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Novo medicamento entra no rol do SUS para combate ao diabetes em Minas
Pacientes com diabetes têm agora mais uma opção de medicamento, acessível pelo Sistema Único de Saúde (SUS), para tratamento da doença. Minas Gerais acaba de ampliar a oferta de remédios para pessoas com diabetes mellitus tipo 2 (DM2), com a dapaglifozina.
O fármaco é indicado para portadores dessa classe de diabetes, com 65 anos ou mais, com doença cardiovascular estabelecida ou com doença renal relacionada ao transtorno. O formulário de solicitação do medicamento já foi disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).
Essa é mais uma alternativa para o controle dos níveis de glicose no sangue, prevenindo e reduzindo os impactos do desequilíbrio na saúde.
A decisão de incorporar o novo medicamento como alternativa ao tratamento de diabetes tipo 2 é considerada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Regional Minas Gerais (SBEM-MG) um avanço para aqueles com doença cardiovascular ou renal.
O alvo é, entre o público dentro do perfil definido para o uso da dapagliflozina, principalmente pessoas que não conseguiram controle adequado da DM2 em outros tratamentos.
Até o momento, o SUS fornece à população opções como as insulinas humana NPH e humana regular, e os medicamentos metformina, glibenclamida e glicazida. No entanto, a dapagliflozina pertence a uma classe de medicamentos diferente das já ofertadas. Atualmente, mais de 12 milhões de brasileiros convivem com a doença
(https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2021/06/18/interna_bem_viver,1278161/novo-medicamento-entra-no-rol-do-sus-para-combate-ao-diabetes-em-minas.shtml. 18.06.21. Adaptado)
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, a disponibilização, pelo SUS, do medicamento dapagliflozina para portadores de diabete tipo 2 com 65 anos ou mais, com doença cardiovascular estabelecida ou com doença renal relacionada ao transtorno, atende ao princípio do SUS de
Resolução comentada
Ofertar medicamento conforme a necessidade do paciente expressa a integralidade.
A integralidade envolve ofertar o conjunto de ações e serviços, incluindo a assistência farmacêutica, para atender às necessidades da pessoa. A incorporação de um novo medicamento para um perfil específico de paciente amplia o acesso ao cuidado integral.
Análise das alternativas
A) População adscrita é o conjunto de pessoas de um território de referência da equipe, o que não está em foco. B) Descentralização trata da distribuição de responsabilidades entre os entes federados. D) Longitudinalidade é o acompanhamento contínuo do usuário ao longo do tempo. E) Coordenação do cuidado é a articulação entre os pontos da rede, o que também não é o caso.
Referência: Política Nacional de Atenção Básica (Portaria 2.436/2017); Lei 8.080/1990.
Resolução comentada do VaiConcursos.