← Voltar para a lista de provas Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS 1/2024) — Opção 01 96 questões nesta prova · página 1 de 5 · 96 com gabarito Gabarito disponível Relação cronista × ilha nos trechos citados. 'De há muito sonho esta ilha' (3) indica que ela habita o imaginário do cronista. 'Quando me acontecer alguma pecúnia... compro uma ilha' (1) indica propriedade em potencial. 'E por que nos seduz a ilha?' (4) indica atração e fascínio. 'Só de a imaginar já me considero seu habitante' (2) indica que ela é sua residência. A sequência é 3 – 1 – 4 – 2. A, C e D trocam as relações: por exemplo, o trecho 2 trata de se considerar habitante, não de imaginário, e o trecho 1 trata de compra, não de residência. Referência: Interpretação de texto – relação entre trechos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Intertextualidade com Pasárgada: apenas III e IV estão corretas. III está correta, pois Pasárgada é apresentada como lugar ideal ('lá sou amigo do rei', 'a existência é uma aventura'). IV está correta, pois a crônica usa antíteses (perto/longe, fuga/confraternização, ficção/realidade). I é falsa porque Drummond propõe uma 'fuga relativa', sem desejo de abandonar a realidade. II é falsa porque 'aqui eu não sou feliz' é verso de Bandeira, e Drummond apenas o cita. A) Errada: I e II são falsas. B) Errada: I é falsa. C) Errada: II é falsa, pois a frase é de Bandeira. Referência: Intertextualidade (Drummond × Bandeira); figuras de linguagem – antítese. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O cronista quer uma ilha que o afaste dos homens apenas relativamente. O autor deseja uma 'fuga relativa' e 'não muito estouvada confraternização': uma ilha que não o afaste demasiado dos homens nem o obrigue a conviver com eles 'diuturnamente'. Ou seja, quer contato com as pessoas, mas não prolongado. A) Errada: o texto não diz que a realidade é opressora; trata-se de uma divagação. B) Errada: amor e paixão pela vida não são os temas; o tema é a atração pela ilha. C) Errada: ele não quer aspirar a fumaça e a graxa do porto; quer ficar longe disso. Referência: Drummond, 'Divagação sobre as ilhas' – interpretação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ideia central do 5º parágrafo: a ilha é um resumo prático do mundo. No último parágrafo, o cronista diz que a ilha o satisfaz por ser 'uma porção curta de terra', 'um resumo prático' do vasto mundo, sem os inconvenientes deste. Portanto, ela é uma representação reduzida e desejada do mundo. A) Errada: a ilha é 'quase ficção sem deixar de constituir uma realidade', ou seja, não existe apenas na ficção. B) Errada: o autor diz que não o tentam 'aventuras marajoaras'. D) Errada: a ilha é um resumo do mundo 'sem os inconvenientes dele', então não é idêntica à terra firme. Referência: Interpretação de texto – ideia central do parágrafo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Concordância nominal: 'proibido' com substantivo determinado por artigo. Quando o substantivo vem precedido de artigo, o adjetivo/particípio predicativo concorda com ele: 'É proibida a entrada de animais'. Sem o artigo ('É proibido entrada'), o termo ficaria invariável. Por isso a alternativa A é a incorreta. B) Correta: o adjetivo anteposto 'tortuosas' pode concordar com o substantivo mais próximo (veredas). C) Correta: 'portuguesa' no singular concorda com 'literatura', e a expressão 'língua e literatura portuguesa' é admitida. D) Correta: o adjetivo 'doentio', posposto a dois substantivos, pode concordar com o mais próximo; 'ciúme' é masculino singular. Referência: Concordância nominal – adjetivo e particípio com substantivos coordenados; expressões como 'é proibido/necessário/bom'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Identificar a hipérbole. "Sem fim é a aula" é um exagero expressivo do tédio da menina: a aula parece infinita. Isso caracteriza a hipérbole. B e C) São personificações (nuvens que se desenrolam, azul que convida). D) É um desejo imaginativo, não um exagero de uma característica. Referência: Figuras de linguagem: hipérbole. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Alternativa só com predicados verbais. Em B, "abriu a torneira" e "lavou as mãos" têm verbos transitivos diretos que são o núcleo do predicado. Os dois predicados são verbais. A) "levantou-se desanimado" tem predicativo, logo é verbo-nominal. C) "saiu triste" é verbo-nominal. D) "estavam ressecados" é predicado nominal. Referência: Tipos de predicado: verbal, nominal e verbo-nominal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pontuação correta. Em A, o ponto e vírgula separa corretamente os itens de uma enumeração que já contém vírgulas internas. B) Há vírgulas indevidas entre verbo e complemento e antes de "emboçava". C) Vírgula separa o sujeito do verbo ("meio de trocas, possibilita") e há vírgula indevida após "sobremaneira". D) Falta vírgula no vocativo "Juliana" e há vírgula indevida em "minha mãe, está". Referência: Pontuação: ponto e vírgula, vírgula e vocativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Palavra formada por derivação parassintética. "Entorpecida" vem de "entorpecer", formada por en- + torpe + -ecer, com prefixo e sufixo acrescentados simultaneamente ao radical. Isso caracteriza a parassíntese. B) "casarão" é derivação sufixal. C) "doceira" é derivação sufixal e "arroz-doce" é composição. D) "impersonalidade" é derivada por prefixação e sufixação em etapas sucessivas. Referência: Formação de palavras: derivação parassintética. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Período composto só por coordenação. Em B, as três orações ("Fechei os olhos", "já não me envergonhava das lágrimas", "já não me envergonhava de mais nada") são independentes entre si e coordenadas assindeticamente, sem subordinação. A) Traz a subordinada adjetiva "que trazia no dedo". C) São períodos curtos e separados, e não um único período composto. D) Tem a coordenada adversativa com "mas", mas também a oração reduzida de infinitivo "para pousar", que é subordinada. Referência: Período composto por coordenação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Identificar o aposto. "Hércules-Quasímodo" é um aposto: termo que explica ou especifica o sujeito ("o sertanejo") e vem isolado por vírgulas. A) "um forte" é predicativo do sujeito. B) "desengonçado" é predicativo. D) "a estrutura corretíssima..." é sujeito de "Falta-lhe". Referência: Termos acessórios: aposto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelEEAR — Exame de Admissão ao CFS 1/2024 — Opção 01 — Português, Inglês, Matemática e Física — Código 04
Divagação sobre as ilhas
Carlos Drumnond de Andrade
Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha; não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto. Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente. Porque esta é a ciência e, direi, a arte do bem-viver; uma fuga relativa, e uma não muito estouvada confraternização.
De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre. (...)
E por que nos seduz a ilha? As composições de sombra e luz, o esmalte das relvas, a cristalinidade dos regatos – tudo isso existe fora das ilhas, não é privilégio dela. A mesma solidão existe, com diferentes pressões, nos mais diversos locais, inclusive os de população densa, em terra firme e longa. Resta ainda o argumento da felicidade – “aqui eu não sou feliz”, declara o poeta, para enaltecer, pelo contraste, a sua pasárgada: mas será que se procura realmente nas ilhas uma ocasião de ser feliz ou modo de sê-lo? E só se alcançaria tal mercê, de índole extremamente subjetiva, no regaço de uma ilha, e não igualmente em terra comum?
Quando penso em comprar uma ilha, nenhuma dessas excelências me seduz mais que as outras, nem todas juntas constituem a razão de meu desejo. (...)
A ilha me satisfaz por ser uma porção curta de terra (falo de ilhas individuais, não me tentam aventuras marajoaras), um resumo prático, substantivo, dos estirões deste vasto mundo, sem os inconvenientes dele, e com a vantagem de ser quase ficção sem deixar de constituir uma realidade.
Presença da Literatura Brasileira. Modernismo. 5a. edição.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Considerando ilha versus cronista nos trechos, relacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
1 – “Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha;”
2 – “(e só de a imaginar já me considero seu habitante)”
3 – “De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre.”
4 – “E por que nos seduz a ilha?”
( ) É habitante do seu imaginário.
( ) É sua propriedade em potencial.
( ) É seu objeto de atração e de fascínio.
( ) É sua residência.Resolução comentada
Análise das alternativas
Divagação sobre as ilhas
Carlos Drumnond de Andrade
Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha; não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto. Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente. Porque esta é a ciência e, direi, a arte do bem-viver; uma fuga relativa, e uma não muito estouvada confraternização.
De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre. (...)
E por que nos seduz a ilha? As composições de sombra e luz, o esmalte das relvas, a cristalinidade dos regatos – tudo isso existe fora das ilhas, não é privilégio dela. A mesma solidão existe, com diferentes pressões, nos mais diversos locais, inclusive os de população densa, em terra firme e longa. Resta ainda o argumento da felicidade – “aqui eu não sou feliz”, declara o poeta, para enaltecer, pelo contraste, a sua pasárgada: mas será que se procura realmente nas ilhas uma ocasião de ser feliz ou modo de sê-lo? E só se alcançaria tal mercê, de índole extremamente subjetiva, no regaço de uma ilha, e não igualmente em terra comum?
Quando penso em comprar uma ilha, nenhuma dessas excelências me seduz mais que as outras, nem todas juntas constituem a razão de meu desejo. (...)
A ilha me satisfaz por ser uma porção curta de terra (falo de ilhas individuais, não me tentam aventuras marajoaras), um resumo prático, substantivo, dos estirões deste vasto mundo, sem os inconvenientes dele, e com a vantagem de ser quase ficção sem deixar de constituir uma realidade.
Presença da Literatura Brasileira. Modernismo. 5a. edição.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Leia o texto a seguir.
“Vou-me embora pra Pasárgada / Lá sou amigo do rei / Lá tenho a mulher que eu quero / Na cama que escolherei (...) / (...) Aqui eu não sou feliz / Lá a existência é uma aventura (...)” (Manuel Bandeira)
I- Em ambos os textos, o autor demonstra o desejo de fugir da realidade concreta e adentrar uma realidade idealizada.
II- Pode-se afirmar que o autor de “Divagação sobre as ilhas” se opõe ao mundo real, pois afirma “aqui eu não sou feliz”.
III- Pasárgada pode ser considerada um local perfeito para se viver.
IV- O recurso da antítese está presente na crônica “Divagação sobre as ilhas”.
Está correto o que se afirma emResolução comentada
Análise das alternativas
Divagação sobre as ilhas
Carlos Drumnond de Andrade
Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha; não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto. Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente. Porque esta é a ciência e, direi, a arte do bem-viver; uma fuga relativa, e uma não muito estouvada confraternização.
De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre. (...)
E por que nos seduz a ilha? As composições de sombra e luz, o esmalte das relvas, a cristalinidade dos regatos – tudo isso existe fora das ilhas, não é privilégio dela. A mesma solidão existe, com diferentes pressões, nos mais diversos locais, inclusive os de população densa, em terra firme e longa. Resta ainda o argumento da felicidade – “aqui eu não sou feliz”, declara o poeta, para enaltecer, pelo contraste, a sua pasárgada: mas será que se procura realmente nas ilhas uma ocasião de ser feliz ou modo de sê-lo? E só se alcançaria tal mercê, de índole extremamente subjetiva, no regaço de uma ilha, e não igualmente em terra comum?
Quando penso em comprar uma ilha, nenhuma dessas excelências me seduz mais que as outras, nem todas juntas constituem a razão de meu desejo. (...)
A ilha me satisfaz por ser uma porção curta de terra (falo de ilhas individuais, não me tentam aventuras marajoaras), um resumo prático, substantivo, dos estirões deste vasto mundo, sem os inconvenientes dele, e com a vantagem de ser quase ficção sem deixar de constituir uma realidade.
Presença da Literatura Brasileira. Modernismo. 5a. edição.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Na crônica o autorResolução comentada
Análise das alternativas
Divagação sobre as ilhas
Carlos Drumnond de Andrade
Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha; não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto. Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente. Porque esta é a ciência e, direi, a arte do bem-viver; uma fuga relativa, e uma não muito estouvada confraternização.
De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre. (...)
E por que nos seduz a ilha? As composições de sombra e luz, o esmalte das relvas, a cristalinidade dos regatos – tudo isso existe fora das ilhas, não é privilégio dela. A mesma solidão existe, com diferentes pressões, nos mais diversos locais, inclusive os de população densa, em terra firme e longa. Resta ainda o argumento da felicidade – “aqui eu não sou feliz”, declara o poeta, para enaltecer, pelo contraste, a sua pasárgada: mas será que se procura realmente nas ilhas uma ocasião de ser feliz ou modo de sê-lo? E só se alcançaria tal mercê, de índole extremamente subjetiva, no regaço de uma ilha, e não igualmente em terra comum?
Quando penso em comprar uma ilha, nenhuma dessas excelências me seduz mais que as outras, nem todas juntas constituem a razão de meu desejo. (...)
A ilha me satisfaz por ser uma porção curta de terra (falo de ilhas individuais, não me tentam aventuras marajoaras), um resumo prático, substantivo, dos estirões deste vasto mundo, sem os inconvenientes dele, e com a vantagem de ser quase ficção sem deixar de constituir uma realidade.
Presença da Literatura Brasileira. Modernismo. 5a. edição.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
A ideia principal do 5º parágrafo é a de que a ilhaResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Pequenos tormentos da vida
“De cada lado da sala de aula, pelas janelas altas, o / azul convida os meninos, / as nuvens desenrolam-se, lentas como quem vai inventando / preguiçosamente uma / história sem fim... Sem fim é a aula: e nada acontece, / nada... Bocejos e moscas. Se ao menos, pensa Margarida, se ao menos um / avião entrasse por uma janela e saísse por outra!” (Mário Quintana)
Existe hipérbole no trecho:Resolução comentada
Análise das alternativas
Circuito fechado
“Chinelo, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. (...)” (Ricardo Ramos)
Reescrevendo-se as frases, em qual alternativa há somente predicado verbal?Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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I- Caso o acento fosse suprimido, seria formada uma palavra inexistente na língua portuguesa.
II- A palavra elétrico segue a mesma regra de acentuação.
III- É classificada como um adjetivo uniforme.
IV- Segue a mesma regra da flexão numérica dos substantivos.
Está correto o que se afirma emResolução comentada
Análise das alternativas
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Resolução comentada
Análise das alternativas
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“O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.
A sua aparência, entretanto, ao primeiro lance de vista, revela o contrário. Falta-lhe a plástica impecável, o desempenho, a estrutura corretíssima das organizações atléticas.
É desgracioso, desengonçado, torto. Hércules-Quasímodo, reflete no aspecto a fealdade típica dos fracos.” (Euclides da Cunha)
Marque a alternativa cujo termo retirado do trecho acima classifica-se em aposto.Resolução comentada
Análise das alternativas
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Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Em relação à concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
Considerando os termos em destaque, coloque (CN) para complemento nominal e (AA) para adjunto adnominal. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
Marque a alternativa em que há erro de regência nominal.
Assinale a alternativa que apresenta classificação incorreta da oração reduzida em destaque.
Leia o poema e assinale a alternativa correta.
Considerando as regras de concordância verbal, marque a alternativa cujo verbo em destaque pode ir para o plural.
Leia o trecho seguinte.
Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.
Avalie as afirmações abaixo sobre a palavra em destaque.
Assinale a alternativa que contém uma palavra formada por derivação parassintética.
Marque a alternativa que contém período composto somente por coordenação.
Leia.