Gabarito disponível
( ) A destruição da mucosa parece representar uma reação imunológica mediada por células B, com produção do fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa).
( ) A barreira mucosa parece ser importante na prevenção da estomatite aftosa e pode explicar a quase exclusiva presença de estomatite aftosa na mucosa não queratinizada.
( ) As Síndromes de Sweet, MAGIC, e de Behçet são desordens sistêmicas que podem apresentar uma prevalência aumentada de ulcerações semelhantes às aftas.
( ) A variante clínica da estomatite aftosa mais comum são as ulcerações aftosas herpetiformes.
( ) As características histopatológicas da estomatite aftosa não são específicas, profundamente à área de ulceração, o tecido conjuntivo exibe um aumento na vascularização e um infiltrado inflamatório celular misto, que consiste em linfócitos, histiócitos e polimorfonucleares.
Resolução comentada
Sequência F-V-V-F-V.
A destruição da mucosa é mediada por linfócitos T (com TNF-alfa), não por células B, então o item 1 é falso. A doença ocorre quase só em mucosa não queratinizada (V). Sweet, MAGIC e Behçet cursam com úlceras aftosas (V). A variante mais comum é a menor, não a herpetiforme (F). A histopatologia é inespecífica (V).
Análise das alternativas
A, B, C e D contêm itens trocados: dão como verdadeira a mediação por células B, como falsa a associação com síndromes sistêmicas, ou como verdadeira a herpetiforme como mais comum.
Referência: Neville et al., Patologia Oral e Maxilofacial (2016) — Estomatite aftosa recorrente.
Resolução comentada do VaiConcursos.