← Voltar para a lista de provas Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargo 18 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 49 com gabarito Gabarito disponível O texto é de opinião/ensaio, não reportagem. O texto apresenta argumentação e posicionamento do autor sobre o futuro da universidade, sem dados empíricos colhidos nem apuração jornalística. Por isso não é reportagem; aproxima-se de um texto dissertativo-argumentativo ou artigo de opinião. A) Errada: não há fatos e dados colhidos empiricamente. B) Correta: o gênero não é reportagem. Referência: Tipologia e gêneros textuais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O autor afirma que a universidade sobreviveu ajustando-se às mudanças do mundo. No terceiro parágrafo, o texto diz que, ao longo de mil anos, a instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Isso confirma que soube se adaptar às transformações históricas. A) Correta: está explícito no texto. B) Errada: negaria a adaptação afirmada. Referência: Interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Universidade e convento tinham missões distintas. Os conventos formavam adultos para aprofundar temas e dogmas da Igreja, enquanto as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas. As missões, portanto, não eram idênticas, embora ambas gerassem saber superior. A) Errada: ignora a diferença entre saber dogmático e saber livre. B) Correta: as missões diferiam. Referência: Interpretação de texto: inferência. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto defende uma instituição nova, não o retorno ao modelo dos conventos. O autor diz que a universidade deve inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto esta foi dos conventos. Isso indica inovação radical, não volta ao modelo conventual. A) Errada: contradiz a ideia de invenção de algo novo. B) Correta: não há previsão de retorno aos conventos. Referência: Interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A gradação mudar-evoluir-reformar-inventar não prioriza a criatividade da universidade de forma explícita. Os períodos apresentam um desafio maior do que mudar, que é evoluir, e maior do que reformar, que é inventar. A ordem indica gradação, mas não permite concluir que o autor priorize a criatividade no ambiente universitário. Esse é o ponto que torna o item errado. A) Errada em relação ao gabarito: extrapola o texto. B) Correta: a conclusão sobre prioridade à criatividade não decorre da ordem dos verbos. Referência: Interpretação de texto: extrapolação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ao caracterizar o saber como livre, criativo e sem apego a dogmas, o autor sugere por contraste o que faltava nos conventos. O texto afirma que os conventos tratavam dos 'temas e dogmas da Igreja' e que as universidades surgiram em nome de um saber sem apego a dogmas ou métodos. Logo, por contraste, alude-se ao que não era encontrado nos conventos. A) Correta: a oposição entre dogmas dos conventos e saber livre é implícita. B) Errada: ignoraria o contraste construído no texto. Referência: Interpretação de texto: inferência. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Departamentalizada' não critica caráter estático; o contexto fala de evolução e movimento. O trecho enumera características da evolução da universidade ('evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento'). Os termos descrevem adaptações, não imobilidade. Assim, não há crítica a um caráter estático. A) Errada: atribui ao termo uma crítica à estagnação que o contexto não sustenta. B) Correta: o vocábulo integra a descrição da evolução. Referência: Interpretação de texto: efeitos de sentido. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Para' introduz oração de finalidade, não de consequência. Em 'serviam para formar adultos', a preposição 'para' introduz oração final: indica o propósito a que os conventos serviam, e não um efeito ou consequência. A) Errada: consequência seria expressa por estruturas como 'tanto que' ou 'de modo que'. B) Correta: a circunstância é de finalidade. Referência: Orações subordinadas adverbiais finais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em ambas as ocorrências, 'ela' retoma 'a universidade'. No último período do terceiro parágrafo ('Mas ela pouco mudou...') e no quarto ('ela deverá mudar'), o pronome retoma 'a universidade'. O referente é o mesmo, portanto o item está correto. A) Correta: o referente é 'a universidade' nas duas ocorrências. B) Errada: não há mudança de referente. Referência: Coesão referencial (pronome pessoal anafórico). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, a UnB admite abreviaturas em seus documentos oficiais. Conforme o gabarito oficial, as normas de padronização da UnB permitem o uso de abreviaturas nos documentos, observadas as regras de uso. O item está correto. A) Correta: o uso de abreviaturas é admitido nos documentos da UnB. B) Errada: afirmaria a proibição, contrária ao gabarito. Referência: Normas de padronização de documentos da Universidade de Brasília (UnB). Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Na UnB, a comunicação entre unidades internas não se faz por 'Ofício UnB'. Pela padronização da UnB, o ofício destina-se à comunicação com destinatários externos à instituição, enquanto a comunicação entre unidades da própria UnB é feita por outro documento (como o memorando). Por isso a afirmação está errada, conforme o gabarito. A) Errada: atribui ao ofício a comunicação interna entre unidades. B) Correta: o ofício não é o documento de comunicação interna entre unidades da UnB. Referência: Normas de padronização de documentos da Universidade de Brasília (UnB). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Propostas que descumprem especificações do edital ou têm vícios insanáveis são desclassificadas. Pela Lei 14.133/2021, no julgamento das propostas será desclassificada a que contiver vícios insanáveis ou não obedecer às especificações técnicas pormenorizadas no edital. O item repete essas hipóteses. A) Correta: reproduz hipóteses de desclassificação previstas na lei. B) Errada: negaria a desclassificação nesses casos. Referência: Lei n.