← Voltar para a lista de provas Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargo 15 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 49 com gabarito Gabarito disponível Ao qualificar o saber como livre, o autor sugere por contraste o que faltava nos conventos. O texto associa os conventos aos dogmas da Igreja e ao isolamento dos monges, e diz que as universidades surgiram em nome de um saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou métodos. Por contraste, infere-se que esses atributos não eram encontrados nos conventos. Certo: correta, pois a inferência decorre da oposição convento (dogmas) x universidade (saber livre). Errado: ignora o contraste construído no texto. Referência: Cristovam Buarque, Universidade e democracia (Revista USP, n.º 78, 2008). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Universidade e convento tinham missões distintas, apesar de ambos gerarem saber superior. Os conventos formavam adultos para aprofundar temas e dogmas da Igreja, enquanto as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou métodos. Há sucessão no papel de gerar saber, mas a missão não era idêntica. Certo: errado, pois o texto contrapõe o saber dogmático ao saber livre. Errado: correta, pois a missão diferia. Referência: Cristovam Buarque, Universidade e democracia (Revista USP, n.º 78, 2008). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto afirma que a universidade sobreviveu mil anos ajustando-se às mudanças. No terceiro parágrafo, o autor diz que a universidade 'sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo' e que evoluiu científica e tecnicamente. Logo, segundo ele, ela soube se adaptar ao longo do último milênio, embora precise agora de transformação radical. Certo: correta, pois condiz com o terceiro parágrafo. Errado: contraria a afirmação expressa de que houve ajustes e sobrevivência. Referência: Cristovam Buarque, Universidade e democracia (Revista USP, n.º 78, 2008). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto defende que a universidade deve se reinventar, não voltar ao convento. O autor afirma que, no terceiro milênio, a universidade deverá se transformar radicalmente e inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos. Não há ideia de retorno ao modelo conventual; ao contrário, o convento é citado como origem superada. Certo: errado, pois o texto propõe inovação radical, não retorno. Errado: correta, pelo motivo exposto. Referência: Cristovam Buarque, Universidade e democracia (Revista USP, n.º 78, 2008). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A sequência dos verbos indica gradação, e não prioridade à criatividade. No último parágrafo, o autor constrói uma gradação: mudar, evoluir, reformar, inventar, com ideia de ir além a cada passo. Isso mostra a necessidade de transformação profunda da universidade, e não uma prioridade à criatividade no ambiente universitário. Atribuir essa conclusão é extrapolação. O item está errado. A) Errada: a ordem dos verbos expressa intensificação da mudança, não prioridade à criatividade. B) Correta: a inferência não é sustentada pelo texto. Referência: Texto CB3A1, 5º parágrafo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto é dissertativo-argumentativo, e não reportagem. O texto expõe e defende ideias, com opinião do autor, sobre o papel e o futuro da universidade, sem dados empíricos colhidos e apresentados jornalisticamente. Isso o aproxima de artigo de opinião ou ensaio, não de reportagem. O item está errado. A) Errada: faltam características de reportagem, como dados e fontes apurados. B) Correta: o gênero é argumentativo. Referência: Texto CB3A1; gêneros textuais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A conclusão propõe uma tese: a universidade precisa inventar uma instituição nova. Pelo gabarito, o item está correto: o último parágrafo indica o que a universidade precisa fazer nas próximas décadas, projetando o futuro do ensino superior. O autor formula uma proposição sobre o ensino superior no terceiro milênio, o que a banca tratou como hipótese. A) Correta, conforme o gabarito. B) Errada, conforme o gabarito. Referência: Texto CB3A1, 5º parágrafo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O verbo "impõe" concorda com "o mundo" e não pode ir ao plural. Em "as novas exigências que o mundo impõe às ideias", o sujeito de "impõe" é "o mundo", e "que" é objeto direto, retomando "exigências". Por isso o verbo fica no singular e a flexão "impõem" geraria erro. O item está errado. A) Errada: o sujeito é "o mundo", não "exigências". B) Correta: o plural seria incorreto. Referência: Texto CB3A1, 4º parágrafo; concordância verbal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Em que" pode ser substituído por "no qual". Em "um tempo em que a educação básica era restrita", "em que" é pronome relativo com antecedente "tempo" e função de adjunto adverbial. "No qual" concorda com o antecedente masculino