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Colégio Militar de Brasília — Processo Seletivo de Admissão 2025/2026 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Matemática, Língua Portuguesa e Produção Textual

Colégio Militar de Brasília · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Colégio Militar de Brasília2025Fundamental

41 questões nesta prova · página 2 de 3 · 40 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Brasília 2025 Fundamental

Colégio Militar de Brasília · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

Após a leitura, é possível concluir que a finalidade do Texto 1 é
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Língua Portuguesa Semântica — Sinonímia

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Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

Ao analisar o título do Texto 1, é possível substituir a palavra “fundamental”, mantendo as mesmas relações de sentido do contexto, por:
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

O Texto 1 possui 8 parágrafos. Os fatores que influenciam a variação da disponibilidade da água estão presentes em qual parágrafo do Texto 1?
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Língua Portuguesa Semântica — Antonímia

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Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

Comando da questão: Em “A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente” (Texto 1), a expressão destacada apresenta sentido oposto a: — a expressão “parcela expressiva” e o trecho “sentido oposto a” estão em negrito e sublinhados.
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Língua Portuguesa Semântica — Antonímia

Colégio Militar de Brasília 2025 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

Comando da questão: No fragmento “A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente” (Texto 1), a palavra destacada possui sentido oposto a: — a palavra “simultaneamente” e o trecho “sentido oposto a” estão em negrito e sublinhados.
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Língua Portuguesa Coesão Referencial

Colégio Militar de Brasília 2025 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

Comando da questão: No início do 8º parágrafo do Texto 1, em “Para tentar controlar a situação”, a expressão destacada retoma: — a expressão “a situação” está em negrito e sublinhada.
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Língua Portuguesa Pontuação — Vírgula

Colégio Militar de Brasília 2025 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

Assinale a alternativa em que o uso da vírgula segue a mesma justificativa gramatical do fragmento “Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores [...]” (Texto 1).
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Língua Portuguesa Formação de Palavras

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Texto-base:
TEXTO 1
Água é fundamental para a vida, inclusive na alimentação
“A insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente”, diz Pedro Jacobi
25/03/2024
Por Alessandra Ueno

Faixa "ALIMENTAÇÃO E SUSTENTABILIDADE" e fotografia de aspersores irrigando uma plantação. Legenda: A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação – Foto: feraugustodesign via Pixabay.

Dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água e foi estabelecido pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Porém, a relação desse líquido com a vida humana vai além da simples ingestão e passa também pela produção de alimentos.

Crise hídrica
Cada lugar possui um índice pluviométrico diferente, isto é, o volume da chuva varia de acordo com diversos fatores que incluem, além do geográfico, a presença ou não de vegetação natural, impacto da ação humana, tratamento das águas, entre outros. Quando se pensa na intervenção do ser humano, outra palavra recorrente é a escassez hídrica. “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas condições comprometem as bacias hidrográficas fundamentais para o consumo humano, ampliando os danos à saúde”, explica Pedro Jacobi, professor titular sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente.

O poder público também tem responsabilidade nesse impacto: a má qualidade das águas dos rios por falta de tratamento de esgoto doméstico e ocupação em áreas de mananciais, falta de planejamento para a construção de novos reservatórios, falta de investimentos para a redução de perdas e falta de coordenação institucional são alguns pontos elencados pelo professor.

Água e alimentação
A água está intrinsecamente ligada aos sistemas agroalimentares, já que a produção de alimentos depende de uma boa quantidade de irrigação e até mesmo da água em si para os demais processos. No Brasil, Jacobi comenta que, como a maior parte das terras agrícolas é irrigada sazonalmente, dependendo das chuvas, situações de escassez hídrica decorrentes das mudanças climáticas são cada vez mais preocupantes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor agropecuário foi responsável por 97,4% do consumo total de água no Brasil em 2017. “O setor agropecuário busca constantemente pela alta produtividade, que promove a expansão das lavouras como as de soja e milho e dos espaços destinados à pecuária, demandando a expansão da fronteira agrícola para regiões como a Amazônia e o Cerrado”, diz o professor. A consequência disso é o desmatamento e as queimadas florestais, que não comprometem apenas a região, mas também muitos outros locais que dependem da formação de chuvas.

