Gabarito disponível
Texto-base:
Leia o trecho da reportagem abaixo, para responder aos itens 33 e 34.
Cozimento da maniçoba pode levar uma semana; veja cuidados especiais
Prato de origem indígena à base da folha da mandioca e de alto valor nutricional é o principal no almoço do Círio de Nazaré.
De origem indígena e popular na culinária paraense, a maniçoba é o prato principal no tradicional almoço do Círio de Nazaré (festival) em Belém, no segundo domingo de outubro. Mas a iguaria - consumida o ano todo - precisa de cuidados especiais na hora do preparo e moderação na hora do consumo.
A maniçoba tradicionalmente pode ser encontrada do restaurante à barraquinha de rua, o que a torna acessível, porque o seu preparo não é simples. Os ingredientes principais são a maniva – folha da mandioca -, carnes, embutidos e defumados. A maniva precisa ser cozida por sete dias para retirar totalmente o ácido cianídrico da folha, por ser altamente tóxico e letal. “A toxina precisa ser eliminada por completo, pois o ácido é perigoso à saúde”, explica a nutricionista do Hapvida Kendra Gonçalves.
Cuidado no preparo
Kendra ressalta que os cuidados com a maniçoba precisam estar presentes desde o preparo, como o tempo de cozimento exigido de uma semana. A exceção é se a maniva for adquirida pré-cozida, o que reduz para cerca de três dias. Caso o prato seja preparado desrespeitando essas orientações, o consumo pode causar intoxicação, dor de estômago, mal-estar e, em casos extremos, levar até a morte. “Mesmo o alimento sendo preparado com todo o cuidado, é preciso ter atenção, pois o consumo exagerado de gordura não é indicado”, diz.
Valor nutricional
Maniva é rica em cálcio, ferro e vitaminas A e C
Além da maniva cozida, à maniçoba são acrescentados carnes de porco, de gado, charque, defumados como chouriço, bacon e linguiças. Ou seja, é um prato salgado. “Quem tem hipertensão, colesterol alto ou diabetes deve preferir a maniçoba “light”, feita com carnes magras e sem embutidos”, sugere a nutricionista.
Com relação ao valor nutricional, Kendra diz que a maniva em si é um alimento muito rico, fonte de cálcio, ferro e de vitaminas C e A, além de proteínas. “A folha tem grande propriedade nutricional. O cálcio auxilia na formação óssea, o ferro na produção da hemoglobina e as vitaminas na prevenção de gripes, resfriados e infecções”, explica a nutricionista. Vale lembrar, no entanto, o alto valor calórico do alimento. Uma única porção tem 1200 calorias e é rica em sódio e gordura, por conta dos embutidos e defumados. Portanto, a palavra mágica para os amantes da maniçoba é moderação.
(Fonte: https://glo.bo/UQdBLj. Acesso em: 03/07/25-adaptado)
Leia atentamente os períodos compostos extraídos do texto acima, para responder ao item 34.
I. A maniçoba tradicionalmente pode ser encontrada do restaurante à barraquinha de rua, o que a torna acessível, porque o seu preparo não é simples.
II. Mesmo o alimento sendo preparado com todo o cuidado, é preciso ter atenção, pois o consumo exagerado de gordura não é indicado.
III. “Quem tem hipertensão, colesterol alto ou diabetes deve preferir a maniçoba "light", feita com carnes magras e sem embutidos”, sugere a nutricionista.
Reprodução do trecho com o destaque original:

Analise as afirmações a seguir e assinale verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) A oração em destaque no trecho I apresenta a acessibilidade como uma consequência da oferta do alimento em lugares diversos, ou seja, é subordinada adverbial consecutiva.
( ) A oração destacada no trecho II auxilia na construção da ideia de que o cuidado no preparo não é suficiente para o livre consumo da maniçoba.
( ) Na sugestão da nutricionista, feita no trecho III, a oração em destaque assume a função de sujeito da oração principal cuja locução verbal é “deve preferir”.
( ) As três orações destacadas se caracterizam como independentes sintaticamente e poderiam ser isoladas por ponto final em períodos distintos sem prejuízos à compreensão dos enunciados.
