Pular para o conteúdo

Diretoria de Ensino da Marinha · Marinha do Brasil 2018

Questão 12 — Biologia Marinha: Costões Rochosos — Adaptações dos Organismos Entremarés

Biologia Marinha Costões Rochosos — Adaptações dos Organismos Entremarés

Diretoria de Ensino da Marinha 2018 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Ciências Biológicas · Caderno Amarela

Gabarito disponível

O efeito da maré ao longo de 24 horas ocasiona ciclos de emersão e submersão sobre as áreas marinhas costeiras (litorâneas). Os organismos que habitam a faixa intermareal (também chamada intertidal ou médio-litoral) em praias rochosas (ou costões rochosos) devem apresentar adaptações morfológicas, fisiológicas e/ou comportamentais para tolerarem os impactos das ondas, o aumento de temperatura e da salinidade, e a dessecação, entre outros efeitos decorrentes da variação da maré. Dentre essas adaptações, é correto afirmar que:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Mytilidae evitam dessecação por agregação e fechamento das valvas.

Os mexilhões formam bancos compactos e fecham as valvas hermeticamente na baixa-mar. Assim retêm água e perdem pouca ou nenhuma, o que é adaptação típica do entremarés.

Análise das alternativas

A: organismos incrustantes têm alta relação de superfície de fixação, não baixa. B: a liberação de polissacarídeos como estratégia importante, tal como apresentada, é imprecisa. C: a afirmação mistura estratégias de forma incorreta. Ela inclui equinodermos e peixes como se todos seguissem esse padrão e atribui muco a grupos de forma imprecisa. D: perder 70 a 90% da água corporal é exagerado e não vale para todos esses grupos.

Referência: Ecologia de costões rochosos: adaptações no entremarés.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Ver gabarito

Gabarito: E

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito definitivo CP-T/2018 — página 1