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Fundação Vunesp · Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) — Exército Brasileiro 2026

Questão 36 — História: América Colonial — Sociedade Colonial Hispânica

História América Colonial — Sociedade Colonial Hispânica

Fundação Vunesp 2026

Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) — Exército Brasileiro · Concurso de Admissão à EsPCEx · Caderno Versão 1

Gabarito disponível

Os indícios de antipatia entre os criollos e os peninsulares (espanhóis) são por demais específicos para que se possa negá-los e estão por demais disseminados para que se deva desconsiderá-los. A rivalidade entre eles era parte da tensão social da época. Se os criollos tinham um olho nos seus senhores, mantinham o outro em seus servidores. Os criollos tinham total consciência da pressão social que vinha de baixo e se esforçavam para manter essas pessoas a uma certa distância.
(John Lynch. “As origens da Independência da América espanhola”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina: da Independência a 1870, vol. III, 2004. Adaptado.)

Na América espanhola colonial, a estratificação social baseava-se, sobretudo, em critérios
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A estratificação hispano-americana foi geográfica e étnico-racial.

A sociedade colonial hispânica se hierarquizava pelo local de nascimento (peninsulares x criollos) e pela origem étnica (mestiços, indígenas, negros). O texto mostra a rivalidade entre peninsulares e criollos e a distância mantida dos grupos inferiores.

Análise das alternativas

A, B, D e E apontam critérios que não são os principais: profissão, religião, intelecto, linhagem e prestígio não definiam a hierarquia tanto quanto origem geográfica e raça.

Referência: América espanhola colonial – sociedade de castas

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: C

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — 002. Exame Intelectual, 2º Dia, Versão 1