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IPAAM 2025 — Analista Ambiental — Especialidade: Análise de Sistemas (Cargo 2) — Conhecimentos Específicos

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Cargo 2: Analista Ambiental – Especialidade: Análise de Sistemas

Cebraspe2026Superior

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 48 com gabarito

Engenharia de Software Qualidade de Software — Métricas

Cebraspe 2026 Superior

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Cargo 2: Analista Ambiental – Especialidade: Análise de Sistemas

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Durante a condução de um projeto de software, a equipe técnica decidiu acompanhar a qualidade do produto ao longo de seu desenvolvimento. Para isso, foram definidos critérios objetivos para avaliar características como confiabilidade, manutenibilidade e desempenho, de maneira a verificar se o software atendia aos padrões estabelecidos e a identificar pontos de melhoria ao longo do projeto.
Considerando-se a situação descrita, é correto afirmar que a qualidade de software
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A qualidade de software pode ser avaliada por critérios e métricas definidos previamente.

O cenário descreve critérios objetivos para avaliar confiabilidade, manutenibilidade e desempenho, ou seja, uso de métricas. A qualidade é mensurável e acompanhada ao longo do projeto.

Análise das alternativas

A) Não depende só da experiência individual. B) Deve ser buscada durante todo o ciclo, não só após a entrega. C) Não é apenas percepção subjetiva, pois há critérios objetivos. E) Vai além da correção funcional, abrangendo confiabilidade, manutenibilidade, desempenho etc.

Referência: ISO/IEC 25010; PRESSMAN. Engenharia de Software.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Engenharia de Software Padrão Arquitetural MVC

Cebraspe 2026 Superior

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O padrão arquitetural MVC (model-view-controller) estabelece uma separação clara de responsabilidades entre seus componentes, com o objetivo de organizar a aplicação, facilitar sua manutenção e permitir a evolução do software ao longo do tempo. A respeito das funções atribuídas aos componentes do padrão MVC, julgue os itens a seguir.
I Model é responsável por representar os dados da aplicação e implementar as regras de negócio associadas.
II View recebe as entradas do usuário e coordena a interação entre os componentes do sistema.
III Controller tem como função principal apresentar as informações ao usuário final, refletindo o estado do model.
Assinale a opção correta.
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Resolução comentada

No MVC, apenas o item I descreve corretamente o componente.

O Model representa os dados e as regras de negócio (item I certo). A View apresenta as informações ao usuário, e o Controller recebe as entradas e coordena a interação entre Model e View. Os itens II e III trocam as funções.

Análise das alternativas

II está errado: receber entradas e coordenar é função do Controller. III está errado: apresentar informações é função da View. Logo, apenas I está certo; B, C, D e E contêm itens errados.

Referência: Padrão arquitetural MVC (Model-View-Controller); SOMMERVILLE.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Engenharia de Software Scrum — Papéis

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A unidade fundamental do Scrum é um pequeno time de pessoas, denominado scrum team, que consiste, basicamente em um scrum master, um product owner e developers. No scrum team, o scrum master tem o papel de
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Scrum Master promove a compreensão e a aplicação do Scrum.

Segundo o Guia Scrum, o Scrum Master é responsável por estabelecer o Scrum conforme definido, ajudando todos a entenderem a teoria e a prática, e serve ao time e à organização. Não é gerente nem líder técnico.

Análise das alternativas

B) Quem decide como implementar são os Developers. C) A priorização é responsabilidade do Product Owner. D) Os Developers se autogerenciam, e o Scrum Master não distribui tarefas nem cobra resultados. E) O Scrum Master não decide a arquitetura nem valida entregas.

Referência: Guia do Scrum (Schwaber e Sutherland), seção Scrum Team.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Engenharia de Software UML — Diagrama de Classes

Cebraspe 2026 Superior

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Cargo 2: Analista Ambiental – Especialidade: Análise de Sistemas

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Durante a documentação de um sistema de informação, a equipe de desenvolvimento utiliza um modelo UML para representar a estrutura estática da solução, evidenciando os principais elementos que compõem o sistema e os vínculos existentes entre eles, com o objetivo de facilitar o entendimento do domínio e apoiar decisões de projeto.
O modelo UML ao qual o cenário descrito se refere é o diagrama de
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Estrutura estática com elementos e relacionamentos: diagrama de classes.

O diagrama de classes representa a visão estática do sistema: classes, atributos, operações e os relacionamentos entre elas. Por isso apoia o entendimento do domínio e as decisões de projeto.

Análise das alternativas

A) Sequência mostra interação entre objetos ao longo do tempo (comportamental). B) Atividades modela fluxo de trabalho. D) Estados modela o ciclo de vida de um objeto. E) Casos de uso mostra a interação de atores com funcionalidades.

Referência: OMG. UML Specification; BOOCH, RUMBAUGH, JACOBSON. UML: Guia do Usuário.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Engenharia de Software Engenharia de Requisitos

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Durante o desenvolvimento de um sistema de informação, a equipe responsável identificou a necessidade de compreender claramente o que o sistema deve fazer e quais restrições devem ser observadas para que ele atenda às expectativas dos usuários e às condições impostas pelo ambiente organizacional. Para evitar retrabalho e falhas de entendimento ao longo do projeto, a equipe decidiu adotar uma abordagem adequada para lidar com essas necessidades.
Diante desse cenário, assinale a opção que descreve a melhor abordagem para atender às necessidades descritas.
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Levantar, registrar e validar requisitos funcionais e não funcionais no início.

A engenharia de requisitos deve tratar requisitos funcionais (o que o sistema faz) e não funcionais (restrições e qualidades), considerando usuários e ambiente organizacional, nas fases iniciais. Isso reduz retrabalho e falhas de entendimento.

Análise das alternativas

A) Ignora os requisitos funcionais. B) Ignora as restrições não funcionais. C) Levantar requisitos só após o desenvolvimento gera retrabalho. D) Informalidade e falta de processo estruturado levam a falhas de entendimento.

Referência: SOMMERVILLE. Engenharia de Software; PRESSMAN. Engenharia de Software.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Engenharia de Software Padrões de Projeto

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Durante o projeto de um sistema orientado a objetos, uma equipe de desenvolvimento identificou que determinados problemas de projeto se repetem em diferentes partes do sistema. A equipe busca uma forma de lidar com essas situações recorrentes, para aumentar a manutenibilidade e a flexibilidade do software, sem comprometer as decisões de análise e modelagem já realizadas.
Nesse cenário, a ação mais adequada a ser adotada pela equipe é
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Padrões de projeto são soluções reutilizáveis para problemas recorrentes.

Padrões de projeto descrevem soluções reutilizáveis e testadas para problemas recorrentes de projeto, devendo ser adaptados ao contexto. Isso melhora manutenibilidade e flexibilidade sem substituir a análise e a modelagem.

Análise das alternativas

B) Padrões não substituem análise e modelagem. C) Têm papel no projeto, não só na implementação, e não dispensam decisões de projeto. D) Não garantem automaticamente desempenho e segurança. E) Não são estruturas fixas; devem ser adaptados aos requisitos.

Referência: GAMMA et al. Padrões de Projeto (GoF).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Programação Python — Estruturas de Dados e Funções Embutidas

Cebraspe 2026 Superior

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Um analista ambiental, ao automatizar a consolidação de dados de monitoramento da qualidade da água, decidiu usar Python para organizar medições diárias de pH, calcular a média e exibir o resultado. Para tanto, ele precisa compreender como os elementos básicos da linguagem se articulam para produzir o resultado esperado.
Nessa situação hipotética, para armazenar os dados de pH, calcular sua média e exibir o resultado em Python, o analista deve
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Média de pH em Python com lista de floats, sum(), / e print().

A forma idiomática é guardar as medições numéricas em uma lista de floats, somar com sum(), dividir por len() usando o operador / (divisão real) e exibir com print(). Isso cobre armazenar, calcular a média e exibir o resultado.

Análise das alternativas

B) Armazena pH como string e concatena, o que não calcula média. C) Usa inteiros e set (elimina repetições, distorcendo dados) e retorna o máximo, não a média. D) Uma variável por medição é inviável, e converter para string e guardar em tupla não calcula média. E) len() da string original retorna o número de caracteres, não a média.

Referência: Documentação oficial do Python: funções embutidas sum(), len(), print() e tipo list.

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Desenvolvimento Web Arquitetura de Informação

Cebraspe 2026 Superior

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No IPAAM, um analista ambiental projeta um sistema de gestão de conteúdo (SGC) para disponibilizar relatórios técnicos sobre licenciamento ambiental e monitoramento de desmatamento. O sistema organiza os conteúdos em categorias hierárquicas (páginas principais: licenças, fiscalização, monitoramento; subcategorias: relatórios anuais, mapas temáticos), com navegação por menu lateral e busca por palavras-chave. Essa estruturação visa facilitar o acesso eficiente por técnicos e pelo público externo.
Ao se analisar a referida estrutura proposta hipoteticamente para o SGC do IPAAM, identifica-se como componente fundamental da arquitetura de informação
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A hierarquia de categorias e subcategorias é o componente central da arquitetura de informação.

A arquitetura de informação envolve organização, rotulação, navegação e busca. No cenário, o componente fundamental é a estrutura hierárquica de categorias e subcategorias que organiza o conteúdo em níveis lógicos, o que permite navegação intuitiva e recuperação rápida de informações.

Análise das alternativas

A) UX é um conceito mais amplo, não o componente da AI. C) A busca é um subsistema da AI, mas o texto descreve a hierarquia como base da estrutura. D) O fluxo de aprovação é gestão de conteúdo, não AI. E) A acessibilidade técnica é requisito de interface, não da organização da informação.

Referência: Rosenfeld & Morville, Information Architecture for the World Wide Web.

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Desenvolvimento Web Padrões Web W3C e Acessibilidade

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Considerando SGC para portais web e as recomendações W3C para desenvolvimento web (web standards), julgue os itens a seguir.
I As diretrizes W3C enfatizam o uso de HTML semântico para melhorar acessibilidade e indexação por mecanismos de busca em interfaces de consulta pública.
II O padrão CSS3 permite o uso de media queries para criar estilos responsivos específicos de dispositivos, otimizando a apresentação e a performance em telas móveis.
III As WCAG (web content accessibility guidelines) do W3C são recomendações opcionais para implementação em sistemas de gestão de conteúdo.
Assinale a opção correta.
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Itens I e II estão corretos; as WCAG não são meramente opcionais.

O item I está certo, pois o HTML semântico melhora a acessibilidade e a indexação. O item II está certo, pois as media queries do CSS3 permitem estilos responsivos por dispositivo. O item III está errado, porque as WCAG são o referencial de acessibilidade, e no Brasil o eMAG e a legislação tornam a acessibilidade exigência em portais públicos, não algo opcional.

Análise das alternativas

A) Omite o item II, que está certo. B e D) Consideram o item III certo, mas ele está errado. E) Inclui o item III, que está errado.

Referência: W3C: HTML, CSS Media Queries e WCAG; Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão); eMAG.

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Desenvolvimento Web Experiência do Usuário (UX)

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Suponha que, no IPAAM, um SGC seja desenvolvido para disponibilizar relatórios de licenciamento ambiental ao público e que, nessa situação, as noções de UX (User eXperience) orientem o design das interfaces para garantir navegação intuitiva e satisfação dos usuários. Em um SGC, noções de UX caracterizam-se como
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UX é o estudo da experiência percebida pelo usuário ao interagir com a interface.

User eXperience abrange as percepções, emoções e a satisfação do usuário durante a interação com um produto ou interface, incluindo usabilidade, navegação intuitiva e acessibilidade. É isso que orienta o design do SGC.

Análise das alternativas

A) Análise de tráfego e métricas do servidor é monitoramento e analytics. B) Versionamento colaborativo é gestão de configuração. D) Otimização de código para carregamento é desempenho, um aspecto parcial e não exclusivo. E) Segurança de dados é outro domínio.

Referência: ISO 9241-210; Garrett, The Elements of User Experience.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Engenharia de Software Arquitetura de Microsserviços

Cebraspe 2026 Superior

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O IPAAM planeja modernizar sua plataforma de licenciamento ambiental eletrônico, adotando uma arquitetura de software que facilite a evolução de serviços, a integração com sistemas externos e o isolamento de falhas. A equipe de análise de sistemas avalia diferentes abordagens arquiteturais antes de definir o desenho final da solução.
Na situação hipotética apresentada, a abordagem arquitetural mais adequada consiste em
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Resolução comentada

Microsserviços por domínio em contêineres atendem evolução, integração e isolamento de falhas.

Microsserviços organizados por domínio permitem evoluir cada serviço de forma independente, integrar-se a sistemas externos por APIs e isolar falhas. Os contêineres independentes e escaláveis reforçam o isolamento e a escalabilidade.

Análise das alternativas

B) O monolito, com módulos no mesmo processo, propaga falhas e dificulta a evolução. C) Cliente-servidor de duas camadas com banco centralizado é rígido e pouco escalável. D) Um MVC único concentra responsabilidades e acopla integrações. E) Um barramento único é ponto central de falha e acoplamento.

Referência: Newman, Building Microservices; Fowler, Microservices.

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Ciência de Dados Aprendizado de Máquina — Validação Cruzada

Cebraspe 2026 Superior

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No IPAAM, analistas ambientais desenvolvem um sistema para análise preditiva de desmatamento na Amazônia, utilizando técnicas de aprendizado de máquina. Nesse contexto, o modelo treinado classifica áreas de floresta como suscetíveis ou não a degradação, com base em dados geoespaciais e históricos.
No processo de treinamento do modelo de classificação, o método utilizado para ajustar os parâmetros e minimizar erros de predição envolve
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Resolução comentada

Para dados com dependência temporal, usa-se validação cruzada adaptada a séries temporais.

Na análise preditiva de desmatamento, os dados geoespaciais e históricos têm dependência sequencial. A validação cruzada k-fold adaptada a séries temporais (como o time series split) preserva a ordem cronológica e evita vazamento de dados do futuro para o treino. Segundo o gabarito, é o método adequado para ajustar parâmetros e minimizar erros de predição.

Análise das alternativas

A) Sem conjunto de validação separado não se avalia a generalização e há risco de overfitting. B) Equilibrar classes só no teste não é uma boa prática. D) A divisão aleatória ignora a ordem temporal e pode causar vazamento. E) A divisão fixa 80/20 sem validação intermediária não permite ajuste robusto de parâmetros.

Referência: Validação cruzada (k-fold e time series split), scikit-learn; Hastie et al., The Elements of Statistical Learning.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ciência de Dados Aprendizado de Máquina — Conceito

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Texto-base:
Texto 2A2-I
Imagens de satélite e inteligência artificial podem ser aplicadas para determinar os níveis de desmatamento e os detalhes da biodiversidade da Floresta Amazônica, de maneira que culturas agrícolas sejam automaticamente classificadas por um sistema de aprendizado de máquina que usa imagens de satélite nesse mapeamento.
É nesse sentido que a ferramenta LLP-Co (learning from label proportions with prototypical contrastive clustering) organiza grandes conjuntos de dados capturados por drones e satélites, que conseguem sobrevoar a floresta e coletar dados em grande escala, inclusive em áreas de cobertura vegetal mais densa. Esses dados são organizados, identificados (rotulados) e classificados pelo sistema, que tem a capacidade de aprender sozinho a partir da supervisão e validação dos pesquisadores.
As aplicações do sistema no monitoramento florestal permitem uma maior acurácia no acompanhamento do avanço do desmatamento, possibilitando uma gestão de políticas públicas mais eficaz. Além disso, a identificação e a classificação das espécies vegetais podem revelar detalhes surpreendentes da biodiversidade local, abrindo novos flancos de pesquisas voltadas para a preservação ambiental.
Internet: <https://portal.fgv.br> (com adaptações).

O sistema LLP-Co, descrito no texto 2A2-I, enquadra-se, segundo a literatura especializada, no conceito de sistema de aprendizado de máquina, porque sua característica central consiste em
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Resolução comentada

Aprendizado de máquina aprende padrões dos dados e generaliza para novos casos.

A característica central do aprendizado de máquina é aprender padrões a partir de dados, em vez de seguir regras fixas, e generalizar para casos novos. O LLP-Co faz isso ao rotular e classificar imagens com supervisão e validação dos pesquisadores.

Análise das alternativas

A) O texto cita supervisão e validação dos pesquisadores. B) Instruções determinísticas pré-codificadas caracterizam software tradicional. C) Regras simbólicas de especialistas caracterizam sistemas especialistas. E) Estatística descritiva apenas resume dados, sem generalizar.

Referência: Mitchell, Machine Learning; conceitos de aprendizado supervisionado.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ciência de Dados Mineração de Dados — Classificação

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Texto-base:
Texto 2A2-I
Imagens de satélite e inteligência artificial podem ser aplicadas para determinar os níveis de desmatamento e os detalhes da biodiversidade da Floresta Amazônica, de maneira que culturas agrícolas sejam automaticamente classificadas por um sistema de aprendizado de máquina que usa imagens de satélite nesse mapeamento.
É nesse sentido que a ferramenta LLP-Co (learning from label proportions with prototypical contrastive clustering) organiza grandes conjuntos de dados capturados por drones e satélites, que conseguem sobrevoar a floresta e coletar dados em grande escala, inclusive em áreas de cobertura vegetal mais densa. Esses dados são organizados, identificados (rotulados) e classificados pelo sistema, que tem a capacidade de aprender sozinho a partir da supervisão e validação dos pesquisadores.
As aplicações do sistema no monitoramento florestal permitem uma maior acurácia no acompanhamento do avanço do desmatamento, possibilitando uma gestão de políticas públicas mais eficaz. Além disso, a identificação e a classificação das espécies vegetais podem revelar detalhes surpreendentes da biodiversidade local, abrindo novos flancos de pesquisas voltadas para a preservação ambiental.
Internet: <https://portal.fgv.br> (com adaptações).

A classificação automática de culturas agrícolas e espécies vegetais, conforme descrita no texto 2A2-I, corresponde, do ponto de vista da mineração de dados, a uma tarefa de classificação porque
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Resolução comentada

Classificar culturas é associar instâncias a classes pré-definidas aprendidas de exemplos.

Na mineração de dados, a classificação é uma tarefa supervisionada: o modelo aprende, a partir de exemplos rotulados, a atribuir novas instâncias a classes previamente definidas, como tipo de cultura ou espécie vegetal.

Análise das alternativas

A) Redução de dimensionalidade é outra tarefa. B) Agrupar sem rótulos é clusterização. C) Identificar exceções raras é detecção de anomalias. D) Descobrir relações frequentes entre atributos é regras de associação.

Referência: Han & Kamber, Data Mining: Concepts and Techniques.

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Geotecnologias Sistema de Informação Geográfica (SIG)

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Texto-base:
Texto 2A2-I
Imagens de satélite e inteligência artificial podem ser aplicadas para determinar os níveis de desmatamento e os detalhes da biodiversidade da Floresta Amazônica, de maneira que culturas agrícolas sejam automaticamente classificadas por um sistema de aprendizado de máquina que usa imagens de satélite nesse mapeamento.
É nesse sentido que a ferramenta LLP-Co (learning from label proportions with prototypical contrastive clustering) organiza grandes conjuntos de dados capturados por drones e satélites, que conseguem sobrevoar a floresta e coletar dados em grande escala, inclusive em áreas de cobertura vegetal mais densa. Esses dados são organizados, identificados (rotulados) e classificados pelo sistema, que tem a capacidade de aprender sozinho a partir da supervisão e validação dos pesquisadores.
As aplicações do sistema no monitoramento florestal permitem uma maior acurácia no acompanhamento do avanço do desmatamento, possibilitando uma gestão de políticas públicas mais eficaz. Além disso, a identificação e a classificação das espécies vegetais podem revelar detalhes surpreendentes da biodiversidade local, abrindo novos flancos de pesquisas voltadas para a preservação ambiental.
Internet: <https://portal.fgv.br> (com adaptações).

Em relação ao uso integrado de imagens de satélite, dados rotulados e análises espaciais, mencionado no texto 2A2-I, é correto afirmar que a tecnologia que permite organizar, integrar e analisar essas informações georreferenciadas de forma sistemática é o
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Resolução comentada

O SIG integra dados espaciais e atributos para organizá-los e analisá-los.

O Sistema de Informação Geográfica captura, armazena, integra, analisa e exibe dados georreferenciados, combinando a geometria com atributos descritivos, o que atende à necessidade descrita.

Análise das alternativas

A) O aprendizado de máquina classifica, mas não é a tecnologia que organiza e integra dados georreferenciados. B) Mineração de texto trata dados textuais. C) Repositório estático não analisa. E) Banco relacional convencional não tem funções espaciais nativas de análise.

Referência: Câmara & Davis, Introdução à Ciência da Geoinformação (INPE).

