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FUB 2025 — Concurso Técnico-Administrativo (Edital nº 1 – FUB, de 3/4/2025) — Conhecimentos Básicos para os Cargos 16, 17 e 19

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Cebraspe2025

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito

Língua Portuguesa Tipologia Textual

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

O texto é predominantemente argumentativo: nele a autora defende a ideia de que é possível produzir e divulgar conhecimento científico de diferentes formas.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto é predominantemente expositivo/informativo.

O texto informa e descreve a trajetória e os projetos de Mônica, com relato e citações. Não há uma tese defendida por argumentação, de modo que predomina a sequência expositiva e narrativa.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, porque o texto não é predominantemente argumentativo. Errado: correto.

Referência: Tipologia textual.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

De acordo com o texto, a diversidade de formas de se atuar no campo científico pode incentivar as pessoas a construírem uma carreira nessa área.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A variedade de caminhos científicos pode incentivar carreiras.

O texto mostra várias formas de atuar na ciência e destaca o objetivo de mostrar as possibilidades de carreira em ciência e tecnologia, para além da docência e da pesquisa. Isso apoia a ideia de que a diversidade incentiva a escolha da carreira.

Análise das alternativas

Certo: correto, porque a ideia decorre do texto. Errado: incorreto, pois o texto não a contradiz.

Referência: Interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Significação das Palavras — Denotação e Conotação

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

A forma verbal “gestou” (último período do quarto parágrafo) está empregada no texto em sentido conotativo, significando proceder à criação de algo.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Gestou' é uma metáfora de criar.

'Gestar' denota, no sentido próprio, carregar um feto. Aplicado a um livro, o verbo está em sentido figurado e significa conceber ou criar.

Análise das alternativas

Certo: correto, pois o sentido é conotativo. Errado: incorreto, pois um grupo não gesta um livro no sentido literal.

Referência: Denotação e conotação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

No trecho ‘mais desiguais em termos de equidade de gênero’ (último período do terceiro parágrafo), está subentendida uma comparação entre as ciências exatas e outras ciências.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Mais desiguais' implica comparação com outras áreas.

O comparativo 'mais desiguais' em 'ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero' pressupõe um termo de comparação. Esse termo são as demais áreas da ciência.

Análise das alternativas

Certo: correto, pois a comparação está subentendida. Errado: incorreto, pois o comparativo exige um segundo termo.

Referência: Interpretação de texto: implícitos e comparação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Significação das Palavras — Substituição de Vocábulos

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

Sem prejuízo da coerência do texto, o vocábulo ‘equidade’ (último período do terceiro parágrafo) poderia ser substituído por paridade.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Paridade' é sinônimo contextual de 'equidade'.

No contexto de igualdade entre gêneros, 'paridade' (igualdade, equivalência) pode substituir 'equidade' sem prejudicar a coerência.

Análise das alternativas

Certo: correto, pois as palavras são equivalentes no contexto. Errado: incorreto, pois a troca não altera o sentido global.

Referência: Significação das palavras: sinonímia contextual.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Conjunções — Valor Semântico

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue os itens a seguir.

No segundo período do segundo parágrafo, a conjunção ‘mas’ está empregada com sentido aditivo.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Mas' tem valor adversativo, não aditivo.

Em 'Faço isso hoje, mas de diferentes formas', 'mas' opõe a atividade que ela faz ao modo diferente do que imaginava. É uma conjunção coordenativa adversativa.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, pois o 'mas' não soma ideias. Errado: correto.

Referência: Conjunções coordenativas adversativas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Período Composto — Coordenação e Subordinação

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

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Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

O primeiro período do quarto parágrafo é composto por subordinação.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O período é simples, com um único verbo.

O primeiro período do quarto parágrafo tem apenas a locução 'se transformou' e uma única oração. Os termos 'em exposições...' e 'na criação...' são complementos coordenados. Não há subordinação.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, pois não há oração subordinada. Errado: correto.

Referência: Período simples, composto, coordenação e subordinação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Textual — Referenciação

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

No primeiro período do quinto parágrafo, o pronome “Seu” tem como referente o termo “podcast”.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Seu' refere-se a Mônica, não ao podcast.

Em 'Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast', o possessivo retoma Mônica, a protagonista do texto. O podcast é o predicativo, ou seja, o próprio motivo de orgulho, e não o possuidor.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, pois o referente é Mônica. Errado: correto.