Os reflexos desses problemas atingem tanto a quantidade quanto a qualidade das águas, o que, em cadeia, afeta diretamente a produção de alimentos, com consequências para as populações vulneráveis socialmente. “Os agricultores familiares são os mais duramente afetados, com a queda da qualidade das pastagens e da produção agrícola, gerando endividamento que dificulta desenvolver os próximos plantios”, explica Jacobi.

Sede e fome
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU pretende “garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos”. A água é um direito universal reconhecido pela ONU, mas ele não é cumprido integralmente. “Existe um dado para o qual não podemos deixar de olhar: a insegurança hídrica tem estreita relação com a insegurança alimentar, ou seja, há uma parcela expressiva da população brasileira que tem fome e sede simultaneamente, de acordo com relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar“, ressalta o professor.

Para tentar controlar a situação, Jacobi diz que o Brasil precisará ampliar os estoques de alimentos e privilegiar culturas mais resistentes a secas, por causa das mudanças climáticas, além de difundir o nexo água, energia e alimentação, já que a água é um eixo estruturador. “A partir daí, entende-se que a governança e gestão da água devem ser integradas aos demais setores pelo seu papel fundamental para a produção de alimentos e garantidor de energia devido à importância da hidroeletricidade no País.”

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/agua-e-fundamental-para-a-vida-inclusive-na-alimentacao> Acesso em: 21 maio 2025.

Comando da questão: No trecho “A partir do desmatamento nos biomas, dos processos de degradação dos solos, da poluição atmosférica e das águas, todas as condições comprometem as bacias hidrográficas [...]” (Texto 1), sobre o processo de formação da palavra destacada, assinale a alternativa correta. — a palavra “desmatamento” está em negrito e sublinhada.
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Língua Portuguesa Interpretação de Tirinha

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Texto-base:
TEXTO 2
Tirinha do Armandinho em três quadrinhos. 1º: o pai, de quem só aparecem as pernas, segura a prova e diz: “ESSENCIAL À VIDA DE TODOS OS SERES VIVOS”, COMEÇA COM A LETRA “A”... COMO VOCÊ CONSEGUIU ERRAR ESSA?! 2º: É ÓBVIO QUE É “ÁGUA”! O QUE VOCÊ COLOCOU NA PROVA?!! 3º: Armandinho responde: AMOR! Fonte: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/%C3%A1gua. Acesso em: 04 jun 2025.

Sobre a temática da tirinha (Texto 2), é possível concluir que
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Língua Portuguesa Classes de Palavras

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Texto-base:
TEXTO 2
Tirinha do Armandinho em três quadrinhos. 1º: o pai, de quem só aparecem as pernas, segura a prova e diz: “ESSENCIAL À VIDA DE TODOS OS SERES VIVOS”, COMEÇA COM A LETRA “A”... COMO VOCÊ CONSEGUIU ERRAR ESSA?! 2º: É ÓBVIO QUE É “ÁGUA”! O QUE VOCÊ COLOCOU NA PROVA?!! 3º: Armandinho responde: AMOR! Fonte: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/%C3%A1gua. Acesso em: 04 jun 2025.

Quanto à classe gramatical, as palavras “ESSENCIAL” (1º quadrinho), “VOCÊ” (1º quadrinho), “ÓBVIO” (2º quadrinho), “ÁGUA” (2º quadrinho) e “AMOR” (3º quadrinhos) do Texto 2 são, respectivamente:
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Língua Portuguesa Pronomes

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TEXTO 2
Tirinha do Armandinho em três quadrinhos. 1º: o pai, de quem só aparecem as pernas, segura a prova e diz: “ESSENCIAL À VIDA DE TODOS OS SERES VIVOS”, COMEÇA COM A LETRA “A”... COMO VOCÊ CONSEGUIU ERRAR ESSA?! 2º: É ÓBVIO QUE É “ÁGUA”! O QUE VOCÊ COLOCOU NA PROVA?!! 3º: Armandinho responde: AMOR! Fonte: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/%C3%A1gua. Acesso em: 04 jun 2025.

