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Seguindo para uma cidadezinha localizada a meia hora de Lisboa, a cidade de Queluz, Nicodemus visitou o Palácio Queluz, e ficou fascinado pela arte dos pisos do chão do palácio, uma marca da cultura portuguesa.
Logo na entrada, ele observou um piso que dava acesso a um grande salão, cujo formato era:
• retangular;
• decorado com azulejos, em sua maioria quadrados (todos do mesmo tamanho de lado);
• nas cores preto e branco; e
• ladeado por dois canteiros triangulares iguais.
O piso dava acesso a um grande salão. Os azulejos do piso estavam dispostos em padrões bem elaborados, alguns inteiros e outros em pedaços maiores e menores. Esses azulejos, que têm área de 0,5 m² cada um, não apenas decoram, mas contam a história e as tradições através de seus padrões meticulosamente elaborados, mostrando a rica herança artística que os azulejos representam em Portugal. Veja o esboço do piso do palácio abaixo:

Curioso com o que via, Nicodemus analisou cuidadosamente o desenho do piso da entrada do palácio, concluindo que:
Logo na entrada, ele observou um piso que dava acesso a um grande salão, cujo formato era:
• retangular;
• decorado com azulejos, em sua maioria quadrados (todos do mesmo tamanho de lado);
• nas cores preto e branco; e
• ladeado por dois canteiros triangulares iguais.
O piso dava acesso a um grande salão. Os azulejos do piso estavam dispostos em padrões bem elaborados, alguns inteiros e outros em pedaços maiores e menores. Esses azulejos, que têm área de 0,5 m² cada um, não apenas decoram, mas contam a história e as tradições através de seus padrões meticulosamente elaborados, mostrando a rica herança artística que os azulejos representam em Portugal. Veja o esboço do piso do palácio abaixo:
Curioso com o que via, Nicodemus analisou cuidadosamente o desenho do piso da entrada do palácio, concluindo que: