← Voltar para a lista de provas Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) · Especialista em Regulação de Saúde Suplementar 100 questões nesta prova · página 1 de 5 · 100 com gabarito Gabarito disponível A expansão da cobertura veio com subfinanciamento e precarização. O processo histórico foi de ampliação gradativa da cobertura e de universalização, com medidas como o fim da exigência da carteira de trabalho. Porém o financiamento insuficiente gerou certa precarização dos serviços. A) Correta. B) Errada: nega a síntese histórica. Referência: Evolução histórica do sistema de saúde brasileiro; subfinanciamento do SUS. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O Estado já participava do financiamento antes do SUS. Antes da reforma sanitária, o financiamento tinha contribuições de trabalhadores e empregadores, mas a União também aportava recursos, inclusive em ações de saúde pública e na assistência a não segurados. Portanto, não é correto dizer que o governo só passou a contribuir após o SUS. A) Errada: o termo 'somente' torna o item incorreto. B) Correta. Referência: História do financiamento da saúde no Brasil. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A saúde suplementar não se desenvolveu independente do Estado. Os planos privados cresceram com incentivos e subsídios estatais indiretos, como renúncia fiscal e dedução no imposto de renda, e depois passaram a ser regulados pela Lei 9.656/1998 e pela ANS. Não atuam de forma independente do Estado. A) Errada: afirma independência do Estado. B) Correta. Referência: Lei nº 9.656/1998; Lei nº 9.961/2000 (criação da ANS). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Houve mudança do seguro social para a seguridade social. A Constituição de 1988 criou a seguridade social, que integra saúde, previdência e assistência social. Assim, a saúde deixou de ser um benefício vinculado à contribuição (seguro social) e se tornou direito. A) Correta. B) Errada: nega a mudança constitucional. Referência: Constituição Federal de 1988, art. 194 (seguridade social). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Mesmo com o SUS universal, a saúde suplementar recebeu muitos trabalhadores formais. Após 1988, apesar da universalização no SUS, os planos privados cresceram, com adesão numerosa de trabalhadores formais, em geral via planos coletivos empresariais. O item está correto. A) Correta. B) Errada: ignora o crescimento da saúde suplementar. Referência: Evolução histórica do sistema de saúde brasileiro e da saúde suplementar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A cobertura de planos é maior nos estados do Sudeste. As maiores taxas de cobertura se concentram no Sudeste, com destaque para São Paulo e Rio de Janeiro, associadas à maior renda e ao maior emprego formal. Norte e Nordeste têm cobertura bem menor. A) Correta. B) Errada: nega a concentração no Sudeste. Referência: ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Não há migração para o tipo hospitalar; a assistência médica com ou sem odontologia segue predominante. Os planos exclusivamente hospitalares são pequena parcela do total. Os beneficiários seguem majoritariamente em planos médico-hospitalares, e o item erra ao dizer que o tipo hospitalar representa quase metade. A) Errada: o dado não corresponde à realidade. B) Correta. Referência: ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Após a criação da ANS, o número de operadoras registradas diminuiu. Com a regulação (exigência de registro, garantias financeiras e regras assistenciais), houve consolidação do mercado e queda contínua do número de operadoras. Logo, não houve aumento de registros. A) Errada: o número caiu. B) Correta. Referência: ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O modelo hegemônico na saúde suplementar é fragmentado, centrado na oferta e no modelo médico curativo. Na saúde suplementar, o modelo de atenção se formou de modo fragmentado, a partir da oferta de serviços e não das necessidades de saúde, com foco curativo e no modelo médico-hospitalar. Essa é a crítica usual da ANS e da literatura. A) Correta. B) Errada: nega a caracterização do modelo. Referência: ANS, Modelos de atenção à saúde na saúde suplementar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A ANS adotou políticas de promoção da saúde, certificação e acreditação para aprimorar o modelo de atenção. A ANS induz a mudança do modelo de atenção por meio de programas de promoção da saúde e prevenção de doenças, certificação de boas práticas em atenção à saúde e acreditação de operadoras. O objetivo é um cuidado mais integrado, eficiente e centrado no paciente. A) Correta. B) Errada: nega ações reais da ANS. Referência: ANS, programas de promoção da saúde, certificação de boas práticas e acreditação de operadoras. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Incidência e prevalência são medidas de frequência de doença, não indicadores-síntese. Incidência e prevalência são medidas básicas de frequência de doença, a partir das quais se constroem indicadores de saúde. O gabarito considera errado classificá-las como indicadores, ou seja, como medidas-síntese da situação sanitária. A) Errada: trata incidência e prevalência como indicadores-síntese. B) Correta: são medidas de morbidade (frequência), distintas dos indicadores. Referência: RIPSA, Indicadores básicos para a saúde no Brasil. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A transição demográfica se expressa na queda da natalidade e da mortalidade. A transição demográfica é a passagem de altas para baixas taxas de natalidade e mortalidade, o que altera a estrutura etária e, com isso, o perfil de saúde e doença da população. O item está correto. A) Correta. B) Errada: nega o conceito de transição demográfica. Referência: Conceito de transição demográfica e epidemiológica (Omran). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A pirâmide dos beneficiários de planos privados não é semelhante à da população brasileira. A população brasileira está em envelhecimento, mas a pirâmide dos beneficiários de planos privados tem perfil próprio, ligado ao mercado de trabalho formal, com concentração em adultos em idade ativa e menor proporção de idosos. Por isso, a afirmação de que as duas são muito semelhantes está errada. A) Errada: afirma semelhança entre as pirâmides. B) Correta: os perfis diferem. Referência: ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar; IBGE, projeções populacionais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Doenças transmissíveis de curso longo se aproximam da lógica das condições crônicas. Na lógica das RAS, a distinção relevante é entre condições agudas e crônicas, não entre transmissíveis e não transmissíveis. Doenças como HIV/aids e tuberculose, por terem longo curso, exigem enfrentamento semelhante ao das condições crônicas. A) Correta: o item reflete a abordagem de condições agudas e crônicas. B) Errada: contesta a afirmação correta. Referência: Mendes, E. V. As redes de atenção à saúde (condições agudas e crônicas). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A lei admite acréscimo temporário de valor (agravo) como alternativa à cobertura parcial temporária. Na doença ou lesão preexistente, a lei permite oferecer cobertura parcial temporária ou, alternativamente, o agravo, que é um acréscimo no valor da contraprestação. Portanto, não é vedado o acréscimo, e o item está errado. A) Errada: o acréscimo temporário (agravo) é permitido como alternativa. B) Correta: não há vedação. Referência: Lei nº 9.656/1998, art. 11 e Resolução CONSU nº 2/1998, sobre cobertura parcial temporária e agravo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A lógica está invertida: planos individuais têm reajuste definido pela ANS; os coletivos têm livre negociação. Pela Lei 9.656/1998 e pela regulação da ANS, o reajuste dos planos individuais/familiares é autorizado e limitado pela ANS. Nos planos coletivos, o reajuste é pactuado entre as partes, com monitoramento da agência. O item inverteu as regras. A) Errada: inverte a regra. B) Correta: individuais são regulados pela ANS e coletivos são negociados. Referência: Lei nº 9.656/1998, art. 35-E e regulamentação da ANS sobre reajustes. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Circunstâncias agravantes e atenuantes podem coexistir no mesmo evento. Na dosimetria da sanção, a ANS pondera as circunstâncias do caso concreto, e nada impede que, para o mesmo fato, incidam simultaneamente agravantes (como reincidência) e atenuantes (como reparação do dano). O valor da multa resulta da compensação entre elas. A) Correta: é possível a concomitância. B) Errada: não há vedação à coexistência de agravantes e atenuantes. Referência: RN ANS nº 124/2006 e RN ANS nº 483/2022, dispositivos sobre agravantes e atenuantes. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na ANS, a regra geral é a intimação por meio eletrônico, não por Correios. No processo administrativo sancionador da ANS, a regra geral é que intimações e notificações ocorram por meio eletrônico (Diário Oficial/ambiente eletrônico e meios digitais), cabendo a via postal (AR) e outras formas apenas subsidiariamente ou quando necessário. Por isso, afirmar que a regra é a entrega por correspondência dos Correios está errado. A) Errada: a correspondência dos Correios não é a regra geral. B) Correta: a regra é a comunicação por meio eletrônico. Referência: RN ANS nº 483/2022 (processo administrativo sancionador), dispositivos sobre intimações e notificações. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A prescrição conta-se, como regra, da data da prática do ato, e não do conhecimento do fato pela agência. Pela regra geral da prescrição da pretensão punitiva da Administração Federal (Lei 9.873/1999), o prazo é de cinco anos, contados da data da prática do ato ou, em infração permanente ou continuada, do dia em que cessou. O conhecimento do fato pela agência não é o termo inicial. Por isso o item está errado. Certo: incorreta, pois o termo inicial é a prática do ato. Errado: correta. Referência: Lei 9.873/1999, art. 1º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A RVE só é vedada se, após a notificação, a ANS já tiver iniciado o processo sancionador, e não pela simples notificação. Pela norma da ANS, a reparação voluntária e eficaz extingue a punibilidade quando realizada antes do início do processo sancionador, ou seja, antes da lavratura do auto de infração. A notificação para esclarecimentos ou para apresentar a conduta não impede a RVE. Por isso o item, que a veda pela simples notificação, está errado. Certo: incorreta, pois a vedação não decorre da notificação certificando a conduta. Errado: correta. Referência: RN 124/2006 da ANS e alterações (reparação voluntária e eficaz). Resolução comentada do VaiConcursos.ANS — CPNU 3ª Etapa (Curso de Formação) — Especialista em Regulação de Saúde Suplementar — 2ª Turma (Gestante) — Prova Objetiva
A síntese da evolução histórica do sistema de saúde demonstra que, embora tenha havido um processo gradativo de expansão da cobertura e da universalização, para o qual contribuíram medidas como o fim da exigência de apresentação da carteira de trabalho para atendimento, o financiamento insuficiente gerou certa precarização dos serviços.Resolução comentada
Análise das alternativas
Anteriormente à reforma sanitária, o financiamento da saúde era suportado por trabalhadores formais e empregadores, tendo o governo passado a contribuir somente após a criação do SUS, por meio de impostos gerais.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na vigência do SUS, grupos privados passaram a atuar no campo da saúde complementar de maneira independente do Estado, com recursos próprios dos segurados ⸺ em sua maioria trabalhadores formais ⸺ e subsídios das empresas empregadoras.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na evolução da organização do sistema de saúde, houve a mudança do modelo de seguro social para o de seguridade social, em que o direito à saúde passou a ser integrado ao da previdência e ao da assistência social.Resolução comentada
Análise das alternativas
Mesmo com a criação do SUS, que resultou na universalização do acesso à assistência médica, o sistema de seguros da iniciativa privada recebeu numerosa adesão de trabalhadores formais para a saúde suplementar.Resolução comentada
Análise das alternativas
A taxa de cobertura dos planos privados de assistência médica por unidades da Federação brasileira é maior em estados do Sudeste.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os beneficiários dos planos de saúde de assistência médica têm migrado para o tipo hospitalar, que representa atualmente quase a metade do total, tendo em vista o aumento do valor das mensalidades.Resolução comentada
Análise das alternativas
Com a criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar em 2000, houve aumento do número de registros de operadoras de saúde no Brasil.Resolução comentada
Análise das alternativas
O modelo de atenção, praticado hegemonicamente na saúde suplementar, constituiu-se ao longo dos anos de maneira fragmentada, pois foi organizado de forma aleatória, a partir da oferta de serviços e não das necessidades de saúde mapeadas, com foco na atenção curativa baseada no modelo médico.Resolução comentada
Análise das alternativas
