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Fundação VUNESP · Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFC… 2022

Questão 09 — História do Brasil: Brasil Colônia — Escravidão Indígena e Bandeirantismo

História do Brasil Brasil Colônia — Escravidão Indígena e Bandeirantismo

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 010. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena capturado em guerra justa.

Segundo a lei de 1570 e a legislação subsequente, o cativeiro indígena era permitido nos casos de guerra justa (contra tribos hostis ou que impediam a evangelização) e, em geral, também para os que praticavam antropofagia. Daí a alternativa B.

Análise das alternativas

A: quem aceitava missões era aldeado, não escravizado. C, D e E: língua, organização tribal e localização fronteiriça não eram justificativas legais para o cativeiro.

Referência: John Manuel Monteiro, Negros da terra.

Resolução comentada do VaiConcursos.

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Gabarito: B

Fonte: Gabarito preliminar: Gabarito — 010. Prova Objetiva — Magistério em Física — Versão A (página 28)