singular e mantém regência e sentido. O item está correto. A) Correta: a substituição preserva sentido e correção. B) Errada: não há prejuízo. Referência: Texto CB3A1, 1º parágrafo; pronomes relativos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sem o acento, "pode" seria presente, alterando o tempo verbal. "Pôde" é pretérito perfeito, e o acento circunflexo o distingue de "pode", presente do indicativo. Retirá-lo mudaria o tempo verbal e, com isso, o sentido original do trecho, que trata de fato passado. O item está errado. A) Errada: eliminar o acento altera o tempo e o sentido. B) Correta: o acento é diferencial de tempo. Referência: Texto CB3A1, 2º parágrafo; acentuação gráfica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Trocar "Mas" por "E" mantém a correção gramatical. A substituição de "Mas" (adversativa) por "E" não gera erro gramatical, pois "E" pode ter valor adversativo no contexto, ligando a ideia de evolução à de pouca mudança nas características básicas. Muda-se a nuance, mas a correção gramatical é preservada, que é o que o item afirma. A) Correta: não há prejuízo à correção gramatical. B) Errada: a troca não produz erro. Referência: Texto CB3A1, 3º parágrafo; conjunções. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os dois "ela" retomam "a universidade". No último período do terceiro parágrafo, "ela" retoma "a universidade", sujeito do período anterior. No quarto parágrafo, "ela deverá mudar" refere-se à mesma universidade. Portanto o referente é o mesmo nas duas ocorrências. A) Correta: mesmo referente. B) Errada: não há mudança de referente. Referência: Texto CB3A1, 3º e 4º parágrafos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Para" introduz finalidade, e não consequência. Em "serviam para formar adultos", a preposição "para" introduz oração reduzida de infinitivo que indica o objetivo, a finalidade a que os conventos serviam. A consequência exigiria estrutura como "tanto... que". O item está errado. A) Errada: a circunstância é de finalidade. B) Correta: o item troca finalidade por consequência. Referência: Texto CB3A1, 1º parágrafo; orações subordinadas adverbiais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Nos dois primeiros períodos a vírgula separa adjuntos adverbiais deslocados. No primeiro período, "Mil anos atrás," é adjunto adverbial antecipado e isolado por vírgula. No segundo, "Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas," também é adjunto adverbial deslocado para o início. A regra é a mesma nos dois casos, e o item está correto. A) Correta: ambos os usos separam adjuntos adverbiais antepostos. B) Errada: não há regras distintas. Referência: Texto CB3A1, 1º parágrafo; regras de pontuação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Departamentalizada" integra uma série de adjetivos sobre a evolução da universidade, sem crítica à sua estaticidade. O trecho enumera as formas pelas quais a universidade evoluiu: científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento. Isso mostra dinamismo, o oposto de estaticidade. As vírgulas apenas separam os elementos da enumeração e não indicam crítica. A) Errada: o texto apresenta a universidade como em movimento, não estática. B) Correta: não há crítica ao caráter estático. Referência: Texto CB3A1, 3º parágrafo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ofício é usado para comunicação externa; entre unidades da UnB usa-se Memorando. Nos padrões da UnB, a comunicação entre unidades internas é feita por memorando, enquanto o ofício destina-se à comunicação com destinatários externos. Por isso o item está errado. A) Errada: confunde ofício com memorando. B) Correta: o ofício não é o documento de comunicação interna entre unidades. Referência: Normas de padronização de documentos da UnB. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A definição apresentada é de portaria, e não de despacho. O instrumento destinado à divulgação de decisões administrativas, de procedimentos administrativos ou de recomendações de interesse geral nas respectivas áreas de competência é descrito como circular ou instrumento normativo de divulgação, e não como despacho. O despacho é a manifestação ou decisão em processo administrativo, em geral de caráter interno e pontual. Por isso o item está errado. A) Errada: atribui ao despacho a finalidade de divulgação geral. B) Correta: a definição não corresponde ao despacho. Referência: Normas de padronização de documentos da UnB. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, abreviaturas são permitidas nos documentos oficiais da UnB. Pelo gabarito, o item está correto: as normas de padronização da UnB admitem abreviaturas em documentos oficiais. Convém lembrar que isso vale para abreviaturas consagradas e de uso corrente, com cautela quanto à clareza. A) Correta, conforme o gabarito. B) Errada, conforme o gabarito. Referência: Normas de padronização de documentos da UnB. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O fecho varia conforme a hierarquia do destinatário, segundo o gabarito. Pelo gabarito, o item está correto: os fechos Respeitosamente e Atenciosamente são usados conforme o nível hierárquico do destinatário. Esse é o raciocínio do padrão oficial, em que o fecho varia com a relação entre remetente e destinatário. O manual vigente é mais simples e adota apenas Atenciosamente, mas a banca seguiu a regra anterior. A) Correta, conforme o gabarito. B) Errada, conforme o gabarito. Referência: Manual de Redação da Presidência da República; normas de padronização da UnB. Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anuladaFUB 2025 — Concurso Público (Edital n.º 1 – FUB, de 3/4/2025) — Prova Objetiva — Conhecimentos Básicos para o Cargo 15
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Ao qualificar o saber como “livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos” (final do segundo parágrafo), o autor alude, indiretamente, ao que não era encontrado nos conventos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Infere-se do texto que a universidade e os conventos cumpriam uma missão idêntica mil anos atrás.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Segundo o autor do texto, a universidade soube se adaptar às transformações históricas no último milênio.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
De acordo com o texto, no terceiro milênio, haverá um retorno da educação superior ao modelo dos conventos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Do último parágrafo, dada a ordem de disposição dos verbos “mudar”, “evoluir”, “reformar” e “inventar” (primeiro e segundo períodos), conclui-se que o autor do texto atribui prioridade à criatividade no ambiente universitário.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Pela forma de apresentação dos fatos e dados colhidos empiricamente, conclui-se que o texto pertence ao gênero textual reportagem.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Na conclusão do texto, o autor apresenta uma hipótese sobre o ensino superior no século XXI.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
Devido às relações sintáticas estabelecidas no quarto parágrafo, a forma verbal “impõe” poderia ser flexionada no plural — impõem —, em concordância com a expressão “novas exigências”, sem prejuízo da correção gramatical do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
No segundo período do primeiro parágrafo, o segmento “em que” poderia ser substituído por “no qual”, sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
No segundo período do segundo parágrafo, o acento gráfico empregado na forma verbal “pôde” poderia ser eliminado, sem prejuízo dos sentidos originais e da coerência do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
Estaria preservada a correção gramatical do texto caso o vocábulo “Mas”, no início do último período do terceiro parágrafo, fosse substituído por E.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
O pronome “ela” empregado no último período do terceiro parágrafo e no quarto parágrafo tem o mesmo referente nas duas ocorrências.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
No trecho “os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento” (segundo período do primeiro parágrafo), o vocábulo “para” introduz oração que expressa circunstância de consequência.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
Nos dois primeiros períodos do texto, o emprego da vírgula justifica-se pela mesma regra de pontuação.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
Com o emprego do vocábulo “departamentalizada” entre vírgulas (penúltimo período do terceiro parágrafo), o autor do texto faz uma crítica ao caráter estático da universidade.Resolução comentada
Análise das alternativas
Ofício UnB é o nome do documento que se destina à comunicação entre unidades da UnB.Resolução comentada
Análise das alternativas
Despacho é o instrumento que se destina à divulgação de decisões administrativas, de procedimentos administrativos ou de recomendações de interesse geral nas respectivas áreas de competência.Resolução comentada
Análise das alternativas
São permitidas abreviaturas nos documentos oficiais da UnB.Resolução comentada
Análise das alternativas
O fecho das comunicações oficiais deve ser Respeitosamente ou Atenciosamente, usados conforme o nível hierárquico do destinatário.Resolução comentada
Análise das alternativas
As formas de tratamento adequadas aos cargos de reitor e vice-reitor de uma universidade são Vossa Magnificência e Vossa Senhoria, respectivamente.
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Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.
Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.
Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.
Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.
Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.