← Voltar para a lista de provas Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) — Comando da Aeronáutica · Exame de Admissão ao CPCAR 2025 (Curso Preparatório de Cadetes do Ar) 49 questões nesta prova · página 2 de 3 · 47 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Há 16 números, e 16 é um quadrado perfeito. Quadrado perfeito múltiplo de 2, 3 e 5 é múltiplo de 30, então é (30k)². Precisamos 10.000 < 900k² < 360.000, ou seja, 100 < 30k < 600, o que dá k de 4 a 19, ou seja, 16 números. O enunciado está truncado, mas as alternativas indicam que se pede uma propriedade desse total, e 16 = 4².
B) 16 não é divisível por 10. C) 16 não é múltiplo de 3. D) 16 não é primo. Referência: Múltiplos, MMC e quadrados perfeitos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Apenas D está correta: chega-se a ~79,6% de etanol. A→B gasta 360/12 = 30 L, ficando 20 L de X (19,2 L de etanol); abastecendo 30 L de Y (8,25 L), há 27,45 L de etanol em 50 L (54,9%). B→C gasta 30 L, restam 20 L com 10,98 L de etanol. Completando com 30 L de X (28,8 L), há 39,78 L de etanol em 50 L, ou seja, 79,56% > 75%. A) Chega a C com 10,98 L, menos que 12. B) Completando com Y haveria 10,98 + 8,25 = 19,23 L, que é mais que os 19,2 L de quando chegou a B. C) Com X haveria 39,78 L, menos que os 48 L na saída de A. Referência: Porcentagem e misturas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A ração dura até a tarde do dia 20/02/2024. Ração total: 10·6·3 = 180 porções. Comendo meia porção, o grupo gasta 10·3·0,5 = 15/dia; em 9 dias gasta 135, sobrando 45. Com 9 pessoas comendo porção inteira, o consumo é 27/dia, então 45 dura 1 dia (27) mais 18 porções, ou seja, 2 porções por pessoa. Isso corresponde ao dia 19 inteiro e às refeições da manhã e da tarde do dia 20/02. B, C e D supõem consumo menor por pessoa ou mais dias de ração, o que não resulta do cálculo. Referência: Regra de três composta; grandezas inversamente proporcionais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No fim de 2023, 2.100 pessoas preferiam o Fob's. Início: Necdonald's = 10/16·3200 = 2000; Fob's = 1200. Fim: Necdonald's mantém 4/10·2000 = 800 e recebe 2/8·1200 = 300 do Fob's, totalizando 1100. Fob's = 3200 − 1100 = 2100. A) 1200 é o valor do início. B e D não resultam das frações aplicadas aos grupos corretos. Referência: Frações de quantidades. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As raízes de f(x − 1) são as de f(x) acrescidas de 1, então S − P = 2. Se r é raiz de f, então f((x) − 1) = 0 quando x − 1 = r, ou seja, x = r + 1. Com duas raízes, S = (r1 + 1) + (r2 + 1) = P + 2. Logo S − P = 2. A e B teriam o sinal trocado (deslocamento para a esquerda). C ignoraria que são duas raízes (cada uma desloca 1). Referência: Função quadrática: translação horizontal e soma das raízes. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Preço novo de R$ 11,00 com 31 unidades; redução de 19/30 ≈ 63,3%. Se o preço novo é (30 − X) e o estoque é n ≤ 100, então (30 − X)·n = 341 = 11·31. O preço deve ser natural e menor que 30, e n ≤ 100. Logo o preço é 11 e n = 31 (preço 31 ultrapassa 30, e preço 1 daria 341 unidades). Assim X = 19, e 19/30 ≈ 63,3%. A, B e C não correspondem a nenhuma divisão possível de 341 que satisfaça as condições; 19,3% e 36,6% são valores soltos ou invertidos (por exemplo, 11/30 ≈ 36,7%). Referência: Fatoração, divisibilidade e porcentagem. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível O eu-lírico se conecta às suas raízes culturais, valorizando sua origem. A canção evoca a terra natal, a saudade, os falares e lugares de origem, mostrando uma ligação afetiva do eu-lírico com suas raízes e a importância delas para sua identidade. B) Não há alienação, mas vínculo afetivo. C) Não há negação nem desejo de se desvincular. D) A canção valoriza a identidade cultural, e não a considera irrelevante. Referência: Interpretação de texto; identidade cultural. Resolução comentada do VaiConcursos.EPCAR — Exame de Admissão ao CPCAR 2025 — Língua Inglesa, Matemática, Língua Portuguesa e Redação — Versão A
De acordo com fontes históricas, esse esporte surgiu em 1918 na Suécia, quando um corredor, que também era matemático, pensava que o tempo gasto para praticar uma atividade física, era um tempo perdido para a mente. Assim, ele resolveu começar a solucionar problemas matemáticos enquanto corria. A orientação é um esporte que alia a atividade física com uma atividade mental intensa. Um atleta de orientação pode concluir uma prova com uma velocidade média de 2,6 m/s.
Fonte: http://www.graxsim.site/artigos/historico_do_esporte_de orientação - acesso em 13 de fevereiro de 2024.
Abaixo, temos parte de um mapa de uma pista de orientação.
![]()
(desenho fora de escala)
Os pontos A, L e O são colineares, bem como os pontos C, B e A. O ponto L representa a largada e o ponto C o local de chegada. Um atleta terá que, obrigatoriamente, passar pelos postos de controle, representados no mapa pelos pontos A e B, nessa ordem.
Sabendo que:
- O posto A está a 4 km de distância da largada.
- Os pontos L, B e C pertencem a uma circunferência de centro O e raio 7 km.
- A distância entre os pontos A e B é igual a distância de B até C.
Com base no texto, e nas informações contidas acima, podemos afirmar que o tempo gasto por um atleta de orientação que manteve a velocidade média descrita no texto, largou no ponto L, passou pelos postos de controle A e B, nessa ordem, e finalizou a prova no ponto C, foi de aproximadamente:
Foram escolhidas as alunas Vampré e Pires. A tarefa era a seguinte:
- A aluna Vampré escreveria no quadro 15 números inteiros, todos diferentes de zero.
- Em seguida, para cada par de números escritos por Vampré, Pires escrevia, sobre o mesmo quadro, o respectivo produto entre eles (inclusive se o resultado de algum produto já estivesse escrito, Pires o repetiria).
Observe um exemplo no quadro abaixo:
![]()
Note que os números 8 e 10 foram escritos novamente, mesmo já tendo sido escritos por Vampré, enquanto os números 20 e 40 foram escritos duas vezes por Pires.
Suponhamos que do total de números escritos no quadro, exatamente 65 são positivos e que Vampré escreveu mais números positivos do que negativos, então, a quantidade de números negativos escritos por Vampré foi de:
A quantidade de números com essas características é:Resolução comentada
Análise das alternativas
é um número que divide:
- O carro flex (trabalha com os combustíveis do tipo X, Y ou qualquer mistura entre eles).
- No trecho de A até B, o carro fez uma média de consumo de 12 km/L.
- No trecho de B até C, o carro faz uma média de 10 km/L.
- O combustível do tipo X possui 96% de etanol em sua composição.
- O combustível do tipo Y possui 27,5% de etanol em sua composição.
- O tanque do carro possui capacidade máxima de 50 litros.
Com base nas informações acima, e sabendo que não houve outros abastecimentos além dos descritos no texto, marque a alternativa correta.
(Dado: km/L = quilômetros por litro de combustível)Resolução comentada
Análise das alternativas
Quando o relógio marcava 00:00 hora do dia 10 de fevereiro de 2024, a embarcação em que estavam sofreu avarias e acabou afundando. Os amigos ficaram à deriva em um bote salva-vidas. Dentro do bote, havia um kit de suprimento alimentício denominado de ração.