º 14.133/2021, art. 59, I e II. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A Lei 9.784/1999 prevê expressamente razoabilidade e proporcionalidade. O art. 2º da Lei 9.784/1999 enumera, entre os princípios do processo administrativo federal, a razoabilidade e a proporcionalidade. A premissa do item (de que não estariam expressamente previstos) é falsa, por isso ele está errado. A) Errada: aceitaria a premissa falsa de ausência de previsão expressa. B) Correta: esses princípios constam expressamente do art. 2º da lei. Referência: Lei n.º 9.784/1999, art. 2º, caput. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Revelar medida econômica antes da divulgação oficial é improbidade por violação a princípios. A Lei 8.429/1992 prevê como ato de improbidade que atenta contra os princípios da administração pública a conduta de revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço. O item reproduz essa hipótese. A) Correta: conforme o gabarito, a hipótese se enquadra nos atos que atentam contra os princípios. B) Errada: negaria o enquadramento previsto na lei. Referência: Lei n.º 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), art. 11. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Desvio de finalidade: agir com finalidade estranha ao interesse público viola o dever ético mesmo com formalidades legais. O Código de Ética (Decreto 1.171/1994) exige que o servidor atue com moralidade e em prol do interesse público, não bastando a mera legalidade formal. Exercer a função com finalidade estranha ao interesse público configura desvio de finalidade, ainda que cumpridas as formalidades. Logo, o dever de abstenção existe e o item está correto. A) Correta: a conduta com finalidade alheia ao interesse público é vedada mesmo sem violação expressa de lei. B) Errada: afirmaria que bastaria a observância formal da lei, o que contraria a moralidade e a finalidade. Referência: Decreto n.º 1.171/1994 (Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal); art. 37, caput, CF. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A suspensão pode chegar a 90 dias, não 30. Na Lei n.º 8.112/1990, art. 130, a suspensão é aplicada em casos de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem demissão, e não excederá 90 dias. O limite de 30 dias do item está errado. Certo: acerta a reincidência, mas erra o prazo máximo. Errado: correto. Referência: Lei n.º 8.112/1990, art. 130. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A progressão por mérito depende de avaliação de desempenho, e a aceleração da progressão por capacitação não tem a previsão apontada. Na Lei n.º 11.091/2005, a progressão por mérito profissional ocorre a cada 12 meses, mas exige resultado fixado em avaliação de desempenho, não sendo incondicional. Além disso, a lei não prevê a 'aceleração' nos termos descritos, tornando o item incorreto. Certo: erra ao dizer 'incondicionalmente'. Errado: correto, pois há condicionantes e a segunda parte é inexata. Referência: Lei n.º 11.091/2005, arts. 10 e 11. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A discriminação indireta é vedada pelo ordenamento. A discriminação indireta ocorre quando uma norma ou prática aparentemente neutra gera desvantagem desproporcional a determinados grupos. A Constituição (princípio da igualdade, art. 5º, e objetivos do art. 3º, IV) e a doutrina e a jurisprudência a repudiam. Certo: incorreto, pois esses casos são vedados. Errado: correto. Referência: CF/1988, arts. 3º, IV, e 5º, caput. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os princípios citados constam do Estatuto da UnB. O gabarito considera correto que universalidade do conhecimento, interdisciplinaridade e indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão são princípios da Universidade de Brasília, em linha com o art. 207 da Constituição, que prevê a indissociabilidade. Certo: correto conforme o gabarito. Errado: incorreto, pois os princípios apontados constam do Estatuto. Referência: Estatuto da Universidade de Brasília; CF/1988, art. 207. Resolução comentada do VaiConcursos.FUB — Concurso 2025 (Edital nº 1 – FUB, de 3/4/2025) — Prova Objetiva — Conhecimentos Básicos para o Cargo 18
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Pela forma de apresentação dos fatos e dados colhidos empiricamente, conclui-se que o texto pertence ao gênero textual reportagem.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Segundo o autor do texto, a universidade soube se adaptar às transformações históricas no último milênio.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Infere-se do texto que a universidade e os conventos cumpriam uma missão idêntica mil anos atrás.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
De acordo com o texto, no terceiro milênio, haverá um retorno da educação superior ao modelo dos conventos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Do último parágrafo, dada a ordem de disposição dos verbos “mudar”, “evoluir”, “reformar” e “inventar” (primeiro e segundo períodos), conclui-se que o autor do texto atribui prioridade à criatividade no ambiente universitário.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Ao qualificar o saber como “livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos” (final do segundo parágrafo), o autor alude, indiretamente, ao que não era encontrado nos conventos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
Com o emprego do vocábulo “departamentalizada” entre vírgulas (penúltimo período do terceiro parágrafo), o autor do texto faz uma crítica ao caráter estático da universidade.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
No trecho “os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento” (segundo período do primeiro parágrafo), o vocábulo “para” introduz oração que expressa circunstância de consequência.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB3A1
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens seguintes.
