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Texto-base:
A equação universal de perda de solo corresponde a um dos modelos mais populares para essa estimativa, sendo dada por PS = R × K × L × S × C × P, em que PS é a perda de solo (em t ha⁻¹ ano⁻¹); R é a erosividade da chuva; K é a erodibilidade do solo; L é o comprimento da encosta; S é a declividade da encosta; C representa o uso e manejo do solo; e P representa práticas conservacionistas.
Tendo como referência essa equação, julgue os itens a seguir, acerca de manejo e conservação de solos no semiárido.
Na região semiárida do Brasil, a perda de solo decorrente de precipitação pode ser negligenciada por causa dos baixos índices de precipitação média anual, que são em torno de 300 mm a 700 mm.
A equação universal de perda de solo corresponde a um dos modelos mais populares para essa estimativa, sendo dada por PS = R × K × L × S × C × P, em que PS é a perda de solo (em t ha⁻¹ ano⁻¹); R é a erosividade da chuva; K é a erodibilidade do solo; L é o comprimento da encosta; S é a declividade da encosta; C representa o uso e manejo do solo; e P representa práticas conservacionistas.
Tendo como referência essa equação, julgue os itens a seguir, acerca de manejo e conservação de solos no semiárido.
Na região semiárida do Brasil, a perda de solo decorrente de precipitação pode ser negligenciada por causa dos baixos índices de precipitação média anual, que são em torno de 300 mm a 700 mm.