Gabarito disponível
( ) Os efeitos do tabagismo sobre a resposta inflamatória, a vasculatura e a função dos fibroblastos podem também explicar seus conhecidos efeitos negativos sobre a cicatrização após terapias periodontais não cirúrgicas e cirúrgicas.
( ) Apesar do número limitado de estudos longitudinais, é biologicamente plausível que a obesidade contribua para risco mais alto da doença periodontal.
( ) A hiperglicemia promove estresse oxidativo apenas diretamente, e tanto a inflamação quanto o estresse oxidativo podem contribuir para formação adicional de produtos finais de glicação avancada (AGE).
( ) Os efeitos diretos do estresse sobre o periodonto são mediados pela alteração da composição do biofilme subgengival ou pelo exagero da resposta inflamatória do hospedeiro.
( ) Ingestão elevada de álcool, tabagismo, baixo índice de massa corporal (IMC), deficiência de vitamina D e falta de atividade física são importantes fatores de risco não modificáveis para osteoporose.
Resolução comentada
A sequência V-V-F-V-F está de acordo com o gabarito oficial.
O tabagismo prejudica a resposta inflamatória, a vasculatura e os fibroblastos, o que piora a cicatrização (V). A obesidade é biologicamente plausível como fator de risco (V). O estresse atua por alterações do biofilme ou por exacerbação da resposta inflamatória (V). A hiperglicemia induz estresse oxidativo de forma direta e também indireta, via inflamação, de modo que 'apenas diretamente' torna o item falso (F).
Análise das alternativas
O último item é falso: tabagismo, álcool, baixo IMC, deficiência de vitamina D e sedentarismo são fatores de risco modificáveis para osteoporose, e não 'não modificáveis'. As alternativas B, C, D e E divergem em ao menos um item.
Referência: Lindhe et al. (2018), fatores modificadores da periodontite.
Resolução comentada do VaiConcursos.