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Fundação Vunesp · Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2020

Questão 58 — Clínica Cirúrgica Veterinária: Encarceramento Inguinoescrotal em Equinos

Clínica Cirúrgica Veterinária Encarceramento Inguinoescrotal em Equinos

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Veterinária · Caderno Versão A (020. Prova Objetiva)

Gabarito disponível

O encarceramento inguinoescrotal é uma alteração de destaque entre as afecções cirúrgicas do intestino delgado dos equinos. Considerando medidas diagnósticas e terapêuticas dos encarceramentos inguinoescrotais, é correto dizer que o diagnóstico pode ser firmado
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Resolução comentada

O diagnóstico do encarceramento inguinoescrotal é feito por palpação transretal, e a correção cirúrgica pode ser por celiotomia.

No garanhão, a palpação transretal identifica alças de intestino delgado distendidas e a passagem delas pelo anel inguinal. Quando a redução não é possível ou há comprometimento do intestino, faz-se celiotomia (laparotomia) com enterectomia e enteroanastomose, se necessário. A alternativa A está correta.

Análise das alternativas

B) Errada: a redução por palpação transretal não é a conduta consagrada, e a palpação escrotal isolada não é a base do diagnóstico. C) Errada: a auscultação escrotal não firma o diagnóstico, e a abordagem preferida é pela linha média. D) Errada: afirma como acesso de escolha a celiotomia parainguinal, o que não condiz com a conduta usual. E) Errada: enterectomia e enteroanastomose só são necessárias se o segmento estiver inviável.

Referência: Cirurgia de grandes animais – afecções do intestino delgado de equinos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: A

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — página 58 (Veterinária, Versão A)