O pronome “ela” empregado no último período do terceiro parágrafo e no quarto parágrafo tem o mesmo referente nas duas ocorrências.Resolução comentada
Análise das alternativas
São permitidas abreviaturas nos documentos oficiais da UnB.Resolução comentada
Análise das alternativas
As formas de tratamento adequadas aos cargos de reitor e vice-reitor de uma universidade são Vossa Magnificência e Vossa Senhoria, respectivamente.
Ofício UnB é o nome do documento que se destina à comunicação entre unidades da UnB.Resolução comentada
Análise das alternativas
Em procedimentos licitatórios, devem ser desclassificadas as propostas em desobediência às especificações técnicas pormenorizadas no edital e com vícios insanáveis.Resolução comentada
Análise das alternativas
Embora os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade não estejam expressamente previstos na lei que regula o processo administrativo no âmbito da administração pública federal, os atos dos servidores públicos devem observar os fundamentos desses princípios.Resolução comentada
Análise das alternativas
A revelação, antes da divulgação oficial, de uma medida econômica capaz de afetar o preço de um serviço é considerada ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.Resolução comentada
Análise das alternativas
O servidor público tem o dever de abster-se de exercer sua função com finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo qualquer violação expressa à lei.Resolução comentada
Análise das alternativas
A penalidade de suspensão é aplicável a servidor público federal em caso de reincidência de falta punida com advertência e não pode exceder de trinta dias.Resolução comentada
Análise das alternativas
A progressão por mérito do servidor ocorre, incondicionalmente, a cada doze meses de efetivo exercício, e a aceleração de progressão por capacitação, a cada cinco anos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Casos de discriminação indireta no serviço público advindos de políticas aparentemente neutras não são vedados pelo ordenamento jurídico.Resolução comentada
Análise das alternativas
A universalidade do conhecimento, o fomento à interdisciplinaridade e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão são princípios da Universidade de Brasília.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.
Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.
Considerando as características da correspondência oficial, bem como os documentos normativos da Universidade de Brasília (UnB) e sua padronização, julgue os próximos itens.
Julgue os próximos itens com base no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992), no Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990), na Lei do Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) e na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei n.º 14.133/2021).
Julgue os próximos itens com base no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992), no Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990), na Lei do Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) e na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei n.º 14.133/2021).
Julgue os próximos itens com base no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992), no Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990), na Lei do Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) e na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei n.º 14.133/2021).
Julgue os próximos itens com base no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992), no Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990), na Lei do Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) e na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei n.º 14.133/2021).
Julgue os próximos itens com base no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n.º 8.429/1992), no Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n.º 8.112/1990), na Lei do Processo Administrativo Federal (Lei n.º 9.784/1999) e na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei n.º 14.133/2021).
Acerca do Plano de Cargos e Carreiras dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, instituído pela Lei n.º 11.091/2005, do Estatuto e do Regimento Geral da Universidade de Brasília e da discriminação no serviço público, julgue os seguintes itens.
Acerca do Plano de Cargos e Carreiras dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, instituído pela Lei n.º 11.091/2005, do Estatuto e do Regimento Geral da Universidade de Brasília e da discriminação no serviço público, julgue os seguintes itens.
Acerca do Plano de Cargos e Carreiras dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, instituído pela Lei n.º 11.091/2005, do Estatuto e do Regimento Geral da Universidade de Brasília e da discriminação no serviço público, julgue os seguintes itens.