Gabarito disponível
( ) Em lesões maiores que já romperam a área palatal, mas ainda mantêm intacta a superfície vestibular, o bisel vestibular deve ser realizado.
( ) A execução de um bisel no ângulo cavossuperficial vestibular poderá tornar cavidades estritamente proximais e, portanto, não visíveis em cavidades com extensão vestibular e, por conseguinte, com maior probabilidade de a restauração se tornar visível.
( ) A execução do bisel na superfície palatal de uma cavidade proximal (acesso palatal) poderá implicar exposição do material restaurador às regiões sujeitas a maiores esforços e, consequentemente, maior risco de haver interferências oclusais e fracasso precoce da restauração.
( ) A execução de um bisel na parede gengival poderá implicar remoção total do esmalte dessa região e, assim, comprometer o selamento marginal.
( ) Várias restaurações de cavidades vestíbulo-proximais proeminentes de lesões proximais viabilizam resultados excepcionais do ponto de vista estético, mesmo quando um bisel não é executado.
Resolução comentada
Avaliação do bisel em cavidades proximais de resina composta em dentes anteriores.
Pelo gabarito, a sequência é F, V, V, V, V. Em lesões que romperam a área palatal, mas mantêm a vestibular íntegra, o bisel vestibular não deve ser feito, o que torna a primeira afirmativa falsa. As demais descrevem desvantagens do bisel, como tornar a restauração visível, expor material a regiões de esforço e comprometer o selamento gengival. Também afirmam que a restauração pode ter bom resultado estético sem bisel.
Análise das alternativas
B, C, D e E divergem do gabarito por marcarem a primeira afirmativa como V, ou por marcarem como F alguma das afirmativas verdadeiras.
Referência: Baratieri et al. (2017), Odontologia Restauradora.
Resolução comentada do VaiConcursos.