← Voltar para a lista de provas Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 1 a 14 — Conhecimentos Básicos 50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 49 com gabarito Gabarito disponível O texto não estabelece que o avanço da educação e da economia decorreu do aprimoramento da digitalização. O texto diz que a digitalização avançou em diversos segmentos, como educação e economia. O item inverte isso, ao afirmar que educação e economia avançaram por causa da digitalização, relação causal que o texto não declara. Certo: inverte o sentido e cria uma causalidade ausente. Errado: correto. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe): inversão de sentido Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto aponta a desigualdade, mas não diz que o Brasil seja famoso por ela. O texto diz que falar de acesso à Internet no Brasil é falar de desigualdade, mas isso é uma constatação baseada em dados. Não afirma que o país tenha fama ou reputação por isso, o que seria extrapolação. Certo: confunde existência da desigualdade com notoriedade. Errado: correto. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe): extrapolação Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O último parágrafo afirma que a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização. Ao dizer que a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização, o texto a classifica como uma delas. Essa conclusão decorre diretamente do trecho. Certo: correto. Errado: contraria a ideia do parágrafo final. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe): inferência Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A democratização da Internet é apresentada como condição para inclusão, desenvolvimento e cidadania. O primeiro parágrafo afirma que a democratização da Internet é um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania, isto é, algo necessário para alcançá-los. Por isso o item reproduz a ideia do texto. Certo: correto. Errado: negaria a relação de necessidade estabelecida pelo texto. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe): ideia explícita Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não critica explicitamente as instituições de ensino. O texto aponta o déficit de letramento digital e diz que ele é barreira à inserção no sistema educacional, mas não atribui culpa às escolas nem diz que elas preparam mal os estudantes. A crítica é uma inferência indevida. Certo: atribui ao texto uma crítica não presente. Errado: correto, pois a ideia é extrapolada. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe): extrapolação Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não afirma que a democratização cresceu muito em 2023; só traz dados de conexão. O texto apresenta dados de 2023 (88% da população urbana conectada), mas não fala em crescimento expressivo da democratização da Internet nesse ano. Ao contrário, ressalta que a desigualdade persiste e que a democratização ainda é um imperativo, ou seja, uma meta não cumprida. Certo: erra ao atribuir ao texto uma ideia de grande crescimento da democratização em 2023, o que não consta. Errado: correto, pois a afirmação extrapola os dados. Referência: Interpretação de texto (Cebraspe): extrapolação Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto não afirma que a menor necessidade de uso explique o menor acesso rural. O texto aponta a menor conectividade rural e a dependência de redes móveis instáveis em Norte e Nordeste, e menciona que a expansão do setor é orientada pela rentabilidade. Contudo, não afirma nem permite inferir que a população rural tenha menor necessidade de uso da Internet. Essa parte é extrapolação indevida. A) Certo: incorreta, pois a inferência sobre 'necessidade reduzida' não tem apoio no texto. B) Errado: correta, conforme o gabarito. Referência: Interpretação de texto; inferência x extrapolação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Ainda' no primeiro período indica tempo. Em 'Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade', 'ainda' indica que a situação persiste até o momento presente, ou seja, circunstância de tempo (continuidade), e não inclusão ou concessão. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois o advérbio exprime tempo. Referência: Advérbios; valor semântico de 'ainda'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Suprimir o segundo travessão prejudicaria a correção gramatical. Os travessões isolam o adjunto 'da educação à economia', como inciso explicativo. Retirar apenas o segundo deixaria o trecho com pontuação desbalanceada (abre sem fechar), o que prejudica a leitura e as relações sintáticas entre os termos da oração, pois o aposto/inciso deixa de ser delimitado. A) Certo: incorreta, pois a supressão de apenas um travessão desfaz o isolamento do termo intercalado. B) Errado: correta, conforme o gabarito. Referência: Pontuação; uso de travessões duplos para intercalações. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Usufruir' pode ser substituído por 'desfrutar'. 'Usufruir dos recursos digitais' tem regência com 'de'; 'desfrutar dos recursos digitais' mantém a mesma regência e sentido (aproveitar, gozar de). Assim, a substituição preserva correção e coerência. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois os verbos são sinônimos e têm a mesma regência. Referência: Sinonímia e regência verbal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Devido' sozinho não substitui 'no que se refere'. 'No que se refere' introduz o aspecto a que se aplicam as desigualdades (qualidade, velocidade, estabilidade). 'Devido' exige a preposição 'a' ('devido a') e indica causa, o que alteraria o sentido e, sem a preposição, geraria erro gramatical. A) Certo: incorreta, pois muda o sentido (de referência para causa) e falta a preposição. B) Errado: correta, conforme o gabarito. Referência: Regência e valor semântico de locuções. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível '88% da população urbana' pode ser reescrito como '88% dos habitantes das cidades'. 