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Diretoria de Ensino da Marinha · Marinha do Brasil 2018

Questão 20 — Microbiologia: Vírus Marinhos — Técnicas de Contagem

Microbiologia Vírus Marinhos — Técnicas de Contagem

Diretoria de Ensino da Marinha 2018 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Ciências Biológicas · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Os vírus marinhos são uma importante entidade biológica com destaque na atualidade. A eles é atribuída a capacidade de controlar o crescimento de bactérias e de microalgas, reduzindo, por exemplo, o risco de florações. Todavia, detectar, quantificar e caracterizar os vírus ainda é uma tarefa árdua devido ao seu diminuto tamanho. Uma das técnicas mais aceitas na atualidade envolve a marcação do DNA/RNA com um fluoróforo, como SYBR Green I ® ou Picogreen ®, para posterior contagem. Sendo assim, quais as técnicas adequadas à contagem dos vírus marinhos com o uso desses fluoróforos?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Epifluorescência e citometria de fluxo contam vírus marcados.

Fluoróforos de ácidos nucleicos como o SYBR Green I permitem contar vírus por microscopia de epifluorescência (filtros) e por citometria de fluxo. Os vírus aparecem como pontos fluorescentes ou como populações no citograma.

Análise das alternativas

A e C: a microscopia eletrônica não usa fluoróforos, e a confocal não é a técnica usual de contagem. D: a espectrofotometria não conta partículas. E: a espectrofluorimetria mede fluorescência total e não conta vírus individuais.

Referência: Virioplâncton: métodos de contagem (Noble & Fuhrman, 1998).

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: B

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito definitivo CP-T/2018 — página 1