Gabarito disponível
Para responder às questões de números 50 e 51, considere o relato apresentado a seguir.
Após retornar de licença, J.G., 22 anos, soldado, procurou o ambulatório de saúde da organização militar – OM, onde prestava serviços, com história e queixas que caracterizavam doença de transmissão sexual. Face a essa situação, o enfermeiro que estava realizando o atendimento ofereceu a realização de testes rápidos para sífilis e HIV. Ao fazê-lo, explicou que J.G. poderia ou não aceitar realizá-los e orientou sobre sua importância, a forma com que são feitos e o significado e as limitações de seus resultados. Após obter sua concordância, solicitou a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido e deu segmento aos procedimentos de coleta de material e realização dos testes obtendo resultado “reagente” para sífilis e “não reagente” para HIV. Face a essa situação, realizou as orientações necessárias e deu prosseguimento ao caso de acordo com as medidas propostas pelo Ministério da Saúde.
Frente ao resultado obtido no teste rápido para sífilis, o enfermeiro deve, entre outras ações,
Resolução comentada
Após teste rápido reagente para sífilis, confirma-se com teste não treponêmico (VDRL).
O teste rápido é treponêmico. Quando reagente, deve ser complementado com um teste não treponêmico, como o VDRL, para confirmar o diagnóstico e monitorar o tratamento, sem retardar o início deste, quando indicado.
Análise das alternativas
A) Errada: o teste rápido já é treponêmico, e a complementação deve ser não treponêmica. B) Errada: repetir o teste rápido não confirma o diagnóstico. D) Errada: não se pode classificar como sífilis primária só pelo teste rápido. E) Errada: não se pode afirmar sífilis secundária só pelo resultado.
Referência: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para IST (Ministério da Saúde).
Resolução comentada do VaiConcursos.