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Diretoria de Ensino da Marinha · Marinha do Brasil 2016

Questão 41 — Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial: Traumatologia — Fraturas do Terço Médio da Face

Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Traumatologia — Fraturas do Terço Médio da Face

Diretoria de Ensino da Marinha 2016 Superior

Marinha do Brasil · Cirurgião-Dentista — Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Uma fratura facial apresenta os seguintes sinais e sintomas: equimose e edema periorbitário, equimose subconjuntival bilateral, degrau no rebordo orbitário lateral, má oclusão, mordida aberta, aumento da altura facial anterior e retrusão do terço médio da face. Tal fratura, de acordo com Araújo, Gabrielli e Medeiros (2007), pode ser diagnosticada como:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Quadro clínico compatível com Le Fort III (disjunção craniofacial).

Degrau no rebordo orbitário lateral (sutura frontozigomática), equimose periorbitária e subconjuntival bilateral, má oclusão com mordida aberta, aumento da altura facial anterior e retrusão do terço médio indicam disjunção craniofacial, ou seja, Le Fort III. O traço passa pelas suturas frontozigomática, nasofrontal e pelas paredes orbitárias.

Análise das alternativas

B) Errada: o Le Fort II (piramidal) não envolve o rebordo orbitário lateral. C) Errada: o Le Fort I é baixo, sem sinais periorbitários nem degrau lateral. D) Errada: a fratura naso-etmóido-orbitária cursa com telecanto e alterações nasais predominantes. E) Errada: a fratura do complexo zigomático costuma ser unilateral e não causa retrusão de todo o terço médio.

Referência: Araújo, Gabrielli e Medeiros, 2007.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: A

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito CP-CSM-CD/2016 — página 1