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Geotecnologias Sensoriamento Remoto

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Texto-base:
Texto 2A2-I
Imagens de satélite e inteligência artificial podem ser aplicadas para determinar os níveis de desmatamento e os detalhes da biodiversidade da Floresta Amazônica, de maneira que culturas agrícolas sejam automaticamente classificadas por um sistema de aprendizado de máquina que usa imagens de satélite nesse mapeamento.
É nesse sentido que a ferramenta LLP-Co (learning from label proportions with prototypical contrastive clustering) organiza grandes conjuntos de dados capturados por drones e satélites, que conseguem sobrevoar a floresta e coletar dados em grande escala, inclusive em áreas de cobertura vegetal mais densa. Esses dados são organizados, identificados (rotulados) e classificados pelo sistema, que tem a capacidade de aprender sozinho a partir da supervisão e validação dos pesquisadores.
As aplicações do sistema no monitoramento florestal permitem uma maior acurácia no acompanhamento do avanço do desmatamento, possibilitando uma gestão de políticas públicas mais eficaz. Além disso, a identificação e a classificação das espécies vegetais podem revelar detalhes surpreendentes da biodiversidade local, abrindo novos flancos de pesquisas voltadas para a preservação ambiental.
Internet: <https://portal.fgv.br> (com adaptações).

No sensoriamento remoto, o emprego de drones e satélites para coletar informações sobre a cobertura vegetal amazônica, conforme consta no texto 2A2-I, fundamenta-se na
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Resolução comentada

Sensoriamento remoto obtém informações da superfície por sensores, sem contato físico direto.

No sensoriamento remoto, sensores em satélites, aeronaves e drones registram a radiação eletromagnética refletida ou emitida pelos alvos, o que gera informações da superfície sem contato físico direto.

Análise das alternativas

A) As imagens de sensores são matriciais (raster) e exigem processamento posterior. B) Observação direta em campo não é sensoriamento remoto. C) A análise não se restringe a bases locais. E) Sensores terrestres em contato não caracterizam o uso de drones e satélites do texto.

Referência: Fundamentos de sensoriamento remoto.

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Geotecnologias Interoperabilidade de Dados Geoespaciais — OGC e INDE

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Texto-base:
Texto 2A2-I
Imagens de satélite e inteligência artificial podem ser aplicadas para determinar os níveis de desmatamento e os detalhes da biodiversidade da Floresta Amazônica, de maneira que culturas agrícolas sejam automaticamente classificadas por um sistema de aprendizado de máquina que usa imagens de satélite nesse mapeamento.
É nesse sentido que a ferramenta LLP-Co (learning from label proportions with prototypical contrastive clustering) organiza grandes conjuntos de dados capturados por drones e satélites, que conseguem sobrevoar a floresta e coletar dados em grande escala, inclusive em áreas de cobertura vegetal mais densa. Esses dados são organizados, identificados (rotulados) e classificados pelo sistema, que tem a capacidade de aprender sozinho a partir da supervisão e validação dos pesquisadores.
As aplicações do sistema no monitoramento florestal permitem uma maior acurácia no acompanhamento do avanço do desmatamento, possibilitando uma gestão de políticas públicas mais eficaz. Além disso, a identificação e a classificação das espécies vegetais podem revelar detalhes surpreendentes da biodiversidade local, abrindo novos flancos de pesquisas voltadas para a preservação ambiental.
Internet: <https://portal.fgv.br> (com adaptações).

Os dados espaciais provenientes de satélites e drones, conforme mencionados no texto 2A2-I, são potencialmente integráveis a diferentes órgãos ambientais. Para viabilizar o compartilhamento desses dados geoespaciais, é fundamental o uso de
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Resolução comentada

O compartilhamento geoespacial exige padrões abertos do OGC no âmbito da INDE.

A interoperabilidade de dados geoespaciais depende de padrões abertos, como os serviços WMS, WFS e CSW do OGC, adotados pela Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE), que permitem a diferentes órgãos publicar e consumir dados de modo padronizado.

Análise das alternativas

A) Metadados em PLN não são o requisito de interoperabilidade; o que importa são metadados padronizados. B, D e E) Sistemas isolados, formatos proprietários e armazenamento local sem padronização impedem o compartilhamento.

Referência: OGC (WMS, WFS, CSW); INDE (Decreto nº 6.666/2008).

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Ciência de Dados Visualização de Dados — Power BI e Tableau

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Texto-base:
Texto 2A2-II
Um órgão ambiental federal responsável pelo monitoramento e pela fiscalização de recursos pesqueiros iniciou um projeto nacional de combate à pesca ilegal. O projeto envolve a integração de dados heterogêneos, incluindo registros administrativos de licenças de pesca, dados de rastreamento de embarcações, imagens de satélite, informações geoespaciais, relatórios de fiscalização e séries históricas de infrações ambientais. A equipe técnica precisa estruturar um ambiente analítico que permita consultas eficientes, automatização de rotinas recorrentes, análise e comunicação clara dos resultados para os gestores responsáveis pela formulação de políticas públicas e pela priorização de ações de fiscalização.

No fluxo analítico do projeto descrito no texto 2A2-II, o uso de ferramentas como Power BI e Tableau seria tecnicamente adequado porque essas plataformas
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Resolução comentada

Power BI e Tableau favorecem exploração interativa e comunicação de padrões.

Ferramentas de BI e visualização permitem painéis interativos, filtros e detalhamento, facilitando que gestores explorem os dados e entendam padrões relevantes para priorizar a fiscalização.

Análise das alternativas

A) Dependem de fontes de dados e usam consultas. B) Conectam dados, mas não substituem a integração. C) Não fazem inferência causal automática. D) São voltadas também a usuários sem alto domínio de programação, e não restringem a análise.

Referência: Business Intelligence e visualização de dados (Power BI, Tableau).

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Ciência de Dados Big Data

Cebraspe 2026 Superior

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Texto-base:
Texto 2A2-II
Um órgão ambiental federal responsável pelo monitoramento e pela fiscalização de recursos pesqueiros iniciou um projeto nacional de combate à pesca ilegal. O projeto envolve a integração de dados heterogêneos, incluindo registros administrativos de licenças de pesca, dados de rastreamento de embarcações, imagens de satélite, informações geoespaciais, relatórios de fiscalização e séries históricas de infrações ambientais. A equipe técnica precisa estruturar um ambiente analítico que permita consultas eficientes, automatização de rotinas recorrentes, análise e comunicação clara dos resultados para os gestores responsáveis pela formulação de políticas públicas e pela priorização de ações de fiscalização.

No contexto do combate à pesca ilegal descrito no texto 2A2-II, a adoção de práticas associadas a Big Data contribui diretamente para a efetividade da fiscalização, porque possibilita
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Resolução comentada

Big Data permite achar padrões complexos em grandes volumes de dados heterogêneos.

As práticas de Big Data (volume, variedade, velocidade) tratam dados diversos, como rastreamento, imagens e registros, e permitem identificar padrões complexos, como rotas e comportamentos suspeitos, o que melhora a efetividade da fiscalização.

Análise das alternativas

B) Apoia a análise humana, não a substitui. C) Lida com dados heterogêneos, sem exigir um único formato. D) Reforça políticas baseadas em evidências. E) Não depende de tecnologias proprietárias exclusivas.

Referência: Conceito de Big Data (os 3 Vs e extensões).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ciência de Dados Integração de SQL com Python e R

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Texto-base:
Texto 2A2-II
Um órgão ambiental federal responsável pelo monitoramento e pela fiscalização de recursos pesqueiros iniciou um projeto nacional de combate à pesca ilegal. O projeto envolve a integração de dados heterogêneos, incluindo registros administrativos de licenças de pesca, dados de rastreamento de embarcações, imagens de satélite, informações geoespaciais, relatórios de fiscalização e séries históricas de infrações ambientais. A equipe técnica precisa estruturar um ambiente analítico que permita consultas eficientes, automatização de rotinas recorrentes, análise e comunicação clara dos resultados para os gestores responsáveis pela formulação de políticas públicas e pela priorização de ações de fiscalização.

Ainda em relação à situação apresentada no texto 2A2-II, na arquitetura analítica do projeto de combate à pesca ilegal, a integração entre consultas em SQL e o uso de linguagens como Python e R seria tecnicamente justificável porque essa integração
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Resolução comentada

A integração SQL com Python/R une extração estruturada e análise estatística automatizada.

O SQL extrai e prepara dados de forma estruturada e eficiente no banco. Python e R acrescentam métodos estatísticos, modelagem, visualização e automação de rotinas, de modo que a integração complementa as duas camadas e justifica a arquitetura.

Análise das alternativas

A) A integração amplia a escalabilidade, não a limita. B) Ela distribui as etapas entre banco e linguagens, não as concentra no banco. C) Não elimina a necessidade de modelagem e saneamento. E) Persistência e integridade continuam sob responsabilidade do SGBD.

Referência: Ciência de dados: pipeline analítico com SQL, Python e R.

Resolução comentada do VaiConcursos.