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Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) · Marinha do Brasil 2025

Questão 33 — História Naval: Guerra naval na Antiguidade

História Naval Guerra naval na Antiguidade

Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) 2025

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T) — História · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Sobre a guerra naval na Antiguidade, leia o trecho abaixo.
“Mais tarde, porém, o combatente do mar foi se distinguindo do combatente de terra, e o ateniense Formion será o primeiro “general do mar”, ou seja, o primeiro almirante”.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Portoe ; SILVA, Léo F. e. Fatos da História Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2006, p. 23).
Todavia, a arma principal do navio de guerra não era o soldado que ia a bordo, mas uma protuberância colocada na proa do navio à linha d'água chamada de:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A arma principal do navio de guerra antigo era o esporão (aríete, rostrum).

Nas galeras da Antiguidade, a arma principal era o esporão, também chamado aríete ou rostrum, uma protuberância na proa à linha d'água usada para abalroar e furar o casco inimigo.

Análise das alternativas

A) Errada: termos inventados ou sem relação. B) Errada: fogo grego é uma arma incendiária bizantina, posterior. D) Errada: gurupés/bowsprit é o mastro inclinado à proa dos veleiros, sem função de abalroar. E) Errada: o corvo era uma ponte de abordagem romana, não a arma principal localizada à linha d'água.

Referência: ALBUQUERQUE, A. L. P.; SILVA, L. F. Fatos da História Naval.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: C

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito final retificado (SSPM, publicado em 03/09/2025) — página 5