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Texto 18A1-II

As figuras precedentes mostram as estruturas químicas do glifosato, um organofosforado amplamente utilizado como herbicida no Brasil, e de seu principal metabólito, o AMPA. Seu uso intensivo e sua presença residual no ambiente geram risco para organismos terrestres e aquáticos, por isso têm sido estudadas maneiras de promover a degradação eficiente desses contaminantes.
O glifosato pode ser obtido a partir da reação entre ácido clorometilfosfônico (C₂H₇ClP) e glicina (C₂H₅NO₂), em condições equimolares, conforme reação química a seguir.

A partir das informações do texto 18A1-II, e considerando-se que, em um processo de tratamento de efluentes por oxidação, a degradação do glifosato siga cinética de segunda ordem, com constante de 200∙L∙mol⁻¹∙h⁻¹, é correto afirmar que, caso a concentração inicial de glifosato seja igual a 1,0 × 10⁻³ mol∙L⁻¹, o tempo, em horas, necessário para que 99% do glifosato seja degradado será
Texto 18A1-II
As figuras precedentes mostram as estruturas químicas do glifosato, um organofosforado amplamente utilizado como herbicida no Brasil, e de seu principal metabólito, o AMPA. Seu uso intensivo e sua presença residual no ambiente geram risco para organismos terrestres e aquáticos, por isso têm sido estudadas maneiras de promover a degradação eficiente desses contaminantes.
O glifosato pode ser obtido a partir da reação entre ácido clorometilfosfônico (C₂H₇ClP) e glicina (C₂H₅NO₂), em condições equimolares, conforme reação química a seguir.
A partir das informações do texto 18A1-II, e considerando-se que, em um processo de tratamento de efluentes por oxidação, a degradação do glifosato siga cinética de segunda ordem, com constante de 200∙L∙mol⁻¹∙h⁻¹, é correto afirmar que, caso a concentração inicial de glifosato seja igual a 1,0 × 10⁻³ mol∙L⁻¹, o tempo, em horas, necessário para que 99% do glifosato seja degradado será