Gabarito disponível
Texto-base:
No decorrer de uma audiência em determinada vara de justiça criminal, o réu, tendo-se aproveitado de um descuido da segurança interna, tomou o magistrado como refém e exigiu sua liberdade como condição para a soltura da autoridade. O primeiro interventor acionou apoio e equipe especializada em negociação para dar andamento ao gerenciamento da crise.
Considerando a situação hipotética precedente, julgue os itens que se seguem.
O negociador terá papel fundamental na resolução da crise em tela e deverá, em razão de proximidade e empatia eventualmente desenvolvidas com o perpetrador, ter poder de decisão quanto à melhor ação tática a ser empregada.
No decorrer de uma audiência em determinada vara de justiça criminal, o réu, tendo-se aproveitado de um descuido da segurança interna, tomou o magistrado como refém e exigiu sua liberdade como condição para a soltura da autoridade. O primeiro interventor acionou apoio e equipe especializada em negociação para dar andamento ao gerenciamento da crise.
Considerando a situação hipotética precedente, julgue os itens que se seguem.
O negociador terá papel fundamental na resolução da crise em tela e deverá, em razão de proximidade e empatia eventualmente desenvolvidas com o perpetrador, ter poder de decisão quanto à melhor ação tática a ser empregada.
O negociador não decide sobre a ação tática.
Na doutrina, o negociador não tem poder de decisão sobre ações táticas; a decisão cabe ao comandante/gerente da crise. Separam-se as funções para preservar a imparcialidade e a credibilidade do negociador, evitando que o vínculo com o causador influencie a decisão.
Análise das alternativas
B (Errado) está correta. A (Certo) atribui ao negociador competência que não lhe cabe.
Referência: Doutrina de gerenciamento de crises (papel do negociador).
Resolução comentada do VaiConcursos.