A língua dispõe de diversos recursos para realçar uma ideia, uma mensagem. As figuras de sintaxe são alguns desses recursos. Entre essas figuras, três merecem destaque: silepse de gênero, de número e de pessoa. Elas expressam uma concordância feita, considerando-se as ideias, e não o que está escrito. Vale destacar que a concordância siléptica não constitui um erro em relação ao padrão culto da língua, por isso não se pode dizer que qualquer erro de concordância seja silepse.
Considerando essas informações, assinale a opção em que há a presença de uma ou mais silepses no trecho.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Em C há silepse de pessoa: "Os brasileiros... temos".

O sujeito está na 3ª pessoa do plural ("os brasileiros"), mas o verbo está na 1ª do plural ("temos"). O falante se inclui no grupo, o que caracteriza silepse de pessoa e não erro.

Análise das alternativas

A mistura "te levarás" e "É necessário as duas", que são desvios de concordância, não silepse. B e D têm concordância regular. D tem ainda o desvio "se for refém" em lugar de "formos". E tem concordância regular com sujeito composto de infinitivos, sem ideia implícita que justifique silepse.

Referência: Figuras de sintaxe: silepse de gênero, número e pessoa.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal e Nominal

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

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Leia os excertos a seguir:

1. Para fortalecer a estrutura de uma laje retangular, medindo 6 m de largura por 8 m de comprimento, __________ duas vigas metálicas, de vértice a vértice, formando um x.
2. Augusto e sua professora colecionam selos. Augusto cola 30 selos, e sua professora cola 40 selos em cada página de seus respectivos álbuns. A professora tem o dobro de selos que Augusto e, juntos, eles __________ 900 selos.
3. __________, com certeza, revoltas de toda ordem quando a notícia se espalhar pela comunidade.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, no que se refere à concordância verbal e nominal, as lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As lacunas são: foram colocadas, têm, Deverá haver.

No 1: o sujeito "duas vigas" é plural, na voz passiva sintética ou analítica, daí "foram colocadas". No 2: o sujeito "eles" é plural, e a forma plural de ter é "têm". No 3: haver com sentido de existir é impessoal, e o auxiliar "deverá" fica no singular.

Análise das alternativas

A e E usam "foi colocada" no singular, mas o sujeito é "duas vigas". B usa "tem", que é singular, enquanto "eles" exige "têm". C usa "Deverão haver", mas o verbo haver impessoal faz o auxiliar ficar no singular.

Referência: Concordância verbal: haver impessoal, voz passiva e acento diferencial de ter/têm.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Reescrita de Frases — Correção Gramatical e Sentido

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

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Texto-base:
Disciplina é a chave para a motivação

É comum me perguntarem o que me motiva, principalmente quem conhece um pouco da minha rotina de estudos, leitura e escrita. Normalmente, falo que nada me motiva, querendo apenas afirmar que o meu ponto de partida não é a motivação e sim a disciplina.

Levantar cedo e seguir motivado a cumprir um cronograma de estudos e leitura estabelecidos para o nosso dia nem sempre é algo constante. Eu diria que é uma vontade quase que inexistente. Não quero desanimá-lo com este texto, apenas alertá-lo de que depender da motivação para realizar uma tarefa é sempre algo muito complicado.

Às vezes, acordamos animados, cheios de ideias. Nesses dias, escrevemos muito, colocamos muitos planos no papel ou mesmo conseguimos mergulhar em nossos momentos de estudos. Mas, existem dias em que não temos ânimo para nada. Parece que a motivação secou e a força de vontade nem existe mais. Isso acontece com você? Comigo acontece.

Na teoria, tudo é fácil, e talvez seja este um dos pontos perigosos da motivação: ela transforma tarefas difíceis em práticas simples. Por isso, é fácil se animar com uma tarefa, mas abandonar depois de um período. Alguns planos são difíceis e, por mais que seja legal ler um livro, empreender uma pesquisa acadêmica ou mesmo assistir a uma boa aula ou palestra, por trás dos momentos legais, existem muitos períodos árduos. Nós gostamos muito de ver apenas as coisas que estão prontas, sem termos a consciência de como o processo para que aquilo fique pronto é custoso.

É por isso que ir muito mais além do que a motivação é fundamental. É preciso cultivar a disciplina, montar uma rotina diária e ter a força, que a disciplina nos dá, para executar tais tarefas. Cultivar a disciplina é muito mais vantajoso do que buscar ter motivação todos os dias. A disciplina é a chave, pois ela não depende de outras coisas. Já a motivação precisa ser reconstruída todos os dias. Lembrando que o significado da palavra disciplina é executar algo que precisa ser feito, mesmo sem estarmos com vontade.

Todo o empreendimento, para ter sucesso, precisa muito mais do que motivação. É necessário ter disciplina e consciência de que é preciso batalharmos muito, sendo que, normalmente, é durante o processo que nos motivamos, ou seja, começamos pela disciplina e, no final, estamos mais motivados.

Descubra o poder da disciplina e aprenda a fazer mesmo sem motivação. Você irá se impressionar com o quanto você conseguirá produzir tendo apenas disciplina.

(Guilherme Augusto de Carvalho - bacharel em Teologia, especialista em Filosofia, Ciências da Religião e Ensino Religioso, e professor universitário)
Disponível em: <https://www.uninter.com/noticias/disciplina-e-a-chave-para-a-motivacao>. (Com adaptação)
Acesso: 22 de junho de 2024.

Considerando os textos presentes nesse exame, julgue cada afirmação a seguir como C (certa) ou E (errada).

O trecho "A disciplina é a chave, pois ela não depende de outras coisas. Já a motivação precisa ser reconstruída todos os dias. Lembrando que o significado da palavra disciplina é executar algo que precisa ser feito, mesmo sem estarmos com vontade" (Texto - Disciplina é a chave para a motivação, 5º parágrafo) poderia ser reescrito da seguinte forma, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original: Cabe lembrar que o significado da palavra disciplina é executar algo que precisa ser feito, mesmo sem estarmos com vontade, por isso a disciplina é a chave, pois não depende de outras coisas; já a motivação precisa ser reconstruída todos os dias".
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A reescrita mantém correção e sentido.

A reescrita reordena as ideias e usa "por isso" e "pois" de modo coerente. O ponto e vírgula antes de "já" preserva a oposição entre disciplina e motivação. A gramática e o sentido original se mantêm, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

Item certo: a reorganização dos períodos não altera as relações lógicas essenciais.

Referência: Reescrita de frases; conjunções explicativas e conclusivas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pronomes Relativos — Emprego de “onde”

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

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Texto-base:
A importância do foco

A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. É muito importante saber dizer não para muitas coisas, inclusive para seus melhores amigos quando se é preciso estar alinhado e focado em suas estratégias, sejam estas pessoais ou profissionais.

“Foco é dizer não!” (Steve Jobs)

A possibilidade de estarmos conectados o tempo todo com nossos smartphones e tablets tem nos deixado mais dispersivos. Todos esses recursos reduzem nossa capacidade de concentração. Na grande maioria das vezes, a falta de autocontrole, insensibilidade e falta de força de vontade são causadas pela desatenção.

Goleman* afirma que existem três tipos de foco. O primeiro é o foco interno. Esse tipo de atenção nos permite entender – e controlar – nossos sentimentos e emoções. O segundo é o foco nos outros, que é o que nos faz ouvir o que as outras pessoas dizem e a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o que estão sentindo. E o terceiro tipo de foco é a atenção que devemos dar ao que acontece a nossa volta e como nossas atitudes impactam o resto do mundo.

Cada um de nós tem uma infinidade de razões para perder a concentração. Goleman divide as distrações em dois tipos: a sensorial e a emocional. A primeira diz respeito aos sons, sabores, cheiros e sensações que nos roubam a atenção enquanto fazemos algo. A distração emocional é aquela que vem de dentro de nós, tal como sentimentos.

É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento. Muitos de nós só nos damos conta de que não estamos concentrados no que deveríamos depois de minutos ou horas de distração. Quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito.

O exercício para combater a fuga de atenção é simples: assim que perceber que o foco foi perdido, traga-o de volta, independente de quantas vezes for necessário recomeçar. Faça isso até concluir a atividade. A atenção equivale a um músculo mental que podemos fortalecer por meio de exercícios como esse. Quanto mais se faz, mais forte o músculo fica.

O treinamento é importante para toda e qualquer situação em que precisamos mudar algo. Na verdade, é muito mais fácil ter concentração quando fazemos um trabalho que consideramos estimulante e atrai a nossa atenção.

Um estudo conduzido pelas universidades Harvard, Stanford e Claremont constatou que na maior parte do tempo os profissionais estão estressados ou entediados. Apenas 20% das pessoas analisadas demonstraram momentos de satisfação plena no trabalho. O restante costuma passar tempo demais na internet ou pensando em outras coisas que não estão relacionadas às tarefas que precisam ser feitas. Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.

As pessoas que gostam do que fazem sentem mais facilidade para manter a atenção. O ideal seria aproximar o trabalho de algo que proporcione prazer. Como nem sempre isso é possível, manter a motivação e encontrar um propósito para o que se faz pode ser uma saída para evitar o tédio e a consequente falta de atenção.

Segundo Goleman, para ter foco, é preciso perdê-lo por algum tempo, de vez em quando. Há uma técnica para o gerenciamento do tempo que se chama técnica “Pomodoro”. Ela sugere que a pessoa utilize um “timer” para que, a cada 40 minutos, largue o que está fazendo e utilize um tempo entre 5 e 10 minutos para fazer algo que “descanse” a sua mente, como por exemplo, tomar um café, contemplar uma paisagem, conversar com alguém, fazer um alongamento, ou algo que tire você do raciocínio anterior. Depois deste período, volte à atividade anterior. Desta maneira, você trabalhará durante 40 minutos e descansará durante 10 minutos. Esta técnica ajuda a manter o foco por muito mais tempo durante o dia.

(Claudio D’Amico)
*Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo e jornalista da ciência.
Disponível em: < https://www.competue.com.br/blog/a-importancia-do-foco>. (Com adaptação).
Acesso em 16 de junho de 2024.

Considerando os textos presentes nesse exame, julgue cada afirmação a seguir como C (certa) ou E (errada).

O trecho “É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento” (Texto – A importância do foco, 5º parágrafo), apresenta uma inadequação ao registro culto. Dever-se-ia usar, por exemplo, em que ou quando.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

"Onde" foi usado para algo que não é lugar.

"Onde" só se emprega para lugar físico. "Momentos" é noção de tempo, então a norma culta pede "em que" ou "quando". O item está certo.

Análise das alternativas

Item certo: a inadequação existe e as substituições propostas (em que, quando) são corretas.

Referência: Pronome relativo "onde" e registro culto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
A importância do foco

A expressão “ter foco” significa ter um objetivo, estabelecer um planejamento, ter disciplina e persistência para atingir as metas e alcançar o que se pretende. Foco é constituído por planejamento, disciplina e continuidade. É muito importante saber dizer não para muitas coisas, inclusive para seus melhores amigos quando se é preciso estar alinhado e focado em suas estratégias, sejam estas pessoais ou profissionais.

“Foco é dizer não!” (Steve Jobs)

A possibilidade de estarmos conectados o tempo todo com nossos smartphones e tablets tem nos deixado mais dispersivos. Todos esses recursos reduzem nossa capacidade de concentração. Na grande maioria das vezes, a falta de autocontrole, insensibilidade e falta de força de vontade são causadas pela desatenção.

Goleman* afirma que existem três tipos de foco. O primeiro é o foco interno. Esse tipo de atenção nos permite entender – e controlar – nossos sentimentos e emoções. O segundo é o foco nos outros, que é o que nos faz ouvir o que as outras pessoas dizem e a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o que estão sentindo. E o terceiro tipo de foco é a atenção que devemos dar ao que acontece a nossa volta e como nossas atitudes impactam o resto do mundo.

Cada um de nós tem uma infinidade de razões para perder a concentração. Goleman divide as distrações em dois tipos: a sensorial e a emocional. A primeira diz respeito aos sons, sabores, cheiros e sensações que nos roubam a atenção enquanto fazemos algo. A distração emocional é aquela que vem de dentro de nós, tal como sentimentos.

É importante treinarmos nossa consciência para perceber os momentos onde perdemos a concentração. Isso tem a ver com autoconhecimento. Muitos de nós só nos damos conta de que não estamos concentrados no que deveríamos depois de minutos ou horas de distração. Quanto mais tempo nossa mente perde durante uma atividade que exige concentração, mais difícil é retornar ao que estava sendo feito.

O exercício para combater a fuga de atenção é simples: assim que perceber que o foco foi perdido, traga-o de volta, independente de quantas vezes for necessário recomeçar. Faça isso até concluir a atividade. A atenção equivale a um músculo mental que podemos fortalecer por meio de exercícios como esse. Quanto mais se faz, mais forte o músculo fica.

O treinamento é importante para toda e qualquer situação em que precisamos mudar algo. Na verdade, é muito mais fácil ter concentração quando fazemos um trabalho que consideramos estimulante e atrai a nossa atenção.

Um estudo conduzido pelas universidades Harvard, Stanford e Claremont constatou que na maior parte do tempo os profissionais estão estressados ou entediados. Apenas 20% das pessoas analisadas demonstraram momentos de satisfação plena no trabalho. O restante costuma passar tempo demais na internet ou pensando em outras coisas que não estão relacionadas às tarefas que precisam ser feitas. Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.

As pessoas que gostam do que fazem sentem mais facilidade para manter a atenção. O ideal seria aproximar o trabalho de algo que proporcione prazer. Como nem sempre isso é possível, manter a motivação e encontrar um propósito para o que se faz pode ser uma saída para evitar o tédio e a consequente falta de atenção.

Segundo Goleman, para ter foco, é preciso perdê-lo por algum tempo, de vez em quando. Há uma técnica para o gerenciamento do tempo que se chama técnica “Pomodoro”. Ela sugere que a pessoa utilize um “timer” para que, a cada 40 minutos, largue o que está fazendo e utilize um tempo entre 5 e 10 minutos para fazer algo que “descanse” a sua mente, como por exemplo, tomar um café, contemplar uma paisagem, conversar com alguém, fazer um alongamento, ou algo que tire você do raciocínio anterior. Depois deste período, volte à atividade anterior. Desta maneira, você trabalhará durante 40 minutos e descansará durante 10 minutos. Esta técnica ajuda a manter o foco por muito mais tempo durante o dia.

(Claudio D’Amico)
*Daniel Goleman é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo e jornalista da ciência.
Disponível em: < https://www.competue.com.br/blog/a-importancia-do-foco>. (Com adaptação).
Acesso em 16 de junho de 2024.

Considerando os textos presentes nesse exame, julgue cada afirmação a seguir como C (certa) ou E (errada).

No trecho “Ou seja, 80% das pessoas têm grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis à perda de foco.” (Texto – A importância do foco, 8º parágrafo) poderia ser alterado para a seguinte construção: Ou seja, 80% das pessoas tem grande parte da produtividade diminuída e estão suscetíveis a perda de foco, mantendo-se a correção gramatical.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A reescrita tem erros de concordância e de crase.

Com "80% das pessoas", o verbo concorda com "pessoas" no plural ("têm"), e "tem" é inadequado. Além disso, "suscetíveis à perda" exige crase (a + a perda), e a forma sem crase é errada. O item está errado.

Análise das alternativas

Item errado: "tem" (singular) e "a perda" (sem crase) comprometem a correção gramatical.

Referência: Concordância verbal com porcentagem; crase.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Poema

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
Fotografia ilustrativa: silhuetas de um adulto e de uma criança sentados lado a lado diante de um pôr do sol alaranjado.
Fonte: <https://www.projetoresgate.org.br/post/poema-se-de-rudyard-kipling>
Acesso em 12 de junho de 2024.

Se
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires,
De sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais – tu serás um homem, ó meu filho!

("If", de Rudyard Kipling, em tradução de Guilherme de Almeida.)
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92310.shtml> (Com adaptação).
Acesso em 29 de junho de 2024.

Considerando os textos presentes nesse exame, julgue cada afirmação a seguir como C (certa) ou E (errada).

Pode-se afirmar que “Se”, de Rudyard Kipling, é um poema em que o eu lírico dá conselhos a seu filho. Cada estrofe reflete sobre possíveis diferentes desafios ou cenários de vida e como lidar com eles.
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Língua Portuguesa Flexão Verbal — Pessoa e Número

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

Texto-base:
Fotografia ilustrativa: silhuetas de um adulto e de uma criança sentados lado a lado diante de um pôr do sol alaranjado.
Fonte: <https://www.projetoresgate.org.br/post/poema-se-de-rudyard-kipling>
Acesso em 12 de junho de 2024.

Se
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires,
De sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais – tu serás um homem, ó meu filho!

("If", de Rudyard Kipling, em tradução de Guilherme de Almeida.)
Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92310.shtml> (Com adaptação).
Acesso em 29 de junho de 2024.

Considerando os textos presentes nesse exame, julgue cada afirmação a seguir como C (certa) ou E (errada).

Se os três primeiros versos da última estrofe do poema “Se”, de Rudyard Kipling, fossem colocados na 1ª pessoa do plural, ficariam assim: “Se formos capazes de, entre a plebe, não nos corrompermos / E, entre reis, não perdermos a naturalidade, / E de amigos, quer bons, quer maus, nos defendermos,”.
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Matemática Radicais — Radicais Duplos

Comissão Organizadora do Processo Seletivo — Colégio Militar Tiradentes (PMDF/DEC) 2024 Fundamental

Colégio Militar Tiradentes — Polícia Militar do Distrito Federal (Brasília) · Admissão à 1ª série do Ensino Médio (ano letivo 2025)

Gabarito disponível

A respeito da racionalidade e do valor do número x = √(11 + √72) + √(11 − √72), pode-se afirmar que x é
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Resolução comentada

Elevando x ao quadrado, obtém-se 36, logo x = 6, inteiro maior que 5.

Como x > 0, calcula-se x². Temos x² = (11 + √72) + (11 − √72) + 2√(121 − 72) = 22 + 2·7 = 36. Logo x = 6, um número inteiro maior que 5.

Análise das alternativas

A e B dizem que x é irracional, mas x = 6 é inteiro. C está errada porque 6 não é menor que 4. E está errada porque 6 é inteiro, não racional não inteiro.

Referência: Radicais duplos / produto notável (a+b)².

Resolução comentada do VaiConcursos.