'População urbana' equivale a 'habitantes das cidades'. A concordância 'estão conectados' com '88% dos habitantes' é aceitável (concordância com o termo que especifica a porcentagem), e o sentido se mantém. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois a reescrita é gramatical e coerente. Referência: Reescrita; concordância com porcentagem. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Disparidade' equivale a 'assimetria' no contexto. 'Disparidade' indica diferença, desigualdade entre partes, o que corresponde à ideia de assimetria no contexto das diferenças regionais de acesso. O uso é equivalente. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois os termos são sinônimos no contexto. Referência: Significação de palavras; sinonímia contextual. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A reescrita mantém coerência e correção. 'Outro ponto preocupante é o aumento da vulnerabilidade à desinformação e a fraudes causado pela falta de letramento digital' preserva a ideia original: a falta de letramento causa maior vulnerabilidade. A regência ('vulnerabilidade à desinformação e a fraudes') é mantida e a crase está correta. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois não há prejuízo de sentido ou gramática. Referência: Reescrita de frases; nominalização e regência nominal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Crase em 'a outras formas' não é facultativa; é proibida. Em 'se soma a outras formas de marginalização', o 'a' é apenas preposição exigida por 'somar-se', diante de 'outras formas' (palavra feminina plural indefinida, sem artigo). Não há artigo feminino que se funda à preposição, logo a crase é incorreta, e não facultativa. A) Certo: incorreta, pois não existe crase facultativa nesse caso. B) Errado: correta, conforme o gabarito. Referência: Crase; uso diante de pronomes indefinidos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Além de' acrescenta segunda consequência da carência tecnológica. A carência tecnológica 'forma uma barreira à inserção no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social'. A expressão 'além de' adiciona outro efeito (reforçar a exclusão social) ao já mencionado (barreira à inserção), funcionando como acréscimo. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois 'além de' introduz sim uma consequência adicional. Referência: Coesão textual; conectivos de adição. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O 'que' do terceiro parágrafo retoma 'setor de telecomunicações' (ou 'expansão'), não 'rentabilidade'. Em 'A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos', o pronome relativo 'que' retoma 'lógica de expansão' (que privilegia centros urbanos). A rentabilidade é um complemento do trecho entre travessões, e não o referente. A) Certo: incorreta, pois 'rentabilidade' não é o antecedente de 'que'. B) Errado: correta, conforme o gabarito. Referência: Pronomes relativos e referenciação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Deslocar 'em 2024' para depois de 'feito' mantém correção e sentido. No trecho, 'Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024', o adjunto 'em 2024' modifica 'levantamento feito'. Colocá-lo após 'feito' ('levantamento feito em 2024 pela ANATEL') mantém a gramática e o sentido, pois a data continua relacionada ao levantamento. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois não há alteração de sentido nem erro gramatical. Referência: Reescrita de frases; deslocamento de adjuntos adverbiais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Reitor de universidade: vocativo 'Magnífico Reitor' (feminino 'Magnífica Reitora'), seguido de vírgula. Pelo Manual de Redação da Presidência da República, o vocativo para reitores de universidade é 'Magnífico Reitor', flexionado em gênero conforme o cargo ('Magnífica Reitora'), seguido de vírgula. O item está de acordo com essa regra. A) Certo: correta, conforme o gabarito. B) Errado: incorreta, pois a forma e a pontuação estão adequadas. Referência: Manual de Redação da Presidência da República, pronomes de tratamento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O símbolo da UnB não pode ser alterado conforme o documento. As normas de identidade visual e padronização de documentos da UnB exigem o uso do símbolo conforme seu padrão oficial, sem modificações de forma, cor ou proporção. Alterá-lo para se adequar a um documento descaracteriza a identidade institucional. A) Certo: incorreta, pois o símbolo é padronizado e não pode ser alterado. B) Errado: correta, conforme o gabarito. Referência: Manual de identidade visual/padronização de documentos da UnB. Resolução comentada do VaiConcursos.FUB 2025 — Concurso Público (Edital nº 1 – FUB, de 3 de abril de 2025) — Prova Objetiva — Conhecimentos Básicos para os Cargos de 1 a 14
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
O texto menciona que, com o aprimoramento da digitalização, a educação e a economia avançaram no Brasil.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
De acordo com o texto, o Brasil é famoso pela desigualdade de acesso da população à Internet.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
Depreende-se do texto que a exclusão digital é uma forma de marginalização.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
Segundo as ideias do texto, para que haja inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania, é necessário que haja a democratização da Internet.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
Na menção ao “déficit preocupante de letramento digital” no Brasil, feita no início do quarto parágrafo, está implícita uma crítica às instituições de ensino do país, que não preparam satisfatoriamente os estudantes com relação às habilidades digitais.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
No ano de 2023, a democratização da Internet cresceu muito no Brasil, especialmente para a população urbana do país.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Com base nas ideias veiculadas no texto CB1A1, julgue os itens que se seguem.