A sequência correta é:
Leia o trecho da reportagem abaixo, para responder aos itens 33 e 34.
Cozimento da maniçoba pode levar uma semana; veja cuidados especiais
Prato de origem indígena à base da folha da mandioca e de alto valor nutricional é o principal no almoço do Círio de Nazaré.
De origem indígena e popular na culinária paraense, a maniçoba é o prato principal no tradicional almoço do Círio de Nazaré (festival) em Belém, no segundo domingo de outubro. Mas a iguaria - consumida o ano todo - precisa de cuidados especiais na hora do preparo e moderação na hora do consumo.
A maniçoba tradicionalmente pode ser encontrada do restaurante à barraquinha de rua, o que a torna acessível, porque o seu preparo não é simples. Os ingredientes principais são a maniva – folha da mandioca -, carnes, embutidos e defumados. A maniva precisa ser cozida por sete dias para retirar totalmente o ácido cianídrico da folha, por ser altamente tóxico e letal. “A toxina precisa ser eliminada por completo, pois o ácido é perigoso à saúde”, explica a nutricionista do Hapvida Kendra Gonçalves.
Cuidado no preparo
Kendra ressalta que os cuidados com a maniçoba precisam estar presentes desde o preparo, como o tempo de cozimento exigido de uma semana. A exceção é se a maniva for adquirida pré-cozida, o que reduz para cerca de três dias. Caso o prato seja preparado desrespeitando essas orientações, o consumo pode causar intoxicação, dor de estômago, mal-estar e, em casos extremos, levar até a morte. “Mesmo o alimento sendo preparado com todo o cuidado, é preciso ter atenção, pois o consumo exagerado de gordura não é indicado”, diz.
Valor nutricional
Maniva é rica em cálcio, ferro e vitaminas A e C
Além da maniva cozida, à maniçoba são acrescentados carnes de porco, de gado, charque, defumados como chouriço, bacon e linguiças. Ou seja, é um prato salgado. “Quem tem hipertensão, colesterol alto ou diabetes deve preferir a maniçoba “light”, feita com carnes magras e sem embutidos”, sugere a nutricionista.
Com relação ao valor nutricional, Kendra diz que a maniva em si é um alimento muito rico, fonte de cálcio, ferro e de vitaminas C e A, além de proteínas. “A folha tem grande propriedade nutricional. O cálcio auxilia na formação óssea, o ferro na produção da hemoglobina e as vitaminas na prevenção de gripes, resfriados e infecções”, explica a nutricionista. Vale lembrar, no entanto, o alto valor calórico do alimento. Uma única porção tem 1200 calorias e é rica em sódio e gordura, por conta dos embutidos e defumados. Portanto, a palavra mágica para os amantes da maniçoba é moderação.
(Fonte: https://glo.bo/UQdBLj. Acesso em: 03/07/25-adaptado)
Leia atentamente os períodos compostos extraídos do texto acima, para responder ao item 34.
I. A maniçoba tradicionalmente pode ser encontrada do restaurante à barraquinha de rua, o que a torna acessível, porque o seu preparo não é simples.
II. Mesmo o alimento sendo preparado com todo o cuidado, é preciso ter atenção, pois o consumo exagerado de gordura não é indicado.
III. “Quem tem hipertensão, colesterol alto ou diabetes deve preferir a maniçoba "light", feita com carnes magras e sem embutidos”, sugere a nutricionista.
Reprodução do trecho com o destaque original:
Analise as afirmações a seguir e assinale verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) A oração em destaque no trecho I apresenta a acessibilidade como uma consequência da oferta do alimento em lugares diversos, ou seja, é subordinada adverbial consecutiva.
( ) A oração destacada no trecho II auxilia na construção da ideia de que o cuidado no preparo não é suficiente para o livre consumo da maniçoba.
( ) Na sugestão da nutricionista, feita no trecho III, a oração em destaque assume a função de sujeito da oração principal cuja locução verbal é “deve preferir”.
( ) As três orações destacadas se caracterizam como independentes sintaticamente e poderiam ser isoladas por ponto final em períodos distintos sem prejuízos à compreensão dos enunciados.
A sequência correta é: