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Texto-base:
Paciente do sexo masculino, 32 anos de idade, vítima de capotamento, apresenta dor na região pélvica e andar inferior do abdome, além de mobilidade anormal a compressão lateral da bacia. Membros com boa perfusão distal e sem deformidades, ausência de sangramento uretral ou de sangue ao toque retal. Radiografia em AP do anel pélvico demonstrou disjunção da sínfise púbica maior que 3 cm.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens seguintes.
As fraturas em livro aberto são consideradas parcialmente instáveis, uma vez que existe estabilidade no plano vertical.
Paciente do sexo masculino, 32 anos de idade, vítima de capotamento, apresenta dor na região pélvica e andar inferior do abdome, além de mobilidade anormal a compressão lateral da bacia. Membros com boa perfusão distal e sem deformidades, ausência de sangramento uretral ou de sangue ao toque retal. Radiografia em AP do anel pélvico demonstrou disjunção da sínfise púbica maior que 3 cm.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens seguintes.
As fraturas em livro aberto são consideradas parcialmente instáveis, uma vez que existe estabilidade no plano vertical.
O livro aberto é parcialmente instável: instável rotacionalmente e estável verticalmente.
Na lesão em livro aberto os ligamentos posteriores permanecem íntegros, o que mantém a estabilidade no plano vertical. Há instabilidade apenas rotacional, o que caracteriza lesão parcialmente instável (Tile B1).
Análise das alternativas
A) Correta. B) Errada: a instabilidade completa, rotacional e vertical, ocorre nas lesões tipo C.
Referência: Classificação de Tile para fraturas do anel pélvico.
Resolução comentada do VaiConcursos.