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Diretoria de Ensino da Marinha · Marinha do Brasil 2016

Questão 40 — Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial: Traumatologia — Fraturas de Órbita

Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Traumatologia — Fraturas de Órbita

Diretoria de Ensino da Marinha 2016 Superior

Marinha do Brasil · Cirurgião-Dentista — Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial · Caderno Amarela

Gabarito disponível

Quando da abordagem cirúrgica para tratamento de fraturas de órbita, deve-se ter em mente que o assoalho orbital inclina-se alguns milímetros inferiormente antes de tornar-se reto posteriormente. Segundo Miloro (2011), a dissecção do assoalho orbital pode ser estendida posteriormente numa distância segura de
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Resolução comentada

A dissecção do assoalho orbital pode avançar com segurança até 30 mm posteriormente.

Segundo Miloro, o assoalho orbital se inclina para baixo por alguns milímetros e depois se torna reto, e a dissecção pode ser estendida com segurança até cerca de 30 mm posteriormente. Além dessa distância aumenta o risco para o nervo óptico e estruturas do ápice orbitário.

Análise das alternativas

A, B e C) Erradas: 15, 20 e 25 mm subestimam a distância segura descrita pelo autor. E) Errada: 40 mm ultrapassa o limite seguro e se aproxima do forame óptico, com risco de lesão do nervo óptico.

Referência: Miloro. Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson, 2011.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: D

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito CP-CSM-CD/2016 — página 1