Gabarito disponível
Texto-base:
Leia o TEXTO I e resolva as questões 1 a 4.
TEXTO I

Fonte: http://idgnow.com.br/idgimages/imagefolder.2016-03-01.6706905870/robotolympics-625.jpg Acessado em 14 SET 17.
ESCOLA DE ROBÔS
1 Como forma de colocar em prática o que aprendem nas aulas, estudantes de engenharia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) arrumaram um divertido passatempo: construir robôs que lutam, dançam e até jogam futebol! Os equipamentos montados pela equipe RioBotz participam, desde 2002, de competições nacionais e internacionais e já ganharam várias
5 medalhas.
A construção de um robô é trabalhosa e exige muita dedicação. Para começar, os estudantes tentam bisbilhotar as equipes adversárias para saber o que estão tramando – e o que fazer para vencer seus robôs em uma luta. Em seguida, começam a pensar cada pedaço do projeto. A primeira etapa é desenhar o robô no computador, com todas as peças necessárias, incluindo os dispositivos
10 eletrônicos que serão usados. No começo, eles usavam sucatas e outros materiais baratos para construir os equipamentos; hoje, incluem também matérias-primas mais sofisticadas.
A RioBotz participa de competições de robôs em três modalidades principais: combate, sumô e humanóide. A primeira é uma verdadeira luta, em que cada robô é comandado por um “piloto”. Como nas lutas esportivas praticadas por humanos, os competidores são divididos em oito
15 categorias, dentre as quais “leve”, “médio” e “pesado”, de acordo com seu tamanho e peso.
No sumô, modalidade inspirada em um esporte japonês, ganha o robô que conseguir jogar o adversário para fora do território demarcado. Para isso, os robôs agem sozinhos, sem o comando do “piloto”, e precisam ser muito bem programados para tomarem decisões e reagirem ao adversário. Esses robôs são equipados com sensores para reconhecer outros robôs e os limites da arena, além de
20 serem muito fortes.
Por fim, os humanoides são robôs inspirados nos seres humanos, que dançam, sobem escadas, jogam futebol...Eles também são programados para se movimentarem sozinhos, o que dá muito trabalho aos seus idealizadores. Na competição, os juízes avaliam a precisão de movimentos do robô, sua força e habilidade.
Iara Pinheiro
Fonte: http://chc.org.br/escola-de-robos/. Acesso em 20 JUL 17. (Texto adaptado)
Com base na leitura da reportagem “Escola de Robôs”, podemos dizer que o texto tem como tema principal:
Leia o TEXTO I e resolva as questões 1 a 4.
TEXTO I
Fonte: http://idgnow.com.br/idgimages/imagefolder.2016-03-01.6706905870/robotolympics-625.jpg Acessado em 14 SET 17.
ESCOLA DE ROBÔS
1 Como forma de colocar em prática o que aprendem nas aulas, estudantes de engenharia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) arrumaram um divertido passatempo: construir robôs que lutam, dançam e até jogam futebol! Os equipamentos montados pela equipe RioBotz participam, desde 2002, de competições nacionais e internacionais e já ganharam várias
5 medalhas.
A construção de um robô é trabalhosa e exige muita dedicação. Para começar, os estudantes tentam bisbilhotar as equipes adversárias para saber o que estão tramando – e o que fazer para vencer seus robôs em uma luta. Em seguida, começam a pensar cada pedaço do projeto. A primeira etapa é desenhar o robô no computador, com todas as peças necessárias, incluindo os dispositivos
10 eletrônicos que serão usados. No começo, eles usavam sucatas e outros materiais baratos para construir os equipamentos; hoje, incluem também matérias-primas mais sofisticadas.
A RioBotz participa de competições de robôs em três modalidades principais: combate, sumô e humanóide. A primeira é uma verdadeira luta, em que cada robô é comandado por um “piloto”. Como nas lutas esportivas praticadas por humanos, os competidores são divididos em oito
15 categorias, dentre as quais “leve”, “médio” e “pesado”, de acordo com seu tamanho e peso.
No sumô, modalidade inspirada em um esporte japonês, ganha o robô que conseguir jogar o adversário para fora do território demarcado. Para isso, os robôs agem sozinhos, sem o comando do “piloto”, e precisam ser muito bem programados para tomarem decisões e reagirem ao adversário. Esses robôs são equipados com sensores para reconhecer outros robôs e os limites da arena, além de
20 serem muito fortes.
Por fim, os humanoides são robôs inspirados nos seres humanos, que dançam, sobem escadas, jogam futebol...Eles também são programados para se movimentarem sozinhos, o que dá muito trabalho aos seus idealizadores. Na competição, os juízes avaliam a precisão de movimentos do robô, sua força e habilidade.
Iara Pinheiro
Fonte: http://chc.org.br/escola-de-robos/. Acesso em 20 JUL 17. (Texto adaptado)
Com base na leitura da reportagem “Escola de Robôs”, podemos dizer que o texto tem como tema principal: