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Fundação VUNESP · Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFC… 2022

Questão 30 — Enfermagem Médico-Cirúrgica: Traumatismo Cranioencefálico — Hipertensão Intracraniana

Enfermagem Médico-Cirúrgica Traumatismo Cranioencefálico — Hipertensão Intracraniana

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 006. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Após avaliar um paciente do sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico traumatismo cranioencefálico, o enfermeiro estabeleceu, entre outros itens, o diagnóstico de enfermagem (DE) “perfusão tissular cerebral ineficaz relacionada com os efeitos da PIC aumentada”.
Frente a esse DE, não havendo contraindicação, a prescrição de enfermagem deve compreender, entre outros cuidados:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Para reduzir a PIC, elevar a cabeceira a 30º favorece o retorno venoso cerebral.

Na hipertensão intracraniana, a elevação da cabeceira a 30º com a cabeça alinhada na linha média favorece a drenagem venosa jugular e reduz a PIC, melhorando a perfusão cerebral. Essa é a medida de enfermagem correta entre as listadas.

Análise das alternativas

A) errada: a cabeça deve ficar em posição neutra, sem rotação lateral, que dificulta o retorno venoso. C) errada: a flexão do pescoço compromete a drenagem venosa e eleva a PIC. D) errada: as pupilas devem ser avaliadas com frequência muito maior (em geral de hora em hora), não a cada 6 horas. E) errada: a Escala de Coma de Glasgow também deve ser aplicada em intervalos curtos, não a cada 6 horas.

Referência: Diretrizes de manejo do TCE e da hipertensão intracraniana; Brunner & Suddarth.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: B

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — 006. Prova Objetiva — Enfermagem — Versão A (página 16)