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TEXTO II
ESCRAVIDÃO CONTEMPORÂNEA
O trabalho escravo de hoje pouco lembra
aquele de outrora – com trabalhadores acorrentados ou
castigados sob desmandos vários. Mas nem por isso
ele é menos cruel. Senzalas foram substituídas por
5 barracos imundos. Correntes foram trocadas por
regimes inescapáveis de servidão. O próprio sítio do
MPT - Ministério Público do Trabalho – traz uma página
especialmente dedicada ao assunto; “ trabalho forçado,
servidão por dívidas, jornadas exaustivas ou condições
10 degradantes como alojamento precário, água não
potável, alimentação inadequada, falta de registro,
maus-tratos e violência” são alguns dos itens elencados
pelo órgão.
(Kugler, Henrique: Ciência Hoje, número 309/vol 52/ novembro de 2013, pág.37)
Sobre o texto II, é correto afirmar que
Resolução comentada
O tratamento degradante hoje equivale ao dado aos escravos no passado.
O texto diz que a escravidão atual "pouco lembra" a de outrora na forma (sem correntes), mas "nem por isso é menos cruel". Isso equipara o tratamento sub-humano de hoje ao do passado em crueldade.
Análise das alternativas
A) O texto diz "não menos cruel", e não que seja mais cruel. B) Os barracos substituem as senzalas e não há mais correntes, então os trabalhadores não ficam acorrentados da mesma forma. C) As condições não são iguais em todos os aspectos, pois a forma mudou, e o sítio do MPT apenas lista os itens do trabalho escravo atual.
Referência: Texto II, Ciência Hoje (2013).
Resolução comentada do VaiConcursos.