Infere-se do texto que, nas áreas rurais, o acesso à Internet é menor que nas áreas urbanas em razão tanto da instabilidade das redes móveis que atendem a esses locais quanto da necessidade reduzida de uso da Internet pela população fora das zonas urbanas.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No primeiro período do texto, a palavra “ainda” exprime uma circunstância temporal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No segundo período do primeiro parágrafo, a supressão do segundo travessão não prejudicaria a correção gramatical do texto nem as relações sintáticas estabelecidas entre os termos da primeira oração.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto caso se substituísse o verbo “usufruir” (segundo período do primeiro parágrafo) por desfrutar.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No primeiro período do segundo parágrafo, a substituição de “no que se refere” por devido manteria a correção gramatical e os sentidos do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
Sem prejuízo da correção gramatical e da coerência das ideias do texto, o segmento “88% da população urbana está conectada” (segundo período do segundo parágrafo) poderia ser assim reescrito: 88% dos habitantes das cidades estão conectados.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
A palavra “disparidade” (primeiro período do terceiro parágrafo) está empregada no texto com o mesmo sentido de assimetria.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
O último período do quarto parágrafo poderia ser reescrito, sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto, da seguinte forma: Outro ponto preocupante é o aumento da vulnerabilidade à desinformação e a fraudes causado pela falta de letramento digital.Resolução comentada
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Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
É facultativo o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” em “a outras formas de marginalização” (último período do texto).Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No terceiro período do quarto parágrafo, a expressão “além de” introduz, no contexto, uma segunda consequência da “carência tecnológica”.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No primeiro período do terceiro parágrafo, o vocábulo “que” é um pronome cujo referente é a palavra “rentabilidade”.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto CB1A1
Falar de acesso à Internet no Brasil é, ainda, falar de desigualdade. Embora a digitalização tenha avançado em diversos segmentos — da educação à economia —, cerca de 20% da população brasileira permanece desconectada ou sem condições de usufruir dos recursos digitais. A democratização da Internet é, portanto, um imperativo de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania.
Apesar de o Brasil ter ultrapassado a marca de 80% da população com algum tipo de acesso à Internet, o país ainda apresenta um cenário de profundas desigualdades regionais e sociais no que se refere à qualidade, velocidade e estabilidade da conexão. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelam que 88% da população urbana está conectada, mas esse índice cai para 60% nas áreas rurais. As regiões Norte e Nordeste apresentam baixos indicadores de infraestrutura de conectividade, sendo ainda dependentes de redes móveis instáveis, enquanto o Sudeste concentra a maior parte dos investimentos em fibra óptica e banda larga de alta velocidade.
A disparidade segue a lógica de expansão do setor de telecomunicações no país — fortemente orientada pela rentabilidade —, que privilegia centros urbanos e regiões com maior poder aquisitivo. Segundo dados do IBGE de 2022, enquanto quase 90% dos domicílios localizados no Sudeste têm acesso à Internet, os números caem para cerca de 70% no Norte e no Nordeste, com situação mais grave nas áreas rurais.
O Brasil enfrenta também um déficit preocupante de letramento digital. Segundo levantamento feito pela ANATEL em 2024, apenas 30% da população brasileira possui habilidades digitais básicas, e menos de 20% atinge um nível intermediário de proficiência em letramento digital. A carência tecnológica forma uma barreira à inserção dessa população no mercado de trabalho e no sistema educacional, além de reforçar a exclusão social. Um ponto preocupante também é que a falta de letramento digital aumenta a vulnerabilidade à desinformação e a fraudes.
Em um país marcado por desigualdades históricas, a exclusão digital se soma a outras formas de marginalização.
Internet: <https://esginside.com.br> (com adaptações).
Julgue os itens seguintes, relativos ao vocabulário e a outros aspectos linguísticos do texto CB1A1.
Estariam preservados a correção gramatical e os sentidos do texto caso, no segundo período do quarto parágrafo, o segmento “em 2024” fosse deslocado para imediatamente depois de “feito”.Resolução comentada
Análise das alternativas
O vocativo a ser empregado em correspondência oficial destinada a uma reitora de universidade corresponde à expressão Magnífica Reitora, seguida de vírgula.Resolução comentada
Análise das alternativas
O símbolo da UnB pode ser alterado eventualmente para se adequar ao documento que deve ser produzido.Resolução comentada
Análise das alternativas
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Julgue os próximos itens, relativos à padronização de documentos da Universidade de Brasília (UnB).
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