Sem padrão de resposta — pratique a escrita
Para a produção textual, leia os textos a seguir.
Produção de texto
Robin Hood de bisturi
Com o dinheiro de lipoaspirações e implantes de silicone, uma cirurgiã plástica reconstrói a face – e a vida – de crianças que nasceram com malformações
Nathalia Ziemkiewicz
[...]
A cirurgiã plástica Vera Lúcia, de 59 anos, é uma versão de Robin Hood – personagem que roubava dos ricos para dar aos pobres. Só que dentro da lei. Vera usa parte do dinheiro pago pelos pacientes de seu consultório particular para financiar cirurgias restauradoras em pessoas como Jéssica (que nasceu com malformação no rosto). De um lado, ela realiza o desejo de seus pacientes adultos com silicones e lipoaspirações. De outro, ajuda a reconstruir a vida de crianças carentes nascidas com malformações. As deficiências podem ser causadas por erros genéticos, desnutrição pelo uso de drogas durante a gravidez e até pela exposição a aparelhos de raios X na gestação. “A rotina do consultório particular enche minha geladeira, não meu coração”, diz Vera. Em 2006, ela fundou a Facial Anomalies Center, entidade conhecida pela sigla F.A.C.E., que atende pacientes carentes. Cerca de 4 mil pessoas já passaram por lá. As aparências físicas e a vida de muitas pessoas foram refeitas pela equipe de Vera, composta de um fonoaudiólogo, um ortodontista, um psicólogo e quatro cirurgiões. Todos voluntários.
As cirurgias fazem mais que corrigir as complicações causadas pelas malformações, como alterações respiratórias. Elas ajudam a incluir socialmente as crianças que, apesar da aparência diferente dos colegas, são intelectualmente tão capazes quanto qualquer um. Muitas vezes, é o preconceito, e não as alterações físicas, que atrapalha o desenvolvimento dessas crianças. “Elas têm um potencial incrível, mas são impedidas pelo preconceito dos outros contra suas aparências físicas”, diz Vera.
[...]
O processo de Jéssica envolveu quase uma dezena de cirurgias. O resultado não poderia trazer mais satisfação à Vera. A menina, que vivia escondida em uma ilha na Bahia, incapaz de falar, hoje é psicóloga.
Nathalia Ziemkiewicz. Texto adaptado da revista Época. Editora: Globo. 9 de julho de 2012.

Extraído de www.google.com.br/imagens/generosidade.
Proposta:
Você acabou de ler um texto e uma imagem que trazem situações reais de GENEROSIDADE, que é uma virtude de pessoas que sacrificam os próprios interesses em benefício de outros sem esperar nada em troca. A médica a pratica pelo simples fato disso fazer bem a sua alma, fazendo cirurgias faciais com parte de seu lucro em outras cirurgias. O menino empurra a cadeira de rodas para que o amigo possa brincar de avião, sabendo que ele não conseguirá retribuí-lo da mesma forma.
Para ser generosa, a pessoa pode ter de passar por algumas dificuldades, já que vivemos em um mundo cheio de egoísmo e de interesses.
Escreva uma narrativa em que o personagem principal deseja ser generoso, entretanto ele se depara com o seguinte conflito: alguém (ou algo) cria obstáculos, dificultando que o personagem consiga ser generoso.
Como acabará sua história? Seu personagem conseguirá ser generoso?
Não se esqueça que, para redigir uma boa narrativa, é importante que apareçam os elementos a seguir:
- a caracterização dos personagens, do tempo e do lugar;
- as atitudes dos personagens diante da situação problema;
- um momento de grande emoção ou comoção;
- um diálogo entre os personagens.
Produção de texto
Robin Hood de bisturi
Com o dinheiro de lipoaspirações e implantes de silicone, uma cirurgiã plástica reconstrói a face – e a vida – de crianças que nasceram com malformações
Nathalia Ziemkiewicz
[...]
A cirurgiã plástica Vera Lúcia, de 59 anos, é uma versão de Robin Hood – personagem que roubava dos ricos para dar aos pobres. Só que dentro da lei. Vera usa parte do dinheiro pago pelos pacientes de seu consultório particular para financiar cirurgias restauradoras em pessoas como Jéssica (que nasceu com malformação no rosto). De um lado, ela realiza o desejo de seus pacientes adultos com silicones e lipoaspirações. De outro, ajuda a reconstruir a vida de crianças carentes nascidas com malformações. As deficiências podem ser causadas por erros genéticos, desnutrição pelo uso de drogas durante a gravidez e até pela exposição a aparelhos de raios X na gestação. “A rotina do consultório particular enche minha geladeira, não meu coração”, diz Vera. Em 2006, ela fundou a Facial Anomalies Center, entidade conhecida pela sigla F.A.C.E., que atende pacientes carentes. Cerca de 4 mil pessoas já passaram por lá. As aparências físicas e a vida de muitas pessoas foram refeitas pela equipe de Vera, composta de um fonoaudiólogo, um ortodontista, um psicólogo e quatro cirurgiões. Todos voluntários.
As cirurgias fazem mais que corrigir as complicações causadas pelas malformações, como alterações respiratórias. Elas ajudam a incluir socialmente as crianças que, apesar da aparência diferente dos colegas, são intelectualmente tão capazes quanto qualquer um. Muitas vezes, é o preconceito, e não as alterações físicas, que atrapalha o desenvolvimento dessas crianças. “Elas têm um potencial incrível, mas são impedidas pelo preconceito dos outros contra suas aparências físicas”, diz Vera.
[...]
O processo de Jéssica envolveu quase uma dezena de cirurgias. O resultado não poderia trazer mais satisfação à Vera. A menina, que vivia escondida em uma ilha na Bahia, incapaz de falar, hoje é psicóloga.
Nathalia Ziemkiewicz. Texto adaptado da revista Época. Editora: Globo. 9 de julho de 2012.
Extraído de www.google.com.br/imagens/generosidade.
Proposta:
Você acabou de ler um texto e uma imagem que trazem situações reais de GENEROSIDADE, que é uma virtude de pessoas que sacrificam os próprios interesses em benefício de outros sem esperar nada em troca. A médica a pratica pelo simples fato disso fazer bem a sua alma, fazendo cirurgias faciais com parte de seu lucro em outras cirurgias. O menino empurra a cadeira de rodas para que o amigo possa brincar de avião, sabendo que ele não conseguirá retribuí-lo da mesma forma.
Para ser generosa, a pessoa pode ter de passar por algumas dificuldades, já que vivemos em um mundo cheio de egoísmo e de interesses.
Escreva uma narrativa em que o personagem principal deseja ser generoso, entretanto ele se depara com o seguinte conflito: alguém (ou algo) cria obstáculos, dificultando que o personagem consiga ser generoso.
Como acabará sua história? Seu personagem conseguirá ser generoso?
Não se esqueça que, para redigir uma boa narrativa, é importante que apareçam os elementos a seguir:
- a caracterização dos personagens, do tempo e do lugar;
- as atitudes dos personagens diante da situação problema;
- um momento de grande emoção ou comoção;
- um diálogo entre os personagens.
Observações:
- Crie um título;
- seu texto deve ter, no mínimo, 20 linhas e, no máximo, 30 linhas, sem contar a linha do título.
Você pode utilizar, primeiramente, a folha de rascunho distribuída com a prova, mas não se esqueça que, para passar a limpo, no Caderno de Redação, a versão final do seu texto, você deve usar caneta azul ou preta. Use lápis somente no rascunho.
Sua redação será anulada ou receberá grau zero caso você:
- não respeite o tema;
- escreva a lápis;
- escreva todo ou grande parte do texto em língua estrangeira;
- reproduza textos da prova;
- não atenda ao tipo textual (narração).