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Fundação Vunesp · Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2020

Questão 17 — História do Brasil: Imigração no Segundo Reinado

História do Brasil Imigração no Segundo Reinado

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Pedagogia · Caderno Versão A (018. Prova Objetiva)

Gabarito disponível

Com o objetivo de promover pouco a pouco a substituição do braço escravo na lavoura de café, recorreu-se, nos meados do século XIX, à colonização estrangeira, sob sistema de parceria. Pretendia-se, dessa maneira, conciliar fórmulas usadas nos núcleos coloniais de povoamento com as necessidades do latifúndio cafeeiro. Contava-se com a experiência dos núcleos coloniais de povoamento cuja criação desde a vinda da Corte de D. João VI para o Brasil tinha sido estimulada. A partir de então, havia se rompido definitivamente com as tradicionais restrições à fixação de estrangeiros na colônia. Estimulava-se a vinda de imigrantes.
(Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república: momentos decisivos. 6. ed. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999)
O trecho acima aponta um primeiro motivo para o incentivo à imigração: a substituição do trabalho escravo. Outros motivos pertinentes para se estimular a migração foram:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Além de substituir o escravo, a imigração visava ao povoamento do país e ao branqueamento da população.

No século XIX, o Império via a imigração como solução para o povoamento de um território vasto e pouco ocupado. Havia também a ideologia do branqueamento, em um país de maioria negra e indígena. Esses motivos somam-se à substituição da mão de obra escrava.

Análise das alternativas

A) A miscigenação como plano imperial e a mortalidade da escravaria não são os motivos centrais apontados. B) A vinda da Corte não gerou 'excedente de mão de obra'. D) Não houve expulsão de proprietários de suas terras tradicionais. E) O fim do tráfico decorreu de pressão inglesa e da Lei Eusébio de Queirós, não de falta de recursos do Império, e os indígenas não ameaçavam os domínios de Pedro II.

Referência: Emília Viotti da Costa, Da Monarquia à República.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: C

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — página 52 (Pedagogia, Versão A)