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IPAAM 2025 — Assistente Ambiental (Cargo 20) — Prova Objetiva — Conhecimentos Gerais

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

Cebraspe2026Médio

20 questões nesta prova · 20 com gabarito

Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

Assinale a opção em que o trecho destacado do texto CG2A1 pode ser corretamente considerado uma síntese do tema central desse texto.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A síntese do tema central é a universalidade da linguagem acadêmica.

O texto trata da relação entre cientistas e jornalistas e da necessidade de uma comunicação da ciência acessível e universal. 'A linguagem da academia deve ser, por definição, universal' sintetiza esse tema central, e os demais trechos são ideias parciais.

Análise das alternativas

A destaca apenas a dificuldade dos artigos. B trata só da redação e da comunicação oral. C trata só da responsabilidade da divulgação. D apresenta o ponto de partida do texto, a tensão, mas não a ideia central.

Referência: Interpretação de textos: tema central e ideia principal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

No trecho ‘foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía’, no terceiro período do quarto parágrafo do texto CG2A1, as vírgulas são empregadas para
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Resolução comentada

As vírgulas isolam oração adverbial temporal intercalada, anteposta à principal.

'a cada vez que chegava ao topo' é oração subordinada adverbial temporal que antecede 'a rocha caía'. Por estar deslocada e anteposta à oração principal, é isolada por vírgulas.

Análise das alternativas

A: não há elipse de termo. B: a oração não é explicativa. D: não há enumeração. E: não é coordenada aditiva, pois o 'e' liga as duas partes do período e a oração isolada é subordinada.

Referência: Pontuação: orações subordinadas adverbiais deslocadas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica — Sinonímia

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

Seriam preservados os sentidos do texto CG2A1 caso o termo “certa” (primeiro período do primeiro parágrafo) fosse substituído por
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Resolução comentada

'Certa tensão' tem sentido indefinido, equivalente a 'alguma tensão'.

Antes do substantivo, 'certa' é pronome indefinido, com sentido de 'alguma, uma determinada'. Por isso 'alguma tensão' preserva o sentido do texto.

Análise das alternativas

B (firme), C (evidente), D (grave) e E (muita) são adjetivos ou quantificadores que mudam a intensidade ou a natureza da tensão, o que o texto não afirma.

Referência: Semântica: pronomes indefinidos e sentido de 'certo' antes/depois do substantivo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

No terceiro período do primeiro parágrafo do texto CG2A1, os travessões são empregados para isolar uma oração que
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Resolução comentada

Os travessões isolam oração explicativa que acrescenta informação sobre os comunicadores.

A oração 'que têm espaço e tempo limitados...' é adjetiva explicativa e refere-se a 'comunicadores'. Ela traz uma informação acessória sobre esses profissionais e por isso vem isolada por travessões.

Análise das alternativas

A, C e E tratam a oração como se descrevesse a produção e a veiculação das notícias, o que muda o foco: ela fala dos comunicadores. D sugere restrição a um tipo de comunicador, mas a oração é explicativa, não restritiva.

Referência: Pontuação: uso do travessão e orações adjetivas explicativas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Textual

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

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Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

De acordo com as relações de sentido e de coesão estabelecidas no texto CG2A1, assinale a opção correta.
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Resolução comentada

A elipse da segunda ocorrência de 'grupo' preserva a coesão e os sentidos.

No segundo período do quarto parágrafo, a repetição de 'grupo' poderia ser omitida, porque o termo é facilmente recuperável pelo contexto (o dos EUA ... enquanto o francês). Isso evita a repetição sem prejuízo do sentido.

Análise das alternativas

A: 'enquanto' marca contraste entre os métodos dos dois grupos, não simultaneidade. B: 'De um lado' e 'De outro' expressam contraposição, não alternância. C: 'Entretanto' é adversativo, e 'porquanto' é explicativo. D: 'para que' indica finalidade, e 'desde que' indica condição.

Referência: Coesão textual: conectivos, elipse e operadores argumentativos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Semântica — Sinonímia

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

No último período do quarto parágrafo do texto CG2A1, o termo ‘perenização’ tem o mesmo sentido de
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Resolução comentada

Perenização tem sentido de perpetuação.

'Perene' significa duradouro, contínuo. 'Perenização' é o ato de tornar algo duradouro, o que equivale a 'perpetuação'. O texto diz que a imagem cultural fez o conhecimento permanecer na comunidade.