Para aprimorar o modelo de saúde tradicional no Brasil, a ANS implementou políticas que incluem programas de promoção de saúde, certificação de boas práticas e acreditação de operadoras, com o objetivo de garantir um cuidado mais integrado, eficiente e centrado no paciente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Incidência e prevalência são indicadores de saúde, ou seja, medidas-síntese que contêm informações relevantes sobre determinados atributos e dimensões da situação sanitária de uma população.Resolução comentada
Análise das alternativas
A transição demográfica, que ajuda a moldar os perfis de saúde e doença de uma população, pode ser verificada pelas mudanças nas taxas de natalidade e de mortalidade.Resolução comentada
Análise das alternativas
A pirâmide etária da população brasileira, resultado da transição demográfica, apresenta padrão típico de população em envelhecimento, muito semelhante ao padrão observado na pirâmide de beneficiários de planos privados de assistência à saúde, pois os idosos são os que mais necessitam de assistência médica.Resolução comentada
Análise das alternativas
A classificação tradicional de doenças (etiopatogenia) em agudas transmissíveis e crônicas não transmissíveis não se mostra a mais adequada quando se trata de gestão em saúde para a organização de redes de atenção à saúde (RAS), pois certas doenças transmissíveis, pelo longo período de seu curso, estão mais próximas da lógica de enfrentamento das doenças crônicas.Resolução comentada
Análise das alternativas
No caso de lesão ou doença preexistente de beneficiário, é vedado acréscimo ao valor da contraprestação pecuniária do plano de saúde, ainda que seja de natureza temporária, como alternativa à adoção de cláusula de cobertura parcial temporária.Resolução comentada
Análise das alternativas
A partir dessa lei, o índice de atualização de planos coletivos de saúde deve ser estipulado pela ANS, e o de planos individuais deve ser fixado por livre negociação das partes.Resolução comentada
Análise das alternativas
Na aplicação de sanção à operadora de plano de saúde, é possível a ocorrência concomitante, em relação ao mesmo evento, de circunstâncias agravantes e atenuantes.Resolução comentada
Análise das alternativas
Como regra geral, no âmbito do processo administrativo sancionador na ANS, as intimações e notificações são realizadas por meio de correspondência entregue em domicílio pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Como regra, a prescrição para a ANS exercer o poder punitivo conta-se a partir do conhecimento do fato pela agência.Resolução comentada
Análise das alternativas
É vedada a reparação voluntária e eficaz (RVE) se já houver ocorrido a notificação do ente regulado, pela ANS, certificando-o da conduta irregular.Resolução comentada
Análise das alternativas
A respeito da evolução histórica do sistema de saúde brasileiro a partir da terceira década do século XX, julgue os itens a seguir.
A respeito da evolução histórica do sistema de saúde brasileiro a partir da terceira década do século XX, julgue os itens a seguir.
A respeito da evolução histórica do sistema de saúde brasileiro a partir da terceira década do século XX, julgue os itens a seguir.
A respeito da evolução histórica do sistema de saúde brasileiro a partir da terceira década do século XX, julgue os itens a seguir.
A respeito da evolução histórica do sistema de saúde brasileiro a partir da terceira década do século XX, julgue os itens a seguir.
Com relação a aspectos relativos à saúde suplementar no Brasil, julgue os itens seguintes.
Com relação a aspectos relativos à saúde suplementar no Brasil, julgue os itens seguintes.
Com relação a aspectos relativos à saúde suplementar no Brasil, julgue os itens seguintes.
Julgue os itens a seguir, relativos a saúde coletiva e qualidade em saúde.
Julgue os itens a seguir, relativos a saúde coletiva e qualidade em saúde.
Julgue os itens a seguir, relativos a saúde coletiva e qualidade em saúde.
Julgue os itens a seguir, relativos a saúde coletiva e qualidade em saúde.
Julgue os itens a seguir, relativos a saúde coletiva e qualidade em saúde.
Julgue os itens a seguir, relativos a saúde coletiva e qualidade em saúde.
Julgue os itens a seguir, com base na Lei n.º 9.656/1998, que dispõe sobre os planos e seguros privados de saúde.
Julgue os itens a seguir, com base na Lei n.º 9.656/1998, que dispõe sobre os planos e seguros privados de saúde.
Com relação ao processo administrativo sancionador na ANS, julgue os itens seguintes.
Com relação ao processo administrativo sancionador na ANS, julgue os itens seguintes.
Com relação ao processo administrativo sancionador na ANS, julgue os itens seguintes.
Com relação ao processo administrativo sancionador na ANS, julgue os itens seguintes.