Gabarito disponível
Texto-base:
TEXTO 2
O Mar como porta para o mundo
Três irmãs, duas idades diferentes, três visões de mundo, todas no mesmo barco, de férias na Antártica. Neste livro, conhecemos o delicado equilíbrio do planeta e, de quebra, o divertido jeito de encarar o mundo das jovens Laura, Tamara e Marininha, filhas do navegador Amyr Klink e da fotógrafa Marina Bandeira Klink.
Nascidas em um mundo náutico e educadas para ver o mar não como uma limitação, mas como uma porta para o mundo, Laura, Tamara e Marininha pisaram no continente gelado muito cedo: a primeira viagem aconteceu em 2006, quando Laura e Tamara, que são gêmeas, contavam nove anos, e a caçula Marininha tinha apenas seis.
Como uma das viagens tomou um mês do período letivo, a escola onde elas estudam encontrou a seguinte solução: as três alunas deveriam anotar e fotografar tudo o que lhes chamasse a atenção, para depois dividir com os colegas em sala de aula. O sucesso da apresentação desses “diários de bordo” levou as irmãs Klink a apresentá-los muitas outras vezes, tornando-as experientes palestrantes de temas polares em diversas escolas da capital paulista.
As irmãs Klink abordam o ecossistema antártico e a necessidade da preservação das águas e das espécies, como também os problemas da poluição e do aquecimento global, com o olhar vigoroso das descobertas da infância. Outros temas também estão presentes nesta construção coletiva, entre eles as relações familiares, que ganham novos contornos em uma experiência tão singular como a vivida pela família Klink. [...]
Prefácio, por Amyr Klink
“Em fevereiro de 2006, concluímos a nossa primeira viagem antártica com as crianças a bordo. Experiência que surpreende: a de comandar filhos próprios e de terceiros num ambiente borbulhante, pouco previsível, onde se pode conhecer e aprender ininterruptamente. Imaginei que seria uma bela experiência para tão inquietas e curiosas criaturas. Foi. Não imaginei o quanto seria importante, para nós adultos, o ofício de, ao ensinar, aprender.
Vinte anos de viagens regulares ao continente antártico me ensinaram menos do que essas intensas, breves, semanas de andanças e convivência. Retornamos nas temporadas seguintes, em todas, pra descobrir que era muito pouco o que sabíamos, que havia tanto e tantos para ver. Tantas perguntas, luvas esquecidas, botas molhadas, espécies de nomes difíceis; tantos encontros, artistas, autores brilhantes, pesquisadores em dúvida, viajantes ousados. Tantos outros modos de ver o que eu supunha conhecer. Um desses modos é este pequeno livro que fiz questão de não abrir até que suas autoras o mostrassem já pronto. Para um pai viajante, calejado de surpresas, devorador de grandes e pequenos livros, foi uma grande surpresa. A maior que já tive.”

Texto disponível em: https://www.editorapeiropolis.com.br/férias-na-antartica (Adaptado). Acesso: 22/07/2024
Releia o seguinte fragmento do TEXTO 2:
“Tantos outros modos de ver o que eu supunha conhecer. Um desses modos é este pequeno livro que fiz questão de não abrir até que suas autoras o mostrassem já pronto. Para um pai viajante, calejado de surpresas, devorador de grandes e pequenos livros, foi uma grande surpresa. A maior que já tive.”
Considerando o trecho acima, sobre o pai, é possível afirmar que:
TEXTO 2
O Mar como porta para o mundo
Três irmãs, duas idades diferentes, três visões de mundo, todas no mesmo barco, de férias na Antártica. Neste livro, conhecemos o delicado equilíbrio do planeta e, de quebra, o divertido jeito de encarar o mundo das jovens Laura, Tamara e Marininha, filhas do navegador Amyr Klink e da fotógrafa Marina Bandeira Klink.
Nascidas em um mundo náutico e educadas para ver o mar não como uma limitação, mas como uma porta para o mundo, Laura, Tamara e Marininha pisaram no continente gelado muito cedo: a primeira viagem aconteceu em 2006, quando Laura e Tamara, que são gêmeas, contavam nove anos, e a caçula Marininha tinha apenas seis.
Como uma das viagens tomou um mês do período letivo, a escola onde elas estudam encontrou a seguinte solução: as três alunas deveriam anotar e fotografar tudo o que lhes chamasse a atenção, para depois dividir com os colegas em sala de aula. O sucesso da apresentação desses “diários de bordo” levou as irmãs Klink a apresentá-los muitas outras vezes, tornando-as experientes palestrantes de temas polares em diversas escolas da capital paulista.
As irmãs Klink abordam o ecossistema antártico e a necessidade da preservação das águas e das espécies, como também os problemas da poluição e do aquecimento global, com o olhar vigoroso das descobertas da infância. Outros temas também estão presentes nesta construção coletiva, entre eles as relações familiares, que ganham novos contornos em uma experiência tão singular como a vivida pela família Klink. [...]
Prefácio, por Amyr Klink
“Em fevereiro de 2006, concluímos a nossa primeira viagem antártica com as crianças a bordo. Experiência que surpreende: a de comandar filhos próprios e de terceiros num ambiente borbulhante, pouco previsível, onde se pode conhecer e aprender ininterruptamente. Imaginei que seria uma bela experiência para tão inquietas e curiosas criaturas. Foi. Não imaginei o quanto seria importante, para nós adultos, o ofício de, ao ensinar, aprender.
Vinte anos de viagens regulares ao continente antártico me ensinaram menos do que essas intensas, breves, semanas de andanças e convivência. Retornamos nas temporadas seguintes, em todas, pra descobrir que era muito pouco o que sabíamos, que havia tanto e tantos para ver. Tantas perguntas, luvas esquecidas, botas molhadas, espécies de nomes difíceis; tantos encontros, artistas, autores brilhantes, pesquisadores em dúvida, viajantes ousados. Tantos outros modos de ver o que eu supunha conhecer. Um desses modos é este pequeno livro que fiz questão de não abrir até que suas autoras o mostrassem já pronto. Para um pai viajante, calejado de surpresas, devorador de grandes e pequenos livros, foi uma grande surpresa. A maior que já tive.”
Texto disponível em: https://www.editorapeiropolis.com.br/férias-na-antartica (Adaptado). Acesso: 22/07/2024
Releia o seguinte fragmento do TEXTO 2:
“Tantos outros modos de ver o que eu supunha conhecer. Um desses modos é este pequeno livro que fiz questão de não abrir até que suas autoras o mostrassem já pronto. Para um pai viajante, calejado de surpresas, devorador de grandes e pequenos livros, foi uma grande surpresa. A maior que já tive.”
Considerando o trecho acima, sobre o pai, é possível afirmar que: