← Voltar para a lista de provas Câmara dos Deputados · Cargos 1 e 2 (nível superior) — Conhecimentos Gerais 90 questões nesta prova · página 1 de 5 · 88 com gabarito Gabarito disponível A vírgula após 'público-alvo' não é obrigatória nem separa orações de mesmo sujeito. No trecho, 'Quando falamos em público-alvo, estamos tratando...', a vírgula separa oração adverbial anteposta da principal, mas o sujeito é o mesmo (nós, implícito) nas duas. Contudo, a justificativa dada é a de separar duas orações de mesmo sujeito, o que não é a regra: a vírgula decorre do deslocamento da adverbial. Por isso o item está errado. Certo: incorreto, a justificativa está errada. Errado: correto. Referência: Vírgula: oração subordinada adverbial anteposta. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Usado' concordaria com 'design' ou com 'conjunto'. Se 'usadas' fosse substituído por 'usado', concordaria com 'conjunto' (singular masculino), que é o núcleo do sintagma 'um conjunto de técnicas...', sendo concordância gramaticalmente possível. Logo, a correção é mantida. Certo: correto. Errado: incorreto, pois a concordância com 'conjunto' é válida. Referência: Concordância nominal com núcleo coletivo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Linguagem Simples não é um padrão com estruturas e palavras próprias. O texto a define como um conjunto de técnicas de redação e design para produzir textos claros, e não como um padrão de linguagem com estruturas e palavras próprias. Também não promete assimilação completa. Certo: incorreto, distorce a definição. Errado: correto. Referência: Interpretação de texto: distorção. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Meta última' (final) difere de 'última meta' (a mais recente/ final de uma série). Em 'a meta última', 'última' após o substantivo tem sentido de 'final, definitiva'. Antes do substantivo ('a última meta'), passa a indicar a mais recente ou a que fecha uma lista, alterando o sentido e podendo comprometer a coerência. Certo: correto. Errado: incorreto, pois a posição do adjetivo muda o sentido. Referência: Posição do adjetivo e mudança de sentido. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não gradua a importância da seleção de palavras até 'irrelevante'. O texto diz apenas que, em alguns casos, trocar palavras difíceis por fáceis não é a primeira preocupação. Não afirma que o cuidado seja considerado irrelevante nem apresenta gradação importante-secundário-irrelevante. Certo: incorreto, exagera o texto. Errado: correto. Referência: Interpretação de texto: extrapolação e distorção. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não diz que a clareza visa tornar tudo plenamente entendido por toda a população. O texto afirma que a clareza é a meta, mas voltada ao público-alvo específico, e que a técnica não é necessariamente simplificar. A afirmação de que haveria entendimento pleno pela população como um todo extrapola o texto. Certo: incorreto, extrapola o texto. Errado: correto. Referência: Interpretação de texto: extrapolação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Apenas o primeiro termo é agente da passiva; o segundo é complemento nominal. 'Por cidadãos com ensino médio completo' é agente da passiva de 'seja compreendido'. Já 'do uso da Linguagem Simples' complementa 'beneficiar-se', funcionando como complemento verbal (objeto indireto), em voz reflexiva/pronominal, não passiva. As funções são diferentes. Certo: incorreto, pois as funções diferem e a segunda oração não está na voz passiva. Errado: correto. Referência: Agente da passiva x objeto indireto; voz passiva. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em locução verbal com infinitivo, o pronome pode ficar após o infinitivo (ênclise). Em 'vão se beneficiar', o pronome pode ficar proclítico ao infinitivo ou ligado a ele por ênclise: 'vão beneficiar-se'. Ambas as colocações são aceitas, sem palavra atrativa que obrigue a próclise (o 'tanto... como' não atrai o pronome por si só neste caso). Certo: correto. Errado: incorreto, porque a ênclise ao infinitivo é permitida. Referência: Colocação pronominal em locuções verbais com infinitivo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O verbo da principal está no futuro do presente, não no presente histórico. 'Tenha prevalecido' está no pretérito perfeito composto do subjuntivo, mas o verbo da oração principal ('é') está no presente do indicativo, em sentido de verdade geral, e não em presente histórico. Além disso, não há obrigatoriedade de paralelismo temporal que o exija. Certo: incorreto, pois não se trata de presente histórico. Errado: correto. Referência: Emprego dos tempos e modos verbais; presente histórico x presente atemporal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Brasileiro' é adjunto adnominal; 'amazônia' e 'cerrado' são apostos/especificadores, funções diferentes. 