Referência: Coesão referencial: pronomes possessivos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

A vírgula empregada após “livro” (último período do quarto parágrafo) poderia ser substituída por dois-pontos, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência textual.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Dois-pontos podem introduzir o título do livro.

A vírgula antes do título do livro marca um aposto explicativo. Os dois-pontos também podem introduzir esse aposto ou especificação, e o texto continua correto e coerente.

Análise das alternativas

Certo: correto, pois a troca não prejudica a gramática nem a coerência. Errado: incorreto, pois os dois-pontos são adequados aqui.

Referência: Pontuação: vírgula e dois-pontos no aposto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

No primeiro período do texto, a flexão da forma verbal “Existem” na terceira pessoa do plural justifica-se pela indeterminação do sujeito da oração.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Existem' concorda com o sujeito 'muitas formas', que é determinado.

O sujeito de 'Existem' é 'muitas formas' (sujeito simples, no plural), e o verbo concorda com ele. Não há indeterminação do sujeito, que ocorreria com a terceira pessoa do plural sem sujeito expresso.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, porque o sujeito está claramente expresso. Errado: correto.

Referência: Concordância verbal; tipos de sujeito.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Regência Verbal

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

No primeiro período do segundo parágrafo, a inclusão de aos após a forma verbal ‘orientaria’ preservaria a correção gramatical do texto bem como seus sentidos originais.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Orientar' é transitivo direto; 'aos' criaria complemento indireto.

Em 'orientaria alunos', 'alunos' é objeto direto, sem preposição. Inserir 'aos' transformaria o complemento em objeto indireto, o que é incorreto para o verbo e altera a regência.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, porque 'orientar alunos' exige objeto direto. Errado: correto.

Referência: Regência verbal de 'orientar'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Tempos e Modos Verbais

Cebraspe 2025

Fundação Universidade de Brasília (FUB) · Cargos 16, 17 e 19 — Conhecimentos Básicos

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

A locução verbal ‘tinha pensado’ (terceiro período do segundo parágrafo) poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, por pensara.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Tinha pensado' equivale a 'pensara' (mais-que-perfeito simples).

A locução 'tinha pensado' está no pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo. Sua forma simples é 'pensara', e o sentido de ação anterior a outra no passado se mantém.

Análise das alternativas

Certo: correto, pois as formas são equivalentes. Errado: incorreto, pois a substituição é gramatical.

Referência: Tempos verbais: mais-que-perfeito simples e composto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Colocação Pronominal

Cebraspe 2025

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Texto-base:
Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

No trecho “se destacam” (segundo período do quinto parágrafo), a ocorrência da próclise pronominal é obrigatória.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O pronome relativo 'que' atrai o pronome oblíquo (próclise obrigatória).

Em 'que se destacam', o pronome relativo 'que' é palavra atrativa. Por isso a próclise é obrigatória, e a ênclise seria inadequada.

Análise das alternativas

Certo: correto, porque o 'que' atrai o pronome. Errado: incorreto, pois a próclise aqui é obrigatória e não facultativa.

Referência: Colocação pronominal: palavras atrativas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Crase

Cebraspe 2025

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Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

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“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

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In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

No segmento “projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área” (primeiro período do terceiro parágrafo), o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” em “a futuras” não acarretaria prejuízo à correção gramatical do texto.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Não há crase antes de 'futuras' (palavra no plural sem artigo).

Em 'voltados a futuras meninas', o 'a' é apenas preposição. 'Futuras' é um adjetivo plural, e o termo não admite artigo definido 'as'. Sem a fusão preposição + artigo, a crase é indevida.

Análise das alternativas

Certo: incorreto, porque o acento geraria erro. Errado: correto, pois não ocorre crase nesse contexto.

Referência: Crase: a + palavra sem artigo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Reescrita de Frases — Voz Passiva e Ativa

Cebraspe 2025

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Texto CB2A1

Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

A correção gramatical e os sentidos do texto seriam preservados se o trecho “idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ” (primeiro período do quinto parágrafo) fosse reescrito da seguinte maneira: que ela idealizou e o Museu Ciência e Vida e a Fundação CECIERJ produziram.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A reescrita mantém a correção e o sentido.

A forma passiva foi transformada em oração adjetiva com verbos ativos. O pronome 'que' retoma 'podcast' como objeto direto de 'idealizou' e de 'produziram'. O sujeito composto 'o Museu... e a Fundação...' leva o verbo ao plural, e o sentido se mantém.