Comando da questão: Em “COMO VOCÊ CONSEGUIU ERRAR ESSA?” (Texto 2), a palavra destacada é um pronome __________________, que se refere a _____________________. — a palavra “ESSA” está em negrito e sublinhada.
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Língua Portuguesa Linguagem Verbal e Não Verbal

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Texto-base:
TEXTO 2
Tirinha do Armandinho em três quadrinhos. 1º: o pai, de quem só aparecem as pernas, segura a prova e diz: “ESSENCIAL À VIDA DE TODOS OS SERES VIVOS”, COMEÇA COM A LETRA “A”... COMO VOCÊ CONSEGUIU ERRAR ESSA?! 2º: É ÓBVIO QUE É “ÁGUA”! O QUE VOCÊ COLOCOU NA PROVA?!! 3º: Armandinho responde: AMOR! Fonte: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/%C3%A1gua. Acesso em: 04 jun 2025.

TEXTO 3
Tirinha do Horácio (Mauricio de Sousa) em oito quadrinhos. 1º: Horácio diz “A VELHA ÁGUA...” e “PODE SER DURA, FRIA... ATÉ DESAGRADÁVEL...”, sob neve. 2º: sob sol forte, “MAS BASTA UM POUCO DE CALOR...”. 3º: Horácio boia na água: “...E ELA PODE SER SUAVE, TÉPIDA, GOSTOSA!”. 4º: “CONFORME O LUGAR... E AS CONDIÇÕES...”. 5º: “...PODE SER MISTERIOSA... IMPENETRÁVEL!”. 6º: diante de uma cachoeira, “...MAS SEM ELA, NÃO HÁ VIDA!”. 7º: Horácio cumprimenta uma personagem: “OI, HORÁCIO!...”. 8º: sentados juntos sobre uma pedra, ao pôr do sol: “A VELHA LUCINDA...”. Fonte: https://br.pinterest.com/pin/486599934723292830/. Acesso em: 21 mai 2025.

Levando em conta os temas “água” e “amor”, presentes nos Textos 2 e 3, o 3º quadrinho do Texto 2, materializa-se por meio da linguagem verbal e não verbal no ____ quadrinho do Texto 3.
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 4
Planeta Água
Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
Na corrente do ribeirão.

Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população.

Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos (no leito dos lagos)
No leito dos lagos.

Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água, é misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora, virar nuvens de algodão.

Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris, sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação.

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra
Pro fundo da terra.

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: <https://www.letras.mus.br>. Acesso em: 11 jun 2025. (Adaptado)

Leia o trecho abaixo da canção “Planeta Água” (Texto 4):

Trecho: “Gotas de água da chuva / Alegre arco-íris, sobre a plantação / Gotas de água da chuva / Tão tristes, são lágrimas na inundação.” — os dois últimos versos (“Gotas de água da chuva / Tão tristes, são lágrimas na inundação”) estão em negrito e sublinhados.

Levando em conta que a água se manifesta na natureza de diferentes formas, já que, em alguns momentos, ela é vista como fonte de alegria e vida e, em outros, pode causar tristeza e destruição, o que o trecho em destaque revela?
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Língua Portuguesa Semântica — Efeito de Sentido

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Texto-base:
TEXTO 4
Planeta Água
Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
Na corrente do ribeirão.

Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população.

Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos (no leito dos lagos)
No leito dos lagos.

Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água, é misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora, virar nuvens de algodão.

Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris, sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação.

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra
Pro fundo da terra.

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: <https://www.letras.mus.br>. Acesso em: 11 jun 2025. (Adaptado)

Comando da questão: No contexto do trecho “Águas que movem moinhos / São as mesmas águas que encharcam o chão” (Texto 4), há uma oposição de ideias. Com base nessa oposição, qual é o efeito de sentido produzido pelo uso das palavras destacadas? — as palavras “movem” e “encharcam” estão em negrito e sublinhadas.
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Língua Portuguesa Acentuação Gráfica

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Texto-base:
TEXTO 4
Planeta Água
Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
Na corrente do ribeirão.

Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população.

Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos (no leito dos lagos)
No leito dos lagos.

Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água, é misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora, virar nuvens de algodão.

Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris, sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação.

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra
Pro fundo da terra.

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Disponível em: <https://www.letras.mus.br>. Acesso em: 11 jun 2025. (Adaptado)

As palavras “céu”, “igarapés” e “lágrimas”, no Texto 4, são acentuadas pelas regras de:
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Resolução comentada

Céu: monossílabo tônico com ditongo aberto; igarapés: oxítona; lágrimas: proparoxítona.

"Céu" é monossílabo tônico terminado em ditongo aberto éu. "Igarapés" é oxítona terminada em e seguido de s. "Lágrimas" é proparoxítona, todas acentuadas.

Análise das alternativas

A e B erram ao chamar "céu" de átono. C inverte a ordem das classificações. E classifica "igarapés" e "lágrimas" como paroxítonas, o que está errado.

Referência: Regras de acentuação gráfica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Tirinha

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Texto-base:
TEXTO 5
Tirinha do Armandinho em quatro quadrinhos. Uma menina pergunta: “FALTOU ÁGUA?” Armandinho responde: “AQUI EM CASA NÃO TEMOS ESSE PROBLEMA...”. A menina: “QUEM DIRIA...”. Armandinho, diante de uma casa com grandes tambores azuis ligados às calhas do telhado: “A SOLUÇÃO CAIU DO CÉU...”. Fonte: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/%C3%A1gua. Acesso em: 04 jun 2025.

No Texto 5, Armandinho afirma: “A SOLUÇÃO CAIU DO CÉU”. Considerando as linguagens verbal e não verbal, presentes na tirinha, o que podemos inferir sobre a dinâmica familiar na casa da menina?
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Língua Portuguesa Verbos — Tempos e Modos

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Texto-base:
TEXTO 5
Tirinha do Armandinho em quatro quadrinhos. Uma menina pergunta: “FALTOU ÁGUA?” Armandinho responde: “AQUI EM CASA NÃO TEMOS ESSE PROBLEMA...”. A menina: “QUEM DIRIA...”. Armandinho, diante de uma casa com grandes tambores azuis ligados às calhas do telhado: “A SOLUÇÃO CAIU DO CÉU...”. Fonte: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/%C3%A1gua. Acesso em: 04 jun 2025.

Na tirinha (Texto 5), os personagens discutem a falta de água e apresentam uma solução alternativa. Em relação às formas verbais presentes no texto, assinale a alternativa correta.
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Língua Portuguesa Pontuação — Reticências

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Texto-base:
TEXTO 5
Tirinha do Armandinho em quatro quadrinhos. Uma menina pergunta: “FALTOU ÁGUA?” Armandinho responde: “AQUI EM CASA NÃO TEMOS ESSE PROBLEMA...”. A menina: “QUEM DIRIA...”. Armandinho, diante de uma casa com grandes tambores azuis ligados às calhas do telhado: “A SOLUÇÃO CAIU DO CÉU...”. Fonte: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/%C3%A1gua. Acesso em: 04 jun 2025.

Leia, atentamente, o 3° quadrinho da tirinha (Texto 5) e assinale a alternativa correta quanto ao uso das reticências.
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Língua Portuguesa Interpretação de Charge

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Texto-base:
TEXTO 6
Charge: dois lenhadores, com motosserra e machado, sentados entre muitos tocos de árvores cortadas, sob sol forte; um deles diz “CALORÃO, NÉ?” e o outro responde “Ô!”. Fonte: https://br.pinterest.com/pin/839076974318645267/. Acesso em: 04 jun 2025.

Após análise da charge, é possível concluir que o tema principal do Texto 6 é:
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Língua Portuguesa Interpretação de Charge

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Texto-base:
TEXTO 6
Charge: dois lenhadores, com motosserra e machado, sentados entre muitos tocos de árvores cortadas, sob sol forte; um deles diz “CALORÃO, NÉ?” e o outro responde “Ô!”. Fonte: https://br.pinterest.com/pin/839076974318645267/. Acesso em: 04 jun 2025.

Ao observar as linguagens verbal e não verbal do Texto 6, constata-se que a ironia presente no texto se deve ao fato de:
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