'Brasileiro' é adjetivo e atua como adjunto adnominal de 'bioma'. Já 'amazônia' e 'cerrado', substantivos que especificam 'biomas', funcionam como apostos especificativos, não como adjuntos adnominais. Portanto, as funções não são as mesmas. Certo: incorreto, pois as classes e funções diferem. Errado: correto. Referência: Termos acessórios: adjunto adnominal x aposto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Aquele' exige 'àquele' e 'idêntico' altera sentido. Em 'superior ao calculado', 'superior' pede a preposição 'a'. Ao trocar o artigo/pronome por 'aquele', seria necessário 'àquele' (a + aquele) com crase. A proposta 'superior aquele' omitiu a crase, logo é incorreta. Além disso, 'idêntico período' altera o sentido de 'mesmo período'. Certo: incorreto, falta o acento grave em 'àquele'. Errado: correto. Referência: Crase diante de pronomes demonstrativos (aquele, aquela, aquilo). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O segundo parágrafo predominantemente expõe dados comparativos, não descreve. O segundo parágrafo apresenta dados quantitativos e comparações entre biomas (taxas por década, percentuais, proporções), com função informativa/expositiva-argumentativa. Não há caracterização de características de um ser ou cenário, que seria típica da descrição. Certo: incorreto, a tipologia predominante é expositiva. Errado: correto. Referência: Tipologia textual: dissertativo-expositiva x descritiva. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto apresenta aquecimento e redução de chuvas como processo ao longo de décadas. O texto fala em 'ritmo acelerado' e em aumento de 0,47 °C por década, acumulando quase 1,9 °C em quatro décadas, o que mostra uma mudança progressiva, ao longo do tempo. Logo, é um processo gradativo. Certo: correto, há aumento contínuo e acumulado por décadas. Errado: incorreto, pois o texto não descreve mudança súbita. Referência: Interpretação de texto: inferência a partir de dados temporais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As duas orações não são adverbiais finais; são completivas/nominais. 'Para assegurar' em 'É hora de os governos agirem para assegurar que...' tem valor de finalidade, mas 'para garantir representação igualitária' completa o sentido de 'urgência de medidas concretas' ('medidas concretas para garantir...'), funcionando como adjunto adnominal/ligado ao nome 'medidas', e não como circunstância adverbial do verbo. Assim, a afirmação de que ambas exercem função adverbial de finalidade é inadequada, conforme o gabarito. Certo: incorreto, pois nem ambas têm função adverbial. Errado: correto, nem as duas orações têm esse mesmo papel sintático. Referência: Orações subordinadas reduzidas de infinitivo: adverbiais finais x adjetivas/nominais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Deslocar 'ainda' e isolá-lo por vírgulas mantém sentido e correção. 'Ainda' funciona como conector de adição (além disso). Colocado após o verbo e entre vírgulas ('O mapa de 2025 mostra, ainda, que'), mantém a função aditiva e a correção, pois a vírgula entre verbo e oração objetiva é aqui justificada pelo intercalado. Certo: correto. Errado: incorreto, pois não há alteração de sentido nem erro de pontuação. Referência: Pontuação de termos deslocados/intercalados; advérbio/conector 'ainda'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Crase antes de 'as mulheres' em 'superar as mulheres': não há crase. Em 'superar as mulheres', o verbo 'superar' é transitivo direto e 'as mulheres' é objeto direto. Não há preposição 'a' exigida pelo verbo, então não existe fusão com o artigo e o acento grave é incorreto, e não facultativo. O 'a' de 'continuam a superar' é apenas preposição que liga os verbos e fica antes do infinitivo. Certo: errado, pois não há crase nem sequer possibilidade facultativa. Errado: correto, porque falta a preposição exigida. Referência: Crase: ocorrência exige preposição 'a' + artigo 'a(s)'; verbo transitivo direto não a admite. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto fala em engajamento ativo de homens, não em proteção masculina. Chungong defende o engajamento ativo dos homens como parte da solução, ou seja, participação na promoção da igualdade, e não proteção às mulheres. A inferência de machismo enraizado não tem base no texto. Certo: distorce 'engajamento' em 'proteção' e extrapola. Errado: correto. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A presidente da UIP chamou o ritmo de 'glacial', ou seja, desalentador. Tulia Ackson, presidente da UIP (autoridade máxima), classificou o ritmo como 'glacial' e ressaltou a urgência de medidas. Isso traduz avaliação negativa, desalentadora. Certo: corresponde ao texto. Errado: contraria o quarto parágrafo. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Paliativas' e 'protelatórias' têm sentido compatível no contexto. Medidas paliativas apenas aliviam sem resolver; 'protelatórias' são as que adiam. No contexto ('o tempo das medidas paliativas acabou'), ambas indicam providências que não enfrentam o problema, então a troca mantém a coerência segundo o gabarito. Certo: substituição aceita por coerência no contexto. Errado: seria rejeitar a equivalência contextual. Referência: Semântica: sinonímia contextual Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Presidenta' é forma correta e marca opção política de gênero. 'Presidenta' é forma feminina dicionarizada, portanto mantém a correção, e seu uso expressa escolha de marcar o gênero feminino, coerente com a defesa de maior representatividade das mulheres no poder. Certo: correto. Errado: não há incorreção e o efeito político é plausível. Referência: Flexão de gênero; 'presidente' e 'presidenta' Resolução comentada do VaiConcursos.Câmara dos Deputados — Concurso 2025 (Edital nº 1, de 30/12/2025) — Conhecimentos Gerais para os Cargos 1 e 2
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
No primeiro período do segundo parágrafo, o emprego da vírgula imediatamente após ‘público-alvo’ é obrigatório e se justifica pela necessidade de serem separadas duas orações que apresentam o mesmo sujeito.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
Seria mantida a correção gramatical do primeiro período do texto caso o termo “usadas” fosse substituído por usado.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
O texto informa que Linguagem Simples é um padrão de linguagem com estruturas linguísticas e palavras próprias que se volta à simplificação dos textos para a completa assimilação do seu conteúdo pelo público a que tais textos se destinam.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
A substituição de “a meta última” (segundo período do terceiro parágrafo) por a última meta alteraria o sentido veiculado originalmente no texto e poderia comprometer a coerência textual.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
Segundo o texto, apesar de a Linguagem Simples ir além da mera seleção vocabular, o cuidado com essa seleção varia conforme a complexidade do gênero textual e do público-alvo, indo de importante, passando a secundário, até ser considerado irrelevante.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
Conforme o texto, a clareza é uma das ferramentas usadas na Linguagem Simples com o fim de simplificar os temas tratados nos textos, permitindo-se, assim, que eles sejam plenamente entendidos pela população como um todo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
No segundo parágrafo, os termos preposicionados “por cidadãos com ensino médio completo” (segundo período) e “do uso da Linguagem Simples” (último período) desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem — ambas na voz passiva.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
A forma pronominal “se”, em “vão se beneficiar” (último período do segundo parágrafo), poderia ser corretamente deslocada para imediatamente após a forma verbal infinitiva, da seguinte forma: vão beneficiar-se.Resolução comentada
Análise das alternativas
Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.
Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.
Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.
A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.
Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.
Visto que, no primeiro período do terceiro parágrafo, a locução verbal “tenha prevalecido” corresponde ao tempo pretérito, conclui-se que o verbo da oração principal do período está empregado no presente histórico, em obediência ao paralelismo temporal.Resolução comentada
Análise das alternativas
A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais — da amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível.
Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 °C por década. Em quatro décadas, o aumento acumulado no pantanal chega a quase 1,9 °C. O ritmo de crescimento do aquecimento no pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo e para os biomas amazônia e cerrado, que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na caatinga e na mata atlântica e mais que o triplo da do pampa nos 40 anos analisados.
Marcos Pivetta. Um pantanal mais quente e seco. In: Revista Pesquisa FAPESP, 2026, v. 360, p. 45 (com adaptações).
Julgue os próximos itens, referentes ao texto precedente.
O termo “brasileiro” (segundo período do primeiro parágrafo) desempenha a mesma função sintática dos termos “amazônia” e “cerrado” (terceiro período do segundo parágrafo): o primeiro modifica o nome “bioma”, e os dois últimos, “biomas”.Resolução comentada
Análise das alternativas
A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais — da amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível.
Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 °C por década. Em quatro décadas, o aumento acumulado no pantanal chega a quase 1,9 °C. O ritmo de crescimento do aquecimento no pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo e para os biomas amazônia e cerrado, que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na caatinga e na mata atlântica e mais que o triplo da do pampa nos 40 anos analisados.
Marcos Pivetta. Um pantanal mais quente e seco. In: Revista Pesquisa FAPESP, 2026, v. 360, p. 45 (com adaptações).
Julgue os próximos itens, referentes ao texto precedente.
O trecho “superior ao calculado no mesmo período” (terceiro período do segundo parágrafo) poderia ser corretamente reescrito como superior aquele calculado em idêntico período.Resolução comentada
Análise das alternativas
A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais — da amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível.
Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 °C por década. Em quatro décadas, o aumento acumulado no pantanal chega a quase 1,9 °C. O ritmo de crescimento do aquecimento no pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo e para os biomas amazônia e cerrado, que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na caatinga e na mata atlântica e mais que o triplo da do pampa nos 40 anos analisados.
Marcos Pivetta. Um pantanal mais quente e seco. In: Revista Pesquisa FAPESP, 2026, v. 360, p. 45 (com adaptações).
Julgue os próximos itens, referentes ao texto precedente.
Predomina, no segundo parágrafo do texto, a tipologia descritiva.Resolução comentada
Análise das alternativas
A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais — da amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível.
Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 °C por década. Em quatro décadas, o aumento acumulado no pantanal chega a quase 1,9 °C. O ritmo de crescimento do aquecimento no pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo e para os biomas amazônia e cerrado, que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na caatinga e na mata atlântica e mais que o triplo da do pampa nos 40 anos analisados.
Marcos Pivetta. Um pantanal mais quente e seco. In: Revista Pesquisa FAPESP, 2026, v. 360, p. 45 (com adaptações).
Julgue os próximos itens, referentes ao texto precedente.
De acordo com o texto, menor pluviosidade e aumento do calor no pantanal se caracterizam como um processo gradativo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.
Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.
Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.
A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.
Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.
Internet: <onumulheres.org.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
As orações ‘para assegurar’ (terceiro período do terceiro parágrafo) e “para garantir representação igualitária” (primeiro período do quarto parágrafo) exercem função adverbial e expressam circunstância de finalidade.Resolução comentada
Análise das alternativas
Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.
Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.
Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.
A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.
Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.
Internet: <onumulheres.org.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto caso o trecho “Ainda, o mapa de 2025 mostra que” (último parágrafo) fosse assim reescrito: O mapa de 2025 mostra, ainda, que.Resolução comentada
Análise das alternativas
Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.
Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.
Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.
A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.
Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.
Internet: <onumulheres.org.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
É facultativo o emprego do acento indicativo de crase no vocábulo “as” em “superar as mulheres” (segundo período do primeiro parágrafo).Resolução comentada
Análise das alternativas
Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.
Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.
Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.
A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.
Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.
Internet: <onumulheres.org.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
Infere-se do texto que a UIP defende a proteção masculina às mulheres como medida concreta para a garantia de representação igualitária nos espaços de poder, o que sugere o enraizamento do posicionamento machista na sociedade.Resolução comentada
Análise das alternativas
Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.
Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.
Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.
A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.
Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.
Internet: <onumulheres.org.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
O ritmo de avanço das medidas para o alcance da igualdade de gênero na liderança política no mundo é considerado desalentador pela autoridade máxima da UIP.Resolução comentada
Análise das alternativas
Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.
Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.
Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.
A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.
Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.
Internet: <onumulheres.org.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
O vocábulo ‘paliativas’ (segundo período do terceiro parágrafo) poderia ser substituído, sem comprometimento da coerência das ideias do texto, por protelatórias.Resolução comentada
Análise das alternativas
Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.
Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.
Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.
A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.
Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.
Internet: <onumulheres.org.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
No primeiro período do quarto parágrafo, o emprego do termo presidenta em vez de “presidente” não só preservaria a correção do texto como também evidenciaria uma opção política de gênero, em consonância com os ideais de maior representatividade das mulheres nas esferas de poder.Resolução comentada
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