Análise das alternativas

A, C, D e E trazem sentidos que não correspondem a 'tornar duradouro'. Estagnação é ausência de movimento. Efemeridade e provisoriedade são o oposto de perenidade. Precarização é tornar precário.

Referência: Semântica: sinonímia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal e Nominal

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

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Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

No que se refere às relações de concordância verbal e nominal no segundo período do terceiro parágrafo do texto CG2A1, julgue os itens a seguir.
I A flexão da forma verbal ‘pode’, em ‘pode fazer’, na terceira pessoa do singular justifica-se por sua concordância com o vocábulo ‘conhecimento’.
II A correção gramatical e os sentidos do texto seriam preservados caso o vocábulo ‘memoráveis’ fosse flexionado no singular — memorável.
III O trecho “como ciência e cultura se conectam e se realimentam” poderia ser reescrito, sem alteração da coerência das ideias do texto, da seguinte forma: como se conecta e se realimenta ciência e cultura.
Assinale a opção correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Nenhum dos três itens está correto.

I: 'pode' concorda com a oração subjetiva 'apresentar um novo conhecimento…', e não com o substantivo 'conhecimento'. II: 'memoráveis' concorda com 'as ideias', então não pode ir ao singular. III: com o sujeito composto 'ciência e cultura', o verbo deveria ficar no plural, e a ordem proposta ainda prejudica o sentido de reciprocidade.

Análise das alternativas

B, C, D e E afirmam que algum item está certo. Como os três itens estão errados, só A está correta.

Referência: Concordância verbal e nominal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Morfologia e Ortografia

Cebraspe 2026 Médio

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Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

Acerca de aspectos linguísticos e ortográficos do texto CG2A1, julgue os itens a seguir.
I A forma verbal ‘possa’ (último período do segundo parágrafo) está conjugada no modo imperativo afirmativo.
II No segundo parágrafo, o vocábulo ‘como’ (terceiro e quarto períodos) é empregado com o mesmo valor semântico nas duas ocorrências.
III O emprego do hífen no vocábulo ‘bem-preparados’ (último período do texto) justifica-se pela mesma regra ortográfica que justifica a grafia de seu antônimo, cuja forma correta é mal-preparados.
Assinale a opção correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Só o item II está certo: 'como' tem o mesmo valor (na qualidade de) nas duas ocorrências.

O item II está certo. Em 'responsabilizar como atores' e em 'dever como cientistas', 'como' tem valor de 'na qualidade de'. O item I está errado: 'possa' é presente do subjuntivo. O item III está errado: 'bem-preparados' leva hífen por causa de 'bem', mas o antônimo com 'mal' antes de consoante é grafado sem hífen (malpreparados).

Análise das alternativas

A, C, D e E estão erradas, pois incluem o item I ou o item III, que estão errados, ou não reconhecem o item II como certo.

Referência: Acordo Ortográfico: hífen com 'bem' e 'mal'; modos verbais.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Reescrita de Frases

Cebraspe 2026 Médio

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Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

Assinale a opção que apresenta uma proposta de reescrita que preserva os sentidos e a correção gramatical do seguinte trecho do texto CG2A1: ‘quando chega à sociedade de forma acessível’ (segundo período do quinto parágrafo).
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A reescrita correta é 'ao alcançar a sociedade de maneira acessível'.

'Ao alcançar' equivale a 'quando chega' (valor temporal). O verbo 'alcançar' é transitivo direto, então não leva preposição antes de 'a sociedade'. 'De maneira acessível' equivale a 'de forma acessível'.

Análise das alternativas

B: 'chega à sociedade acessível' faz com que acessível qualifique a sociedade, e não a forma como o conhecimento chega. C: 'alcança à' tem crase indevida, porque o verbo é transitivo direto, e 'acessivelmente' não combina com o restante da frase. D: 'chegar a sociedade' perde a preposição e o artigo, ou seja, falta a crase em 'à sociedade'. E: 'de acesso' muda o sentido da expressão.

Referência: Reescrita de frases: regência, crase e sinonímia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Acentuação Gráfica

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

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Texto-base:
Texto CG2A1

A relação entre cientistas e jornalistas, por vezes, é marcada por certa tensão. De um lado, pesquisadores temerosos de que os resultados dos seus estudos, desenvolvidos com rigor durante anos, sejam simplificados demais ou distorcidos. De outro, comunicadores — que têm espaço e tempo limitados para a produção e veiculação das notícias — diante de novos conhecimentos e terminologias difíceis, buscando transmitir conceitos e informações corretas e em uma linguagem de fácil entendimento.
“A linguagem da academia deve ser, por definição, universal. Entretanto, os artigos científicos são, muitas vezes, impenetráveis. Precisamos nos responsabilizar como atores desse processo de comunicação universal. É nosso dever como cientistas ter forte interlocução com jornalistas. Temos a responsabilidade de fazer uma parte do caminho para que a sociedade possa ter conhecimento da ciência produzida na academia”, enfatizou o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP.
O pró-reitor destacou também que a redação científica e a comunicação oral não precisam ser enfadonhas. Correlacionando como ciência e cultura se conectam e se realimentam, o professor assinalou que “apresentar um novo conhecimento usando referências culturais pode fazer a diferença para propagar e tornar memoráveis as ideias da ciência”.
Um exemplo mencionado por ele foi a comunicação dos resultados de pesquisas sobre resfriamento de átomos por luz laser por dois grupos distintos. O grupo dos Estados Unidos da América (EUA) utilizou um método matemático, enquanto o grupo francês apresentou uma imagem física que representava o movimento dos átomos subindo e descendo colinas de potencial. “Para denominar esse processo, o grupo francês fez referência a Sísifo, da mitologia grega, que foi condenado a rolar uma rocha montanha acima e, a cada vez que chegava ao topo, a rocha caía e ele precisava começar tudo de novo. Essa conexão de um mecanismo físico com uma imagem cultural levou a uma perenização do conhecimento, e hoje toda a comunidade se refere a esse mecanismo como resfriamento Sísifo”, ilustra.
Para a diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP, a divulgação científica é uma responsabilidade essencial de todos aqueles que fazem pesquisa em uma universidade pública. “Produzimos conhecimento que só cumpre plenamente seu papel quando chega à sociedade de forma acessível, contextualizada e correta, e o diálogo com profissionais de comunicação bem-preparados e interessados em compreender o rigor científico nos ajuda a traduzir achados complexos em informações úteis para o público”, avalia a professora.

Tiago Rodella. Colaboração entre pesquisadores e comunicadores fortalece a divulgação científica. In: Jornal da USP, 14/11/2025 (com adaptações).

Assinale a opção em que todas as palavras destacadas do texto CG2A1 são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
Selecione uma alternativa

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Referências, memoráveis e ciência são paroxítonas terminadas em ditongo.

Na alternativa C, as três palavras são paroxítonas terminadas em ditongo (-ias, -eis, -ia) e por isso recebem acento. Nas demais alternativas, o acento de cada palavra segue uma regra diferente.

Análise das alternativas

A: científica e diálogo são proparoxítonas, e acessível é paroxítona terminada em -l. B: notícias é paroxítona terminada em ditongo, mas fácil é paroxítona terminada em -l. D: francês é oxítona terminada em -s, e caía recebe acento por causa do hiato. E: científicos é proparoxítona, enquanto impenetráveis e ciência são paroxítonas.

Referência: Regras de acentuação gráfica (Acordo Ortográfico).

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Ética no Serviço Público Patrimonialismo e Clientelismo

Cebraspe 2026 Médio

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) · Assistente Ambiental (Cargo 20)

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O estudo da história da cidadania no Brasil mostra que, na maior parte do tempo, o poder do Estado não foi usado para fins públicos como a atenção aos direitos civis de todos os cidadãos e a ampliação dos direitos sociais, com vistas à diminuição das desigualdades. O Estado brasileiro foi, na maior parte de sua história, privatizado em benefício dos mais poderosos.
ENAP. Curso de Ética e Serviço Público. Brasília, 2016 (com adaptações).

Com base no texto apresentado e no conceito de patrimonialismo, assinale a opção correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Patrimonialismo é a confusão entre o patrimônio público e o privado.

No patrimonialismo, o grupo dominante trata os recursos do Estado como extensão do seu patrimônio privado. Isso corresponde ao texto, segundo o qual o Estado foi privatizado em benefício dos mais poderosos.

Análise das alternativas

B é incorreta: a democratização não eliminou completamente o clientelismo e o personalismo. C inverte a lógica, pois no patrimonialismo o compromisso é com a lealdade ao grupo dominante, não com o cidadão. D afirma separação entre interesse privado e bem comum, o que é o oposto do patrimonialismo. E é incorreta: o clientelismo é típico do patrimonialismo, e não há burocracias isoladas gerindo os recursos.

Referência: ENAP, Curso de Ética e Serviço Público (2016); conceito de patrimonialismo (Weber/Faoro).

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Direito Administrativo Improbidade Administrativa — Lei n.º 8.429/1992

Cebraspe 2026 Médio

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Assinale a opção em que é corretamente apresentado ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito, de acordo com a classificação da Lei n.º 8.429/1992.
Selecione uma alternativa

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Receber vantagem econômica indevida em razão da função é enriquecimento ilícito.

O art. 9.º da Lei de Improbidade trata dos atos que importam enriquecimento ilícito. O caput descreve auferir vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade, o que corresponde à alternativa D.

Análise das alternativas

A, C e E descrevem condutas dos arts. 10 e 11, que tratam de lesão ao erário e de violação a princípios. A é a frustração da licitude de concurso público, C é facilitar a aquisição de bens por preço superior ao de mercado, e E é deixar de prestar contas. B é a conduta de praticar ato visando a fim proibido, que está no art. 11 e não configura enriquecimento ilícito.

Referência: Lei n.º 8.429/1992, arts. 9.º, 10 e 11.

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Direito Digital Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — Dados Sensíveis

Cebraspe 2026 Médio

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Segundo a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei n.º 13.709/2018), classifica-se como dado pessoal sensível
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Dado sensível inclui origem racial ou étnica, convicção religiosa e opinião política.

O art. 5.º, II, da LGPD define dado pessoal sensível. A definição inclui origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação sindical, dados de saúde, vida sexual, genéticos e biométricos. A alternativa C reproduz esse rol.

Análise das alternativas

A, D e E tratam de dados pessoais comuns (formação acadêmica, nome e CPF), que não estão no rol de sensíveis. B confunde a natureza do dado com a natureza de quem o trata: o tratamento por pessoa jurídica de direito público não torna o dado sensível.

Referência: Lei n.º 13.709/2018 (LGPD), art. 5.º, II.

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Ética no Serviço Público Código de Ética dos Servidores Públicos do Amazonas — Lei estadual n.º 2.869/2003

Cebraspe 2026 Médio

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À luz da Lei estadual n.º 2.869/2003 (Código de ética profissional dos servidores públicos do estado do Amazonas), assinale a opção correta.
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Resolução comentada

O Poder Judiciário pode constituir instância revisora própria para suas comissões de ética.

Segundo o gabarito oficial, a alternativa E está correta. O código estadual dá ao Poder Judiciário a faculdade de constituir instância revisora própria para as suas comissões de ética, sem ficar obrigado a usar a estrutura do Executivo. Pelo mesmo gabarito, as demais alternativas contrariam o código.

Análise das alternativas

A: a recondução não é admitida três vezes, pois o código limita o número de reconduções. B: a obrigatoriedade de comissões não alcança todos os Poderes nesses termos. C: as comissões não são formadas exclusivamente por servidores comissionados. D: a atuação nas comissões de ética não gera remuneração adicional, por ser considerada serviço público relevante.

Referência: Lei estadual (AM) n.º 2.869/2003, Código de Ética Profissional dos Servidores Públicos do Estado do Amazonas.

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Direito Ambiental Sistema Nacional de Unidades de Conservação — SNUC

Cebraspe 2026 Médio

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O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) classifica as unidades de conservação (UC) federais do Brasil em dois grupos: unidades de proteção integral e unidades de uso sustentável. Assinale a opção em que é corretamente apresentada uma unidade de conservação de uso sustentável.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Floresta Nacional integra o grupo de uso sustentável do SNUC.

A Lei do SNUC (Lei n.º 9.985/2000) divide as UCs em proteção integral e uso sustentável. A Floresta Nacional é uma das categorias de uso sustentável, ao lado da APA, da ARIE, da Reserva Extrativista, entre outras.

Análise das alternativas

Refúgio de vida silvestre, estação ecológica, reserva biológica e parque nacional são todas categorias de proteção integral.

Referência: Lei n.º 9.985/2000, arts. 7.º, 8.º e 14.

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Geoprocessamento Sistemas Globais de Navegação por Satélite — GNSS

Cebraspe 2026 Médio

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Assinale a opção que indica o sistema de navegação global por satélite desenvolvido pelos Estados Unidos da América.
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Resolução comentada

O GPS é o sistema norte-americano.

O GPS (Global Positioning System) foi desenvolvido pelos Estados Unidos.

Análise das alternativas

A) Galileo é europeu. B) Garmin é uma fabricante de equipamentos. C) eTrex é um modelo de receptor da Garmin. D) Glonass é o sistema russo.

Referência: Sistemas GNSS.

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Sensoriamento Remoto Radiação Eletromagnética — Frequência e Comprimento de Onda

Cebraspe 2026 Médio

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Suponha que determinado sensor imageador opere com comprimento de onda de 3 cm. Considerando que a velocidade de propagação da radiação eletromagnética seja de 3 × 10⁸ m/s e que a frequência seja inversamente proporcional ao comprimento de onda e diretamente proporcional à velocidade de propagação, assinale a opção que apresenta corretamente a frequência de operação desse sensor.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

f = c/λ = 3×10⁸ / 3×10⁻² = 10¹⁰ Hz.

A frequência é f = c/λ. Com λ = 3 cm = 3×10⁻² m e c = 3×10⁸ m/s, f = 3×10⁸ / 3×10⁻² = 10¹⁰ Hz, faixa de micro-ondas (banda X).

Análise das alternativas

A) 10⁶ Hz, B) 10⁸ Hz, D) 3×10⁶ Hz e E) 9×10⁸ Hz resultam de erros de conversão de unidade ou de cálculo.

Referência: Sensoriamento remoto — relação c = λ·f.

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Cartografia Coordenadas Geográficas — Conversão para Graus Decimais

Cebraspe 2026 Médio

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Assinale a opção em que é apresentado, em graus decimais, o valor da latitude 20°30’.
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Resolução comentada

30' equivalem a 0,5°, logo 20,5°.

Um grau tem 60 minutos, então 30' = 30/60 = 0,5°. Somando, 20° + 0,5° = 20,5°.

Análise das alternativas

A) 20,3° corresponderia a 18'. B) 20,4° corresponderia a 24'. D) 20,6° corresponderia a 36'. E) 20,7° corresponderia a 42'.

Referência: Cartografia — conversão sexagesimal para decimal.

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Direito Ambiental Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas — Lei Delegada n.º 102/2007

Cebraspe 2026 Médio

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Com base na Lei Delegada n.º 102/2007, que dispõe sobre o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, assinale a opção em que é corretamente apresentada uma competência do IPAAM.
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Resolução comentada

O IPAAM monitora a qualidade ambiental do estado.

O IPAAM é o órgão ambiental estadual, com competências de controle, licenciamento, fiscalização e monitoramento da qualidade ambiental, incluindo água, ar, solo e cobertura vegetal.

Análise das alternativas

B) Errada: julgar ações é função do Judiciário. C) Errada: o IPAAM atua em todo o estado, inclusive em áreas rurais. D) Errada: o órgão emite licenças além de fiscalizar. E) Errada: a iniciativa e elaboração de leis cabem aos Poderes competentes, não a uma autarquia.

Referência: Lei Delegada n.º 102/2007 (Amazonas).

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Direito Ambiental Política Nacional do Meio Ambiente — Lei n.º 6.938/1981

Cebraspe 2026 Médio

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De acordo com a Lei n.º 6.938/1981, constitui instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA)
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O zoneamento ambiental é instrumento da PNMA.

O art. 9º da Lei n.º 6.938/1981 lista como instrumentos da PNMA o zoneamento ambiental, entre outros. Os demais itens não constam do rol da lei com essa redação.

Análise das alternativas

A) Errada: a lei prevê a avaliação de impactos ambientais, e o EIA/RIMA é um estudo a ela ligado, não o instrumento nomeado na lista. B) Errada: o SICAR vem do Código Florestal. C) Errada: plano diretor estadual não é instrumento da PNMA. E) Errada: planos de manejo são previstos na lei do SNUC.

Referência: Lei n.º 6.938/1981, art. 9º.

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