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Fundação VUNESP · Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFC… 2022

Questão 57 — Psicologia Hospitalar: Morte e Morrer no Hospital — Kovács

Psicologia Hospitalar Morte e Morrer no Hospital — Kovács

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 017. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Segundo J. Kovácz (2003), baseada na obra de Philippe Ariès, a evolução da medicina, que tornou o hospital a opção de encaminhamento preferencial do paciente terminal,
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Resolução comentada

A hospitalização da morte reforça a morte interdita.

Para Kovács, a partir de Ariès, a morte foi deslocada do lar para o hospital, afastada do convívio e tornada tabu: é a 'morte interdita'. O gabarito E segue essa linha de reforço da interdição da morte no ambiente hospitalar.

Análise das alternativas

A) O doente terminal perde a voz, em ambiente cheio de pressões, e não ganha voz ativa. B) Os rituais foram bastante afetados pela hospitalização. C) A dignidade nem sempre é ampliada; há solidão e obstinação terapêutica. D) A família costuma ter participação reduzida, e não maior.

Referência: Kovács, M. J. (2003). Educação para a morte; Ariès, P.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: E

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — 017. Prova Objetiva — Psicologia — Versão A (página 49)