Gabarito disponível
Texto-base:
Paciente do sexo feminino, de 55 anos de idade, assintomática, com histórico de tabagismo, hipertensão arterial e dislipidemia, será submetida a ultrassonografia de carótidas e vertebrais para avaliação de risco cardiovascular.
Em referência ao caso clínico precedente e a aspectos relativos às doenças das artérias carótidas e vertebrais, julgue os itens que se seguem.
Em caso de paciente com ataque isquêmico transitório (AIT) recente, a detecção de microembolia distalmente à placa estenótica carotídea em doppler transcraniano indica risco elevado de acidente vascular cerebral, sendo recomendada a intensificação da terapia medicamentosa ou antecipação de intervenção cirúrgica ou percutânea.
Paciente do sexo feminino, de 55 anos de idade, assintomática, com histórico de tabagismo, hipertensão arterial e dislipidemia, será submetida a ultrassonografia de carótidas e vertebrais para avaliação de risco cardiovascular.
Em referência ao caso clínico precedente e a aspectos relativos às doenças das artérias carótidas e vertebrais, julgue os itens que se seguem.
Em caso de paciente com ataque isquêmico transitório (AIT) recente, a detecção de microembolia distalmente à placa estenótica carotídea em doppler transcraniano indica risco elevado de acidente vascular cerebral, sendo recomendada a intensificação da terapia medicamentosa ou antecipação de intervenção cirúrgica ou percutânea.
Microembolia ao Doppler transcraniano indica alto risco de AVC.
Em pacientes sintomáticos com estenose carotídea, os sinais de microembolia (HITS) ao Doppler transcraniano indicam placa instável e risco elevado de AVC precoce. Isso justifica intensificar o tratamento clínico ou antecipar a revascularização cirúrgica ou percutânea.
Análise das alternativas
A) Certo: correto. B) Errado: desconsidera o valor prognóstico dos sinais de microembolia.
Referência: Diretrizes de doenças carotídeas (SBACV/SBC); ESVS.
Resolução comentada do VaiConcursos.