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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2020

Questão 45 — História Geral: Antiguidade Clássica — Cidade e Campo

História Geral Antiguidade Clássica — Cidade e Campo

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

Gabarito disponível

A Antiguidade greco-romana sempre constituiu um universo centralizado em cidades. O esplendor e a solidez da antiga polis helênica e da posterior república romana, que ofuscaram tantos períodos subsequentes, traduziam um nível de organização e cultura urbanas que jamais seria igualado em outro milênio. A filosofia, a ciência, a poesia, a história, a arquitetura, a escultura; o direito, a administração, a economia, os impostos; o voto, o debate, o recrutamento – tudo isso chegou a níveis de sofisticação e força inigualáveis. Ao mesmo tempo, esse friso de civilização citadina teve sempre algo do efeito de uma fachada trompe l’oeil sobre sua posteridade.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo)
O tal engano, citado por Anderson, trata da
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Resolução comentada

O 'engano' é que a riqueza que sustentava a cidade vinha em grande parte do campo.

Anderson mostra que a civilização urbana clássica era uma fachada (trompe l'oeil): sua base material era rural, com excedente extraído do campo, em geral por trabalho escravo. A cidade dominava e consumia a produção agrária.

Análise das alternativas

A) Não se trata de fome generalizada. C) e D) Anderson não alega ausência de técnica nem inadequação filosófica. E) Não é tema da passagem a separação entre religião e as outras esferas.

Referência: Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: B

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — página 37 (013. Prova Objetiva — Magistério de História — Versão A)