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Diretoria de Ensino da Marinha · Marinha do Brasil 2014

Questão 12 — Macroeconomia: Teoria Keynesiana — Crítica ao Pensamento Neoclássico

Macroeconomia Teoria Keynesiana — Crítica ao Pensamento Neoclássico

Diretoria de Ensino da Marinha 2014

Marinha do Brasil · Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Ciências Econômicas · Caderno Amarela

Gabarito disponível

A revolução keynesiana concebida a partir da Teoria Geral, publicada em 1936, contém várias frentes de crítica às formulações do pensamento neoclássico então dominante, entre as quais podem-se incluir:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Keynes criticou os clássicos quanto à poupança e renda, à demanda por moeda e ao equilíbrio no mercado de trabalho.

Na Teoria Geral, Keynes rejeita que a poupança determine o investimento: é a renda que se ajusta, e daí vem o paradoxo da poupança. Ele também substitui a teoria quantitativa pela preferência pela liquidez, que explica a demanda por moeda (transações, precaução e especulação). Por fim, nega que o mercado de trabalho tenda sozinho ao pleno emprego, admitindo o desemprego involuntário e o equilíbrio com subemprego.

Análise das alternativas

A) Errada: Keynes não negou a lei dos rendimentos decrescentes do capital; ele a utiliza. C) Errada: o conjunto não representa as críticas centrais; a oferta agregada e a relação poupança-investimento não formam um bloco com a demanda por moeda como a alternativa B. D) Errada: a produtividade marginal decrescente do trabalho é aceita por Keynes e a tendência do capital de se tornar escasso não é uma crítica central da obra. E) Errada: a eficiência marginal do capital é um conceito próprio de Keynes, não uma crítica ao pensamento neoclássico, e o conjunto não é o mais adequado.

Referência: Keynes, J. M. A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda (1936).

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: B

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito DEnsM CP-T 2014.2 — Ciências Econômicas — página 2