← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Brasília · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 41 questões nesta prova · página 2 de 3 · 40 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Céu: monossílabo tônico com ditongo aberto; igarapés: oxítona; lágrimas: proparoxítona. "Céu" é monossílabo tônico terminado em ditongo aberto éu. "Igarapés" é oxítona terminada em e seguido de s. "Lágrimas" é proparoxítona, todas acentuadas. A e B erram ao chamar "céu" de átono. C inverte a ordem das classificações. E classifica "igarapés" e "lágrimas" como paroxítonas, o que está errado. Referência: Regras de acentuação gráfica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Brasília — Processo Seletivo de Admissão 2025/2026 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Matemática, Língua Portuguesa e Produção Textual
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
Após a leitura, é possível concluir que a finalidade do Texto 1 é
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
Ao analisar o título do Texto 1, é possível substituir a palavra “fundamental”, mantendo as mesmas relações de sentido do contexto, por:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
O Texto 1 possui 8 parágrafos. Os fatores que influenciam a variação da disponibilidade da água estão presentes em qual parágrafo do Texto 1?
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
![]()
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
![]()
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
![]()
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
Assinale a alternativa em que o uso da vírgula segue a mesma justificativa gramatical do fragmento “Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores [...]” (Texto 1).
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno
![]()
Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.
Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.
O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.
Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.
Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.
Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.
Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”
Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.
![]()
TEXTO 2
![]()
Sobre a temática da tirinha (Texto 2), é possível concluir que
TEXTO 2
![]()
Quanto à classe gramatical, as palavras “ESSENCIAL” (1º quadrinho), “VOCÊ” (1º quadrinho), “ÓBVIO” (2º quadrinho), “ÁGUA” (2º quadrinho) e “AMOR” (3º quadrinhos) do Texto 2 são, respectivamente:
TEXTO 2
![]()
![]()
TEXTO 2
![]()
TEXTO 3
![]()
Levando em conta os temas “água” e “amor”, presentes nos Textos 2 e 3, o 3º quadrinho do Texto 2, materializa-se por meio da linguagem verbal e não verbal no ____ quadrinho do Texto 3.
TEXTO 4
Planeta Água
Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
Na corrente do ribeirão.
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população.
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos (no leito dos lagos)
No leito dos lagos.
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água, é misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora, virar nuvens de algodão.
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris, sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação.
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra
Pro fundo da terra.
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: <https://www.letras.mus.br>. Acesso em: 11 jun 2025. (Adaptado)
Leia o trecho abaixo da canção “Planeta Água” (Texto 4):
![]()
Levando em conta que a água se manifesta na natureza de diferentes formas, já que, em alguns momentos, ela é vista como fonte de alegria e vida e, em outros, pode causar tristeza e destruição, o que o trecho em destaque revela?
TEXTO 4
Planeta Água
Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
Na corrente do ribeirão.
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população.
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos (no leito dos lagos)
No leito dos lagos.
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água, é misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora, virar nuvens de algodão.
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris, sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação.
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra
Pro fundo da terra.
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: <https://www.letras.mus.br>. Acesso em: 11 jun 2025. (Adaptado)
![]()
TEXTO 4
Planeta Água
Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
Na corrente do ribeirão.
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população.
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos (no leito dos lagos)
No leito dos lagos.
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água, é misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora, virar nuvens de algodão.
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris, sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação.
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra
Pro fundo da terra.
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: <https://www.letras.mus.br>. Acesso em: 11 jun 2025. (Adaptado)
As palavras “céu”, “igarapés” e “lágrimas”, no Texto 4, são acentuadas pelas regras de:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 5
![]()
No Texto 5, Armandinho afirma: “A SOLUÇÃO CAIU DO CÉU”. Considerando as linguagens verbal e não verbal, presentes na tirinha, o que podemos inferir sobre a dinâmica familiar na casa da menina?
TEXTO 5
![]()
Na tirinha (Texto 5), os personagens discutem a falta de água e apresentam uma solução alternativa. Em relação às formas verbais presentes no texto, assinale a alternativa correta.
TEXTO 5
![]()
Leia, atentamente, o 3° quadrinho da tirinha (Texto 5) e assinale a alternativa correta quanto ao uso das reticências.
TEXTO 6
![]()
Após análise da charge, é possível concluir que o tema principal do Texto 6 é:
TEXTO 6
![]()
Ao observar as linguagens verbal e não verbal do Texto 6, constata-se que a ironia presente no texto se deve ao fato de:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base: