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Fundação VUNESP · Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2021

Questão 36 — Enfermagem Médico-Cirúrgica: Cuidados Paliativos — Fim de Vida

Enfermagem Médico-Cirúrgica Cuidados Paliativos — Fim de Vida

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Ao receber o plantão, o enfermeiro foi informado de que M.O, sexo masculino, 62 anos, com diagnóstico de câncer de pâncreas, em estado terminal, estava recebendo analgesia e sedação por veia periférica e apresentava anorexia, anúria e períodos de sonolência alternados com agitação. Ao realizar visita ao paciente para atualizar o plano de cuidados de enfermagem, o enfermeiro constatou que M.O. estava sonolento e apresentava congestão respiratória. Frente à situação encontrada, enfermeiro deve
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Resolução comentada

Congestão respiratória terminal: elevar a cabeceira, decúbito lateral e anticolinérgico.

No fim da vida, a congestão por secreções ('estertor da morte') é manejada com elevação da cabeceira, decúbito lateral para favorecer a drenagem e anticolinérgicos para reduzir a secreção. Evitam-se aspirações profundas, que são desconfortáveis e pouco eficazes.

Análise das alternativas

A) Trendelenburg reverso é inadequado e colinérgicos aumentam secreções. B) Aspiração profunda a cada hora é invasiva e desconfortável. C) Reduzir a sedação e dar oxigênio em alta vazão não tratam a congestão. D) Nebulização aumenta a secreção, e aspiração profunda é desaconselhada.

Referência: Cuidados paliativos em fim de vida; Brunner & Suddarth.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: E

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — 005. Prova Objetiva, Área: Enfermagem, Versão A (página 13)