Os 10 amigos perceberam que a quantidade de ração disponível daria para alimentar todos eles, se todos comessem a mesma quantidade, durante 6 dias, consumindo cada um dos amigos, três porções por dia: uma pela manhã, uma à tarde e uma à noite.
Porém, com medo do resgate demorar mais do que 6 dias, eles decidiram que todos consumiriam, igualmente, somente 50% de cada porção já a partir da primeira porção (na manhã do dia 10/02/2024).
Ao final do nono dia, após todos terem consumido a ração da noite, o grupo avistou um farol. Nesse momento, um dos amigos se jogou ao mar na esperança de encontrar ajuda, sem levar consigo qualquer porção de ração.
Os demais amigos que permaneceram no bote, já com muita fome, decidiram, então, que a partir da manhã do dia 19/02/2024, passariam a consumir 100% de cada porção.
Sabendo que o amigo que pulou ao mar obteve êxito em seu objetivo e que as equipes de resgate, capitaneadas por um helicóptero H-60 Black Hawk da Força Aérea Brasileira, chegaram ao local do salvamento no exato momento em que os amigos acabaram de comer a última porção de ração disponível. Então, podemos afirmar que o helicóptero chegou na:Resolução comentada
Análise das alternativas
No início de 2023, 10/16 desses consumidores preferiam o Necdonald’s e os demais preferiam o Fob’s.
No final de 2023, as preferências tinham se modificado.
Entre os que preferiam o Necdonald’s no início do ano, 4/10 mantiveram a escolha, e os demais passaram a preferir o Fob’s. Entre os que inicialmente preferiam o Fob’s, 6/8 permaneceram com a mesma opinião, já os demais escolheram o Necdonald’s.
Sabendo que a pesquisa foi realizada com 3.200 pessoas e que todas responderam à pesquisa no início e no final de 2023, escolhendo, obrigatoriamente, apenas uma das duas redes de fast food, então, o número de pessoas que preferiam o Fob’s no final de 2023 era de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Com vista à participação em uma dessas olimpíadas, um grupo de alunos foi desafiado por um dos seus mestres, que escrevera no quadro os números naturais de 1 até 1000.
Em seguida, foi dado o comando de trocar cada número pela soma de seus algarismos e repetir o processo até obter uma última linha com 1000 números de um algarismo.
Exemplo: O número 723 ficou representado na última linha pelo número 3
![]()
Ao final do desafio, os alunos concluíram que a quantidade de vezes que aparece o número 1 na última linha foi de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma das exigências foi a adequação das fachadas ao novo tema. Então, ficou decidido que a nova entrada seria no estilo “saloom”, inspirado no velho oeste americano. Portanto, nos vãos de entrada de cada estabelecimento, seria instalada uma porta, formada por duas abas iguais e de maior altura “h” possível.
Observe a ilustração abaixo:
![]()
(desenho fora de escala)
A empreiteira, para atender o pedido, fabricou as portas utilizando chapas maciças em cada aba. A altura h deveria estar no intervalo 0,70 m < h < 1,50 m.
Por questão de economia, foram adquiridas peças inteiriças longitudinais e com largura de 0,53 m.
Dessa forma, para obter as chapas das portas, bastaria cortar na altura escolhida. Então, elas chegaram em 3 lotes da seguinte forma:
L1: 10 chapas no tamanho de 53 x 675 cm
L2: 8 chapas no tamanho de 53 x 900 cm
L3: 4 chapas no tamanho de 53 x 1125 cm
Sabendo que a empreiteira atendeu as solicitações, que não houve sobra de material e que todas as portas seriam iguais, então, o número de portas entregues pela empreiteira foi de:
I) Vende metade das ações que possui dessa empresa, quando seu valor fica acima do valor ideal (Vi).
II) Vende dois terços das ações que possui dessa empresa, quando seu valor está muito acima do mercado (Vam).
III) Compra a mesma quantidade que possui no momento, quando seu valor está abaixo do valor mínimo (Vm).
O gráfico abaixo, apresenta o período de operações e a variação do valor, em reais, das ações dessa empresa, no decorrer de um certo dia de trabalho.
![]()
Sendo X o número de ações dessa empresa que o investidor começou a operar às 10 horas desse mesmo dia, e sabendo que o investidor só faz as operações nas horas exatas do dia e que fechou o dia às 17 horas com 100 ações, podemos afirmar que X pertence ao intervalo:
TEXTO I
O TEXTO I, considerado nesta prova, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou
que a identidade nacional é uma criação moderna: ela
começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu
plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se
5 pode falar em nações propriamente ditas. Podemos
compreender que uma nação é feita por um legado de
lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é
uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a
uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa
10 forma, a nacionalidade é também uma identidade.
Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava
fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las.
Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar
um passado prestigioso que representasse uma coesão
15 nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo,
a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma
nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história
que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque
heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob
20 uma única língua e que tenha monumentos culturais,
paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias,
etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um
discurso, e, como todo discurso, é constituída
dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 – segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a
formação da identidade a partir de duas perspectivas
distintas e concorrentes: a essencialista e a não
essencialista. A primeira define que existe um conjunto
5 cristalino e autêntico de características que todos aqueles
que pertençam a determinado grupo partilham e que não se
modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas
diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que
componham certo grupo e deste para com outros grupos,
10 pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser
parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se,
portanto, que esta última concebe que o ser humano seja
capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao
longo da própria vida como a partir do contexto social e
15 cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir
de um conceito relacional (WOODWARD, 2014).
[...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos
Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011)
20 circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo
perceber os conceitos de autoestima a partir da
contextualização deste aspecto subjetivo na história dos
sujeitos.
[...].
25 As concepções aqui apresentadas sobre a
autoimagem, também se organizam a partir dessa
perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-
se como uma organização interna de si mesmo, composta
por dados de realidade e dados subjetivos de
30 autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim,
compreende-se a autoestima e a autoimagem como
características da subjetividade humana que apresentam
um papel importante na forma como uma pessoa se
relaciona com outras e consigo mesma, na constituição
35 identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente,
organizar-se em torno do conceito de identidade aqui
trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a
seguir.
![]()
(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Sobre o primeiro fragmento do texto I, é correto dizer que
TEXTO I
O TEXTO I, considerado nesta prova, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou
que a identidade nacional é uma criação moderna: ela
começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu
plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se
5 pode falar em nações propriamente ditas. Podemos
compreender que uma nação é feita por um legado de
lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é
uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a
uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa
10 forma, a nacionalidade é também uma identidade.
Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava
fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las.
Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar
um passado prestigioso que representasse uma coesão
15 nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo,
a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma
nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história
que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque
heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob
20 uma única língua e que tenha monumentos culturais,
paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias,
etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um
discurso, e, como todo discurso, é constituída
dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 – segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a
formação da identidade a partir de duas perspectivas
distintas e concorrentes: a essencialista e a não
essencialista. A primeira define que existe um conjunto
5 cristalino e autêntico de características que todos aqueles
que pertençam a determinado grupo partilham e que não se
modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas
diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que
componham certo grupo e deste para com outros grupos,
10 pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser
parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se,
portanto, que esta última concebe que o ser humano seja
capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao
longo da própria vida como a partir do contexto social e
15 cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir
de um conceito relacional (WOODWARD, 2014).
[...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos
Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011)
20 circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo
perceber os conceitos de autoestima a partir da
contextualização deste aspecto subjetivo na história dos
sujeitos.
[...].
25 As concepções aqui apresentadas sobre a
autoimagem, também se organizam a partir dessa
perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-
se como uma organização interna de si mesmo, composta
por dados de realidade e dados subjetivos de
30 autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim,
compreende-se a autoestima e a autoimagem como
características da subjetividade humana que apresentam
um papel importante na forma como uma pessoa se
relaciona com outras e consigo mesma, na constituição
35 identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente,
organizar-se em torno do conceito de identidade aqui
trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a
seguir.
![]()
(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Considere as afirmativas extraídas do fragmento I do texto I e a análise sintática contida na alternativa. Em seguida, assinale a única que apresenta uma correta relação.
TEXTO I
O TEXTO I, considerado nesta prova, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou
que a identidade nacional é uma criação moderna: ela
começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu
plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se
5 pode falar em nações propriamente ditas. Podemos
compreender que uma nação é feita por um legado de
lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é
uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a
uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa
10 forma, a nacionalidade é também uma identidade.
Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava
fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las.
Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar
um passado prestigioso que representasse uma coesão
15 nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo,
a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma
nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história
que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque
heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob
20 uma única língua e que tenha monumentos culturais,
paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias,
etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um
discurso, e, como todo discurso, é constituída
dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 – segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a
formação da identidade a partir de duas perspectivas
distintas e concorrentes: a essencialista e a não
essencialista. A primeira define que existe um conjunto
5 cristalino e autêntico de características que todos aqueles
que pertençam a determinado grupo partilham e que não se
modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas
diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que
componham certo grupo e deste para com outros grupos,
10 pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser
parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se,
portanto, que esta última concebe que o ser humano seja
capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao
longo da própria vida como a partir do contexto social e
15 cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir
de um conceito relacional (WOODWARD, 2014).
[...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos
Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011)
20 circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo
perceber os conceitos de autoestima a partir da
contextualização deste aspecto subjetivo na história dos
sujeitos.
[...].
25 As concepções aqui apresentadas sobre a
autoimagem, também se organizam a partir dessa
perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-
se como uma organização interna de si mesmo, composta
por dados de realidade e dados subjetivos de
30 autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim,
compreende-se a autoestima e a autoimagem como
características da subjetividade humana que apresentam
um papel importante na forma como uma pessoa se
relaciona com outras e consigo mesma, na constituição
35 identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente,
organizar-se em torno do conceito de identidade aqui
trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a
seguir.
![]()
(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Observe o trecho a seguir:
“Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional” (fragmento II, texto I - ℓ. 11 a 16).
Assinale a alternativa em que a proposta de reescrita do trecho contido no fragmento II do texto I mantém a correção gramatical e preserva o sentido original do enunciado.
TEXTO I
O TEXTO I, considerado nesta prova, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou
que a identidade nacional é uma criação moderna: ela
começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu
plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se
5 pode falar em nações propriamente ditas. Podemos
compreender que uma nação é feita por um legado de
lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é
uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a
uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa
10 forma, a nacionalidade é também uma identidade.
Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava
fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las.
Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar
um passado prestigioso que representasse uma coesão
15 nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo,
a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma
nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história
que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque
heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob
20 uma única língua e que tenha monumentos culturais,
paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias,
etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um
discurso, e, como todo discurso, é constituída
dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 – segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a
formação da identidade a partir de duas perspectivas
distintas e concorrentes: a essencialista e a não
essencialista. A primeira define que existe um conjunto
5 cristalino e autêntico de características que todos aqueles
que pertençam a determinado grupo partilham e que não se
modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas
diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que
componham certo grupo e deste para com outros grupos,
10 pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser
parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se,
portanto, que esta última concebe que o ser humano seja
capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao
longo da própria vida como a partir do contexto social e
15 cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir
de um conceito relacional (WOODWARD, 2014).
[...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos
Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011)
20 circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo
perceber os conceitos de autoestima a partir da
contextualização deste aspecto subjetivo na história dos
sujeitos.
[...].
25 As concepções aqui apresentadas sobre a
autoimagem, também se organizam a partir dessa
perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-
se como uma organização interna de si mesmo, composta
por dados de realidade e dados subjetivos de
30 autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim,
compreende-se a autoestima e a autoimagem como
características da subjetividade humana que apresentam
um papel importante na forma como uma pessoa se
relaciona com outras e consigo mesma, na constituição
35 identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente,
organizar-se em torno do conceito de identidade aqui
trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a
seguir.
![]()
(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Leia o trecho a seguir:
“As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades” (fragmento II, texto I - ℓ. 25 a 27).
Assinale a alternativa que explica corretamente o trecho acima.
TEXTO I
O TEXTO I, considerado nesta prova, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou
que a identidade nacional é uma criação moderna: ela
começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu
plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se
5 pode falar em nações propriamente ditas. Podemos
compreender que uma nação é feita por um legado de
lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é
uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a
uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa
10 forma, a nacionalidade é também uma identidade.
Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava
fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las.
Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar
um passado prestigioso que representasse uma coesão
15 nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo,
a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma
nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história
que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque
heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob
20 uma única língua e que tenha monumentos culturais,
paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias,
etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um
discurso, e, como todo discurso, é constituída
dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 – segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a
formação da identidade a partir de duas perspectivas
distintas e concorrentes: a essencialista e a não
essencialista. A primeira define que existe um conjunto
5 cristalino e autêntico de características que todos aqueles
que pertençam a determinado grupo partilham e que não se
modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas
diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que
componham certo grupo e deste para com outros grupos,
10 pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser
parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se,
portanto, que esta última concebe que o ser humano seja
capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao
longo da própria vida como a partir do contexto social e
15 cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir
de um conceito relacional (WOODWARD, 2014).
[...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos
Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011)
20 circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo
perceber os conceitos de autoestima a partir da
contextualização deste aspecto subjetivo na história dos
sujeitos.
[...].
25 As concepções aqui apresentadas sobre a
autoimagem, também se organizam a partir dessa
perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-
se como uma organização interna de si mesmo, composta
por dados de realidade e dados subjetivos de
30 autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim,
compreende-se a autoestima e a autoimagem como
características da subjetividade humana que apresentam
um papel importante na forma como uma pessoa se
relaciona com outras e consigo mesma, na constituição
35 identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente,
organizar-se em torno do conceito de identidade aqui
trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a
seguir.
![]()
(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Assinale a opção que apresenta a análise INCORRETA relativa ao fragmento II do texto I.
TEXTO I
O TEXTO I, considerado nesta prova, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou
que a identidade nacional é uma criação moderna: ela
começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu
plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se
5 pode falar em nações propriamente ditas. Podemos
compreender que uma nação é feita por um legado de
lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é
uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a
uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa
10 forma, a nacionalidade é também uma identidade.
Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava
fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las.
Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar
um passado prestigioso que representasse uma coesão
15 nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo,
a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma
nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história
que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque
heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob
20 uma única língua e que tenha monumentos culturais,
paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias,
etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um
discurso, e, como todo discurso, é constituída
dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 – segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a
formação da identidade a partir de duas perspectivas
distintas e concorrentes: a essencialista e a não
essencialista. A primeira define que existe um conjunto
5 cristalino e autêntico de características que todos aqueles
que pertençam a determinado grupo partilham e que não se
modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas
diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que
componham certo grupo e deste para com outros grupos,
10 pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser
parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se,
portanto, que esta última concebe que o ser humano seja
capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao
longo da própria vida como a partir do contexto social e
15 cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir
de um conceito relacional (WOODWARD, 2014).
[...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos
Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011)
20 circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo
perceber os conceitos de autoestima a partir da
contextualização deste aspecto subjetivo na história dos
sujeitos.
[...].
25 As concepções aqui apresentadas sobre a
autoimagem, também se organizam a partir dessa
perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-
se como uma organização interna de si mesmo, composta
por dados de realidade e dados subjetivos de
30 autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim,
compreende-se a autoestima e a autoimagem como
características da subjetividade humana que apresentam
um papel importante na forma como uma pessoa se
relaciona com outras e consigo mesma, na constituição
35 identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente,
organizar-se em torno do conceito de identidade aqui
trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a
seguir.
![]()
(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
TEXTO II
![]()
(QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes. 2000).
Associando o fragmento I do texto I ao último quadrinho do texto II, assinale a alternativa correta.
TEXTO II
![]()
(QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes. 2000).
Considerando que a linguagem possui funções que correspondem a cada um dos elementos da comunicação, é possível afirmar que a função da linguagem presente no último quadrinho do texto II é:
TEXTO III
O cuitelinho*
Cheguei na beira do porto
Onde as ondas se espáia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
5 E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia, iá
Aí quando eu vim da minha terra
Despedi da parentaia
10 Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaia
Lá tinha revolução
Enfrentei forte bataia, iá
15 A tua saudade corta
Como aço de navaia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
Os zóio se enche d'água
20 Que até a vista se atrapaia, iá
*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.
(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In: BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna. São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).
A canção “O cuitelinho” mostra como a jornada emocional do eu-lírico se relaciona com a busca da identidade cultural. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Um dos esportes praticados pelos alunos da EPCAR é a Corrida de Orientação. Esse esporte tem como objetivo percorrer uma determinada distância em terreno variado e desconhecido, em que o atleta tem que passar, obrigatoriamente, por determinados pontos no terreno (posto de controle) demarcado em um mapa.
Duas alunas do primeiro esquadrão do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR), foram convidadas pelo professor de matemática a se dirigirem ao quadro para realizarem uma tarefa.
Considere todos os números maiores que 10.000 e menores que 360.000, que são múltiplos de 2, 3 e 5 e são quadrados perfeitos.
Considere os polinômios P(x) = 2px² + 2qx − 8 e Q(x) = 2x² + 2px + 2q na variável x. Sabendo que P(x + 1) = Q(2x) para todo x ∈ ℝ, então o valor da expressão
Um carro parte da cidade A, com tanque totalmente cheio de combustível tipo X, percorrendo 360 km até chegar à cidade B, onde reabastece, completando o tanque com combustível do tipo Y. Em seguida, percorre mais 300 km até chegar à cidade C.
Um grupo de 10 amigos foi comemorar o carnaval em um barco. Saíram do cais na tarde do dia 09 de fevereiro de 2024 e foram para alto mar.
Uma agência de publicidade foi contratada para fazer uma pesquisa sobre a preferência entre duas redes de fast food: Necdonald’s e Fob’s, durante o ano de 2023.
Seja P a soma das raízes de f(x) = ax² + bx + c e S a soma das raízes de f(x − 1). Então, a diferença S − P é igual a:
Entre as diversas atividades realizadas pelo aluno do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR), estão as participações em diversas olimpíadas do conhecimento, dentre as quais, destacamos as inúmeras olimpíadas de Matemática: nacionais e internacionais.
Um supermercado verificou que um certo produto estava próximo do seu vencimento e, por isso, precisava vender todo seu estoque. O preço original desse produto era de R$ 30,00 a unidade. Para atrair os consumidores e vender todo seu estoque antes do vencimento, o supermercado reduziu o preço do produto em X reais (sabendo que X é um número natural). Com o novo preço, o objetivo foi alcançado e todo o estoque desse produto, que não era superior a 100 unidades, foi vendido. Sabendo que o valor arrecadado com essa venda, foi de R$ 341,00, então, o valor da redução do preço por unidade foi de, aproximadamente
Uma rede de restaurantes, contratou uma empreiteira para reformar a fachada de todos os seus estabelecimentos.
Um investidor inicia um dia com X ações de uma empresa. No decorrer desse dia, ele efetua apenas dois tipos de operações: comprar ou vender essas ações. Para realizar essas operações de compra ou venda, ele segue os seguintes critérios:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base: