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Fundação VUNESP · Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFC… 2023

Questão 10 — História do Brasil: Período Joanino — Revolução Pernambucana de 1817

História do Brasil Período Joanino — Revolução Pernambucana de 1817

Fundação VUNESP 2023

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 015. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Internamente [...] o apoio à política de d. João começava a conhecer, cada vez mais, vozes destoantes. Estamos em 1817, ano em que estoura em Pernambuco o amplo movimento que rapidamente se transformaria na “pedra no sapato” da política joanina. Afinal, se até então o Império se mostrara bastante unido, no Norte, reagia-se agora às “pesadas contribuições e excessivas conscrições” provocadas pela conquista da Banda Oriental, “no que o povo do Brasil não só não tem parte, mas julga contrária aos seus interesses”. Era assim que o jornalista Hipólito da Costa expressava a insatisfação dispersa pelo restante da colônia: a montagem de um novo aparelho de Estado custara caro!
(Lilia Moritz Schwartz e Helena Murgel Starling, Brasil: uma biografia, p. 426.)
Assinale a alternativa que apresente corretamente a Revolução de 1817, segundo Schwartz e Starling.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Revolução Pernambucana de 1817 segundo Schwartz e Starling.

Pernambuco vivia crise, com queda dos preços do açúcar e do algodão e alta dos preços dos escravos, além do peso tributário. A insurreição reuniu setores dispersos, de grandes proprietários a homens livres. O governo provisório proclamou a República com uma "lei orgânica", estabeleceu a igualdade de direitos e a tolerância religiosa e não tocou na escravidão.

Análise das alternativas

A) A questão central não era o monopólio do tabaco, e a liderança não ficou só com a classe média. Também não havia projeto de frentes de trabalho. C) Não houve debate sobre abolir o tráfico, e o discurso não era mercantilista. D) A queixa era a carga fiscal, não a exclusão dos benefícios da abertura dos portos, e o projeto não era uma república popular. E) Os rebeldes romperam com o Rio de Janeiro e proclamaram a República, não ficaram fiéis ao governo.

Referência: Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, Brasil: uma biografia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: B

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — página 43 (015 Magistério em Química, Versão A)