Análise das alternativas

Certo: correto, porque a concordância e o sentido estão preservados. Errado: incorreto, pois não há erro de concordância nem mudança de sentido.

Referência: Voz passiva e ativa; concordância verbal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Acentuação Gráfica

Cebraspe 2025

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Texto-base:
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Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.

“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.

Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.

A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.

Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.

“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.

Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.
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Julgue os seguintes itens, referentes a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

Os vocábulos “próprio”, “ciência” e “área” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Próprio, ciência e área são paroxítonas terminadas em ditongo crescente.

As três palavras são paroxítonas terminadas em ditongo crescente (-io, -ia, -ea), e por isso recebem acento gráfico pela mesma regra.

Análise das alternativas

Certo: correto, as três seguem a regra das paroxítonas terminadas em ditongo. Errado: incorreto, pois não há regras distintas entre elas.

Referência: Regras de acentuação gráfica (paroxítonas).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Redação Oficial Correio Eletrônico na Comunicação Oficial

Cebraspe 2025

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Considerando as características gerais da redação oficial e a padronização de documentos da Universidade de Brasília, julgue os itens a seguir.

Na comunicação oficial, o email, em razão de seu caráter informal e flexível, prescinde de padronização e de outros atributos característicos da redação oficial.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O e-mail oficial segue os padrões da redação oficial.

Na comunicação oficial, o e-mail tem valor documental e deve seguir a padronização e os atributos da redação oficial: impessoalidade, formalidade, clareza, concisão e uso da norma culta. Ser um meio ágil não o dispensa dessas exigências.

Análise das alternativas

Certo: errado, porque afirma que o e-mail dispensa padronização e os atributos da redação oficial. Errado: correto, pois o e-mail oficial exige formalidade e padronização.

Referência: Manual de Redação da Presidência da República; padrões de redação oficial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Redação Oficial Pronomes e Formas de Tratamento

Cebraspe 2025

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Considerando as características gerais da redação oficial e a padronização de documentos da Universidade de Brasília, julgue os itens a seguir.

O termo Doutor não é forma de tratamento, por isso não deve ser empregado para se referir aos destinatários das comunicações oficiais, ainda que eles tenham concluído curso de doutorado.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Doutor não é forma de tratamento, mas pode ser usado para quem tem o título de doutor.

Embora 'Doutor' não seja forma de tratamento em sentido estrito, o Manual de Redação admite seu uso em comunicações oficiais para quem tenha concluído doutorado. A afirmação de que não deve ser empregado nem nesses casos é incorreta.

Análise das alternativas

A) Errada: proíbe o uso mesmo para quem tem o título. B) Correta: o termo pode ser empregado para quem concluiu o doutorado.

Referência: Manual de Redação da Presidência da República, formas de tratamento.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Redação Oficial Padronização de Documentos da UnB — Ato da Reitoria

Cebraspe 2025

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Considerando as características gerais da redação oficial e a padronização de documentos da Universidade de Brasília, julgue os itens a seguir.

Na UnB, o ato da reitoria é o documento adequado para a formalização de decisões em matéria de competência da reitoria.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O ato da reitoria formaliza decisões de competência da reitoria.

Na padronização de documentos da UnB, o ato da reitoria é o instrumento usado para formalizar decisões em matéria de competência da reitoria, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

A) Correta: é essa a finalidade do documento. B) Errada: negaria sua adequação para esse fim.

Referência: Normas de padronização de documentos da UnB.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Redação Oficial Impessoalidade na Redação Oficial

Cebraspe 2025

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Gabarito disponível

Considerando as características gerais da redação oficial e a padronização de documentos da Universidade de Brasília, julgue os itens a seguir.

O emprego da voz passiva nas comunicações oficiais contribui para conferir maior impessoalidade à linguagem, a exemplo do trecho a seguir.

Constituiu-se grupo de trabalho com o objetivo de rever e atualizar as normas de padronização de documentos administrativos e normativos da instituição.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A voz passiva (ou a indeterminação do sujeito) reforça a impessoalidade.

Na redação oficial, a impessoalidade é obtida evitando-se a pessoalização do texto. O trecho 'Constituiu-se grupo de trabalho' usa a voz passiva sintética e não identifica o agente, o que confere o tom impessoal.

Análise das alternativas

A) Correta: o exemplo usa a voz passiva e é impessoal. B) Errada: nega um recurso adequado ao padrão oficial.

Referência: Manual de Redação da Presidência da República; padronização de documentos da UnB.

Resolução comentada do VaiConcursos.