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Fundação VUNESP · Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFC… 2022

Questão 40 — Enfermagem Obstétrica: Sífilis na Gestação — Diagnóstico e Tratamento

Enfermagem Obstétrica Sífilis na Gestação — Diagnóstico e Tratamento

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 006. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

R.S., 19 anos, compareceu à unidade de saúde referindo atraso menstrual, sendo confirmada sua gravidez após realização do teste rápido. Aproveitando a oportunidade, entre outras ações, o enfermeiro realizou os testes rápidos para sífilis e HIV, obtendo, resultado reagente para sífilis e não-reagente para HIV. Com essa situação, investigou, detalhadamente, a presença de sinais e sintomas da doença. Durante a realização da anamnese, foi informado pela gestante que iniciara atividade sexual aos 16 anos, se relacionara com dois parceiros, sendo um deles o atual companheiro. A gestante relatou ainda que há cerca de um ano apresentou eritema nas palmas das mãos e pés e queda de cabelos, o que pensou ser um “quadro de alergia”, que desapareceu espontaneamente, mesmo sem tratamento, após algum tempo. Ao exame físico, o enfermeiro não constatou a presença de sinais/alterações compatíveis com quadro de sífilis.
Frente a essa situação, entre outras ações, a conduta do enfermeiro deve compreender:
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Resolução comentada

Sífilis latente tardia na gestante: benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões UI por 3 semanas, com VDRL de seguimento.

Gestante com teste rápido reagente, sem sintomas atuais e com história de lesões compatíveis com sífilis secundária há cerca de um ano, tem sífilis latente tardia. O tratamento é benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões UI IM, uma vez por semana, por 3 semanas, com seguimento por teste não treponêmico (VDRL).

Análise das alternativas

A e D usam doxiciclina, contraindicada na gestação. C e D confundem os testes: VDRL é não treponêmico e TPHA e FTA-Abs são treponêmicos. C também pede confirmação antes de tratar, quando na gestação o tratamento é imediato. E está errada: dose única não corresponde à forma tardia, e a gestante não apresenta sinais atuais de sífilis secundária.

Referência: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com IST, Ministério da Saúde.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: B

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — 006. Prova Objetiva — Enfermagem — Versão A (página 16)